O Carrefour Brasil anunciou nesta sexta-feira (7) a suspensão de suas vendas on-line. O site está fora de atividade desde hoje e traz um comunicado oficial sobre o seu encerramento.
De acordo com o Carrefour, a medida faz parte de um plano de reestruturação da empresa iniciado há dois anos.
A intenção é concentrar esforços no fortalecimento de seus hipermercados. Lojas com a bandeira Carrefour serão revitalizadas com a expansão do conceito de “nova geração”, em funcionamento em duas unidades, uma em Santo André e a outra em São Caetano do Sul (ambas no ABC paulista). O modelo traz mudanças no atendimento, no lay-out das lojas e na disposição dos produtos.
Além disso, há planos de expansão da bandeira Atacadão, rede de lojas populares do grupo.
Segundo a empresa, clientes que fizeram pedidos que ainda não foram entregues ainda poderão consultar o andamento deles por meio do site da empresa. Os clientes também têm à disposição o e-mail lojavirtual@carrefour.com.br e o telefone 0/xx/11/4004-0126.
Quem possuía lista de casamento ou créditos a serem resgatados no site receberá cartões-presente que poderão ser utilizados em qualquer loja da rede. O cliente também pode receber o valor correspondente de volta.
“A empresa está empenhada em minimizar qualquer problema que venha surgir mesmo após a suspensão do e-commerce”, informou o grupo em nota.
O Carrefour não divulgou qual era o faturamento do site e quanto será economizado com a sua suspensão. Parte dos funcionários do segmento será absorvida em outras operações, mas haverá cortes. A empresa também não divulgou quantos funcionários seriam desligados.
NOTIFICAÇÃO
O Procon-SP enviou nesta sexta-feira (7) uma notificação ao Carrefour para que o grupo apresente quais providências serão tomadas para garantir os direitos dos consumidores. O órgão pede informações como a quantidade de consumidores que ainda não tiveram seus produtos entregues e a estimativa de prazo para a entrega de todos os itens adquiridos até o fechamento do site.
O Carrefour tem prazo de uma semana para responder ao órgão. Segundo orientação do Procon, clientes prejudicados devem, primeiro, tentar solucionar o caso entrando em contato com a empresa. Caso não haja solução, o consumidor pode reclamar ao órgão de defesa do consumidor de sua região.
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