
Em 2016, a Nintendo levou sua maior franquia de jogos para os celulares, por meio de uma parceria com a americana Niantic, criada por um dos fundadores do Google Earth.
O lançamento de Pokémon Go foi um fenômeno mundial.
Por todos os lugares, era possível ver pessoas procurando os bichinhos ao caminhar com o smartphone na mão.
O jogo não era o primeiro a fazer uma integração do mundo real com o mundo virtual, mas certamente, até hoje, é o mais bem-sucedido nessa empreitada.
Prova disso é o novo relatório da consultoria SensorTower, que aponta um faturamento de 5 bilhões de dólares ao longo dos primeiros cinco anos de Pokémon Go.
O mundo segue mudando. Siga em evolução com a EXAME Academy Se engana quem jogou só na época do lançamento e pensa que o jogo movimentou menos dinheiro com o passar do tempo.
Se no primeiro semestre de 2017 o gasto de usuários no jogo foi de 278 milhões de dólares, o número mais do que dobrou no primeiro semestre de 2021, chegando a 642 milhões de dólares.
– No ano completo de 2020, o gasto foi de 1,3 bilhão de dólares, 41% a mais do que em 2019, apesar da quarentena do novo coronavírus
– A empresa ampliou bônus e passou a permitir recursos para se movimentar dentro de casa em vez de no mundo lá fora.No Brasil, o jogo é o segundo mais baixado na categoria de games.
Mundialmente, foram cerca de 630 milhões de downloads desde o lançamento, em 2016.
77% dos downloads foram feitos em celulares com sistema Android, ante 23% de downloads em iPhones.
A popularidade do jogo também viabilizou a ascensão de influenciadores de nicho como aDrive, TigerGames, Lee Gengar e Mestre Pokémon Go.
Além da venda de itens para facilitar o ganho de poeira estelar ou pontuação para avançar de nível, Pokémon Go também tem feito eventos on-line pagos com valores que foram de 2 reais a quase 100 reais.
Em julho, a Niantic promoverá o evento pago Go Fest, o mais importante de Pokémon Go.
Pokémon Go “captura” 5 bilhões de dólares em 5 anos

