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Novidade permite que a roupa possa se manter sempre seca e sem odor.

Curiosidades na internet
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Acesse:http://www.mundodastribos.com/unhas-decoradas-com-triangulos-como-fazer.html
As figuras geométricas estão super em alta, no mundo fashion. Elas aparecem em roupas, acessórios e até mesmo na decoração. O triângulo é uma das formas que mais têm aparecido, nos looks. Para você que não tem nenhuma peça assim, a dica é fazer unhas decoradas com triângulos e, assim, ficar por dentro da moda. Quer ver como fazer?

COMO FAZER TRIÂNGULOS NA UNHA
Esta é uma das formas de se fazer triângulos nas unhas. Basta aplicar uma ou duas camadas de esmalte (que será a base para o desenho) e, em seguida, usar uma simples fita adesiva para fazer a figura:
– pegue um pedaço pequeno de fita adesiva e corte-o, no formato de um triângulo;
– posicione uma das pontas deste triângulo, em cima da unha (importante: ela deve estar seca!);
– escolha outra cor de esmalte e pinte a parte que sobrou, fora do adesivo.
Simples, não é mesmo? O lugar onde a fita será posicionada depende da vontade pessoal. Ela pode ser posta a partir da cutícula, em direção às pontas, ou de forma contrária. Também dá para fazer inúmeros e pequenos triângulos nas unhas. Veja, a seguir, outra forma de fazer esta nail art tão simples.

COMO FAZER UNHAS COM TRIÂNGULOS, USANDO DUAS FITAS
Para quem não tem habilidade com minúsculos pincéis, a melhor forma de fazer nail art com triângulos é usando uma fita adesiva. Ela pode ser posicionada de várias formas na unha, permitindo que você pinte a área, com mais facilidade. O resultado é perfeito. Veja como fazer:
– pegue um pedaço de fita adesiva (pode ser durex, fita crepe ou afins) e corte-o em duas partes;
– posicione uma delas na unha. A primeira parte deve ser bem colada na unha e preparada para receber a segunda parte, sobre ela. A intenção, aqui, é formar um “x” com as duas, pois o desenho do triângulo estará nas extremidades do cruzamento;
– aperte bem as duas fitas adesivas, de forma que não fique nenhuma pequena abertura, em sua superfície. Isso evitará que o esmalte entre embaixo delas, borrando o desenho. Se julgar necessário, use algum objeto para melhorar a aderência do material;
– basta pintar o triângulo que se formou com o cruzamento das fitas.
O passo a passo, acima, é útil para fazer o próprio desenho do triângulo, sem errar. A forma como a técnica será empregada depende de como cada pessoa deseja fazer a nail art. Por exemplo, você pode passar uma ou duas camadas de esmalte amarelo e, após a secagem, colar as fitas e fazer o triângulo, com outra cor.

A dica final é soltar a imaginação, criando diferentes modelos de unha com triângulo. É possível enfeitá-las com glitter, fazer nail art de pelúcia, usando esta figura geométrica, entre outras ideias. Vale a pena apostar nesta tendência, especialmente com as cores mais badaladas do inverno. O trabalho é fácil e surte efeitos muito bacanas.
Curiosidades na internet
DO “NEW YORK TIMES”
Hoje, uma série de empresas de tecnologia solar oferecem pequenos carregadores e capas para celular que fornecem energia em trânsito. “Uma vida portátil exige energia portátil”, disse Chris Abbruzzese, vice-presidente de marketing da Goal Zero, que fabrica vários sistemas de carregamento solar.
Dispositivos que incluem células ou painéis solares em capas de telefone celular estão disponíveis há algum tempo, mas tem sido um desafio alcançar os níveis certos de forma, função e preço, dizem analistas. Os modelos anteriores eram não apenas volumosos e caros demais, como também demoravam muito para carregar.
Mas o mercado de energia solar também não foi ideal, o que ajuda a explicar a pressão do solar na eletrônica de consumo portátil diante do que alguns consideram probabilidades adversas.
“As empresas solares estão correndo para isso porque as margens nos mercados convencionais estão realmente ruins”, disse Matt Feinstein, analista da Lux Research, especializada em tecnologias emergentes.
| The New York Times | ||
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| O recarregador de “gadgets” feito pela empresa EnerPlex, cuja fonte de energia é luz solar |
Uma variedade de carregadores, alguns mais baratos que US$ 100 (cerca de R$ 205), começa aparecer nas prateleiras. Alguns, como o Solio Bolt ou o Joos Orange, usam uma bateria individual de carregamento solar que se conecta aos dispositivos por cabo USB. Outros, como o EnerPlex, da Ascent Solar, usam o sol para carregar uma capa que então recarrega o smartphone.
Há indícios de que os produtos começam a encontrar um público. A Goal Zero diz que espera ver sua receita dobrar neste ano, para cerca de US$ 60 milhões. Para a Ascent Solar, as vendas começaram a decolar depois que a rede de eletrônicos Fry’s, com sede na Califórnia, começou a vender carregadores EnerPlex.
As empresas chegaram ao negócio de carregadores de celulares de maneiras diferentes. A Goal Zero, por exemplo, nasceu dos esforços humanitários de Robert Workman, um empresário que atua levando energia renovável para algumas áreas da República Democrática do Congo.
A companhia usa silício monocristalino em seus painéis portáteis. Por causa do colapso dos preços de fabricação de painéis de silício, hoje a companhia pode oferecer seus produtos pela metade do preço de três anos atrás.
Diante dos painéis de baixo custo fabricados pelos chineses, a Ascent recuou no ano passado de seu plano original de desenvolver materiais fotovoltaicos para edifícios e fazendas solares. Em vez disso, a empresa decidiu se concentrar na eletrônica de consumo, que tem margens de lucro mais altas e menos pressão para produzir em grande volume.
A empresa conta com produtos feitos do composto seleneto de cobre índio e gálio, ou CIGS, que pode trabalhar sobre material flexível, em vez do vidro geralmente usado como suporte para células de silício tradicionais.
A Alta Devices, sediada no Vale do Silício, está no ramo da eletrônica por razões similares, mas emprega uma tecnologia diferente. A Alta usa arsenieto de gálio, o mais eficiente composto solar, sobre um fundo flexível.
“Quando você cria uma diferença significativa quanto à duração da carga da bateria ou em como algo é carregado, esses mercados podem ter um índice de adoção muito alto”, disse Christopher S. Norris, executivo-chefe da Alta.
Como muitos dispositivos precisam ser carregados, disse ele, “essas coisas passam a ser mercados de bilhões de dólares em um período de tempo muito curto”.
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Os televisores são capazes de exibir ótimas imagens, mas mesmo os aparelhos mais sofisticados não conseguem reproduzir som com qualidade. Depois de gastar milhares de reais com uma boa tela, vale a pena investir em um sistema de áudio para complementá-la. O ganho sonoro acrescenta muito à experiência.
Eis algumas alternativas para conseguir áudio com mais qualidade. Basicamente, se você prioriza a qualidade, compre os componentes separadamente. Se o mais importante é simplicidade, escolha uma barra de som. No meio do caminho ficam as soluções integradas, que podem ser convenientes, mas raramente valem a pena –não oferecem flexibilidade e geralmente incluem alto-falantes que oferecem pouco ganho de qualidade em relação a uma barra de som.
COMPONENTES DEDICADOS
Um sistema com componentes dedicados é a melhor opção para quem procura flexibilidade e qualidade de áudio. Mas também é a mais complexa.
FLEXIBILIDADE. Você pode escolher cada componente separadamente e acrescentá-los ou substituí-los conforme a sua necessidade. O receiver quebrou ou ficou ultrapassado? Quer instalar alto-falantes mais potentes? Basta trocar o que for preciso.
| ESPECIAL SMART TVS |
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| Após fiasco do 3D, smart TV é nova aposta |
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COMPLEXIDADE. Você precisará pesquisar bastante sobre o assunto para escolher os componentes ideais para o seu sistema. Instalá-los e configurá-los também pode ser uma tarefa complicada.
DESEMPENHO E CUSTO. Um sistema básico, com receiver e alto-falantes, é capaz de oferecer áudio com muito mais qualidade do que alternativas como soluções integradas de home theater. O custo total será maior, mas o desempenho geralmente compensa –pode ser bom o suficiente inclusive para ouvir música.
RECEIVER. O receiver é um dos elementos mais importantes de um home theater. Sua principal função é distribuir o som amplificado para os alto-falantes. Os mais exigentes podem substituí-lo por componentes dedicados, o que aumenta ainda mais a complexidade e o custo do sistema.
CONEXÕES. Todas as fontes de áudio (que você quiser amplificar) –tocador de DVD e Blu-ray, set-top box de TV por assinatura, console de videogame, media player etc.– deverão ser conectadas ao receiver. Por isso, antes de comprar um, verifique de quantas e de quais conexões você precisa: HDMI, coaxial, óptico, analógico etc.
EXTRAS. Um recurso chamado ARC (Audio Return Channel) permite o envio de áudio da TV ao receiver por meio de HDMI. Os dois aparelhos precisam oferecer a função. Alguns receivers mais sofisticados oferecem conectividade USB, Bluetooth, wi-fi, Ethernet e AirPlay, além de recursos semelhantes aos das smart TVs, como aplicativos, reprodução de mídia e acesso a serviços on-line.
SURROUND. Um receiver de home theater típico é compatível com sistema surround 5.1 (cinco canais para as caixas de som principais e um para o subwoofer), suficiente para a maioria dos casos. Alguns oferecem amplificação para mais canais, como 6.1 ou 7.1.
ESTÉREO. Uma boa alternativa é investir em menos canais. Um sistema estéreo com duas caixas e um subwoofer pode ser mais conveniente em ambientes com pouco espaço e uma ótima opção para quem prioriza fidelidade sonora ao efeito surround –com o mesmo dinheiro que você gastaria em cinco alto-falantes medianos, pode comprar dois com desempenho muito superior (e acrescentar outros depois, se desejar e economizar).
ALTO-FALANTES. Ao planejar seu sistema, priorize os alto-falantes –o maior gasto deve ser com eles. A qualidade do áudio depende muito mais das caixas de som que do receiver.
BARRA DE SOM
Poucos fios, pouco espaço, poucos componentes. Simplicidade é a grande vantagem da barra de som.
SIMPLICIDADE. Com uma barra de som, você não precisa comprar diversos alto-falantes, conectar inúmeros cabos e calcular a posição das caixas. O equipamento é fácil de ser instalado e ocupa pouco espaço.
SURROUND VIRTUAL. Muitas barras de som prometem efeito surround sem a necessidade de alto-falantes traseiros, mas a experiência ainda fica aquém da oferecida por um sistema com caixas separadas. A qualidade do áudio no geral, de qualquer maneira, é superior à dos alto-falantes embutidos na TV.
SUBWOOFER. Se a barra de som não vier com subwoofer, vale a pena acrescentar um ao sistema.
PACOTE INTEGRADO
Comumente chamada apenas de “home theater”, essa solução oferece tocador, receiver e alto-falantes em um pacote integrado.
CONVENIÊNCIA. A grande (e possivelmente única) vantagem é a conveniência. Você não precisa pesquisar muito, componente por componente –compra tudo de uma vez. Não é necessário nem mesmo escolher um tocador de mídia, pois ele já vem incluso no pacote, geralmente integrado ao receiver. Algumas ofertas incluem alto-falantes sem fio, o que diminui um pouco a bagunça causada por uma solução tradicional, com componentes dedicados.
FALTA DE FLEXIBILIDADE. Ao optar por uma solução integrada, você provavelmente ficará preso a ela. Se desejar melhorar o home theater, não poderá trocar apenas um de seus componentes –terá que comprar um conjunto inteiro novo.
ALTO-FALANTES. Embora bem melhores do que os de um televisor, os alto-falantes da maioria dos pacotes são ruins ou medíocres e podem frustrar alguns. O ganho de qualidade em relação à barra de som costuma ser pouco. Há diversas opções de configuração, como 5.1, 7.2 e 2.1 com barra de som em vez de caixas separadas.
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O bairro histórico e popular de Medina, no centro de Dacar (Senegal), inaugurou nesta segunda-feira seu primeiro “tabletcafé”, um cibercafé equipado com tablets, com o apoio do gigante da internet Google, que afirmou que se tratava do primeiro estabelecimento deste tipo no mundo.
| Seyllou/AFP | ||
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| Clientes usam tablets durante a inauguração do que seria o primeiro “tabletcafé” do mundo, em Dacar (Senegal) |
Este novo espaço, batizado de “Tablette Café”, foi inaugurado por seu proprietário, o senegalês Médoun Seck, e pelos líderes do Google na África, na presença de estudantes em telecomunicações e de curiosos, comprovou uma jornalista da AFP.
Cerca de quinze tablets podem ser alugados neste espaço.
“É o primeiro tabletcafé do mundo, um cibercafé que funciona com tablets. Para testar este novo modelo de cibercafé apoiamos financeiramente nosso sócio, que comprou ele mesmo os tablets dos fabricantes”, declarou à AFP Tidiane Dème, responsável pelas atividades do Google na África francófona.
“Estes aparelhos, que consomem 25 vezes menos eletricidade que um computador normal, podem continuar funcionando quando há apagões”, afirmou Deme.
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A Sony Brasil, que é parceira da Fifa, anunciou nesta terça-feira (28) uma televisão com resolução 4K (também conhecida como Ultra HD) desenvolvida especialmente para a Copa do Mundo.
São dois novos modelos, com 55 e 65 polegadas, com painel de LED 4K (3.840 x 2.160 pixels), resolução de aproximadamente 8 Mpixels ou cerca de quatro vezes superior à de uma TV Full HD, padrão atualmente dominante.
Observados a uma distância de 1,3 m (para TVs de 65″), os pixels individuais de uma TV 4K não são vistos, “o que cria a experiência de assistir TV com a mesma qualidade das imagens na vida real”, disse Osamu Miura, presidente ds Sony Brasil.+
Os televisores têm ainda o recurso NFC para a capacidade One-touch Mirroring, que permite espelhar a tela do smartphone Xperia na TV pela aproximação do telefone ao controle remoto, e o recurso Magnetic Fluid Speakers, tecnologia de som desenvolvida pela Nasa, que reduz o consumo de energia em até 35% e possibilita maior clareza no som, segundo a empresa.
A linha 2013 de TVs Sony terá o aplicativo Tuíte da Torcida, que exibirá no pé da tela os posts sobre os temas escolhidos pelo espectador.
Outro produtos feito pela Sony especialmente para a Copa é um Home Theater com blu-ray integrado, que possui função para amplificar o som da torcida e bloquear a voz do narrador.
‘CINEMA EM CASA’
Nos últimos dois anos, o mercado de TVs no Brasil cresceu em ritmo acelerado, superando 53% de expansão de unidades entre 2010 e 2011 e 17% no ano seguinte.
Este mercado deve continuar crescendo em 2013, impulsionado pela demanda da Copa do Mundo. O mercado total deve crescer 20%, ao passo que a expectativa para as telas maiores de 46″ é crescer 50%.
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A medida é válida tanto para a troca de mensagens, quanto para o envio de anexos, como fotos ou vídeos. Entretanto, as ligações telefônicas feitas por meio do aplicativo, que são transmitidas diretamente via 3G, continuarão sendo cobradas.
“O Facebook é a rede social mais relevante no país e os clientes querem estar conectados a todo o momento. Com esta ação, estamos entregando um serviço gratuito que tem valor reconhecido pelo consumidor, de quem queremos estar cada vez mais próximos”, afirma Roberto Guenzburger diretor de Produtos e Mobilidade da Oi.
A rede social chegou atingir 751 milhões de acessos em celulares em março deste ano, um aumento de 54% em relação ao ano passado, segundo a própria empresa. O Facebook Messenger é um dos principais concorrentes do WhatsApp e do Viber.
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Vírus e outros tipos de malwares já são problemas conhecidos por quem utiliza os computadores. Porém, as ameaças, antes restritas aos desktops e notebooks, têm agora um novo alvo: o seu smartphone. Em número crescente, esses aplicativos atrapalham o desempenho dos gadgets e tentam roubar dados pessoais dos usuários. Mas será que os vírus de celular agem igual aos de computadores? O TechTudo foi atrás da resposta.
Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)Diferenças entre infecções de computadores e de smartphones
Nos computadores, os programas são executados em diferentes níveis de seguranças dentro de camadas de atividades. Os mais importantes rodam em ambientes mais seguros e menos acessíveis do sistema operacional, já os menos essenciais ficam em um local mais exposto e sujeito à alterações.
É justamente na camada mais vulnerável que grande parte dos malwares começam a ser executados, podendo enviar cópias e estender suas ações a outros aplicativos, também situados neste grau de segurança. Já os programas mais agressivos conseguem burlar os níveis de segurança do sistema e se enraizar nas camadas importantes podendo comprometer o desempenho do computador e colocar em risco todo o seu funcionamento.
Enquanto isso, o processo de infecção é bastante diferente nos smartphones. Os sistemas Android e iOS possuem arquitetura com somente duas camadas: uma mais restrita, com as principais execuções e os apps nativos do sistema, e outra onde estão as informações, arquivos e programas baixados pelo usuário.
Quando um malware infecta um smartphone, suas ações irão se restringir ao nível mais exposto, limitando-se aos dados dos usuários e, raramente, tendo acesso às funções vitais do sistema. Porém, aparelhos desbloqueados via jailbreak ou root aumentam o risco de que malwares, mesmo inofensivos, comprometam as funções essenciais do sistema.
Infecções ocorrem através da troca de dadosComo acontecem as infecções?
Atualmente, para contaminar seu smartphone com estas “pragas digitais” basta estar conectado a internet ou receber arquivos maliciosos por transmissões via bluetooth, SMS e MMS. Qualquer método que receba dados de outro aparelho é uma porta de entrada para estes programas danosos. A maneira mais segura para se utilizar o celular ainda é no “Modo Offline”.
Grande parte dos malwares para celulares encontram-se nas próprias lojas oficiais de aplicativos, como a Google Play. No entanto, um relatório recente mostrou que essas ameaças começaram a circular via spams. Alguns desses programas, uma vez baixados, roubam seus dados e alteram configurações do sistema, com a possibilidade de enviar cópias de si mesmo ou de outros malwares por diferentes meios de transmissão de dados.
As consequências de um smartphone infectado
Um dos primeiros sintomas da presença de um malware, tanto em smartphones quanto computadores, é o comprometimento do desempenho do sistema. Devido às operações desses aplicativos nocivos, o processamento de dados do sistema passa a ter um maior gasto de memória, o que acaba por deixar o sistema mais lento, propenso a erros e congelamentos.
Outro indício de “contágio” é o aumento significativo da transmissão de dados pela rede, além do envio de SMS, MMS, e-mails e outras mensagens pela internet sem o conhecimento dos usuários.
Essas duas características são comportamentos padrões de malwares. Como foram desenvolvidos para roubar e transmitir dados, sejam eles imagens, contatos, relatórios de navegação na web e até informações bancárias, esses softwares acabam comprometendo o funcionamento de seu smartphone.
Malware mais nocivos, no entanto, podem atrapalhar a performance do seu celular, interromper ou impedir ligações, podendo ainda contaminar outros aparelhos. Esses apps maliciosos são capazes também de transmitir mensagens, executar aplicativos, destruir o sistema operacional, aumentar o consumo da bateria de seu aparelho e até danificar o hardware.
O Android é uma das plataformas mais vulneráveisComo se prevenir?
A primeira coisa a ser feita para manter o celular a salvo de aplicativos nocivos é estar atento aos dados enviados e recebidos pelo aparelho. Procure se assegurar sempre se os downloads tem uma procedência segura, observando comentários sobre comportamentos suspeitos e reclamações.
Os malwares também pode estar camuflado em vídeos, músicas, aplicativos e fotos enviadas por e-mails, SMS, MMS e em transmissões via Bluetooth. Portanto, confirme o conteúdo com a pessoa que lhe enviou o arquivo, antes de abri-lo.
Além desses cuidados, é bom ter em seu smartphone um bom antivírus para garantir que seu sistema está seguro e evitar futuras infecções. Nas lojas de aplicativos online, há uma boa quantidade de diferentes antivírus gratuitos, que poderão ser muito uteis na proteção de seu aparelho.
Como os smartphones são dispositivos desenvolvidos para transmitir e receber informações de forma intensa, estes aparelhos se tornaram ambientes muito mais vulneráveis a vírus e malwares do que os computadores. Por isso, mantenha-se informado a respeito de novos tipos de infecções e sobre o funcionamento de seu smartphone. Caso seu celular esteja apresentando algum comportamento suspeito, instale ou troque seu antivírus e, se o problema continuar, leve-o a assistência técnica.
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A Apple deve trazer mudanças para os consertos de iPhones no Brasil. Um e-mail enviado às assistências técnicas autorizadas do país indica que a companhia norte-americana assumirá o reparo dos aparelhos vendidos pelas operadoras brasileiras. A medida representaria uma alteração na atual política de trocar um modelo danificado por um novo.
iPhones danificados podem não ser mais
No e-mail, um homem, que se identifica como João Meneghel, afirma que assumiu a responsabilidade pelo setor de assistência técnica da Apple do Brasil e envia recomendações para mudanças que devem ocorrer no conserto dos aparelhos. Na prática, a companhia não deverá mais trocar um aparelho danificado por um novo, mas sim fazer o reparo do componente defeituoso.
E-mail enviado às assistências da Apple confirmaria novas políticas de conserto da empresa (foto: Reprodução/Apple Insider)As novas regras estariam agendadas para entrar em vigor a partir do próximo semestre e apontam que a empresa deve descontinuar a prática de substituir aparelhos. A Apple já teria capacidade de reparar alto-falantes, receptores, botões, bateria e o motor de vibração dos iPhones. Além desses, a companhia espera incluir telas, câmeras e circuitos lógicos nesta lista nos próximos meses. Desta forma, ela espera economizar cerca de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 2 bilhões) por ano.
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O Gimp é tem um ótimo recurso para retirar cravos, espinhas e outras manchas de pele de fotografias. Veja aqui como conseguir uma pele perfeita usando a ferramenta Clonagem deste editor de imagens gratuito.
Pele sem marcas de espinha, após tratamento de imagem no Gimp (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Passo 1. Abra o Gimp e selecione a foto a ser retocada;
Passo 2. Selecione a ferramenta Clonagem, que transfere uma textura de um ponto da imagem para outro. Escolha um pincel redondo e sólido, com tamanho pequeno (neste exemplo, espessura 10);
Tela inicial com foto ainda não editada (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Passo 3. Para facilitar o trabalho, aumente o zoom da imagem. Segurando a tecla Ctrl, dê um clique em uma área “limpa” da pele mais próximo possível à mancha ou acne que deseja remover;
Ferramenta de Clonagem sendo usada em imagem ampliada (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Passo 4. Agora clique sobre a macha e perceba que ela desapareceu;
Mancha localizada ao lado da área selecionada foi removida (Foto: Reprodução/Raquel Freire)Passo 5. O procedimento é este. Repita quantas vezes forem necessárias, de modo a eliminar todas as marcas na pele indesejadas. O resultado pode ser conferido no início deste tutorial.
Meio do processo de retirada das manchas (Foto: Reprodução/Raquel Freire)