A Microsoft começou a distribuir ontem convites à imprensa dos Estados Unidos para realizar um evento de apresentação em Nova York no dia 23 de setembro. Nele, são esperadas as exibições dos aparelhos Surface RT 2 e Surface Pro 2.
Em relação ao design, a expectativa é de que os produtos sejam bastante parecidos com seus predecessores, mas o Surface Pro 2 deverá ter um “pezinho” para apoio mais refinado. Rodando sob o capô, porém, o novo Pro deve trazer um processador com a nova microarquitetura Haswell da Intel, com 8 GB de memória RAM. A melhoria do processador deve aprimorar o consumo de bateria do dispositivo, aumentando a capacidade de uso em cerca de duas horas.
O Surface RT 2 deve abandonar o “RT” da marca e será chamado apenas de “Surface 2″. Ele terá o Windows RT 8.1 e deve usar o processador Nvidia Tegra 4, com uma tela de 1080p, com uma bateria com duração de 8 horas.
Novos acessórios como uma nova Power Cover, capa que garante maior duração de bateria para os dispositivos, também deverão ser mostrados no evento
Só quem sofre de alergias sabe o quanto elas são incômodas e desnecessárias na vida de um ser humano. Mas o problema vai muito além da inconveniência, afinal, casos mais sérios podem até mesmo levar à morte.
Já existem diversos medicamentos no mercado capazes de tratar os sintomas da alergia. Mas uma nova molécula, chamada DARPin E2-79, promete fazer isso em apenas alguns segundos.
Conforme os pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford explicam no estudo, a IgE (ou imunoglobulina E) é um tipo de anticorpo que o nosso sistema imunológico cria em resposta a determinados tipos de alérgenos. Se você é alérgico a gatos, por exemplo, você tem um monte de “IgE-gatos” circulando pelo seu corpo.
Esses “IgE-gatos” continuam correndo descontroladamente dentro de seu corpo mesmo quando você não está perto de nenhum bichano, e é isso que faz com que as reações alérgicas se desencadeiem tão rapidamente. Graças aos IgE, o seu sistema imunológico está sempre preparado para dar uma “surtada”.
Então, o verdadeiro culpado pelas reações desagradáveis causadas pelas alergias é uma combinação entre IgEs específicos e algumas células chamadas mastócitos. Os mastócitos liberam histaminas e outros produtos químicos desagradáveis que causam os sintomas de uma crise alérgica. A conexão entre os IgEs e os mastócitos é a causa de todo o problema.
Essa tal molécula sintética que está sendo desenvolvida é um novo inibidor para essas reações. Mas como ela funciona? Fazendo com que o IgE e os mastócitos se desconectem em apenas alguns segundos. Ela se aproveita de um rápido momento de fraqueza na relação entre os dois agentes.
A DARPin E2-79 é, infelizmente, uma molécula que ainda custa muito caro para as empresas farmacêuticas produzirem. A esperança é que agora que uma fraqueza foi identificada, outras moléculas mais simples e mais baratas possam ser descobertas e disponibilizadas em forma de pílulas para acabar com as alergias de vez.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo vai ganhar um aliado hollywoodiano para melhorar suas investigações relacionadas a crimes e pessoas desaparecidas. Um novo estúdio de artes forenses vai usar tecnologia de ponta para criar retratos falados mais precisos.
Além de computadores e outros equipamentos de hardware super modernos, os desenhistas do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) paulista vão contar com um software chamado ‘ZBrush’, que foi utilizado para criar os bonecos do famoso filme 3D de James Cameron, ‘Avatar’.
Isso vai facilitar muito na hora de criar retratos falados mais detalhados de pessoas desaparecidas e de suspeitos de crimes de acordo com a descrição de vítimas e testemunhas. “É como modelar em cima da argila, no barro. Você consegue uma simetria perfeita, mexe de um lado e já faz de outro”, disse Sidney Barbosa, o responsável pelo setor de retrato falado do DHPP, ao Estado de S. Paulo.
Além de incrementar a imagem com detalhes mais específicos (como cicatrizes, imperfeições etc) e que podem ajudar a encontrar com mais facilidade as pessoas desenhadas, o realismo das imagens criadas podem ajudar a aumentar o interesse na sua divulgação em diversos lugares.
Para conseguir modernizar esse processo, serão investidos cerca de R$ 150 mil no estúdio de artes forenses. A ideia é treinar intensivamente os policiais civis que vão trabalhar no local para que o laboratório se torne referência para o resto do país.
“O que pretendemos é dar um ‘boom’ na investigação policial. Os tempos modernos exigem essas mudanças e queremos oferecer o que há de melhor à população”, explica Elisabete Sato, diretora do DHPP.
Uma luva sem fio foi desenvolvida no Georgia Tech – Centro de Música e Tecnologia, nos EUA – para ensinar os usuários a tocar piano e, além disso, melhorar a sensibilidade e mobilidade das mãos de pessoas que sofreram danos na medula espinhal, segundo pesquisadores.
O estudante de graduação Kevin Huang, a professora Ellen Yi-Luen Do e o professor Thad Starner fazem parte do projeto “Piano Touch”, que utiliza uma luva equipada com pequenos sensores de vibração para ajudar os usuários a aprender a tocar músicas em um teclado.
O dispositivo chamado “Mobile Music Touch” trabalha ao lado de um computador e um teclado. Graças a ele, pacientes que sofreram traumas na medula há mais de um ano já apresentam bom desenvolvimento. Segundo a líder do projeto, Tanya Markow, os resultados foram além de suas expectativas, já que alguns pacientes conseguiram, inclusive, sentir a textura de suas roupas pela primeira vez após o trauma.
Quando uma música está programada em um computador, smartphone ou MP3 Player, o usuário aprende a tocá-la atráves de pistas táteis (que vibram na região dos dedos que devem pressionar as teclas) e visuais (que acendem as notas corretas nas teclas). Com o tempo, os usuários começam a memorizar as músicas e expandem seus repertórios.
Neste estudo, alguns participantes foram instruídos a praticar com a luva por 30 minutos, três vezes por semana, e também utilizar o aparelho por duas horas diárias, durante cinco dias na semana, para sentirem suas vibrações. Outros participantes praticaram as músicas e fizeram suas tarefas do dia-a-dia sem usar a luva.
Os pesquisadores avaliaram os participantes com vários testes de sensibilidade, e também segurando objetos, para mensurar o progresso. O resultado foi satisfatório: aqueles que usaram a luva ao piano apresentaram melhoras estatisticamente significantes.
Tanya Markow diz que as melhorias poderiam ser o resultado de uma atividade renovada no córtex sensorial da mão, que leva ao disparo do estímulo ao córtex motor cerebral. Tudo isso era uma reação de gatilho causada pelas vibrações na luva. Ainda não está claro se utilizar a luva fora do piano melhora os resultados. Para isso, mais pesquisas necessitam ser feitas e Markow pretende utilizar ressonância magnética para incluir resultados funcionais na próxima etapa.
Recarregar a bateria de lítio presente em seus smartphones e tablets depende somente de uma conexão com a rede elétrica, certo? Mas não são todos os lugares públicos que possuem tomadas. Com base nesse pensamento, o designer chinês Daizhi Zheng desenvolveu um celular capaz de ser alimentado por algo mais doce como, por exemplo, Coca-Cola.
De acordo com o The Blog is Mine, este é o primeiro conceito de celular que utiliza uma fonte inovadora e não agressiva ao meio ambiente ao invés da bateria tradicional. Zheng afirmou que está trabalhando no novo projeto a pedido da Nokia e que qualquer bebida açucarada – incluindo até água com açúcar – seria capaz de manter o dispositivo funcionando por longas horas.
Fotos: Divulgação
A bio-bateria inventada pelo designer gera eletricidade a partir de carboidratos, utilizando enzimas como catalisadores especiais. Durante o processo, o aparelho é capaz de gerar oxigênio e água, e Daizhi Zheng afirma que a sua bateria é capaz de durar até quatro vezes mais do que as baterias convencionais e claro, é muito mais fácil de ser recarregada: apenas abrindo uma lata de refrigente e colocando o conteúdo dentro do seu compartimento.
O designer ainda afirma que as baterias tradicionais consomem alguns dos importantes recursos naturais para serem produzidas e quando descartadas podem comprometer o meio ambiente.
Por enquanto, o celular alimentado por Coca-Cola é apenas um conceito e ainda não há previsão para ser lançado no mercado mundial.
Sabe aquela sensação de quando você assistiu Homem de Ferro pela primeira vez, viu aqueles hologramas em 3D sendo manipulados por Tony Stark e pensou “uau, será que essa tecnologia já existe”? Bom, parte dela pelo menos agora existe.
Elon Musk, investidor e co-fundador do PayPal e Space X, chairman da Tesla Motors e SolarCity (sim, o curriculum é grande!), demonstrou uma versão 1.0 do seu laboratório com tecnologia ao melhor estilo “Homem de Ferro”.
Em um vídeo no YouTube da SpaceX, Musk mostra como ele criou um ambiente com um controle Leap Motion para manipular designs em 3D com gestos. O magnata demonstra como configurar uma peça de um foguete apenas com as mãos. Abrindo as palmas, a figura se amplia, enquanto fechando ela diminui. Ele “joga” a imagem de lá pra cá e de cá pra lá apenas com os gestos e rotaciona em 360° com o movimento das mãos.
“É uma maneira mais natural de interagir com o desenho”, afirma. Mais natural e mais futurista, com certeza. Ele conta que tudo foi feito com um Leap Motion, o software Siemens NX e algumas linhas de código para integrar os dois.
Musk também adaptou a ideia para usá-la com o software CAD, projeções em 3D usando óculos especiais e finalmente a realidade aumentada usando um Oculus Rift. Para ele, o Oculus é a melhor opção, pois é capaz de rastrear a posição da sua cabeça, como se você estivesse realmente se movendo em torno do objeto.
Não bastasse toda essa cena de filmes de ficção, Musk ainda criar um projeto de impressão 3D com a peça e a imprimi com uma impressora de metal, camada por camada.
A Xiaomi, fabricante chinesa que figurou recentemente em diversos veículos de comunicação ao redor do mundo por contratar o brasileiro Hugo Barra, ex-Googler, apresentou mais uma novidade: uma televisão 3D com tela de 47 polegadas, capaz de se conectar à internet e que custa menos de US$ 500 (cerca de R$ 1.145).
A companhia apresentou a novidade, chamada MiTV, na última quinta-feira (05) em Pequim, descrevendo-a como uma televisão inteligente que opera com sistema operacional Android – que, por sinal, era exatamente a área que Barra chefiava no Google. As informações são do The New York Times.
A TV é alimentada por um processador quad-core de de 1,7 GHz Qualcomm Snapdragon 600 e um chip gráfico Adreno 320. Ela possui ainda 2 GB de RAM e tem 8 GB de armazenamento interno. A unidade também tem conexão via Bluetooth 4.0 para controladores e headsets sem fio. A MiTV também vem com um set-top box para conexão com TV a cabo. E, claro, ela tem suporte para exibição de imagens em terceira dimensão e vem com dois óculos 3D.
MiTV da Xiaomi (Imagem: Reprodução / The New York Times)
Ainda na semana passada, a Xiaomi também revelou um novo smartphone, o MiPhone 3. O dispositivo possui uma tela de 5 polegadas, resolução de 1920×1080 e que é ultrassensível, permitindo que os usuários operem o aparelho mesmo com luvas.
O SlashGear explica que existem duas versões do smartphone: uma que carrega um processador quad-core de 1,9 GHz NVIDIA Tegra 4 e está disponível para clientes da China Mobile, e outro com processador quad-core Qualcomm Snapdragon 800 de 2,3 GHz, para clientes da China Unicom e China Telecom. A câmera traseira de ambas as versões possui 5 megapixels e flash LED, enquanto a câmera frontal possui 2 megapixels e é capaz de gravar vídeos em 1080p.
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Embora os planos para disponibilizar o smartphone no mercado internacional não tenham sido detalhados, este provavelmente é o dispositivo que a empresa quer levar para fora da China. O Xiaomi MiPhone 3 com 16 GB deve custar cerca de US$ 327, enquanto o modelo de 64 GB deve custar US$ 408. Já a TV inteligente da empresa chinesa deve chegar ao mercado por cerca de US$ 490.
Mir Mine, também chamada de Mirny Mine é uma cratera aberta em função de uma mina de diamantes, que agora é inativa. A Mir Mine fica na região leste da Sibéria, na Rússia A mina tem 525 metros de profundidade e é o segundo maior buraco escavado da superfície do planeta
O espaço aéreo acima da mina é fechado para helicópteros, em função de acidentes ocorridos na área. Os veículos eram puxados para baixo pelo vento!
Gosses Bluff é o que sobrou de um impacto de meteoro na Austrália. O buraco, que fica no centro do continente, foi descoberto em 1872. A estimativa é de que a cratera original tivesse 22 km de diâmetro
A Diavik Diamond Mine é uma mina de diamantes no norte do Canadá. Esse buracão é responsável por movimentar a economia local.
A área foi descoberta em 1992 e a construção da mina começou em 2001. A mina é conectada por uma estrada de gelo ao aeroporto de Diavik
O planeta possui algumas crateras que podem ser vistas do espaço. Essas crateras são depressões existentes no solo da Terra ou feitas por um corpo celeste
Admir e Ibi Adili, irmãos proprietários da Valentino Ice Cream Shop, moradores de uma ilhada na Croácia, criaram o chamado “sorvete de Facebook”. A invenção leva xarope azul em uma base de baunilha.
Ao que tudo indica, os irmãos não pediram autorização para Mark Zuckerberg (dono do Facebook) para usar a logomarca e o nome de um dos sites mais famosos do planeta. Quem provou declarou que ele tem gosto de chiclete misturado com doces, mas tem sabor agradável. Como se esperava, o sorvete tem sido um grande sucesso entre os“sorvete de Facebook” que visitam a região.
Se o site resolver processar o estabelecimento por quebra de direitos autorais, a dupla terá de vender muitos sorvetes para pagar a indenização.
Há um bom tempo, o Twitter é considerado a rede rede social para notícias, mas parece que o Facebook quer esse posto. A empresa de Mark Zuckerberg já lançou hashtags, incorporação de postagens e trending topics, e hoje apresentou mais ferramentas.
Na prática, a rede social lançou duas APIs para que empresas de mídia levem a audiência do Facebook para seus sites sempre que algo que precise de cobertura em tempo real estiver acontecendo.
Uma delas é a Public Feed, que consiste em uma caixa que mostra em tempo real as postagens públicas que citem uma palavra específica. Isso pode ser criado por páginas ou perfis públicos com a função “seguir” ativada e depois incorporado em sites.
A outra, chamada de Keynote Insights, agrega o número total de postagens que mencionem um termo específico dentro de um período determinado, além de exibir resultados anônimos com base em gênero, idade e localização.
As duas ferramentas já estão em atividade para Buzzfeed, CNN, Today Show (NBC), BSkyB, Slate e Mass Relevance, e nas próximas semanas outros parceiros entrarão na fase de testes. Só então que a novidade chega a todos.