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Enviado por Fabio Maia Vital
No ano passado, depois de se tornar o primeiro barco movido a energia solar a circum-navegar o globo, o Turanor Planetsolar poderia ter seguido com seus 510 metros quadrados de células fotovoltaicas e sete toneladas de baterias de íons de lítio em direção ao pôr do sol.
Mas o barco vai navegar pela corrente do Golfo, estudando o papel dos aerossóis atmosféricos e do fitoplâncton na regulação clima, sob a direção de Martin Beniston, climatologista da Universidade de Genebra, na Suíça.
O cruzeiro de pesquisa começou em Miami e fará paradas na Terra Nova e na Islândia enquanto acompanha a corrente marítima setentrional. A viagem deverá terminar em Bergen, na Noruega, em agosto.
Em meados de junho, o barco parou em Nova York durante alguns dias. O catamarã de 30 metros e US$ 17 milhões foi o sonho de um eco-aventureiro suíço financiado por um empresário alemão. Completamente movido pela energia solar -as células solares de alta eficiência carregam as baterias que movem motores elétricos ligados às hélices duplas da embarcação -, ele não produz emissões de dióxido de carbono ou outros gases que poderiam contaminar as amostras de ar. O lento deslocamento também não é problema -a velocidade média do barco é de apenas cinco nós.
| Jabin Botsford/The New York Times | ||
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| Ao custo de U$ 17 milhões, barco é o primeiro movido a energia solar a dar a volta ao mundo |
O equipamento de pesquisa transportado inclui uma “ferrybox”, sistema de monitoramento que registra constantemente a temperatura, a salinidade e outras características da água. Também tem uma “biocaixa”, desenvolvida pelo Departamento de Física Aplicada da universidade, que usa um laser para analisar o número e o tipo de aerossóis nas amostras de ar.
O problema dos aerossóis gerados pelo oceano -partículas sólidas ou líquidas na atmosfera que podem ter um impacto na formação de nuvens, no reflexo da luz solar e em outros processos- é relativamente novo na ciência climática, disse o doutor Beniston. “Supomos que o oceano deve ser um contribuinte bastante grande de aerossóis por meio da ação das ondas e do vento”, disse ele.
“Seu papel exato ainda está aberto a questões.” O plano do doutor Beniston é examinar estruturas menores na corrente do Golfo, incluindo correntes secundárias giratórias, chamadas vórtices oceânicos. Os vórtices tendem a ter mais empuxo de água mais fria e profunda que a própria corrente do Golfo, por isso um dos objetivos é ver se condições de água diferentes produzem aerossóis diferentes. Bastiaan Ibelings, ecologista microbiano da Universidade de Genebra, quer ver se as condições nos vórtices resultam em mais ou menos diversidade biológica que em outros lugares.
O barco, que concluiu sua circum-navegação de 59.500 quilômetros em 19 meses em maio de 2012, é um “embaixador da energia solar”, disse Gérard d’Aboville, seu atual capitão.
O Planetsolar coloca alguns desafios únicos. Além do vento, das ondas e da corrente, d’Aboville deve constantemente considerar a quantidade de luz solar que atinge as células fotovoltaicas, mantendo as baterias carregadas ao máximo. (Elas podem movimentar o barco durante 72 horas quando totalmente carregadas.) “Eu tenho esse novo parâmetro do sol. Isso torna a vida interessante”, disse.
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Enviado por Fabio Maia Vital
A Nasa anunciou anteontem que vai financiar a fase inicial de um estudo sobre “hibernação humana” como estratégia para manter astronautas vivos durante viagens espaciais longas no futuro.
A ideia, concebida inicialmente em filmes ficção cientifica, é minimizar os requisitos de sobrevivência de uma tripulação a caminho de Marte, que em condições normais consumiria muitos recursos.
“Acreditamos que, com uma tripulação de quatro a seis pessoas, a massa de um habitat pode ser reduzida para 5 a 7 toneladas, comparada com 20 ou 50 toneladas”, escreveu John Bradford, da empresa Spaceworks Engineering, autor da proposta.
O financiamento para a pesquisa saiu do programa Niac (Conceitos Avançados Inovadores da Nasa), que só banca projetos arriscados.
A proposta de Bradford, que fala em “torpor induzido” e “animação suspensa”, em vez de hibernação, receberá US$ 100 mil no primeiro ano, no qual precisa apresentar uma prova de princípio. Caso tenha sucesso, receberá mais US$ 1 milhão para um período de dois anos.
“O avanço recente da medicina impulsiona a habilidade de induzir estados de sono profundo (por exemplo, o torpor) com taxa de metabolismo significativamente reduzida, em humanos, por grandes períodos de tempo”, escreve Bradford.
O pesquisador também menciona a “animação suspensa para voos humanos interestelares” como uma “solução promissora de longo prazo para viagens espaciais de longa duração”.
Outras pesquisas selecionadas para a primeira fase do NIAC são uma “impressora 3-D de estruturas biológicas” e uma “plataforma de voo permanente”, que funcionaria como uma espécie de satélite capaz de se manter em baixa altitude.
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Acesse:http://www.mundodastribos.com/fumar-durante-a-gravidez-perigos.html
TABAGISMO X GESTAÇÃO
Quando o feto está em formação, absorve tudo que está no sangue da mãe. A gestante fumante, além de enviar o oxigênio para o bebê, também envia monóxido de carbono, uma substância liberada pela fumaça do cigarro. Ou seja, o pequeno acaba “fumando” junto com a mãe. Além dessa substância, existem outras estão presentes no cigarro e que afetam de forma direta a chegada de oxigênio e nutrientes para o bebê, a mais conhecida delas é a nicotina.
RISCOS DE FUMAR NA GRAVIDEZ
A gestante que mantem o vício de fumar nos primeiros três meses de gravidez, pode apresentar diversas intercorrências durante todo o período gravídico. Conheça algumas delas:
Problemas maternos
Problemas no feto
O filho de mães fumantes tem altas chances de desenvolver malformações. (Foto: divulgação)
AFETANDO DIRETAMENTE A CIRCULAÇÃO MATERNA
Além dos males que anteriormente citados, a saúde da gestante fumante também pode ser afetada de forma direta. A nicotina contida no cigarro ocasiona o estreitamento dos vasos sanguíneos. Como resultado, ocorre o aumento da pressão arterial, com consequente comprometimento das veias da perna, sendo um fator de risco direto para o desenvolvimento de problemas trombóticos (formação de coágulos). Caso essas patologias não sejam tratadas de forma adequada e precoce, pode ocasionar:
O cigarro pode ocasionar diversos problema à saúde do indivíduo. Essa situação se torna ainda mais grave quando o vício está presente nas gestantes. Isso porque elas estão colocando em risco a vida de não uma, mas de duas pessoas. Após conhecer os perigos de fumar na gravidez, é importante que a gestante fumante tome consciência do problema e cesse o tabagismo o quanto antes.
Acesse:http://www.mundodastribos.com/cuidados-necessarios-ao-carregar-o-celular.html
Entre eles, um dos destaques foi o caso de uma jovem de 18 anos, na Suíça, cujo smartphoneSamsung Galaxy S3 explodiu enquanto estava no bolso da sua calça, causando queimaduras de segundo e terceiro graus na coxa direita da moça.
Já o caso mais grave envolveu uma aeromoça chinesa, de 23 anos, que morreu eletrocutada, após atender seu iPhone enquanto o aparelho estava ligado à tomada para recarregar. De acordo com as informações divulgadas por uma emissora de TV da China, a jovem utilizava um carregador que não era original e isso pode ter sido uma das causas do acidente fatal.
Diante desses e de tantos outros casos que sempre são divulgados na mídia, fica clara a importância de tomar algun scuidados ao carregar a bateria do celular, pois apesar de os casos com vítimas fatais serem raros, incêndios e acidentes com choques elétricos podem acontecer.
EVITE USAR ADAPTADORES E EXTENSÕES
Um dos principais motivos de acidentes ao carregar o celular está no uso de equipamentos como o “benjamim”, acessório que serve para multiplicar o número de tomadas, sendo bastante utilizado em residências.
Nele, costuma-se ligar vários aparelhos a um mesmo ponto, onde apenas um era esperado. Dessa forma, a tomada e os fios vão se sobrecarregando e, se o disjuntor da casa não funcionar corretamente, aquele ponto vai superaquecer e pode até iniciar um incêndio.
Por isso, fica a dica de evitar carregar a bateria do celular em benjamins, adaptadores de padrões de tomada, extensões e outros tipos de gambiarras, que representam bastante risco.
CUIDADOS COM O CARREGADOR
Um hábito comum a muitos proprietários de celular é tirar o carregador da tomada puxando pelo cabo. Tal atitude pode comprometer os fios dentro do componente, aumentando a possibilidade de superaquecimento. Além de evitar puxar o carregador pelo cabo, procure não torcê-lo demais ao guardá-lo e não coloque objetos em cima dele.
E na hora de recarregar o celular, tenha cuidado ao pedir o carregador emprestado aos amigos, pois os modelos de uma mesma fabricante podem não ser compatíveis e estragar o aparelho. Na dúvida, consulte o manual de instruções e procure saber se o produto emprestado é idêntico ao que você utiliza.
ELIMINE OS HÁBITOS PERIGOSOS
Pegar o carregador com a mão molhada, enquanto ele está ligado à tomada, é um dos hábitos perigosos que devem ser eliminados por quem usa celular, pois isso pode ocasionar choque.
Outros cuidados necessários ao carregar o celular, envolvendo maus hábitos, são evitar colocar o aparelho dentro de algum lugar (gavetas, caixas, etc) ou sob materiais inflamáveis, uma vez que durante o procedimento, há uma dissipação natural de calor.
Também é bom evitar fazer ligações ou atendê-las enquanto recarrega o dispositivo, pois apesar de o risco de acidente ser muito pequeno, ele existe. Lembre-se do caso citado no início do texto.
DÊ PREFERÊNCIA AOS PRODUTOS ORIGINAIS
Na hora de comprar carregadores e baterias novas, algumas pessoas costumam optar por “produtos alternativos”, que são mais baratos. O problema é que muitos desses produtos piratas não seguem os padrões técnicos e as normas de segurança do Brasil, podendo haver, por exemplo, incompatibilidade com a rede elétrica do país.
Para diminuir os riscos de acidentes, prefira os produtos originais do fabricante do celular e verifique se eles possuem selos de qualidade e certificações de órgãos como o Inmetro e aAnatel, caso sejam fabricados em território nacional.
OUTRAS DICAS DE SEGURANÇA PARA CARREGAR O CELULAR
Deixar o celular carregando enquanto você está dormindo oferece poucos riscos de acidentes, uma vez que nos aparelhos mais modernos, o carregador para de mandar energia à bateria assim que ela chega à carga máxima.
Algo que também não oferece maiores riscos de choques, mas que pode causar danos ao aparelho, é deixar o celular carregando na tomada do banheiro, enquanto você toma banho. É que o vapor que entra no dispositivo pode oxidar alguns componentes, diminuindo a vida útil do telefone.
Outra dica de segurança para carregar o celular é para os usuários de aparelhos da Apple e consiste em não usar o carregador do iPad no iPhone. Como o tablet precisa de mais energia que o smartphone, a carga é maior e pode causar danos no celular.
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Acesse:http://www.mundodastribos.com/novo-brinquedo-do-beach-park-saiba-mais.html
Trata-se do “Arrepius”, um conjunto de cinco toboáguas entrelaçados, que ocupa uma área total de 7.000 m². O mais alto deles está instalado a 25 metros de altura e levará o visitante a uma descida emocionante, cheia de curvas e muitas surpresas, para testar a coragem dos turistas.Ocupando o lugar do antigo toboágua “Sarcófago”, aposentado recentemente, o novo brinquedo do Beach Park foi erguido durante dois anos, em parceria com a empresa canadense ProSlide, tendo custos estimados em aproximadamente R$ 16 milhões.
SAIBA MAIS SOBRE O ARREPIUS, NOVO BRINQUEDO DO BEACH PARK
A nova atração do Beach Park traz diferentes tipos de emoções, através de percursos especiais, à escolha do turista, tendo como única restrição a altura mínima de 1,22 m, atendendo aos procedimentos de segurança.
Algumas descidas do brinquedo chegam a ter 80 graus de inclinação, fazendo com que os usuários possam experimentar a “sensação de gravidade zero”, na qual o corpo chega a se descolar do toboágua.
No mais radical dos toboáguas que compõem o aparelho, batizado de “Arre Doidus” e que conta com duas pistas, o usuário entra em uma cápsula transparente e, após uma breve contagem regressiva, vê o piso se abrir sob os seus pés, dando início a uma queda livre cheia de emoções.
Já no toboágua “Arre Égua”, o percurso é feito em boias que levam quatro pessoas, passando por dois funis e guinadas verticais, enquanto no “Arre Ema”, os visitantes dão várias voltas em uma estrutura circular e rodam dentro de um funil, antes de cair na água. No caso do “Arretado”, o turista desce por uma queda única de 25 metros de altura, literalmente voando durante o trajeto.
INGRESSOS PARA O ARREPIUS
Para conhecer o novo brinquedo do parque aquático, é preciso adquirir um dos pacotes deingressos para o Beach Park, que custam a partir de R$ 145,00 para os menores de 12 anos, e R$ 155,00 para os maiores de 13 anos, na opção válida para um dia.
Já os passaportes para três dias consecutivos custam R$ 209,00, enquanto para sete dias consecutivos o preço sai a R$ 219,00. A venda é realizada através do site do Beach Park.
OUTRAS ATRAÇÕES DO BEACH PARK
Além do Arrepius, há diversas outras atrações no Beach Park, como a Arca de Noé, a Correnteza Encantada, a Ilha do Tesouro, o Maremoto, o Tchibum, o Acquabismo e o Acqua Circo, entre outras.
O complexo conta ainda com uma completa estrutura de hospedagem para receber os turistas, incluindo o Beach Park Suites Resort, com 182 apartamentos; o Oceani Beach Park Resort, com 131 apartamentos; o Beach Park Acqua Resort, com 225 apartamentos; e o Beach Park Wellness Resort, que oferece 360 apartamentos.
SOBRE O BEACH PARK
Inaugurado em 1985, o Beach Park recebe anualmente cerca de um milhão de visitantes de todo o Brasil e também turistas estrangeiros, em busca de muito sol, diversão e um ótimo local para relaxar, independente da idade.
Ele fica na Rua Porto das Dunas, 2.374, Porto das Dunas, em Aquiraz (CE), a cerca de 20 minutos de Fortaleza.
Maiores informações estão disponíveis no site www.beachpark.com.br e através do telefone (85) 4012-3000.
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Há tempos, os cientistas procuram desenvolver um coração artificial durável, que possa funcionar de maneira tão eficaz quanto o oferecido pela natureza. Tentando cumprir esse objetivo, uma empresa francesa produziu um coração artificial que utiliza tecidos bovinos e que, em breve, será testado em pacientes humanos.
As superfícies que entram em contato com o sangue humano nesse coração são feitas de tecido bovino, em vez de materiais artificiais como o plástico, que pode causar problemas como coágulos.
“O modo como eles incorporaram superfícies biológicas nos pontos que entram em contato com o sangue é realmente uma grande vantagem”, disse o doutor Joseph Rogers, professor-associado na Universidade Duke em Durham, na Carolina do Norte, e diretor-médico de seu programa de transplante cardíaco e apoio circulatório mecânico. “Se eles acertarem esse desenho, poderão mudar o jogo, reduzindo a necessidade de remédios anticoagulantes.”
Em desenvolvimento há 15 anos pela empresa Carmat, sediada em Paris, o coração foi aprovado para testes clínicos em centros de cirurgia cardíaca na Bélgica, na Polônia, na Arábia Saudita e na Eslovênia.
Na França, onde o dispositivo ainda não foi liberado para implantação em humanos, os reguladores exigiram mais testes com animais, que estão sendo feitos.
Esse é o primeiro coração artificial a usar derivados bovinos -especificamente, o tecido do saco pericárdico que envolve o coração dos animais. No passado, tecidos biológicos foram usados somente em válvulas de bombas de sangue mecânicas, disse o doutor Rogers.
O coração artificial pode ajudar pacientes que esperam na (vagarosa) fila por um transplante de coração definitivo, que deve vir de outro ser humano.
Por isso, um coração totalmente artificial para uso prolongado seria de grande valia, mas ainda é muito cedo para saber se o coração da Carmat, ainda não testado em humanos, será esse equipamento.
O custo do dispositivo da Carmat seria de aproximadamente US$ 200 mil, disse o doutor Piet Jansen, diretor-médico da empresa. Ele não espera que o produto seja posto no mercado europeu antes do final de 2014.
O coração da Carmat tem duas câmaras, cada qual dividida por uma membrana. Essa membrana tem tecido bovino de um lado, o que fica em contato com o sangue, e poliuretano do outro, que toca o sistema miniaturizado de bomba com motores e fluidos hidráulicos que modificam a forma da membrana. (O movimento da membrana empurra o sangue para o corpo.) A eletrônica e o software embutidos ajustam o ritmo do fluxo sanguíneo. Os pacientes podem portar as baterias em um coldre embaixo do braço ou em um cinto, entre outras opções.
O tecido bovino também é usado em válvulas cardíacas artificiais que foram criadas pelo doutor Alain Carpentier, cirurgião cardíaco e pioneiro em reparo de válvula cardíaca, que também é fundador da Carmat e seu diretor-científico. O tecido bovino é tratado quimicamente para que seja estéril e biologicamente inerte.
O equipamento é regulado por sensores, software e microeletrônica. Sua energia vem de duas baterias de íons de lítio externas.
O projeto e o desenvolvimento do coração também contaram com estratégias de testes aeroespaciais da Companhia Europeia de Defesa Aeronáutica e Espacial (EADS, na sigla em inglês), uma das apoiadoras da Carmat, disse o doutor Jansen.
Segundo o médico, uma das exigências do projeto do coração era que ele durasse cinco anos. A empresa vem fazendo testes de bancada para ver ele se consegue durar tanto.
A doutora Lynne Warner Stevenson, diretora do programa de cardiomiopatia e falência cardíaca no Hospital Brigham e Feminino em Boston, está otimista como o novo equipamento. “Eu aplaudo os pioneiros que o desenvolveram”, disse.
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A era da esponja de aço na antena tem seus dias contados –mas existe, ainda, um impasse quanto ao número de TVs analógicas ainda em funcionamento no Brasil.
Enquanto o governo federal afirma que a estimativa gira em torno de 15 a 20 milhões de residências com receptor do sinal digital no mercado, o Ibope não confirma a informação.
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Dados da última Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios) informam que 59,4 milhões de residências no país possuem televisão –ou 96% do total.
Num cálculo sobre as estimativas mencionadas pelo governo, significa que 39,4 milhões de residências ainda mantêm o sinal analógico, cuja previsão de desligamento total é para 2018.
No país em que TVs são mais comuns nas residências do que geladeiras, o Ministério das Comunicações afirma que nenhum domicílio ficará sem transmissão de sinal por causa do desligamento.
“Estamos trabalhando em múltiplas formas de subsidiar aparelhos ou de conversores do sinal digital”, afirmou à Folha Genildo Lins, secretário de comunicação eletrônica da pasta, acrescentando que esse plano será anunciado em breve.
Para evitar que os brasileiros fiquem sem TV, o governo deve gastar entre R$ 500 milhões e R$ 4 bilhões nos subsídios a 23 milhões de famílias que não podem custear um conversor.
Outro custo possível é o de combater a interferência que ocorre por causa da difusão simultânea da rede 4G e da TV digital, a exemplo do que faz atualmente o Japão, com gasto estimado em R$ 6 bilhões –o sinal de TV digital usado aqui é nipo-brasileiro.
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Liberada a desenvolvedores na segunda-feira (29), a versão beta 4 do iOS 7 trouxe indicativos de que o próximo iPhone poderá vir com um recurso de identificação biométrica.
A descoberta, compartilhada por Hamza Sood em seu perfil no Twitter, revela um diretório no sistema chamado “BiometricKitUI” que contém linhas de código referentes a um sensor localizado no botão “home” do aparelho.
Ao site especializado em tecnologia 9to5Mac, Sood disse que as linhas representam aquilo que um iPhone 5S com o recurso de leitura de tela ativado leria para um usuário.
| Reprodução | ||
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| Linhas de código descrevem funcionamento de sensor biométrico no iPhone, segundo usuário |
Em tradução livre: “Foto de uma pessoa segurando um iPhone com a mão direita enquanto toca o botão ‘home’ com o polegar”, “Uma digital que muda de cor durante o processo de configuração”, “O reconhecimento está %@ completo”.
Também ao 9to5Mac, uma fonte familiar com o desenvolvimento do novo iPhone confirmou que a interface do software de reconhecimento de impressões digitais já estava concluída, e que a tecnologia é voltada para destravar o smartphone.
Essa pode ser uma resposta da Apple para a pressão que consumidores e governos tem exercido sobre fabricantes de dispositivos móveis para tornar seus produtos mais seguros, desencorajar furtos e acabar com o mercado de aparelhos roubados.
Com lançamento previsto para setembro deste ano, o iPhone 5S deve ter um visual igual ao do antecessor. Mas, além do leitor de impressões digitais, processador mais potente e melhorias para a câmera devem diferenciá-lo do iPhone 5.
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