Parece que a Intel finalmente resolveu se render e reconhecer o poder dos dispositivos móveis. A empresa, cujos processadores estão embarcados em mais de 80% dos computadores pessoais em todo o mundo, admitiu que o declínio do mercado de PCs tradicionais não deve parar, e a mudança dos consumidores para tablets e outros dispositivos móveis é o que impulsiona essa queda.
Stacy Smith, o diretor financeiro da Intel, disse durante uma entrevista à Bloomberg que se pensarmos a respeito do uso de PCs há dois ou três anos, veremos o quanto ele diminuiu. Atualmente, a fabricante californiana também projeta chips para tablets, smartphones e Intel se rende aos dispositivos m que se transformam em tablets – e são esses processadores que estão dando a chance de a Intel compensar a queda na venda de PCs.
Alguns executivos da Intel já haviam declarado que não acreditavam na soberania móvel, e que os tablets seriam dispositivos auxiliares dos PCs – e não seus substitutos. Os mesmos executivos agora admitem que o crescimento da empresa depende dos chips de baixo consumo de energia para dispositivos portáteis.
Fato é que a queda nos números provenientes do mercado de PCs não para. Os embarques mundiais de computadores caíram 10,9% no segundo trimestre, para 76 milhões de unidades no período – o que representa a quinta queda trimestral consecutiva.
A maior divisão da Intel ainda é o grupo que fabrica chips para PCs – e apresentou uma queda de 7,5% nas vendas em relação ao segundo trimestre do ano anterior. A empresa não foi capaz de compensar essa queda, já que apresentou um aumento de apenas 1% nas vendas de chips para servidores.
Smith disse ainda que, por enquanto, a participação da Intel no mercado de chips para smartphones é “próximo de zero”, e que a participação no mercado de tablets ainda é “muito baixa”. Mas a ideia é mudar esse cenário com a produção de chips que não drenem a bateria dos dispositivos rapidamente.
Mesmo sendo tão grande criança nasceu de parto normal.
Um bebê nascido em Leipzig, na Alemanha, chamou a atenção devido ao seu tamanho avantajado. Jasleen nasceu com pouco mais de 6 Kg, medindo 55 centímetros e se tornou o maior bebê nascido na Alemanha.
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Outro fato que chama a atenção é que Jasleen, diferente de outros bebês “gigantes” que nasceram de cesariana, veio ao mundo por parto normal. Tanto ele quanto sua mãe estão bem, em estado saudável, apesar do bebê estar ainda no hospital.
Dente recriado na China é rudimentar e menos rígido que o dente humano natural
Cientistas chineses criaram dentes rudimentares a partir de algo que poderia ser considerado improvável: a urina humana.
O resultado do estudo, apresentado pela publicação científica Cell Regeneration Journal, mostrou que a urina pode ser utilizada como fonte de células-tronco que seriam capazes de se transformar em pequenas estruturas parecidas com os dentes humanos.
O time de cientistas da China espera que a técnica possa ser desenvolvida para possibilitar a reposição de dentes perdidos.
No entanto, outros pesquisadores de células-tronco ponderam que para atingir esse objetivo muitos obstáculos ainda precisam ser vencidos.
Times de pesquisadores em todo o mundo estão estudando maneiras criar novos dentes para repor aqueles perdidos pela idade ou por má higiene bucal.
Urina
As células-tronco, que são as células capazes de se transformar em qualquer outro tipo de tecido, são assunto popular de pesquisas.
Os pesquisadores do Guangzhou Institutes of Biomedicine and Health, na China, utilizaram a urina como ponto de partida para seus experimentos.
Células que normalmente são expelidas pelo corpo, através do sistema urinário, foram alteradas em para que se tornassem células-tronco.
Uma mistura dessas células com outros materiais orgânicos retirados de ratos foi então implantada nos próprios roedores.
“Esta (a urina) é provavelmente uma das piores fontes, pois existem muito poucas células desde o início (do processo) e a eficiência de transformá-las em células-tronco é muito baixa”
Chris Mason, professor da University College of London
Os cientistas chineses afirmaram que depois de três semanas o grupo de células começou a se parecer com um dente: “a estrutura parecida com o dente continha polpa dental, dentina, espaço de esmalte (área vazia do dente que possivelmente poderia ser ocupada pelo esmalte) e órgão de esmalte (estrutura que precede o surgimento do esmalte no dente)”.
Entretanto, o dente criado pelos chineses não era tão rígido quanto um dente natural.
Mas ainda que o resultado do estudo chinês não venha a ser utilizado pelos dentistas como uma opção viável, seus pesquisadores defendem que pode nortear pesquisas mais aprofundadas para se chegar ao “sonho final de total regeneração do dente humano para terapia clínica”.
Fonte inadequada
Para o professor Chris Mason, da University College of London (UCL), a urina utilizada pelos chineses foi um ponto de partida inadequado.
“Esta (a urina) é provavelmente uma das piores fontes, pois existem muito poucas células desde o início (do processo) e a eficiência de transformá-las em células-tronco é muito baixa”, rebate Mason.
“Você simplesmente não faria (a pesquisa) dessa forma”, reforça o pesquisador da UCL.
O cientista também alertou sobre os riscos de contaminação, como aquela causada por bactérias, que seriam bem maiores se comparados ao uso de outros tipos de células.
“O grande desafio aqui é que o dente tenha polpa com nervos e vasos sanguíneos que temos que ter certeza que se integrariam para se transformarem num dente permanente”.
O som é ensurdecedor, mas o público faz questão de saborear o barulho do motor da McLaren de Ayrton Senna. O brasileiro conquista a pole no GP de Suzuka, no Japão. O público, claro, se emociona.
1989? Não, 2013. E Ayrton Senna está, sim, de volta às pistas.
Não falamos de máquina do tempo. Desta vez, a tecnologia da Honda, que voltará à F-1 em 2015 em uma nova parceria com a McLaren, recuperou os dados de telemetria do treino oficial do GP de Suzuka de 89 para recriar com luzes e sons o exato percurso e tempo realizados por Senna.
Mais do que simplesmente melhorar a performance dos carros da escuderia, os dados recuperados foram fundamentais para recriar a cena, desta vez em cenário noturno –por motivos óbvios– e disponibilizada ao público por meio da internet.
A homenagem, intitulada “Sound of Honda”, não poderia ter sido produzida por melhor dobradinha na F-1: foi justamente ao pilotar carros produzidos por essa parceria que Senna conquistou seus três títulos na categoria.
Reprodução
Cena do vídeo em que a Honda recriou, com luzes e som, a performance de Senna em 1989
Mais do que simplesmente melhorar a performance dos carros da escuderia, os dados recuperados foram fundamentais para recriar a cena, desta vez em cenário noturno –por motivos óbvios– e disponibilizada ao público por meio da internet.
A homenagem, intitulada “Sound of Honda”, não poderia ter sido produzida por melhor dobradinha na F-1: foi justamente ao pilotar carros produzidos por essa parceria que Senna conquistou seus três títulos na categoria.
Reprodução
Cena do vídeo em que a Honda recriou, com luzes e som, a performance de Senna em 1989
O Facebook desenvolveu uma máquina virtual que afirma ser capaz de executar programas na linguagem PHP até nove mais mais rápido que o interpretador nativo da linguagem quando usado em sistemas de grande porte.
De acordo com Joel Pobar, gerente de engenharia do Facebook, o objetivo da rede social é rodar a linguagem PHP “muito, muito rápido”.
Apelidada de ‘HipHop Virtual Machine’ (HHVM), a máquina virtual está em uso em todos os servidores do Facebook desde o início deste ano.
A ‘HHVM’ está em desenvolvimento há cerca de três anos e funciona de acordo com os mesmos princípios de uma máquina virtual Java (JVM) e tem um compilador em tempo de execução (JIT) que converte o código fonte em PHP em linguagem de máquina à medida em que é necessário.
Joel Pobar estima que a HHVM é cerca de duas vezes mais rápida que a HPHPc (antiga versão do ‘HipHop’, aposentada pelo Facebook) e cerca de nove vezes mais rápida que o interpretador PHP original.
Durante uma conferência de imprensa realizada pelo Google em São Francisco na última quarta-feira (24), a empresa apresentou o chamado Chromecast – um pequeno aparelho que promete revolucionar o segmento de entretenimento doméstico.
O gadget, que se parece com um pen drive comum, se conecta diretamente na porta HDMI de uma televisão e a transforma em uma Smart TV. E o melhor de tudo é que ele custa apenas US$ 35. Por meio de uma rede Wi-Fi ele consegue se conectar a computadores, tablets e smartphones para reproduzir na TV conteúdos de sites como YouTube, Google Play ou Netflix com alta resolução. Vale ressaltar que ele é compatível com dispositivos Android, iOS, Windows e OS X.
Alguns sites norte-americanos já tiveram a sorte de colocar as mãos no Chromecast e relataram suas experiências com o pequeno aparelho do Google. Larry Magid, colaborador da Forbes, está entre eles. Magid conta que o dispositivo vem acompanhado de um cabo extensor, um cabo micro-USB e um adaptador de tomada – o dispositivo não possui bateria em seu interior. Michael Gorman, do Engadget, acrescenta que o dispositivo é feito de plástico e opera em uma freqüência de 2.4GHz.
Imagem: Engadget
Magid destacou ainda a facilidade em configurar o aparelho: basta ligá-lo, ligar a TV e seguir as instruções para que a configuração termine em pouco mais de um minuto. Em relação aos vídeos do Netflix e do YouTube, parece que o dispositivo fez o seu serviço e os transferiu com qualidade para a TV diretamente do seu iPhone e também de um tablet Android. Porém, em uma tentativa de navegar no Google Chrome utilizando o aplicativo em um Mac, o resultado ficou abaixo do esperado. O jornalista conta que conseguiu navegar na web com um pouco de lag, e que foi capaz de acessar sua conta no Gmail, mas a resolução da tela ficou fora de foco e pouco legível.
Em suma, Magid diz que o Chromecast fez um excelente trabalho ao apresentar vídeos do Netflix e YouTube – que, na verdade, são os fins anunciados para o dispositivo. “Por US$ 35, o Chromecast é certamente a maneira mais barata de obter conteúdo da Internet na sua TV”, disse.
O jornalista do Engadget acrescenta que, na prática, o ato de enviar vídeos de um smartphone usando o aplicativo do YouTube ou do Netflix é bem simples, e “qualquer pessoa familiarizada com a mecânica de envio de vídeos do YouTube para a TV se sentirá em casa”. “O Chromecast funciona como anunciado, e estamos ansiosos para ver novos parceiros de conteúdo usando o serviço”, completou. Confira mais imagens do Chromecast em nossa galeria.
Parece que não existe limite para a criatividade de um amor nerd. Dessa vez, um gamer resolveu modificar um cartucho do jogo “Contra” para incorporar um pedido de casamento para sua namorada. O lado “cruel” da história é que a garota precisava zerar o game para ver a mensagem.
O namorado criativo da história é conhecido como EquinoxX. Ele alterou o jogo e trocou os nomes dos personagens para o seu e de sua futura esposa, para dar mais intimidade à coisa. Depois que a moça finalizou todas as fases e venceu o jogo, ela se deparou com a seguinte mensagem: “Parabéns, Amy! Você venceu o jogo, salvou o universo e ganhou meu coração… Você quer se casar comigo?”. É claro que a respota foi sim.
“Aos puristas que choram por eu ter alterado uma fita… relaxem! Foi por uma boa causa”, disse EquinnoxX por meio do Imgur. Ele também descreveu todo o processo realizado para a modificação do cartucho, acompanhado por uma série de fotos.
Sem fios e totalmente compatível com os aparelhos mobile, as redes WiFi são cada dia mais utilizadas – seja em residências ou em escritórios. Com um só aparelho roteador é possível transmitir sinal de internet para diversos dispositivos de maneira fácil e segura. Entretanto, as vantagens do WiFi têm limites e a tecnologia nem sempre atinge as expectativas do usuário. Isso se dá devido a falhas de configuração, dificuldades do próprio aparelho ou o posicionamento errado dele nos cômodos da casa.
Afinal, apesar de estar livre da bagunça de cabos, o WiFi não é mágica, mas sim, ondas que seguem as leis da física e que precisam de espaço livre para chegar até o seu computador ou smartphone.
Veja algumas dicas rápidas que podem melhorar substancialmente a qualidade da sua rede de internet sem fio sem que, para isso, você precise da ajuda de um profissional qualificado ou precise investir pesado em novos equipamentos.
1. Localização é tudo
O sinal do WiFi é propagado por meio de ondas e, como dito no início, elas respeitam as leis da física. Sendo assim, roteadores posicionados próximos a paredes externas, de vidro ou em um canto da casa ou do escritório tendem a ter seu sinal enfraquecido.
O ideal é deixar o aparelho em um ponto central do ambiente, de forma que as ondas possam ser acessadas a partir dos mais diversos cômodos. No caso de ambientes com dois andares, é indicado deixar o roteador no andar térreo e em cima de um armário ou algum móvel alto, a fim de que o sinal chegue aos dois pavimentos. Mantenha o roteador longe de telefones sem fio e microondas para evitar interferências.
2. É hora de atualizar dispositivos
Manter seu roteador atualizado é fundamental. Assim como você baixa as novidades e correções de um programa ou sistema operacional, o aparelho também precisa ser atualizado. Em alguns modelos isso acontece de forma automática, já em outros é preciso acessar o site da fabricante e fazer a alteração de forma manual. Consulte o manual do seu roteador para ter acesso aos detalhes específicos do seu modelo.
Além do roteador, é preciso manter atualizada a placa de rede do computador. Alguns modelos recebem atualizações a partir do próprio Windows Update por serem placas onboard. No caso de placas offboard, é preciso buscar no site da fabricante as instruções para atualização.
3. Alterando o canal
Aparelhos como o microondas e telefones sem fio podem prejudicar as ondas de WiFi por causarem interferência. O mesmo acontece quando há outros roteadores por perto, como no caso de vizinhos. Nesses casos, para otimizar o seu sinal e evitar problemas, uma boa solução é alterar o canal usado pelo roteador. Em aparelhos de 2,4 GHz, é ideal o uso dos canais 1, 6 ou 11.
Para alterar o canal basta entrar nas configurações do roteador utilizando os números do gateway padrão e buscar nas opções de wireless o campo “channel” – o caminho varia conforme o modelo do aparelho.
4. Amplificadores e repetidores
Se mesmo com todas essas alterações a conexão wireless ainda não está do jeito que você queira, uma saída um pouco menos barata é buscar por aparelhos de amplificação e repetição de sinal – principalmente se a sua casa ou escritório for grande. Esses aparelhos simplesmente repassam o sinal do roteador principal, fazendo com que o sinal esteja disponível em um espaço maior. A parte ruim é que esses aparelhos custam na faixa de R$ 100 cada.
The First Free-Floating LIFE-SIZE HOLOGRAM! No Screens. No Glasses. No Tricks.
Bringing Princess Leia to Life!
Imagine a human sized, floating hologram projected from a 3D display.The hologram requires no special glasses, no virtual reality goggles, and literally hovers in air standing next to you!
We Love 3D Holograms, and it shows!!!
From the moment Princess Leia materialized in 1977, Holograms would forever be tied to the vision of our future. Most of us grew up with the Sci-Fi fantasies of Hollywood. We’ll never forget the “Holo-Deck” experience in Star Trek; the holographic shark in Back to the Future II; and how cool it’d be to tinker around with Tony Stark’s holographic tech in Iron Man. Science Fiction has shown us what’s next. Now it’s time to make it happen.
Leveraging the fun, success and credibility of Provision in the commercialization of 3D holographic displays in retail markets, we’ll develop the foundation of the future of holographic technology for everyone, laying the groundwork for known anticipated applications (home game consoles) as well as many exciting future developments.
The technology exists. We’ve successfully developed, produced, and are continuing to ship Holographic displays ranging from 3 inches all the way up to 52 inches in size.
Provision’s HoloVision Model HL17 incorporated with Provision’s Interactive “touch” feature demonstration
Now we’re ready to scale up. With your help, we will manufacture a full, life size Hologram.
We live in a 3D world but are still experiencing the world in 2D. Nobody likes wearing 3D glasses when going to see a movie in theaters. Maybe you’d really like to go out and buy a 3DTV, but then you’d have to buy multiple pairs of 3D glasses for everyone in the family to share in the experience. How much better would it be to simply turn on your holographic display and watch Avatar really come to life without 3D glasses! Let’s bring 3D holograms to the world and begin the transformation from virtual-reality to true-reality.
Companhia chamada Provision3DMedia já consegue criar projeções de três a 52 polegadas e outras que interagem com as pessoas.
(Fonte da imagem: Reprodução/Kickstarter)
Ao acessar o Kickstarter, site em que pessoas hospedam projetos para atrair investimento, é normal conferir empresas que precisam de 50 mil ou até 100 mil dólares. No entanto, a Provision3DMedia precisa de muito mais dinheiro do que isso e está tentando angariar a “bagatela” de US$ 950 mil (cerca de R$ 1,9 milhão).
Contudo, um “pedido” tão alto tem um objetivo bem interessante: a criação de hologramas em tamanho real — ou seja, criações como aquelas vistas em filmes de ficção científica, sendo “Star Wars” e “Eu, Robô” bons exemplos. Por enquanto, a companhia já consegue trabalhar com criações que vão de três até 52 polegadas.
O motivo de tanta grana…
Além de conseguir criar pequenas imagens em três dimensões com um aparelho chamado HoloVision, a Provision3DMedia também consegue produzir um tipo de holograma que é capaz de interagir com outras pessoas. Com isso, dá pra perceber que a empresa tem experiência na sua área e é capaz de construir produtos interessantes.
No entanto, para que um holograma em tamanho real possa ser desenvolvido, é necessário construir um novo tipo de iluminação — ou seja, não há como continuar utilizando lasers. Além disso, o CEO da empresa, Curt Thornton, alegou que a companhia vai realizar testes até que os resultados sejam satisfatórios, sendo que tudo isso custa bem caro.
Se você ficou interessado pelo projeto e talvez tenha intenção de doar algum dinheiro, clique aqui para acessar a página dele no Kickstarter. Será que a companhia vai demorar muito tempo para conseguir botar a mão nos US$ 950 mil?