Acesse:http://www.youtube.com/watch?v=al-jLuD-vNU&feature=relmfu
Comercial da Vodafone Espanhola ensinando como usar a postura correta ao computador.
Curiosidades na internet
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Comercial da Vodafone Espanhola ensinando como usar a postura correta ao computador.
Curiosidades na internet
“Eu não acreditei quando falaram que me queriam para dirigir um novo Homem-Aranha”, confessa Marc Webb. O sentimento foi dividido entre os fãs do herói.
Os fanáticos da trilogia de Sam Raimi e dos quadrinhos criados por Stan Lee e Steve Ditko, em 1962, não acreditavam que um cineasta semidesconhecido assumiria uma franquia bilionária.
“Os fãs precisam lembrar onde Sam Raimi estava quando o chamamos para ‘Homem-Aranha’”, contou à “Entertainment Weekly” o produtor Matt Tolmach, lembrando que o diretor de “Evil Dead” trabalhava em filmes menores como “O Dom da Premonição” no fim dos anos 1990.
Assim que foi contratado, Webb sabia para onde seguir com o herói. “Eu queria um filme mais realista, um Peter Parker bem-humorado e com personalidade forte”, explica o cineasta em entrevista exclusiva durante um café da manhã em Cancún, México.
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| Emma Stone e Andrew Garfield em cena de “O Espetacular Homem-Aranha” |
Webb só não concorda quando comparam o clima mais dark de “O Espetacular Homem-Aranha” com o de outro recomeço de uma franquia, “Batman Begins”.
“O filme é baseado na realidade, mas não é tão sombrio. O sadismo com que Peter Parker trata os ladrões vem dos quadrinhos. Mas, sim, ele tem vingança no coração”, afirma.
O tal realismo procurado por Webb se reflete nas telas. O Homem-Aranha agora tem dificuldades para se pendurar pelos arranha-céus.
Para entender como um ser humano se comporta ao se balançar de um prédio para outro, a equipe de Webb construiu um aparelho com guindastes e cabos de aço e o instalou no Harlem, bairro de Nova York. Nele, os dublês se jogavam de verdade para criar referências para a equipe de computação gráfica.
“Usei o teste em uma cena do filme rápida, mas ele serviu de base para os movimentos do Aranha”, conta o diretor, que teve um orçamento de US$ 200 milhões (R$ 400 milhões) para a refilmagem.
“Só o que gastamos em alimentação equivale ao orçamento inteiro de ‘(500) Dias Com Ela’”, revela Webb.
“Mas se tirarmos essas proporções gigantescas, os dois longas são bem parecidos. É uma história de amor.”
Neste caso, a paixão de Peter Parker e Gwen Stacy, vividos por Andrew Garfield e Emma Stone. Levados pela direção humanista de Marc Webb, os atores deixam Tobey Maguire e Kirsten Dunst, par romântico dos originais, à beira do esquecimento.
“Andrew traz detalhes corporais ao personagem e uma profundidade rara de encontrar hoje em dia”, elogia o cineasta. “Já Emma é o bom humor em pessoa.”
Webb diz que encontrou Sam Raimi (“Ele me deu a bênção e disse que mandaria anotações todas as noites”), mas que não sabe se fará três filmes como o colega: “Eu só quero parar de acordar às 3h para trabalhar.”
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Quase 250 mil usuários de computadores podem ficar sem acesso à internet no mundo todo na segunda-feira por causa de um software malicioso usado num golpe que as autoridades dos Estados Unidos disseram ter desbaratado em novembro.
Alguns blogs e reportagens deram grande ênfase ao risco de um “apagão” na internet. Mas especialistas dizem que apenas uma pequena fração dos computadores está sob risco, e que os provedores de acesso estarão atentos para restaurar rapidamente o serviço em caso de problemas.
Segundo eles, a ameaça é pequena em comparação a outros vírus mais difundidos, como o Zeus e o SpyEye, que infectam milhões de PCs e são usados para fraudes financeiras.
Nesta semana, cerca de 245 mil computadores no mundo todo continuavam infectados pelo “Alureon” e seus “parentes”, segundo a firma de segurança Deteque. Isso inclui 45.355 computadores nos Estados Unidos.
Os vírus são programados para redirecionar o tráfego de internet para servidores DNS controlados por criminosos, segundo o FBI. Servidores DNS são ferramentas que distribuem o tráfego da internet.
Quando as autoridades derrubaram os servidores “bandidos”, um juiz federal de Nova York determinou que os servidores temporários fossem mantidos enquanto as máquinas das vítimas eram consertadas.
Os servidores temporários serão desativados à 0h01 de segunda-feira (1h01 em Brasília), o que significa que computadores que não tenham sido consertados até lá não poderão mais acessar a internet.
Alguns provedores dos Estados Unidos, como AT&T e Time Warner Cable, adotaram soluções temporárias para que seus clientes possam acessar a internet usando o endereço dos servidores DNS dos criminosos.
Informações sobre como identificar e limpar infecções podem ser encontradas em um site criado por um grupo de empresas de segurança e outros especialistas: http://www.dcwg.org.
“É muito fácil de consertar”, disse Gunter Ollmann, vice-presidente de pesquisas da firma de segurança Damballa. “Há muitas ferramentas disponíveis.”
Muitas das máquinas que continuam infectadas provavelmente estão inativas, já que a maioria das vítimas foi notificada do problema, disse o especialista em segurança Johannes Ullrich, que mantém o chamado Centro de Tempestades da Internet, que monitora ameaças na web.
Os Estados Unidos abriram processo contra sete pessoas por orquestrarem a fraude mundial na internet. Seis delas foram presas na Estônia, e a sétima, que vivia na Rússia, continua foragida. O governo estoniano já extraditou dois dos homens para Nova York, onde compareceram à corte federal de Manhattan.
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Apesar das regras hollywoodianas serem guiadas por uma força motriz principal –dinheiro, claro–, certas regras pareciam intocáveis. Uma delas diz respeito a refilmagens. Havia um respeito em relação a séries cinematográficas de sucesso.
“Batman Begins” (2005) veio oito anos depois do risível “Batman & Robin” (1997). Um novo “Mad Max” chegará aos cinemas quase 30 anos após o término da saga protagonizada por Mel Gibson.
“O Espetacular Homem-Aranha” quebrou o tabu: volta às origens do personagem apenas dez anos após a estreia da franquia e cinco anos depois de “Homem-Aranha 3”, que gerou as piores críticas à trilogia de Sam Raimi.
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| O filme “O Espetacular Homem-Aranha” é protagonizado por Andrew Garfield |
Não seria cedo? “Olha, Harry Potter tem apenas sete livros, o Homem-Aranha tem 50 anos de histórias, algumas delas circulando com diferentes versões do herói ao mesmo tempo”, defende-se o diretor Marc Webb, que só tem o hit romântico “(500) Dias Com Ela” no currículo.
“Marc não foi contratado apenas por causa do sobrenome”, brinca o produtor Avi Arad, referindo-se ao trocadilho com “web”, teia em inglês. “Queríamos alguém que entendesse o que é ser jovem, desse um coração ao Homem-Aranha e fosse ponto de partida para um novo herói.”
A ideia funcionou. A atração de “O Espetacular Homem-Aranha” não é o mascarado uniformizado, mas o garoto por baixo do disfarce.
O longa investe na procura de Peter Parker (Andrew Garfield, a melhor coisa do filme), identidade secreta do herói, pela figura do pai, morto em um acidente que pode estar relacionado aos eventos que criam o Aranha. É a mudança mais radical em relação à origem nas HQs.
Parker ainda é um estudante do colegial criado pelos tios. Ainda é picado por uma aranha (alterada geneticamente). Ainda ganha poderes. Mas, ao contrário dos longas de Raimi, não há pressa em torná-lo um adulto.
“O Espetacular Homem-Aranha” é, basicamente, um drama adolescente sobre um garoto que precisa lidar com um vilão íntimo dos pais (o Lagarto, vivido por Rhys Ifans) e com a primeira grande paixão.
“Gwen Stacy vê o namorado correr perigo todos os dias, assim como seu pai, um policial. Mas ela não é uma dama em perigo”, explica a atriz Emma Stone sobre a garota que é o amor do herói quando menor. “Ela é uma personagem bastante trágica.”
O jornalista viajou a convite da Sony
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Acesse:http://hypescience.com/o-tablet-google-nexus-7-fara-voce-desistir-de-comprar-um-ipad/

A data está marcada: no próximo dia 7 (sábado), estará disponível nas lojas dos Estados Unidos o primeiro tablet do Google. O lançamento oficial do aparelho, feito no dia 27 de junho, levantou muitas sobrancelhas devido a uma questão: nos EUA, o Nexus 7 sairá pelo módico preço de 200 dólares, ou cerca de R$ 400 (preço para o de 8 GB; o de 16 GB custará US$ 250, ou R$ 500).
Uma pechincha, comparado aos cerca de US$ 538 (R$ 1078) que o novo iPad (de 16 GB) custa atualmente. Apesar disso, uma comparação entre quatro dos tablets mais populares do mundo (veja infográfico) mostra que o Nexus 7 não fica muito atrás do aparelho da Apple e nem de qualquer outro na maioria dos quesitos técnicos.
Veloz, eficiente e prático, segundo profissionais da área. Se o Nexus 7 reúne estas características, é de se estranhar que será colocado nas prateleiras das lojas por um preço tão baixo. A explicação para isso é simples: o Google não pretende, pelo menos por enquanto, lucrar com as vendas do aparelho.
A ideia dos “pais” do Nexus é que o Google construa algo para o futuro. Baixando o valor do tablet a esse patamar, eles esperam popularizar ainda mais o sistema Android. Enquanto a maior margem de lucro da Apple está no hardware (ou seja, na venda do aparelho em si), o Nexus é concebido para espalhar o Android 4.1 pelo mundo. A começar por EUA, Canadá, Reino Unido e Austrália.
No Brasil, no entanto, não há sequer previsão oficial da chegada do Nexus ao mercado, mas estimativas apontam que seja na metade do ano que vem. Tampouco há indicativos seguros a respeito do preço, embora se saiba que não será tão barato assim. Especula-se que seja algo em torno de 700 reais.
Primeiramente, é preciso esclarecer que o Google não montou nenhuma fantástica fábrica de tablets: embora o Nexus 7 seja desenvolvido pela companhia, o hardware é feito por um fabricante independente, o Asus.
Esta união deu origem a um aparelho com 10,4 mm de espessura, tela de 7 polegadas e 340 gramas de peso. Está disponível em 8 ou 16 GB de memória, com 1 GB de RAM. Tem câmera frontal de 1,2 megapixels e bateria com oito horas de duração. Por fora, só há o botão de ligar e um controle de volume, o resto é touchscreen.
As duas características que mais chamaram a atenção durante o lançamento, porém, não diziam respeito aos números. Além do preço, os especialistas destacam a aparente desvantagem do Nexus em não ter conectividade 3G (ao menos nesta versão), grande trunfo dos tablets da Apple. Este problema, contudo, não é um grande empecilho, devido à crescente expansão de Wi-fi e do Bluetooth no Brasil e no mundo.
Além disso, o uso do sistema Android também é visto como uma vantagem pelos especialistas. Através do Nexus, será posto à prova o Android 4.1 Jelly Bean, a mais nova versão do sistema operacional (o que torna o Nexus, ao menos em teoria, superior a tablets como o Samsung Galaxy, que rodam com um modelo mais antigo de Android).
De maneira geral, é um aparelho com a cara do Google. Se você gosta dos recursos e ferramentas que a empresa oferece na internet, vai se adaptar rapidamente ao Nexus. Quando ele chegar, é claro. [Gizmodo/Tech Tudo/Tablet.com/Olhar Digital]
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A Mozilla, fabricante do navegador Firefox, anunciou hoje que os primeiros dispositivos móveis com seu próprio sistema operacional, ainda em produção, devem ser lançados no começo de 2013. O lançamento dos primeiros modelos, fabricados pelas chinesas ZTE e TCL, será no Brasil, por meio da operadora Vivo.
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| Logotipo do Firefox, navegador da Mozilla; a marca também será usada para o sistema móvel da empresa |
A empresa também confirmou que o nome do sistema operacional será o mesmo de seu navegador, Firefox. O sistema será todo baseado em HTML5. Terá como concorrentes sistemas de empresas que também fabricam navegadores, como o Android, do Google, o iOS, da Apple, e o Windows Phone, da Microsoft.
A Mozilla disse ainda que ganhou o apoio de diversas empresas do mundo para seu sistema, que “identificaram o potencial da tecnologia para fornecer smartphones atrativos a preços acessíveis”.
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Imagem conceito de como será o Ouya
A ideia parece boa: um console de videogame livre, que custará apenas US$ 99, equipado com sistema Android, feito para ser modificado pelos usuários e que só tem jogos gratuitos.
Batizado de Ouya, o projeto é bem distinto dos produtos que temos hoje disponíveis no mercado.
O videogame terá o hardware “pronto para ser hackeado”. Quem comprar o Ouya ganhará um dev kit para poder modificar o console da maneira que quiser. Qualquer desenvolvedor poderá publicar jogos na plataforma –a única exigência é que sejam gratuitos.
O projeto conta com uma equipe de respeito: Yves Béhar, designer e um dos responsáveis pelo One Laptop Per Child; Muffi Ghadiali, que trabalhou na equipe que criou o Kindle; Ed Fries, veterano da indústria dos games e um dos responsáveis por dar vida à primeira versão do videogame da Microsoft, o Xbox, e Julie Uhrman, do site IGN, são alguns dos nomes envolvidos.
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