Categoria: Aviação

  • Avião revolucionário deverá fazer voo tripulado em 2013

    Acesse:http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/07/aviao-revolucionario-devera-fazer-voo-tripulado-em-2013.html

    Em 23 de outubro de 1906, pela primeira vez, o homem voou com um aparelho mais pesado que o ar e que se projetava à atmosfera por meios próprios. Foi o voo bem sucedido de Santos Dumont e seu 14-Bis em Paris. E, para comemorar o Dia da Aviação, o TechTudo destacou alguns dos projetos revolucionários do setor para as próximas décadas.

    Já se passaram 106 anos e, hoje, aviões de tecido com motores de 50 cavalos de potência são curiosidades para museus. A engenharia aeronáutica investe em tecnologias que devem moldar de maneira definitiva o formato, o combustível, os componentes e toda a estrutura das aeronaves do futuro.

    A colheitadeira voadora

    No interior das asas giram paletas que dão sustentação e velocidade ao avião (Foto: Reprodução)No interior das asas giram paletas que dão
    sustentação e velocidade ao avião
    (Foto: Reprodução)

    O design básico dos aviões não mudou muito nesses pouco mais de cem anos. Basicamente, um cilindro cruzado por asas resume o desenho de um avião comum.

    Mas há um projeto que promete acabar com esse paradigma. É o FanWing: um avião em que o motor é central, na fuselagem.

    Sem hélice ou turbina, a propulsão do avião vem do movimento das paletas de um grande ventilador, dispostas na transversal, no interior das asas. Difícil de entender? Imagine as asas como uma enorme, e leve, colheitadeira.

    Marinha norte-americana testa avião autônomo

    Avião não-tripulado pode roubar a cena em diversas aplicações (Foto: Reprodução)Avião não-tripulado pode roubar a cena
    em diversas aplicações (Foto: Reprodução)

    O drone, um avião autônomo, é uma meta exaustivamente perseguida pelas forças aéreas do mundo todo. A ideia é poupar custos em todas as frentes: energético, de material e humano. A marinha dos Estados Unidos é uma das forças dessa vanguarda com seu X-47B. O avião não-tripulado foi concebido para missões de reconhecimento e até de combate.

    No futuro, as tecnologias desenvolvidas para uso militar podem acabar em aviões civis. São aeronaves não-tripuladas de monitoramento de condições ambientais, voo e resgate em locais de difícil acesso ou que tenham sido cenários de desastres nucleares, na difusão de agrotóxicos em plantações e no policiamento de grandes cidades. Tudo a custos mais baixos, menor consumo de energia e sem o risco para vidas humanas.

    Airbus pode ter avião transparente em 2050

    Avião transparente oferecerá visões deslumbrantes (Foto: Reprodução)Avião transparente oferecerá
    visões deslumbrantes (Foto: Reprodução)

    Quem gosta de voar e disputa a janelinha terá uma boa notícia: a Airbus estima que em 2050 terá um modelo de aeronave transparente.

    A ideia é deslumbrar os passageiros com os visuais de um voo em grande altitudes, projetar informações nas paredes transparentes.

    Assim será promovido um novo tipo de interação entre aeronave, passageiro e a viagem.

    Nasa patrocina projeto de avião que gira 90 graus em pleno voo

    Com asas longas, o avião fica mais fácil de manobrar (Foto: Reprodução)Com asas longas, o avião fica mais
    fácil de manobrar (Foto: Reprodução)

    A ideia é criar um novo tipo de design de aeronave que permita a um mesmo avião viajar com velocidades maiores que a da propagação do som e, também, a frações dessa velocidade. Tudo privilegiando economia e eficiência.

    Aí nasce SBiDir-FW, pensado por técnicos da Universidade de Miami. Em resumo, o projeto prevê um avião que mude sua relação de comprimento por largura quando necessário.

    Com as asas curtas, ele teria menos arrasto, e atingiria velocidade supersônicas. Com a posição onde as asas superam o comprimento, o avião seria mais manobrável e fácil de decolar e pousar.

    Aviões elétricos podem ser o futuro

    Parece mais um submarino albino e com asas, mas é o VoltAir: o avião elétrico (Foto: Divulgação)Parece mais um submarino albino e com asas,
    mas é o VoltAir: o avião elétrico (Foto: Divulgação)

    O grande problema de se fazer um avião voar com eletricidade é a limitada quantidade de energia que pode ser armazenada em baterias. Mas, no futuro, tecnologias mais evoluídas podem resolver o problema gerando eletricidade a partir de fontes inusitadas.

    Essa é a proposta do conceito VoltAir, da European Aeronautic Defence and Space Company.  A estimativa da companhia é que baterias de altíssima capacidade, motores elétricos mais eficientes e um conjunto de sistemas que recuperem e gerem energia a partir de fenômenos naturais estejam desenvolvidos o suficiente para que um avião como o VoltAir seja possível em 2035.

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  • Felix Baumgartner fez o maior salto em queda livre do mundo

    Acesse:http://www.oficinadanet.com.br/post/9114-transmissao-aovivo-do-maior-salto-de-paraquedas-do-mundo-120-mil-pes

    Acompanhe o maior salto de paraquedas do mundo, com 120 mil pés de altura, a Red Bull Stratos vai testar os limites humanos enviando Felix Baumgartner. A meta central do projeto Red Bull Stratos é coletar dados valiosos para a ciência que possam ajudar a melhorar a segurança das viagens espaciais

    Felix Baumgartner fez o maior salto em queda livre do mundo

    UPDATE: Felix Baumgartner pulou de cerca de de 128 mil pés, um pouco mais de 39km de altura, de uma capsula projetada para o salto. Bateu o recorde de maior salto livre da história. E quebrou o recorde de velocidade em queda livre, com velocidade de 729 mph, 1.173 km/h, quebrou a barreira do som. E você assistiu tudo pela internet.

    Ele subiu em um balão dentro de uma cápsula presurizada para garantir a subida que foi em velocidade média de 5 Mph.

    UPDATE 2: A subida demorou 2h30min. Para saltar, ele teve de respirar oxigênio puro para eliminar o nitrogênio de seu sangue, que poderia se expandir em alturas elevadas e com isso ameaçar sua saúde. A queda livre durou 4:20 min.

    Um pouco da história deste evento:

    O atleta austríaco de esportes radicais teve que suportar vários adiamentos, mas agora está aliviado com o início da contagem regressiva para sua tentativa de se tornar o primeiro homem a quebrar a barreira do som em queda livre, registrando quatro recordes mundiais no processo.

    “Sinto-me como um tigre enjaulado, esperando para sair”, disse Baumgartner, de 43 anos, um dos mais celebrados atletas radicais e B.A.S.E. jumpers do mundo, que em 2003 se tornou a primeira pessoa a fazer um voo em queda livre através do Canal da Mancha com a ajuda de uma asa de carbono. Ele estará voando em velocidade superior à de uma bala durante sua viagem supersônica para a Terra.

    Baumgartner e a equipe do Red Bull Stratos estão se preparando há anos para quebrar o recorde de salto em altitude, eclipsando a marca estabelecida há mais de 52 anos. A cápsula, que, com 1.215kg, pesa um pouco mais do que um New Beetle da Volkswagen, foi danificada em um pouso difícil depois do teste de salto final de Baumgartner de uma altitude quase recorde de 29.610 metros em julho – durante o salto, Baumgartner caía em queda livre a uma velocidade superior a 864 quilômetros por hora, ou tão rápido quanto um avião comercial.

    A meta central do projeto Red Bull Stratos é coletar dados valiosos para a ciência que possam ajudar a melhorar a segurança das viagens espaciais e capacitar fugas em alta altitude de espaçonaves. O salto também vai tentar quebrar vários recordes, como o de maior velocidade em queda livre, o de salto mais alto, o de voo mais alto em um balão tripulado e o da queda livre mais longa.

    Fotos do pulo:

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  • Alemães criam controle de temperatura individual para poltronas de aviões

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/produtos/Alemaes-criam-controle-de-temperatura-individual-para-assentos-em-avioes/

    Temperatura individual para poltronas de aviões

    Hoje, A temperatura nos aviões é controlada a partir de uma central – o mesmo para toda a cabine. Mas cientistas alemães apresentaram o primeiro protótipo de controle individual de temperatura durante a ILA Air Show, em Berlim. As informações são do site Gizmag.

    Os aviões comerciais circulam a uma altura de aproximadamente 10 mil metros e por isso, suas cabines precisam ser pressurizadas, não apenas para o conforto dos passageiros, mas também para mantê-los vivos. Esse processo de pressurização é feito pelo sangramento do ar comprimido pelos motores a jato, resfriando-o e depois enviando-o para a cabine.

    A pressurização da cabine transforma o ambiente interno do avião em algo não muito agradável para os passageiros por ter menos oxigênio do que o normal e também, porque torna o ambiente muitas vezes mais abafado. Devido a falta de umidade, é ideal que haja um ajuste nesse aspecto para garantir mais conforto aos passageiros.

    Poltronas com controle de temperatura

    Os testes foram realizados com a parte dianteira de um Airbus A310

    Especialistas afirmam que a baixa umidade do ar dentro dos aviões é necessária para não comprometer a fuselagem do avião e, atualmente, a única forma encontrada pelas companhias aéreas e pelos passageiros para melhorar as condições do ar é o uso de ventiladores comuns.

    Como o ajuste de umidade na cabine inteira não é viável, os cientistas do Fraunhofer Institute for Building Physics (IBP), em parceria com outras nove empresas, estão desenvolvendo uma poltrona para aviões com aquecimento e ventilação individual e um suprimento de ar ajustável.

    Os novos assentos utilizam entradas de ar integradas aos braços e encostos das poltronas. Durante o processo de desenvolvimento, os pesquisadores simularam as correntes de ar para as diferentes configurações de cadeiras, além de qual o nível de controle sobre as configurações os passageiros devem ter.

    Os testes com o novo sistema de controle de temperatura individual foram realizados com a parte dianteira de um Airbus A310, no interior de um tubo de 30 metros de extensão. Com isso, os cientistas puderam testar o sistema em uma cabine despressurizada a mais de 13 mil metros de altura e com ela pressurizada a 2.100 metros.

    Os cinquenta participantes do ‘voo’ de teste puderam testar o sistema e avaliar quais as definições de temperatura individuais foram as mais agradáveis.

    Por enquanto, os cientistas ainda não sabem quando o sistema passará a integrar os novos modelos de aeronaves. E, muito provavelmente, esse recurso deverá estar disponível apenas para os viajantes felizardos da primeira classe.

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  • Número de voos prejudicados por laser verde aumenta quatro vezes

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1026395-numero-de-voos-prejudicados-por-laser-verde-aumenta-quatro-vezes.shtml

    O número de voos prejudicados por raios laser no país aumentou quase quatro vezes neste ano, de acordo com o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Aeronáutica.

    O caso ocorre quando pessoas em solo apontam canetas de laser verde, mais potentes que os de cor vermelha, para a cabine de aeronaves. O facho de luz prejudica a visão dos pilotos e pode causar cegueira temporária, segundo especialistas.

    De acordo com o Cenipa, foram registrados 250 relatos de pilotos até novembro deste ano, contra 58 no ano passado todo. Há relatos em Londrina (PR), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Campinas (SP), João Pessoa (PB), Navegantes (SC) e Fortaleza (CE).

    Amr Abdallah Dalsh-18.dez.11/Reuters
    Manifestante usa caneta de laser verde durante protesto no Egito; raio prejudica voos quando apontado para o piloto
    Manifestante usa laser verde durante protesto no Egito; raio prejudica voos quando apontado para o piloto

    A Aeronáutica considera ainda que o número real pode ser maior, já que a contabilização é baseada apenas nos relatos de pilotos sobre o voo em geral.

    A partir de 2012, o Cenipa irá disponibilizar um formulário específico para que os pilotos informem sobre ocorrências do tipo. O objetivo é direcionar campanhas e ações conjuntas envolvendo aeroportos e a polícia.

    Segundo a Aeronáutica, a maior parte dos casos envolvendo laser são de crianças e jovens que desconhecem o risco da “brincadeira”, também comum em estádios de futebol –os casos começaram a aumentar em 2009.

    “O que se vê hoje é uma maior facilidade de aquisição deste artefato e acredito que por isso no Brasil, nos últimos três anos, nós tivemos o incremento do número de reportes”, afirma o major-aviador Márcio Vieira de Mattos, da Divisão de Aviação Civil do Cenipa.

    Jorge Adorno-1º.jun.11/Reuters
    Raio laser atinge o jogador Neymar durante partida entre Santos e Cerro Porteño, em Assunção
    Raio laser atinge o jogador Neymar durante partida entre Santos e Cerro Porteño, no Paraguai

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