Categoria: Emagrecimento

  • Os principais chás e seus benefícios para a saúde

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    Conheça melhor os efeitos das ervas e saiba como aproveitar as propriedades dos chás na sua dieta 

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    A tradição de preparar infusões com ervas, flores e frutas é milenar. Sendo assim, os chás atravessaram gerações e continuam entre as opções mais apreciadas em todo o mundo. No entanto, mais do que uma bebida ideal para ser consumida durante o ano todo, cada tipo de chá pode trazer diferentes benefícios para a nossa saúde.

    Saborosos e saudáveis, os chás podem ser incorporados à dieta para ajudar a acelerar o metabolismo, desintoxicar o organismo ou proporcionar relaxamento após um dia agitado e cansativo. Além disso, cada erva possui propriedades especiais, que vão desde a ação antioxidante até a diminuição de desconfortos abdominais, por exemplo.

    Com tantas vantagens, não tem desculpa para não tomar ao menos uma xícara de chá pouco antes de dormir. Certamente as propriedades da bebida trarão ótimos resultados para o seu organismo da maneira mais saudável e natural possível.

    As propriedades dos chás

    Além de ser uma bebida saborosa, cada chá pode trazer uma série de benefícios para o seu corpo e dar aquela ajudinha na hora de emagrecer, relaxar ou melhorar a digestão. O TodaEla conversou com o nutricionista Claudio Souza, que nos explicou melhor quais são as principais funções dos chás e como eles agem no organismo.

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    Chás diuréticos

    São aqueles que auxiliam no funcionamento dos rins, ajudando na excreção dos resíduos metabólicos produzidos pelo corpo. Por incentivar essa eliminação de resíduos, os chás diuréticos costumam contribuir bastante para o emagrecimento.

    As ervas diuréticas mais recomendadas são chá branco, chá preto, chá verde, chá vermelho, erva-cidreira e carqueja.

    Chás calmantes

    São aqueles que têm o poder de diminuir a atividade do sistema nervoso central, atuando no relaxamento muscular e provocando a diminuição da ansiedade e do stress corporal. Para aproveitar melhor os efeitos, o nutricionista Claudio Souza recomenda que esse tipo de chá seja ingerido a noite, pouco antes de dormir.

    As ervas calmantes mais recomendadas são erva-doce e camomila.

    Chás antioxidantes

    As constantes reações químicas que acontecem no nosso corpo podem desencadear a formação de radicais livres, que são elementos que causam danos ao nosso organismo, resultando principalmente no envelhecimento. Os flavonoides, presentes em vegetais, frutas e chás, têm o poder de combater os radicais livres e, assim, impedir o envelhecimento das células.

    As ervas antioxidantes mais recomendadas são chá branco e hibisco.

    Chás estimulantes

    Enquanto os chás calmantes atuam para diminuir a atividade do sistema nervoso central, as ervas estimulantes agem na mesma região para aumentar os impulsos nervosos, consequentemente, acelerando o fluxo sanguíneo, os batimentos cardíacos e a pressão arterial. O objetivo da ingestão desse tipo de chá é provocar uma melhora na disposição para realizar as atividades do dia a dia. O elemento que desencadeia essas reações é a cafeína. Por serem bebidas que concentram grandes quantidades de cafeína, o especialista recomenda que o consumo seja feito apenas no período da manhã e da tarde para não influenciar no descanso noturno.

    As ervas estimulantes mais recomendadas são chá verde, chá preto e erva-mate.

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    Chás digestivos

    Após as refeições, é comum que algumas pessoas relatem o surgimento de um desconforto gastrointestinal. Esse incômodo pode ser causado por alimentos específicos ou até mesmo por intolerância à gordura presente em alguns pratos. Dessa maneira, esses chás contribuem para auxiliar no processo digestivo e eliminar os desconfortos. Esse tipo de bebida também ajuda a eliminar impurezas do organismo, especialmente do fígado, servindo também como uma ótima aliada para a desintoxicação.

    As ervas digestivas mais recomendadas são camomila, boldo, hortelã, carqueja, chá vermelho e chá verde.

    O poder de cada elemento

    Além das características diuréticas, calmantes, antioxidantes, estimulantes e digestivas, existem diversas ervas que possuem propriedades específicas que podem contribuir muito para a saúde do organismo. Para entender melhor casa um desses benefícios, o TodaEla conversou com a nutricionista Carolina Morais, que nos explica a ação das ervas mais comuns.

    • Alecrim: além de ser um poderoso cicatrizante, também tem função digestiva e auxilia no tratamento de gastrites.
    • Alho: com efeito antiinflamatório, o alho ajuda a diminuir a taxa de colesterol e age contra tosses e resfriados em geral.
    • Boldo do chile: uma poderosa erva para auxiliar no processo digestivo e trazer conforto para aqueles que sofrem com a azia e a gastrite.
    • Camomila: além do seu conhecido efeito calmante, a camomila aumenta a atividade antibacteriana e suaviza cólicas através da diminuição dos espasmos musculares. É indicada para gestantes e mulheres que estão amamentando, pois evita as cólicas dos bebês.

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    • Canela: a canela tem o poder de acelerar o metabolismo e melhorar no funcionamento da insulina. Pode ajudar a diminuir cólicas leves e gases, além de dar uma sensação de plenitude gástrica.
    • Cavalinha: a erva ajuda eliminar os líquidos retidos e, consequentemente, diminui os inchaços. Também é rica em minerais, especialmente o silício, que contribui para a saúde da pele.
    • Erva-cidreira: além de amenizar as cólicas abdominais e gases, a erva-cidreira tem o poder de relaxar o sistema nervoso, favorecer o sono e diminuir a ansiedade.
    • Hibisco: o chá da flor do hibisco é conhecido por sua ação antioxidante, que previne o envelhecimento das células, além de ser diurético e melhorar a circulação sanguínea.
    • Hortelã: ideal para diminuir os desconfortos gástricos, a erva é digestiva e estimulante. Ainda pode atenuar dores de cabeça e diminuir a ansiedade.

    A melhor maneira de preparar o seu chá

    Para aproveitar melhor os benefícios de cada um dos chás, é preciso prestar atenção a alguns detalhes na hora de prepará-los. Por esse motivo, a nutricionista Carolina Morais nos explica a maneira ideal de preparar a bebida.

    De acordo com a especialista, existe uma diferença entre plantas moles e duras. As ervas moles – que são as flores e ervas mais macias e quebradiças – devem ser preparadas através da infusão. Já para as ervas duras – que são aquelas mais enrijecidas, como a cavalinha, por exemplo – a nutricionista recomenda o preparo por decocção. Para os dois métodos, a proporção deve ser de 1 colher de sopa da erva, flor ou fruta fresca ou desidratada para cada litro de água.

    Na infusão, a água deve ser fervida até atingir o ponto de ebulição, em seguida, desligue o fogo, acrescente as ervas e deixa a preparação descansar por alguns minutos. A especialista nos lembra de que quanto mais tempo a bebida ficar descansando, mais acentuado ficará seu sabor. Na decocção, espere até que a água alcance seu ponto de ebulição, acrescente as ervas e tampe o recipiente. Abaixe o fogo e mantenha assim por cerca de 5 minutos.

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    Depois de prontos e coados, a melhor maneira de acondicionar os chás é em garrafas de vidro. Para que fiquem ainda mais saborosos e refrescantes, eles podem ser guardados na geladeira e bebidos frios ou batidos no liquidificador com frutas de sua preferência.

    A última dica de Carolina Morais é preferir sempre as ervas frescas ou desidratadas na hora de preparar seu chá. Isso porque os chás industrializados, que vem em saquinhos, costumam ter a adição de antifúngicos para aumentar sua validade.

    Por fim, procure sempre um nutricionista quando optar por incluir os chás em sua dieta. Assim, você receberá as melhores indicações para alcançar seus objetivos de maneira saudável, sabendo exatamente a maneira como combinar as ervas, a quantidade e o horário certo para tomá-las, aproveitando todos os seus benefícios.

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  • Remédios para emagrecer potencializam problemas cardiovasculares

    Acesse:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/12641-remedios-para-emagrecer–potencializam-problemas-cardiovasculares

    Taquicardia e hipertensão são alguns dos efeitos colaterais dos medicamentos

    Estar acima do peso é um inconveniente. Além de detonar a autoestima de muitas pessoas, pode faz er mal à saúde. Emagrecer de forma saudável é um processo que exige disciplina. No entanto, as fórmulas mágicas, que prometem enxugar as gordurinhas em pouco tempo, têm adeptos aos montes.

    Entre dietas restritivas e questionáveis há um recurso altamente sedutor: os remédios que prometem aumentar a saciedade e, consequentemente, reduzir as medidas de quem quer dar fim aos pneuzinhos. As cápsulas, consumidas por milhões de pessoas no mundo inteiro, realmente cumprem o prometido: elas reduzem a fome, o que leva ao emagrecimento. Porém, são um perigo ao coração, segundo pesquisas recentes.

    Remédios para emagrecer potencializam problemas cardiovasculares

    Suspensão das vendas

    Tanto na Europa quanto nos Estados Unidos substâncias como sibutramina, dexfenfluramina e fenfluramina já foram proíbidas. O cerco começou a se fechar a partir da publicação de resultados preliminares da pesquisa Scout, que apontou um aumento de 16% no risco de derrame e ataque do coração com o uso da sibutramina (componente básico desse tipo de remédio) em pessoas que já apresentaram problemas cardíacos.

    O FDA (órgão do governo dos EUA que regula a venda de remédios e alimentos) constatou que quem toma remédios que contém dexfenfluramina e fenfluramina pode vir a ter problemas cardíacos sérios, como infarto e derrame. Países como Canadá e Austrália também suspenderam a venda de cápsulas emagrecedoras.

    No Brasil, país que abusa do recurso, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aconselhou aos médicos a prescrever os medicamentos somente quando necessário. “As pesquisas são muito convincentes e nós, médicos, temos que encontrar alternativas de emagrecimento que não coloquem em risco a vida dos pacientes”, diz o endocrinologista Geraldo Medeiros Neto.

    Consequências perigosas

    Os efeitos colaterais que o uso indevido de fórmulas emagrecedoras podem provocar são grandes. “Só em casos de obesidade, em que a saúde do paciente está comprometida pelo excesso de peso, é que os remédios deveriam ser indicados”, diz o endocrinologista.

    A ponderação médica deve-se, basicamente, às reações do corpo à medicação. As pílulas que encolhem medidas também podem desencadear taquicardia, hipertensão – dois fatores de risco para problemas cardíacos -, secura na boca, alteração do humor, insônia, depressão, dependencia química e psicológica e irritação. Atalhar o caminho que conduz à perda de peso não é recomendado. “Para emagrecer com saúde, o ideal é manter uma dieta equilibrada e praticar atividades físicas regularmente”, sentencia Geraldo.

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  • Praticar exercícios regulares pode aumentar 6 anos de vida

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    Pessoas que praticam pelo menos duas horas e meia de exercícios por semana vivem, em média, seis anos a mais Foto: Getty Images

    Pessoas que praticam pelo menos duas horas e meia de exercícios por semana vivem, em média, seis anos a mais
    Foto: Getty Images

    Que praticar exercícios faz bem á saúde todo mundo sabe. Mas um estudo da Queen’s University, em Ontário, no Canadá, mostra que ser fisicamente ativo é sinal de uma vida mais longa, segundo informações do site Huffington Post. De acordo com o estudo canadense publicado no American Journal of preventive Medicine, pessoas que praticam pelo menos duas horas e meia de exercícios por semana vivem, em média, seis anos a mais.

    Além disso, as mulheres negras são as que mais se beneficiam das atividades regulares. “Fomos capazes de mostrar que, se as mulheres negras fazem uma hora de atividade, como corrida ou natação, é possível aumentar suas vidas por 11 horas”, disse o autor do estudo Ian Janssen em um comunicado.

    Janssen analisou o estado de saúde dos norte-americanos entre os anos 1990 a 2006, incluindo as taxas de morte e pesquisas sobre atividade física. Embora não seja tão relevante quanto para mulheres negras, o estudo mostrou que homens caucasianos que eram ativos aos 20 anos ganhavam dois anos a mais de vida em comparação com os inativos. Enquanto isso, mulheres caucasianas ativas na mesma idade poderiam viver três anos a mais do que as demais.

    Ainda assim, o relatório não mostra se essas pessoas tiveram que permanecer ativas durante o resto de suas vidas para obter esses anos extras.

    De acordo com a nutricionista Rovenia M. Brock, a prática de exercícios é importante, mas é responsável apenas a 20% do aumento da longevidade e qualidade de vida. Os outros 80% correspondem a boa alimentação.

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  • Ovos Fazem Mal A Saúde?

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    ovos

    Eis aqui uma pergunta que muitas pessoas não sabem responder com segurança. Que o ovo é rico em gordura e não é bom para quem tem problemas com colesterol, isso sabemos. Mas… e o ovo em si, faz mal a saúde? A resposta é dependeA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou uma resolução que obriga os produtores a colocar rótulos nas embalagens de ovos  com uma advertência sobre o consumo doproduto. Essa nova medida entrará em vigor dentro de seis meses e a mensagem é a seguinte: “O consumo deste alimento cru ou mal cozido pode causar danos à saúde”.

    A ANVISA ainda exige que se inclua no rótulo a recomendação de que esse produto deve ser mantido preferencialmente refrigerado, ou seja, na geladeira. O rótulo com esse aviso deve ter destaque na embalagem, de forma legível, e o tamanho das letras não poderá ser inferiores a um milímetro.

    –> SALMONELOSE

    A decisão foi tomada em dados do Ministério da Saúde baseada em registro de pessoas vítimas da salmonelose, que é a principal causa de surtos da diarréia. A salmonelose é a infecção ocorrida pela ingestão da bactéria salmonela (figura abaixo). Quem é infectado por ela apresenta sintomas como vômitos, calafrios, náuseas e dores abdominais.

    Os ovos são responsáveis por 42,2% dos casos de infecção entre 1999 a 2007 da salmonela. Nesse período, cerca de 117.000 pessoas foram acometidas por essa doença. Foram registrados ainda 6.000 surtos por conta de ingestão da bactéria em festas e comemorações.

    –> PROPRIEDADES NUTRICIONAIS

    • Depois do leite materno, os ovos são considerados o alimento mais completo.
    • Possui vários nutrientes, inclusive a vitamina B12.
    • Indicado para controle de peso, reduz a ingestão de gorduras, carnes e outros alimentos altamente calóricos
    • É um alimento barato, a fonte de proteínas mais acessível que existe.
    • A casca é rica em cálcio e pode ser pulverizada em liquidificador para misturar à comida. Aadministração em idosos com osteoporose resultou em melhora na densidade mineral óssea.
    • A cor da casca indica apenas a cor da galinha, ou seja, ovos brancos são originários de galinhas brancas e os avermelhados, de galinhas avermelhadas.
    • A clara é uma fonte de proteínas. Indicada para pessoas que necessitam de reposição constante de proteínas (praticantes de exercícios, p. ex.) e como complemento de dietas de emagrecimento ou deficientes de fontes protéicas.
    • A gema é fonte de ferro, colina, ácido fólico, lecitina, biotina (contra a depressão), antioxidantes, luteína, vitaminas B e E, entre outras.
    • Está provado cientificamente: o consumo de ovos não aumenta os níveis de colesterol.
    • O ovo é rico em zinco, auxiliando no combate a algumas alergias.
    • Eleva o HDL, o bom colesterol, por possuir elevada quantidade de lecitina, impedindo que o mau colesterol se deposite nas artérias; no intestino, participa da formação da bile, mobilizando triglicerídeos e diminuindo a formação de colesterol.

    –> CONCLUSÃO

    Resumindo, os ovos fazem mal à saúde se ingeridos com muita frequência ou se estiverem crus ou mal cozidos. Portanto, tome bastante cuidado com esse alimento. Lembre-se daquilo que vovó já dizia: “Tudo demais é veneno. Até água.” E uma última recomendação: prefira sempre comer ovos cozidos e não fritos. Aliás, não são somente os ovos, nenhum tipo de alimento frito faz bem à saúde.

    NOTA: Com certeza, você não sabia, mas o Dia Mundial do Ovo é comemorado em 14 de outubro. Que importância tem isso? Não temos a menor ideia, mas, como alguém pode achar interessante, está aí a informação.

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  • Conheça mitos e verdades sobre exercícios abdominais

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1198388-conheca-mitos-e-verdades-sobre-exercicios-abdominais.shtml

    Receita “infalível” para perder a barriga, todo mundo tem. Para entender o que faz sentido e pode dar resultado em um programa para fortalecer o abdome, a Folha perguntou a educadores físicos, treinadores, fisiologista e fisioterapeuta o que há de mito e de verdade nas orientações para esses exercícios.

    Tire suas dúvidas a seguir.

    Exercício localizado faz perder barriga?

    Não. “O que faz perder barriga é uma boa dieta”, afirma o fisioterapeuta Leonardo Machado. Atividade aeróbica também ajuda, porque aumenta o gasto calórico.

    “No treino aeróbico a pessoa perde gordura no corpo todo, não apenas na barriga”, diz Saturno de Souza, diretor técnico da rede Bio Ritmo. E os exercícios localizados não fazem com que a perda de gordura ocorra em uma região específica.

    “O gasto calórico dos abdominais é irrisório, não serve para emagrecer”, diz Turíbio Leite de Barros, da Unifesp.

    É melhor fazer os exercícios todos os dias ou deixar o músculo descansar?

    O aumento da massa muscular não acontece durante o exercício, mas sim no período de repouso, explica o fisiologista do exercício Turíbio Leite de Barros, professor da Unifesp.

    “É preciso pelo menos 24 horas de descanso para o músculo recuperar o estoque de energia gasto durante o exercício e se refazer dos microtraumas provocados pelo esforço. É esse processo que cria volume e definição muscular”, diz.

    Patricia Stavis/Folhapress
    O ator e musico Rafael Rezende faz meia hora semanal de exercícios abdominais mais treino diário geral
    O ator e musico Rafael Rezende faz meia hora semanal de exercícios abdominais mais treino diário geral

    Quem não tem como objetivo uma barriga hipertrofiada pode fazer os exercícios abdominais diariamente, desde que não sejam muito intensos e que trabalhem diferentes músculos a cada dia –por exemplo, alternando exercícios para os retos do abdome e para os transversos–, sugere Saturno de Souza, diretor técnico da rede Bio Ritmo.

    Aparelhos resolvem ou é melhor usar o peso do próprio corpo?

    Para acionar vários grupos musculares na execução de um exercício, o melhor é usar o peso do próprio corpo, diz Luciano D’Elia, especializado em treino funcional.

    No aparelho, os músculos são trabalhados de forma isolada, algo que não acontece quando a pessoa se movimenta normalmente para realizar atividades cotidianas.

    Estudos realizados no departamento de cinesiologia da faculdade de Los Angeles com aparelhos que medem com eletrodos a atividade muscular mostraram que, sem aparelhos, o trabalho dos músculos é um pouco maior, conta Eduardo Neto, diretor técnico das academias Bodytech.

    Mas os aparelhos podem ser vantajosos para o iniciante, porque evita que a pessoa force outras partes do corpo, como o pescoço, durante a execução do exercício, diz o educador físico Saturno de Souza.

    Quais são as principais características dos novos abdominais?

    Para começar, os exercícios abdominais do momento não são feitos com a pessoa deitada no chão ou sentada, como nos treinos de abdome convencionais. Alguns desses movimentos nem mesmo parecem abdominais.

    “Fazemos, por exemplo, exercícios de agachamento, parece que são para a perna. Mas o aluno tem que fazer o movimento contraindo o abdome, para manter a postura, e assim ele também exercita os músculos dos glúteos e da região lombar”, conta o professor Luciano D’Elia, que é especializado em treino funcional.

    Os “novos” abdominais incluem exercícios isométricos — caracterizados pela contração muscular sustentada por algum tempo, sem que aconteça o movimento das articulações.

    Esses exercícios substituem aquelas numerosas repetições das flexões tradicionalmente usadas para o fortalecimento da barriga. Já há um consenso na área acadêmica que esse tipo de abdominal não é tão eficiente e acaba aumentando o risco de lesão na coluna, especialmente na lombar.

    Agora, “a pessoa é deixada por alguns segundos em uma posição que exija a contração do abdome e dos glúteos, como acontece em algumas posturas invertidas da ioga”, exemplifica a educadora física Juliana Romantini, professora da academia Cia. Athletica.

    Gerar instabilidade, fazendo a pessoa subir em uma bola ou ficar de pé em uma prancha, é outra estratégia utilizada nas novas aulas de abdominais para trabalhar a musculatura mais profunda da região.

    Quanto maior o número de repetições, melhor é o resultado do treino para fortalecer o abdome?

    Não é verdade. Os abdominais são músculos naturalmente solicitados o tempo todo: você os usa para manter a postura ereta, caminhar e levantar objetos. “Não é preciso muitas repetições em aula para tonificar a barriga”, diz Juliana Romantini, professora da Cia. Athletica.

    E para quem quer resultados mais visíveis, como uma barriga tanquinho? “Muita repetição não é o mais indicado para ganhar definição muscular. Esse resultado pode ser obtido com uma combinação de treino, alimentação e repouso”, afirma o educador físico Luciano D’Elia, especialista em treino funcional.

    Dá para ganhar uma barriga ‘chapada’ em um mês de treino?

    Até dá, mas vai perder rápido também. O corpo funciona em ciclos: ao atingir o condicionamento máximo passa a perder o que ganhou. “Muitos tentam reverter isso se enchendo de suplementos e anabolizantes”, diz Saturno de Souza. Resultados visíveis e duradouros só surgem depois de 10 a 12 semanas de treinos.

    Os resultados dos abdominais são iguais para homens e mulheres?

    O metabolismo masculino favorece o ganho de massa muscular, que é bem maior e mais rápido neles, afirma o fisiologista do esporte Turíbio Leite de Barros, da Unifesp. Mas, em compensação, os homens têm mais facilidade de acumular gordura apenas na região da barriga (enquanto nas mulheres o acúmulo maior costuma acontecer na região do quadril).

    Patricia Stavis/Folhapress
    A delegada Fernanda Rivaben faz treinos específicos para manter a barriga sequinha
    A delegada Fernanda Rivaben faz treinos específicos para manter a barriga sequinha

    Os exercícios abdominais podem ser os mesmos para homens e mulheres. “O que vai mudar é a intensidade do treino e a carga, que são maiores para os homens”, afirma o educador físico Luciano D’Elia

    Abdominais devem ser os últimos exercícios da sessão de musculação?

    É controverso. “É mais seguro deixar os abdominais para o final. Se esses músculos já estiverem cansados, o aluno não conseguirá segurar a postura nos outros exercícios, o que elevará o risco de lesão”, defende o professor Saturno de Souza.

    O treino funcional prega o oposto, mostra o professor Luciano D’Elia: “O centro do corpo é a parte mais importante do treino, precisa ser exercitada no momento de maior pique, logo após o aquecimento”.

    Fazer apenas exercícios aeróbicos é suficiente para acabar com a barriga?

    Aeróbicos são a melhor forma para acabar com o excesso de gordura abdominal, afirma Turíbio Leite de Barros. Mas esses treinos não dão resultados sem uma reeducação alimentar, lembra o fisioterapeuta Leonardo Machado.

    Para a professora de educação física Juliana Romantini, da academia Cia. Athletica, não adianta só perder gordura. “Se a pessoa tem hábitos posturais que fazem a barriga saltar, precisa de exercícios para corrigir isso.”

    É bom manter a barriga sempre contraída?

    Nenhum grupo muscular foi feito para trabalhar o dia todo, responde o fisioterapeuta Leonardo Machado. “Só os músculos do coração e do diafragma fazem isso, mas de forma alternada”, diz ele.

    Manter o abdome sempre contraído inverte a curvatura lombar, aumentando a pressão nos discos intervertebrais. A contração também faz pressão sobre os órgãos e dificulta o trânsito intestinal, o que pode causar de gases a hérnias, segundo Machado.

  • Dança: conheça as novas modalidades que estão fazendo grande sucesso nas academias

    Acesse:http://claudia.abril.com.br/materia/danca-conheca-as-duas-novas-modalidades-que-estao-fazendo-grande-sucesso-nas-academias/?p=/saude/bem-estar

    Walkdance e videodance: ideais para quem quer queimar calorias, esculpir os músculos, resgatar o bom humor e até fazer um pouco de terapia. Saiba mais sobre estas novas modalidades!

    saude-modalidades-de-danca Foto: Renato Pizutto

    Diante do espelho de parede inteira, sob a iluminação feérica da sala ampla com piso de madeira, a bailarina Heloísa Gouvêa, de São Paulo, dança de olhos fechados, como se estivesse em transe. Não precisa ver para avaliar a movimentação do grupo de 12 alunas que acompanha animadamente a coreografia da aula de walkdance, modalidade criada por ela que faz a alegria da mulherada – tanto pelo ritmo, que convida à dança com um repertório pop, quanto pelo suadouro (ela estima um gasto de 500 calorias numa aula de uma hora e meia). O walkdance junta os passos básicos de vários ritmos e danças, do balé clássico ao maracatu, passando por jazz e samba. As aulas começam sempre com um alongamento. Em seguida, vem uma sequência de movimentos. “Repetimos exaustivamente até o corpo memorizar”, explica ela, que sabe de cor mais de 700 coreografias e, aos 55 anos, com corpaço de menina, dá 52 aulas por mês. Para principiantes, pode parecer complexo. “O estímulo é espiritual, não físico. Se existir o desejo e a intensidade, faço qualquer uma dançar”, garante Helô – cujo lema, aliás, é: “Faço até um poste dançar”.

    Deu vontade? As academias oferecem um sem-número de novas possibilidades para quem quer se divertir enquanto queima gordura e esculpe o corpo, como a walkdance e a videodance, outra modalidade que está bombando na Sauer Danças, no Rio de Janeiro. Sucesso no exterior, recém-chegada ao Brasil, a videodance copia as coreografias dos shows de divas pop, como Madonna, Rihanna e Lady Gaga. Quem trouxe a técnica foi o bailarino italiano Raffaele Casuccio, 33 anos. Segundo ele, é possível queimar até 600 calorias em uma hora de prática. “As mulheres não desanimam, pois são músicas que elas curtem e movimentos que veem na televisão”, diz. Coreógrafo de programas da TV italiana, Raffaele dançou em turnês de famosos, como Ricky Martin e Luciano Pavarotti. Há três anos, visitou o Rio de Janeiro e se apaixonou pela cidade. Mudou-se definitivamente em novembro de 2011. Nas aulas, ele primeiro ensina os passos lentamente. “Então, entra o ritmo e, por mais difícil que seja no começo, vejo que as pessoas estão se divertindo”, afirma Raffaele. Muita gente quer emagrecer, e a dança dá conta disso, mas há um efeito colateral bastante desejável: “Dançar também ajuda no desenvolvimento psicológico. Pode funcionar como uma terapia, um momento para prestar atenção em si mesma, nas próprias emoções e conquistar foco e concentração”, acredita Helô Gouvêa. Ela sabe do que fala. Em 1996, perdeu o marido num acidente aéreo. Sua primeira reação foi isolar-se em Ilhabela, no litoral paulista. “Lá, dançava o tempo todo. Foi o que me salvou da tristeza. Queria proporcionar essa sensação mesmo a quem não é bailarina”, conta. Durante uma hora e meia, ela consegue.

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  • Implantes hormonais são usados para fins estéticos; entidades médicas desaprovam

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1191485-implantes-hormonais-sao-usados-para-fins-esteticos-entidades-medicas-desaprovam.shtml

    Implantes hormonais usados para contracepção e supressão da menstruação sempre foram controversos. Agora, que têm sido procurados para fins estéticos, estão mais controversos ainda.

    Implante hormonal pode ‘masculinizar’ a paciente, afirma endocrinologista
    Terapia hormonal pela ‘medicina antienvelhecimento’ está proibida no país
    ‘Sem o implante preciso malhar mais’, diz a modelo Raica Oliveira

    Gabo Morales/Folhapress
    A modelo Talytha Pugliese diz que 'secou' depois de colocar o implante
    A modelo Talytha Pugliese diz que ‘secou’ com o implante

    Mais de um milhão dessas drogas foram aplicadas no Brasil em 2011, segundo o endocrinologista Elsimar Coutinho, 82, precursor da técnica. Ele calcula que a procura tenha dobrado em dez anos. O aumento esperado para 2012 é de 20%.

    “Primeiro, você desincha. Depois, dá uma secada, perde celulite, ganha músculo, seu corpo fica duro e a textura da pele, mais firme”, descreve a modelo Talytha Pugliesi. Ela atribui o milagre ao implante à base de progesterona colocado há três anos.

    Pugliesi, 30, viu a medida do seu quadril cair de 91 para 88 centímetros. De quebra, o canudo enfiado sob sua pele a livrou da menstruação.

    ‘CHIP’ FASHION

    Outra adepta é a modelo Thaís Rumpel, 17. Ela foi orientada pela agência a ir à clínica do célebre ginecologista Malcolm Montgomery, pupilo de Coutinho.

    A “new face” chegou ao consultório com 62 quilos. Recebeu um tubo de elcometrina (à base de progesterona). Quatro meses depois, estava quatro quilos mais leve.

    “Muitas meninas põem o ‘chip’ e emagrecem. A metade das modelos usa. Com os hormônios desorganizados, eu engordava muito”, diz ela, cuja medida de quadril pulou de 98 para 93 centímetros.

    A agência não só indicou o tratamento à garota como adiantou os R$ 3.500 do custo, que a modelo terá de quitar depois de juntar dinheiro.

    A diretora da agência Elo, Renata Rodrigues, confirma ser comum o envio de profissionais para colocação de implantes: “Se a modelo se queixa de ganho de peso ou menstruação, a gente faz o procedimento, leva ao doutor Malcolm, faz todos os exames”.

    VOZ DE TRAVESTI

    O tratamento pode causar efeitos colaterais como perda de cabelo, alteração na libido e mudança na voz.

    “Meu irmão fala que tenho voz de travesti”, diz Pugliesi. O implante que ela usa tem testosterona.

    A atriz e modelo Letícia Birkheuer, 34, aderiu ao método aos 23 anos, para se livrar das cólicas, diz. Depois de oito anos, tirou o implante para ter filho e há cinco meses o recolocou. Ela engravidou quatro meses após a retirada. Ganhou 22 quilos na gestação. Seis meses após o parto, voltou à forma.

    Birkheuer diz que o implante a ajuda a manter os seus 65 quilos. “Até pelo fato de não inchar. E reduz muito a celulite, impressionante.”

    O implante é um tubinho de silicone com três centímetros de comprimento por um milímetro de diâmetro. Dentro há um mix de hormônios feito sob medida, segundo médicos que o prescrevem. É aplicado com uma espécie de injeção e anestesia local.

    Elcometrina é o nome de um dos mais usados. À base de progesterona, bloqueia a menstruação, reduz TPM, cólicas, enxaquecas e risco de endometriose, diz Montgomery. Dura uns seis meses.

    Segundo ele, ainda “acaba com o sobe e desce hormonal” e anula o efeito do estrogênio em alta, que retém líquido. “A angústia da fome diminui, os pacientes acabam perdendo peso”, diz ele.

    Mas a elcometrina reduz a libido. Por isso, é comum que o ginecologista associe testosterona à fórmula.

    Outro implante popular é a gestrinona, também à base de progesterona. É esse o tal que promete reduzir celulite e aumentar massa muscular.

    Mas causa acne e pode abrir o apetite, ao menos nos meses iniciais, de adaptação.

    Há ainda implantes à base de estrogênio e testosterona, manipulados para atingir o interesse do paciente.

    Editoria de arte/folhapress

    FALTAM ESTUDOS

    Especialistas questionam esse uso de implantes. O Conselho Regional de Medicina de SP alerta para efeitos colaterais e a sociedade dos endocrinologistas diz não haver bons estudos sobre a eficácia (leia ao lado).

    “Tenho 500 trabalhos científicos publicados em revistas médicas de peso”, rebate Elsimar Coutinho. Seu estudo mais recente foi publicado em setembro de 2006 na revista “Contraception”.

    Coutinho diz que a busca desses implantes para melhorar a estética é “surpreendente”. Ele frisa que a terapia é parte de um programa de anticoncepcionais de efeito prolongado. “A pessoa valoriza mais o efeito colateral do que o resto, isso é comum.”

    Montgomery diz que só aplica implantes em pacientes com indicações médicas como puberdade precoce, menstruação volumosa, enxaqueca, cólica, endometriose, mioma ou menopausa.

    As doses de hormônio dos implantes são menores que as de pílulas anticoncepcionais, porque não passam pelo sistema digestivo, diz Coutinho. Um implante anual tem cerca de 300 miligramas.

    O cálculo da dose é individualizado. São considerados índice de massa corporal do paciente, idade, hábitos etc.

    A entidade dos endocrinologistas aceita como uma vantagem do implante o hormônio não ser processado pelo fígado. Mas aponta que há o risco de ser preciso tirar o implante com urgência.

    “Uma paciente usava implante com dose alta de estrogênio. Teve câncer de mama e não tinha como reduzir rapidamente a liberação do hormônio”, diz a médica Dolores Pardini, da entidade. Coutinho e Montgomery dizem que tiram o tubo no ato.

    O governo não aprova a comercialização de implantes de gestrinona e elcometrina e alguns tipos de testosterona. A venda é vetada, mas o material para fabricá-los, não. Médicos que receitam os implantes usam os manipulados na farmácia do centro de pesquisa criado pelo próprio Coutinho.

    O custo de um implante varia de R$ 700 a R$ 3.000.

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  • Aproveite os benefícios da maçã

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    Fruta contribui para emagrecimento, funcionamento do intestino e abaixa o colesterol

    A fruta que é famosa na história da Branca de Neve está ganhando cada vez mais espaço na dieta de quem deseja ter uma vida saudável. Ao contrário do que acontece no conto de fadas, na vida real a maçã traz muitos benefícios.

    O primeiro deles é a contribuição para o emagrecimento. Um intestino funcionando corretamente ajuda o corpo a eliminar os resíduos com mais facilidade e a fruta pode ajudar nesse aspecto, já que é rica em fibras.

    Além disso, ela é ideal para matar a fome entre as refeições. O alimento tem poucas calorias (100 gramas possuem apenas 65 calorias) e ainda contribui para que a sensação de saciedade dure por mais tempo.

    A fruta também é amiga do colesterol, pois possui substâncias que dificultam o acúmulo de gordura nas artérias e impedem que o intestino absorva o colesterol. Nesse processo, a glicemia também agradece, pois o alimento controla os níveis de açúcar no sangue.

    A maçã ainda previne doenças no futuro. Uma pesquisa polonesa da Universidade de Jagiellonian concluiu que consumir pelo menos uma unidade da fruta por dia reduz em pelo menos 35% o risco de câncer intestinal.

    Nos Estados Unidos, nutricionistas da Universidade de Cornell descobriram ainda que ela não apenas previne o problema, como também pode auxiliar em sua cura.

    Se você mal pode esperar para ir ao mercado e abastecer a despensa com maçãs, fique atenta, pois os especialistas recomendam moderação. Comer mais que três unidades por dia causa um efeito contrário: em grandes quantidades, ela pode ser tóxica.

    Assim, prefira consumi-la antes da última refeição do dia, principalmente se o seu objetivo é emagrecer. Isso porque as fibras presentes na maçã irão deixá-la satisfeita por mais tempo, evitando a ingestão exagerada de calorias à noite.

    Outra dica é nunca tirar a casca, pois ela possui pelo menos cinco vezes mais substâncias ativas do que a polpa.

    No Brasil, é possível encontrar pelo menos quatro variações da fruta, que são diferentes na cor, na consistência da polpa e até na quantidade de nutrientes. Descubra qual é a sua preferida e renda-se aos benefícios do alimento.

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  • Qual o tratamento certo para cada estágio de celulite

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    Descubra qual o nível dos seus furinhos e a maneira mais eficaz de eliminá-los

    Crédito: Thinkstock

    É difícil encontrar uma mulher que não tenha problemas com a celulite. Afinal, os temidos furinhos são bem democráticos e estão presentes tanto nas mais magras quanto naquelas que estão acima do peso. Alguns especialistas acreditam, inclusive, que eles estão presentes nos corpos de 95% das mulheres.

    E combater o problema não é tarefa fácil. O TodaEla já publicou um guia com 10 tratamentos para que realmente ajudam a suavizar a celulite, mas outros fatores também influenciam. Alimentação adequada, prática de exercícios físicos e escolher o procedimento certo fazem toda a diferença na luta contra o efeito casca de laranja.

    Vale lembrar que a celulite aparece com mais frequência em certos locais do corpo, como região glútea, coxa, abdome e braços. Em casos mais raros, ela pode ser encontrada na região interna do joelho e nos tornozelos. Apesar de existir locais mais propensos para o surgimento do problema, identificar as causas é mais complicado. Isso porque diversos fatores influenciam o aparecimento dos furinhos, como herança genética, alterações hormonais, alimentação desregulada, acúmulo de gordura corporal e sedentarismo.

    Assim, a celulite é parte de um processo inflamatório das células gordurosas. Em resumo, o tecido adiposo aumenta e comprime os vasos linfáticos e as veias, gerando um edema que prejudica a circulação. Por isso, antes de investir em tratamentos, é preciso optar por um estilo de vida saudável.

    As fisioterapeutas da Clínica Estética Los Angeles, localizada em Curitiba, indicam eliminar alguns vilões da dieta para começar o combate à celulite. Entre eles estão o álcool e o cigarro, além de sal, gorduras, frituras, doces e refrigerantes em excesso. A recomendação é praticar exercícios físicos e manter a alimentação balanceada. Além disso, vale prestar atenção ao look de todo dia: evitar salto alto e roupas justas que prejudiquem a circulação também ajuda a suavizar os furinhos.

    Outra dica é apostar em uma massagem turbinada para complementar o tratamento escolhido, independente do nível da sua celulite. O exemplo da clínica curitibana é a sessão feita em todo o corpo a partir de movimentos intensos, rápidos e repetitivos com o auxílio de rolos de sucção com miniventosas que ativam a circulação, eliminam as toxinas e aumentam a oxigenação e a nutrição celular.

    Porém, quem quer combater o problema da maneira mais eficaz pode conferir a lista abaixo. Nela, você encontra dicas para identificar em qual estágio está a sua celulite e quais os procedimentos que se adéquam mais a cada situação. Veja as dicas e elimine os furinhos para o verão.

    Estágio 1

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    O estágio 1 da celulite é o mais fácil de tratar, já que é possível optar por tratamentos mais suaves. Ele é caracterizado por apenas uma discreta dilatação das veias do tecido gorduroso, sendo que quase não há sinais visíveis.

    Para a fisioterapeuta Juliana Cella, da clínica Los Angeles, a combinação de Manthus e Drenagem Linfática é a mais indicada nesse caso. “Essas duas técnicas associadas vão evitar o avanço do grau da celulite e atuarão como prevenção”, afirma ela.

    O Manthus é praticamente indolor e apresenta resultados rápidos. Ele combina ultrassom e correntes elétricas, quebrando as células de gordura em partículas menores. Os estímulos elétricos então fazem com que elas sejam eliminadas pela urina.

    Já a Drenagem Linfática é uma massagem feita com movimentos leves que ativam a circulação, favorecem a oxigenação celular, reduzem o inchaço e, consequentemente, combatem a celulite. A sessão de, em média, uma hora também faz bem para o bem-estar, pois ajuda a relaxar.

    Estágio 2

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    No estágio dois da celulite, já é possível observar as irregularidades na pele. Isso porque o aumento do volume das células provoca alteração circulatória, comprimindo as veias e os vasos linfáticos. O resultado é um inchaço das células de gordura que começam a ficar acumuladas.

    Nesse caso, vale apostar na combinação de Powershape e Velashape, como aconselha a fisioterapeuta da clínica curitibana, Renata Marquetti. “Os dois procedimentos ativam a circulação e estimulam a produção de colágeno e fibras elásticas”, explica ela.

    O Powershape Plataform possui tecnologia “seis em um” para associar diferentes técnicas. Assim, a integração dos procedimentos permite a quebra das células de gordura e estímulo da produção de colágeno e elastina. O resultado é uma pele mais lisa e uniforme.

    O Velashape, por sua vez, alia radiofrequência, infravermelho e massagem para combater não apenas a celulite, mas também a flacidez e a gordura localizada. Recentemente, foi lançada a versão II do aparelho, que é três vezes mais potente. Assim, a promessa é esculpir o corpo, ativar a circulação, melhorar a vitalidade da pele e, claro, suavizar os furinhos.

    Estágio 3

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    As mulheres que estão no estágio 3 da celulite já possuem o aspecto “casca de laranja” na região atingida. Nesse nível ocorre uma desorganização do tecido e o aparecimento de nódulos que são vistos como irregularidades na superfície da pele. Há também um comprometimento da circulação.

    Para combater o problema, a fisioterapeuta Gabrielle Kadri, da clínica Los Angeles, indica a combinação de Velashape e Carboxiterapia. “Enquanto a Carboxiterapia aumenta a oxigenação da região, o Velashape ajuda a diminuir as células de gordura”, comenta ela.

    Vale ressaltar que a Carboxiterapia é um tratamento um pouco mais doloroso e invasivo, pois conta com injeções que preenchem as camadas inferiores da pele e promovem a oxigenação do tecido.

    Estágio 4

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    O estágio 4 é aquele que a celulite está mais avançada. Os furinhos são duros e a região fica com depressões. Em razão dos nervos comprimidos, a sensação de dor no local é comum. Nesse nível, a aparência de casca de laranja pode ser vista até mesmo através das roupas.

    Para combater o problema, a dica da fisioterapeuta Juliana Cella é combinar Cavitação e Velashape. “A cavitação provoca a formação de microbolhas no tecido adiposo que implodem e são eliminadas por vias naturais. Aliada ao Velashape, ela promoverá também a produção de colágeno”, explica ela.

    Antes de começar um tratamento, as especialistas recomendam uma consulta com um fisioterapeuta ou profissional especializado para conferir se os aparelhos realmente se adéquam às suas necessidades e se não há contraindicações para o seu estilo de vida. Ainda assim, não é preciso se preocupar: sempre haverá um procedimento para ajudar você a se livrar dos furinhos.

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  • Emagrecimento sem exercício é insustentável’, diz o treinador Atalla

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1184326-emagrecimento-sem-exercicio-e-insustentavel-diz-o-treinador-atalla.shtml

    O treinador físico Marcio Atalla, que atualmente tenta converter o ex-jogador de futebol Ronaldo aos exercícios, foi enfático ao responder à questão “o que emagrece mais?”: “É óbvio que o maior problema da obesidade é o sedentarismo. A alimentação tornou-se importante porque hoje o gasto calórico médio da população é ridículo.”

    Segundo ele, regimes sem atividade física são insustentáveis e, a longo prazo, acabam em efeito sanfona.

    “A dieta, sozinha, vai naufragar sempre. Quando você faz só a restrição alimentar, tem que comer cada vez menos para continuar perdendo peso. Com o emagrecimento, o metabolismo vai caindo [ficando mais lento]”, afirma.

    Segundo Atalla, isso ocorre porque fazendo só dieta a pessoa perde, além de gordura, massa magra (músculo), tecido que, em repouso, gasta mais energia do que a gordura.”Quando a pessoa para de emagrecer, o metabolismo está mais baixo e ela volta a engordar com a mesma quantidade de alimento que ingeria antes.”

    Esse, porém, é um ponto controverso. O pesquisador americano Timothy Church, por exemplo, argumenta que o maior efeito do exercício não é aumentar o metabolismo, e sim queimar calorias durante a prática.

    “Não há erro em dizer que o exercício é determinante para manter o peso depois de emagrecer, mas o mecanismo exato de como isso acontece ainda não é compreendido pela ciência”, diz o médico.

    Os especialistas concordam no seguinte ponto: pessoas que emagrecem sem se exercitar perdem músculo. Esse seria um ‘contra’ de aderir apenas à dieta.

    Mas não se sabe o quanto de massa magra é perdida, explica o endocrinologista Bruno Geloneze, do laboratório de investigação em metabolismo e diabetes da Universidade Estadual de Campinas.

    “Depende da genética, do tipo de exercício. Mesmo assim, a maior parte do peso perdido é gordura”, diz.

    MAIS MASSA MAGRA

    De acordo com Geloneze, mais importante do que perder peso é mudar a composição corporal. “Emagrecer é diminuir a quantidade de gordura no corpo, não só perder quilos”, explica.

    Quem treina pode até ganhar uns quilos porque há um ganho de músculo, que é mais pesado que a gordura.

    Para Atalla, os ganhos da atividade física para a saúde são mais certos e mais importantes do que a diminuição de um número no manequim.

    “Não existe alimentação que faça você ter os ganhos de saúde cardiovascular que o exercício traz. É mais interessante um gordinho ativo do que um magro sedentário”, compara.

    Dois estudos publicados em setembro comprovaram que o condicionamento físico conta mais que o peso para a saúde cardiovascular. Uma das pesquisas analisou dados de 43 mil americanos e descobriu que os obesos ativos tinham um menor risco de morte e indicadores de saúde semelhantes aos de pessoas magras. O trabalho foi publicado no “European Heart Journal”.

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