Categoria: Saúde

  • Farmacêuticos podem receitar medicamentos que não exijam prescrição médica

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/farmaceuticos-podem-receitar-medicamentos-que-nao-exijam-prescricao-medica-25092013

    Profissionais vão poder prescrever analgésicos, remédios tópicos e fitoterápicos

    Agência Estado

    Farmacêutico é o profissional que melhor pode orientar os pacientes, já que é o seu campo de estudo Getty Images

    A partir desta quarta-feira (25),receitar Dia Internacional do Farmacêutico, profissionais da categoria em todo o País vão poder receitar medicamentos que não exigem prescrição médica. A resolução do CFF (Conselho Federal de Farmácia) será publicada hoje no Diário Oficial da União. Com a nova regulamentação, os farmacêuticos vão poder receitar, por exemplo, analgésicos, medicamentos tópicos e fitoterápicos.

    Para o presidente do CRF-SP (Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo), Pedro Menegasso, a medida vai formalizar o que já era um hábito. “As farmácias são obrigadas a ter um farmacêutico e esse auxílio já é dado informalmente.”

    A regulamentação foi aprovada pelo CFF nove dias depois de o Congresso Nacional aprovar os vetos feitos por Dilma Rousseff à Lei do Ato Médico. A lei prevê que o ato de prescrever tratamentos não é exclusiva para formados em Medicina.

    Para o presidente do CRF-SP, a aprovação das mudanças poucos dias depois da aprovação dos vetos ao Ato Médico foi coincidência. “A decisão de prescrever medicamentos que não exigem receita médica não entra na área deles (dos médicos). Todo medicamento oferece riscos. O farmacêutico é o profissional que melhor pode orientar os pacientes, já que é nosso campo de estudo.”

    Para o primeiro-secretário do CFM (Conselho Federal de Medicina), Desiré Callegari, “a lei que regulamenta a profissão do farmacêutico não prevê o diagnóstico de doenças e a prescrição de tratamentos”. O CFM deve se pronunciar oficialmente hoje

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  • Escova, tesoura e navalha podem transmitir hepatite e até Aids

    Acesse:http://www.midiams.com.br/noticia/saude/escova-tesoura-e-navalha-podem-transmitir-hepatite-e-ate-aids/71964

    Uso de lâminas sem a devida higienização pode trazer problemas de saúde como hepatite C, infecções bacterianas e até mesmo Aids

    Salões de beleza parecem ser inofensivos, mas podem ser uma fonte de riscos à saúde. Usar escovas de cabelo, tesouras, navalhas e alicate para unhas sem à devida higienização pode transmitir hepatite e até HIV, de acordo com especialistas.

    De acordo com a dermatologista Fernanda Carrilho de Menezes, se a escova ou o pente estiver contaminado, poderá transmitir micose.

    “Escovas, pentes e prendedores de cabelo, se não higienizados de maneira correta, podem transmitir doenças, como micoses, piolhos e sarna”.

    O uso de lâminas sem a devida higienização pode trazer problemas de saúde como hepatite C, infecções bacterianas e até mesmo Aids para o cliente, explica a dermatologista.

    Isso acontece porque o corte do objeto pode provocar feridas com sangue. As lâminas e agulhas são de uso único, sem possibilidade de reutilização, por isso, devem ser colocadas em recipiente apropriado, de paredes rígidas, devidamente identificado como resíduo infectante.

    A terapeuta capilar ainda alerta que os homens que fazem a barba devem checar atentamente sobre a higienização do material que será utilizado.

    Os objetos cortantes ou perfurantes contaminados com sangue podem ser um risco. Isso acontece se o aparelho for utilizado em um soropositivo que fez um corte e, logo em seguir, for usado em outra pessoa que também sofrer um corte acidental.

    Qualquer tipo de escova, seja ela metálica,de  porcelana, de plástico ou almofadada, deve ser higienizada corretamente, principalmente quando usada de forma compartilhada, explica a terapeuta capilar.

    Segundo a terapeuta capilar Sandra de Assis Maia, é recomendado que a limpeza seja feita por meio da lavagem com água e detergente, tanto nas escovas quanto nos pentes.

    Só é possível pegar doenças capilares quando há contato direto com o couro cabeludo. No caso do lavabo, a pessoa está mais propícia a ter uma doença de pele, segundo Sandra.

    De acordo com a terapeuta, algumas pessoas vão de bermudas para o salão e, com isso, o contato da pele com cadeiras e lavabos pode ocasionar doenças de pele. O correto é sempre o profissional passar um pano com álcool após o uso do lavabo.

    A inalação do produto pode causar câncer no aparelho respiratório, dor de garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da frequência respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório, conforme explica a terapeuta capilar.

    A progressiva também pode causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema pulmonar e pneumonia. O contato com a pele (couro cabeludo) causa irritação, dor e queimaduras.

    De acordo com a dermatologista, as pessoas poderão contrair micoses.

    Ao fazer as unhas, a utilização da bacia, sem que haja proteção de um saco plástico, pode acarretar micoses, também conhecidas como frieiras. Além da bacia, é fundamental que haja cuidado quanto à toalha. Cada cliente deve ter a sua. Para que as pessoas se protejam destes perigos é interessante que cada pessoa tenha o seu kit de manicure/pedicure.

    Piolhos não passam com pentes e escovas, mas podem ser pegos no compartilhamento de vestimentas, ou seja, as capas utilizadas na hora de cortar o cabelo, explica a especialista Sandra.

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  • Pesquisadores descobrem método de levar vírus HIV à autodestruição

    Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37679/37679

    A medicina já conquistou avanços importantes no combate à Aids, mas ainda há muito o que caminhar. Um novo passo importante foi dado por pesquisadores da Universidade de Drexel, nos EUA, que descobriram uma molécula que engana o vírus e faz ele se autodestruir.
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    A novidade, chamada de Ação Dupla de Inibição Virolítica (DAVEI, na sigla em inglês), combina componentes modificados da imunidade do HIV com uma proteína que faz o vírus abrir mão de sua proteção. Assim, o DAVEI faz com que o HIV disperse seus componentes, como se ele estivesse acoplado a uma célula. O resultado é a destruição do vírus.

    Um dos maiores obstáculos das buscas da cura da Aids é o fato do vírus HIV desenvolver rapidamente imunidade em relação aos remédios. A pesquisa pode ser uma das alternativas a quebrar este problema.

    Ainda há muita pesquisa para ser desenvolvida em relação a tal descoberta, mas ela é um avanço importante. A descoberta é um método mecânico de desativar o vírus HIV –o que, teoricamente, tem potencial maior do que os remédios.

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  • Os benefícios da comida preparada no vapor

    Acesse:http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/reportagem/be-a-ba-da-cozinha/beneficios-comida-cozida-vapor-648783.shtml

    Cozinhar no vapor é um jeito simples e rápido de preparar os alimentos, além de reduzir a gordura dos pratos

     

    Panela alimentos cozinharSua família se surpreenderá com legumes mais crocantes e carnes macias e suculentas
    Foto: Getty Images

    Quer aliar uma alimentação saudável a um método de cozinhar simples e rápido? Então, opte pela comida feita no vapor. Nesse tipo de preparo, o tamanho, a forma e a composição nutricional dos alimentos sofrem pouca alteração, porque eles não ganham nem perdem água, como ocorre em outros tipos de cozimento.

    Resultado: a comida fica muito mais gostosa. Sua família se surpreenderá com legumes mais crocantes e carnes macias e suculentas. Dá para fazer até frutos do mar!

    Conheça outros benefícios dessa culinária prática e saborosa e vá direto para a cozinha!

    As vantagens para a sua saúde!

    Estudos comprovam que quem consome regularmente legumes e vegetais cozidos no vapor tem menos chance de desenvolver câncer, diabetes, ataques do coração e problemas de visão. Que tal?

    Alimentos preparados assim são mais saudáveis do que os crus, garante Steven K. Clinton, cientista de nutrição e professor de medicina na Divisão de Oncologia da Universidade de Ohio.

    O cozimento no vapor preserva 84% das vitaminas do brócolis, por exemplo, contra 40% do cozimento em água fervente. O mesmo acontece com a couve, a couve-flor, a batata, a cenoura, o espinafre e a beterraba. Portanto, se você consumir alimentos cozidos no vapor, estará ingerindo o dobro de nutrientes!

    Por não precisar de óleo, a comida feita no vapor é recomendada para pessoas com pressão alta e níveis elevados de colesterol e triglicerídeos, além de ser ideal para quem quer perder peso. E o melhor: não fica com cara de comida de regime, pois o sabor é mantido.

    Equipamento necessário

    Diferentemente do que se imagina, o cozimento no vapor dispensa panelas especiais. Você precisa apenas de um modelo comum e uma peneira de alumínio ou um escorredor de macarrão que se ajuste à panela.

    É possível preparar vários alimentos de uma vez, ajeitando-os em diferentes camadas. Em uma panela grande, por exemplo, pode-se colocar o peixe na parte de baixo, o arroz acima e os legumes em um nível mais elevado.

    Passo a passo da comida feita no vapor

    · Corte os alimentos em pedaços não muito grandes, para que o cozimento seja rápido e uniforme.

    · Coloque-os na peneira (ou escorredor) sem pressionar, assim o vapor pode circular.

    · Acrescente na panela entre três e cinco centímetros de água – os equipamentos específicos indicam a quantidade necessária (a principal regra é não deixar os alimentos encostarem na água).

    · Quando levantar fervura, coloque o cesto na panela, tampe e abaixe o fogo.

    · Evite ficar abrindo, para não interromper a circulação do vapor. E respeite o tempo de cozimento:

    · 10 minutinhos para legumes e verduras e de 15 a 20 minutos para peixes e frutos do mar.

    Tempera que fica gostoso!

    Jamais salgue os legumes antes de cozinhá-los. Isso pode tirar a cor e a umidade do alimento. Para temperar a água, use louro, alecrim, tomilho, alho e sal. Se o prato for peixe ou frutos do mar, prefira pimenta-do-reino, sal ou limão.

    Dica esperta

    Para fazer a criançada comer legumes, acrescente, em doses moderadas, elementos que estimulam o paladar, como sal, azeite e especiarias.

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  • Medicamentos e estresse podem provocar queda de cabelos

    Acesse:http://r7.minhavida.com.br/saude/materias/10400-medicamentos-e-estresse-podem-provocar-queda-de-cabelos

    Ela pode ser o início de uma calvície e precisa de tratamento

    Quando o cabelo começa a ficar escasso, o pânico surge. Muitas vezes, dá para ver os fios espalhados nas roupas, no travesseiro e na escova, mas em outras, só fica a impressão de que o volume diminuiu. E é aí que surge a dúvida: é queda de cabelo ou calvície? Segundo a tricologista Sheila Belotti é normal que uma pessoa perca entre 50 a 100 fios por dia. Porém, é preciso ficar atento. “A queda só é normal quando o fio que caiu é substituído por outro que está nascendo. Assim, a quantidade se mantém equilibrada”, explica. A seguir, a especialista tira as principais dúvidas sobre o assunto.

    Queda de cabelo

    Existe diferença entre a queda anormal de cabelo e a calvície?
    Sim. A queda anormal dos fios pode ser considerada uma etapa da calvície, resultante de fatores como a baixa quantidade de ferro no organismo, estresse, disfunções da tireoide e uso de medicamentos, por exemplo. A queda de cabelo é denominada de eflúvio telógeno, uma queda mais violenta que a perda natural dos fios, com perda de cerca de 300 fios ao dia. Esse tipo de queda pode ser até patológico. Um paciente com doença renal, por exemplo, pode sofrer um eflúvio telógeno e perder muito cabelo. Neste caso, um nefrologista vai cuidar da doença e um tricologista ajudará o paciente a nutrir e estimular novos fios. Já a calvície androgenética (andro = hormônio masculino e genético = predisposição transmitida por genes) pode ocorrer tanto em homens quanto em mulheres, mas é muito mais comum no sexo masculino. A disfunção é resultado da junção do hormônio DHT (dihidrotestosterona) com a enzima 5 (alfa-redutaze II). O hormônio atua no bulbo capilar (raiz), fazendo o fio nascer atrofiado (miniaturização) e mais fino, levando a rarefação capilar. Essa diminuição sinaliza a calvície.

    “A queda só é normal quando o fio que caiu é substituído por outro que está nascendo. Assim, a quantidade se mantém equilibrada”

    As vitaminas presentes no organismo influenciam na perda de cabelos? 
    Sim, tanto a falta quanto o excesso de vitaminas pode levar à queda. Geralmente, a falta de magnésio, ferroe vitamina B predispõe a perda dos fios. O excesso também pode provocar a queda. O excesso de cobre no organismo, por exemplo, pode provocar a anemia hemolítica, que resulta na perda dos fios.

    O uso de certos medicamentos pode levar à queda capilar?
    Sim. Geralmente, antidepressivos, anfetaminas, medicações para emagrecimento e para tratamento de acne. Esse tipo de medicamento deve apresentar o tipo de efeito colateral na bula. A busca pelo aconselhamento médico é crucial para tirar as dúvidas sobre a atuação deles no organismo.

    Queda de cabelo

    Durante a gravidez pode ocorrer perda de cabelo? 
    Sim. O crescimento do cabelo é dividido basicamente em três fases (anágena, catágena e telógena).
    Fase Anágena: corresponde ao crescimento ativo do cabelo. Dura de três a seis anos.
    Fase Catágena: é o período de regressão, ou seja, o cabelo começa a morrer. Dura três semanas.
    Fase Telógena: dura aproximadamente três meses, onde o cabelo morto é empurrado por um novo fio anágeno.
    Durante a gravidez, a fase anágena é prolongada. Isso quer dizer que cerca de 90% dos cabelos permanecem. Mas, após o parto, os fios entram em fase catágena e telógena e, até quatro meses após o nascimento do bebê, a queda de cabelos pode ser intensa, caracterizada como eflúvio telógeno. O quadro pode se agravar por conta de complicações anestésicas, quantidade baixa de proteínas no organismo e pela amamentação. Durante a gestação, é possível trabalhar a fibra capilar, mas não há como prever ou tratar um possível quadro de eflúvio capilar pós-parto que ainda não aconteceu.

    É possível ficar completamente sem cabelos por causa de estresse? 
    Em situações extremas, sim. Geralmente, o estresse provoca o eflúvio telógeno. Porém, o que merece atenção especial é o estresse oxidativo, que compromete o sistema circulatório periférico, afetando a fixação dos fios. Altas taxas do hormônio cortisol no organismo, resultante de estresse contínuo, também está na lista dos fatores que influenciam na queda de cabelo.

    O que fazer para evitar o problema?
    É preciso ter uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e proteínas, manter o equilíbrio mental e praticar exercícios físicos. Mexer o corpo gera substâncias como a noradrenalina e adrenalina, favorecendo a circulação sanguínea e, portanto, a nutrição e absorção de elementos ativos pelos fios.

    Quais os tratamentos utilizados para combater a queda de cabelo?
    Geralmente, o tratamento é individualizado para que os ativos (jaborandi, cisteína,piridoxina, D-Pantenol, vitaminas, aminoácidos, fitoterápicos, inibidores de andrógenos) sejam escolhidos de acordo com o problema a ser tratado. Hoje, o método mais moderno é associar vários procedimentos para estimular, nutrir e reativar o nascimento de fios.

    Uma vez que acontece, o problema de queda de cabelo pode ser recorrente? 
    Depende da razão da queda. Caso seja, por exemplo, uma predisposição genética, sim. Porém, fazer uso de medicamentos que provoquem queda é uma situação que pode ser revista pelo médico.

    A queda capilar pode ser resultante dos seguintes processos: 

    – Androgenia (herança genética de perda capilar)
    – Deficiência de ferro
    – Estresse
    – Anestesias prolongadas
    – Síndromes e patologias
    – Alguns medicamentos
    – Problemas na tireoide
    – Danos químicos provocados por agentes externos (por exemplo, escova de formol)
    – Exposição demasiada ao sol (fotoenvelhecimento capilar)

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  • Exame de sangue poderá prever taxa de envelhecimento, diz estudo

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130709_sangue_envelhecimento_fn.shtml

    Exame de sangue (AP/Arquivo)No futuro, exame de sangue poderá prever envelhecimento

    Cientistas britânicos do King’s College acreditam que um simples exame de sangue poderá prever o grau de envelhecimento de uma pessoa no futuro.

    Os pesquisadores descobriram que as “impressões digitais” químicas no sangue, conhecidas como metabólitos, deixadas como resultado de mudanças moleculares ainda antes do nascimento ou durante a infância, podem fornecer pistas sobre o estado geral de saúde no longo prazo e também sobre a taxa de envelhecimento.

    Ao estudar gêmeos, os cientistas encontraram um grupo de 22 metabólitos ligados ao envelhecimento. Um destes, considerado como uma nova descoberta, está ligado a traços como função pulmonar, densidade mineral dos ossos e também fortemente ligado ao peso no momento do nascimento, um fator conhecido que determina a saúde durante o envelhecimento.

    Segundo os pesquisadores, os níveis deste novo metabólito, que podem ser determinados ainda na gravidez e afetados pela nutrição durante o desenvolvimento da criança, podem refletir um envelhecimento acelerado.

    De acordo com os cientistas, no futuro será possível identificar estes marcadores de envelhecimento com um simples exame de sangue, o que poderá fornecer mais informações sobre a expectativa de vida e abrir caminho para o desenvolvimento de tratamentos de doenças relacionadas a esta época da vida de uma pessoa.

    “Cientistas sabem há muito tempo que o peso de uma pessoa no momento do nascimento é um fator importante para a saúde na meia-idade e velhice e que pessoas que nascem com peso baixo são mais propensas a doenças relacionadas à idade. Até agora os mecanismos moleculares que ligam o baixo peso ao nascer com saúde e doença na velhice ainda eram evasivos, mas esta descoberta revelou um dos caminhos moleculares envolvidos”, afirmou Tim Spector, chefe do Departamento de Pesquisa com Gêmeos do King’s College de Londres.

    O estudo foi publicado na revista especializada International Journal of Epidemiology.

    Perfil

    Os pesquisadores fizeram um perfil dos metabólitos analisando amostras de sangue doadas por mais de 6 mil gêmeos.

    Eles identificaram 22 metabólitos diretamente ligados ao envelhecimento cronológico. A concentração dos metabólitos era maior entre pessoas mais velhas do que entre os mais jovens.

    Um metabólito em particular, chamado de C-glyTrp, está associado com a função pulmonar, densidade mineral nos ossos, índice de colesterol e pressão sanguínea. O papel deste metabólito no envelhecimento é uma descoberta completamente nova.

    Ao comparar os pesos no nascimento de gêmeos idênticos que participaram da pesquisa, os pesquisadores descobriram que este metabólito também estava associado a um peso mais baixo em recém-nascidos.

    “Este metabólito único, que está relacionado ao envelhecimento e a doenças ligadas ao envelhecimento, era diferente em gêmeos idênticos que tinham pesos diferentes ao nascer. Isto nos mostra que o peso ao nascer afeta um mecanismo molecular que altera este metabólito”, afirmou Ana Valdes, a pesquisadora que liderou o estudo.

    “Isto vai nos ajudar a entender como uma nutrição mais baixa ainda no útero altera os caminhos moleculares que vão resultar em um envelhecimento mais rápido e maior risco de doenças ligadas ao envelhecimento 50 anos depois”, acrescentou.

    A cientista afirma que a compreensão destes caminhos moleculares envolvidos nos processos de envelhecimento pode abrir caminho para a criação, no futuro, de exames simples para detectar e terapias para tratar doenças ligadas ao envelhecimento.

    “Como estes 22 metabólitos ligados ao envelhecimento são detectáveis no sangue, agora podemos ver a verdadeira idade a partir de uma amostra de sangue e, no futuro, isto poderá ser melhorado e poderemos identificar o futuro do envelhecimento biológico das pessoas”, disse.

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  • Bactérias podem ser arma no combate à obesidade

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/09/130906_bacteria_intestino_obesidade_gm.shtml

    Obesidade | Foto: PAIntestino contém trilhões de bactérias que ajudam na digestão

    Um estudo americano mostrou que bactérias que vivem em nosso aparelho digestivo podem contribuir para a redução de peso.

    As bactérias estudadas fazem parte de um grupo de milhares de tipos de micróbios que afetam nossa saúde.

    Uma experiência em laboratório revelou que camundongos engordavam ao receberem bactérias do aparelho digestivo de pessoas obesas.

    O inverso também foi comprovado: ao receberem bactérias de pessoas magras, as cobaias engordaram menos.

    A descoberta feita nos Estados Unidos foi divulgada na prestigiada revista especializada Science.

    Gêmeos

    Os pesquisadores da Escola de Medicina da Washington University in St. Louis, no Estado americano do Missouri, retiraram bactérias do aparelho digestivo de pessoas gêmeas com uma característica peculiar: um era gordo e outro era magro.

    As cobaias que receberam a bactéria do gêmeo obeso ganharam peso e acumularam mais gordura do que aquelas que receberam a bactéria do gêmeo magro.

    Os cientistas utilizaram apenas camundongos que foram criados em ambientes estéreis, garantindo a ausência de qualquer bactéria intestinal antes do estudo.

    Fezes, fibra e gordura

    Um desdobramento interessante ocorreu quando dois camundongos que receberam tipos diferentes de bactérias foram colocados no mesmo ambiente. Nesse caso, os dois permaneceram magros.

    Como as cobaias comem as fezes umas das outras, os animais que receberam, no princípio, a bactéria do gêmeo obeso, acabaram adquirindo a bactéria do gêmeo magro por meio de suas fezes, o que os ajudou a permanecer saudáveis.

    Isso ocorreu, porém, apenas quando os dois camundongos recebiam uma dieta com pouca gordura e muita fibra. Quando submetidos a uma dieta rica em gorduras e pobre em fibras, os dois ganharam peso.

    O estudo encontrou diferenças no modo como os dois tipos de bactéria – a do gêmeo magro e a do gêmeo obeso – agiram ao digerir fibra e gordura.

    “Nós não jantamos sozinhos, nós jantamos com trilhões de amigos – nós temos que considerar os micróbios que vivem em nosso intestino”

    professor Jeffrey Godon, da Escola de Medicina da Universidade de Washington

    De modo geral, as bactérias intestinais do gêmeo magro se saíram melhor ao digerir fibras, levando ao surgimento de ácidos graxos.

    Isso significa uma produção maior de energia no processo, com substâncias químicas prevenindo o depósito de gordura adiposa e, ao mesmo tempo, aumentando a quantidade de energia gasta.

    Entretanto, a dieta também foi importante para criar as condições ideais para que a bactéria do gêmeo magro pudesse se proliferar.

    Por isso, cientistas acreditam que uma terapia de emagrecimento utilizando bactérias intestinais não funcionaria caso o paciente seguisse uma dieta rica em gordura.

    Terapia em humanos

    Um dos cientistas responsáveis pela pesquisa, Jeffrey Gordon, ressaltou a influência das bactérias do aparelho digestivo na dieta das pessoas.

    “Nós não jantamos sozinhos, nós jantamos com trilhões de amigos – nós temos que considerar os micróbios que vivem em nosso intestino”, disse.

    Apesar disso, especialistas não acreditam que o transplante de milhares de bactérias de pessoas magras venha a ser uma terapia de emagrecimento viável, devido ao risco de se transportar doenças no processo.

    Seria mais provável o transplante de um grupo exato de bactérias que favoreçam o controle de peso – e o uso de alimentos que favoreçam sua proliferação no intestino.

    Gordon afirma que o próximo passo seria o de “tentar determinar o quão generalizados são os efeitos destas bactérias e que alimentos podem favorecer suas atividades no organismo”.

    Ele ainda ressalta que devemos “dar um passo à frente e passar a considerar os alimentos em face dos micróbios que vivem dentro do nosso intestino”.

    Ao comentar a pesquisa, Julian Parkhill, do Welcome Trust Sanger Institute (um importante centro de estudo do genoma humano na Inglaterra), disse esperar um futuro em que a “prescrição” de bactérias para tratar a obesidade seja comum.

    “Existe muito trabalho a ser feito, mas isto [o estudo nos EUA] é uma prova de que as bactérias podem controlar a obesidade em adultos”, afirma.

    Ele ainda pondera: “Esta é um área muito promissora, mas precisamos ser cautelosos ao promover isso como uma cura para tudo”.

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  • Anvisa suspende Loratadina D

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/anvisa-suspende-loratadina-d.html

    A Anvisa suspendeu a comercialização de Loratadina D em comprimido da Pharlab em todo o território nacional.

    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) resolveu suspender a fabricação de Loratadina D em comprimido no Brasil. Desta forma, a indústria farmacêutica Pharlab não poderá mais produzir o medicamento.

    654540 Anvisa suspende Loratadina D Anvisa suspende Loratadina D

    O anúncio que impede a distribuição e a comercialização do remédio foi feito nesta terça-feira (10), com uma publicação no Diário Oficial da União.

    OS MOTIVOS DA SUSPENSÃO

    Anvisa suspendeu a Loratadina D, um medicamento usado para controlar os sintomas da rinite alérgica. De acordo com a agência, a medida foi tomada porque a fabricante alterou a fórmula do remédio sem prévia autorização.

    Foram suspensos todos os lotes de Loratadina D em comprimido fabricados a partir de 2010. Apesar da medida drástica, a Anvisa declarou não saber se a alteração na fórmula pode causar problemas de saúde.

    SOBRE A LORATADINA D

    654540 Anvisa suspende Loratadina D 1 Anvisa suspende Loratadina D

    A Loratadina, também conhecida pelo nome de Claritin, é um medicamento anti-histamínico indicado para aliviar os principais sintomas da rinite alérgica, como tosse, prurido nasal, espirros e coriza. Sua composição tem, basicamente, loratadina e pseudoefedrina. O remédio serve ainda para aliviar urticárias e outras alergias de pele.

     Como a maioria dos remédios, a Loratadina também pode apresentar efeitos adversos, como tontura, dores de cabeça, falta de sono, enjoo, falta de ar, nervosismo, dor de estômago, pressão alta ou baixa e taquicardia. Vale lembrar que o medicamento é contraindicado para mulheres grávidas ou que estão alimentando.

    Os médicos recomendam o consumo de 1 comprimido de 5 ou 10 mg por dia. O medicamento também pode ser encontrado à venda nas farmácias na versão de xarope.

    ANVISA INTERDITOU OUTROS MEDICAMENTOS

    654540 Anvisa suspende Loratadina D 2 Anvisa suspende Loratadina D

    A Anvisa determinou a suspensão do lote 012509 do Cedrilax 30, um medicamento para contusões, em virtude do desvio de qualidade na fabricação. A agência também proibiu o lote 46202 do medicamento Kollangel, da Natulab Laboratórios, por causa de irregularidades na rotulagem.

    Para completar a lista de remédios suspensos pela Anvisa, aparece o lote CN121046C de Solução de Cloreto de Sódio 9ml/ml, da Nasolive. De acordo com a Anvisa, o motivo da suspensão foi “os resultados insatisfatórios nos ensaios de Contagem de Bactérias Aeróbias Mesófilas e Contagem de Bolores e Leveduras.”

    Nos últimos tempos, a Anvisa tem se empenhado na tarefa de identificar medicamentos irregulares e suspendê-los. Em maio deste ano, a agência tirou de circulação todos os lotes de de Anastrol 1mg, do Laboratório Libra do Brasil S.A, um medicamento usado contra o câncer de mama.

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  • Consumo de aspartame pode afetar o sistema nervoso e os rins

    Acesse:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/13046-consumo-de-aspartame-pode-afetar-o-sistema-nervoso-e-os-rins

    Esse adoçante artificial só deve ser consumido com aconselhamento médico

    Na busca por alternativas para substituir o açúcar refinado, muitos produtos foram lançados usando o aspartame como adoçante artificial. Mas essa substância não é uma opção saudável e pode trazer inúmeros malefícios ao nosso organismo. Na verdade, o aspartame é uma bomba relógio armada para explodir de vez com a saúde! Tontura, fraqueza, dormências e problemas de visão podem sinalizar envenenamento por metanol que pode ocorrer graças ao consumo constante e em longo prazo de produtos com aspartame.

    Composto de ácido aspártico, fenilalanina e metanol, o aspartame é diretamente afetado pelo aumento de temperatura. Bastam 30 graus para transformar metanol em formol e ácido fórmico, neurotoxinas que provocam a morte celular. A exposição crônica ao formol, mesmo em níveis baixos, comprovadamente causa danos neurológicos que podem se tornar irreversíveis se não houver tratamento.

    Tontura, fraqueza, dormências e problemas de visão podem sinalizar envenenamento por consumo constante e em longo prazo de aspartame

    O metanol também é encontrado em grande quantidade em refrigerantes chamados diet. Apenas um litro de refrigerante diet contém em média 56 miligramas de metanol – sete vezes a quantia diária de consumo considerada segura pelos médicos.

    Mas isso é só parte do problema. Aspartame também contém um aminoácido chamado ácido aspártico. Suas excitotoxinas podem causar a morte de células que compõem a bainha de mielina das fibras nervosas. O fato das excitotoxinas estarem em forma líquida piora tudo, pois são absorvidas com muito mais rapidez e os malefícios são mais rápidos no organismo. Assim, fique esperto.

    Um dos maiores perigos do aspartame é que sua ingestão, normalmente feita em pequenas quantidades, mascara problemas que podem se tornar sério para o organismo. Se você tem os sintomas, procure logo seu médico. Se o problema for o aspartame, prepare-se para um tratamento que pode ser intensivo e, em casos mais extremos, incluir anticonvulsionantes e sessões de hemodiálise, já que o metanol afeta o funcionamento dos rins.

    Mesmo sem sintomas, fuja de qualquer produto com aspartame. Adoçantes em geral não são aliados da boa saúde. Nem em dietas de emagrecimento, que devem usar sempre alimentos naturais. O consumo só é indicado em casos especiais e deve ser acompanhado por médico.

    Súper Saúde!

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  • Nova molécula sintética pode acabar com crises alérgicas em segundos

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    Alergia a pólen

    AlergiaSó quem sofre de alergias sabe o quanto elas são incômodas e desnecessárias na vida de um ser humano. Mas o problema vai muito além da inconveniência, afinal, casos mais sérios podem até mesmo levar à morte.

    Já existem diversos medicamentos no mercado capazes de tratar os sintomas da alergia. Mas uma nova molécula, chamada DARPin E2-79, promete fazer isso em apenas alguns segundos.

    Conforme os pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford explicam no estudo, a IgE (ou imunoglobulina E) é um tipo de anticorpo que o nosso sistema imunológico cria em resposta a determinados tipos de alérgenos. Se você é alérgico a gatos, por exemplo, você tem um monte de “IgE-gatos” circulando pelo seu corpo.

    Esses “IgE-gatos” continuam correndo descontroladamente dentro de seu corpo mesmo quando você não está perto de nenhum bichano, e é isso que faz com que as reações alérgicas se desencadeiem tão rapidamente. Graças aos IgE, o seu sistema imunológico está sempre preparado para dar uma “surtada”.

    Então, o verdadeiro culpado pelas reações desagradáveis causadas pelas alergias é uma combinação entre IgEs específicos e algumas células chamadas mastócitos. Os mastócitos liberam  histaminas e outros produtos químicos desagradáveis que causam os sintomas de uma crise alérgica. A conexão entre os IgEs e os mastócitos é a causa de todo o problema.

    Essa tal molécula sintética que está sendo desenvolvida é um novo inibidor para essas reações. Mas como ela funciona? Fazendo com que o IgE e os mastócitos se desconectem em apenas alguns segundos. Ela se aproveita de um rápido momento de fraqueza na relação entre os dois agentes.

    A DARPin E2-79 é, infelizmente, uma molécula que ainda custa muito caro para as empresas farmacêuticas produzirem. A esperança é que agora que uma fraqueza foi identificada, outras moléculas mais simples e mais baratas possam ser descobertas e disponibilizadas em forma de pílulas para acabar com as alergias de vez.

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