Categoria: Saúde

  • Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1321896-vacina-brasileira-contra-a-aids-sera-testada-em-macacos.shtml

    Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 24 meses, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos.

    Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. Atualmente, o projeto é conduzido no âmbito do Instituto de Investigação em Imunologia, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), um programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apoiado pela FAPESP no Estado de São Paulo.

    O trabalho teve início em 2001, com apoio de um Auxílio Regular sob a coordenação de Cunha Neto. Em parceria com Kalil, o pesquisador analisou o sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantinham o HIV sob controle por mais tempo e demoravam para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanecia mais elevada que o normal.

    “Já se sabia que as células TCD4 são responsáveis por acionar os linfócitos T do tipo CD8, produtores de toxinas que matam as células infectadas. As TCD4 acionam também os linfócitos B, produtores de anticorpos. Mas estudos posteriores mostraram que um tipo específico de linfócito TCD4 poderia também ter ação citotóxica sobre as células infectadas. Os portadores de HIV que tinham as TCD4 citotóxicas conseguiam manter a quantidade de vírus sob controle na fase crônica da doença”, contou Cunha Neto.

    Os pesquisadores então isolaram pequenos pedaços de proteínas das áreas mais preservadas do vírus HIV – aquelas que se mantêm estáveis em quase todas as cepas. Com auxílio de um programa de computador, selecionaram os peptídeos que tinham mais chance de serem reconhecidos pelos linfócitos TCD4 da maioria dos pacientes. Os 18 peptídeos escolhidos foram recriados em laboratório e codificados dentro de um plasmídeo – uma molécula circular de DNA.

    Testes in vitro feitos com amostras de sangue de 32 portadores de HIV com condições genéticas e imunológicas bastante variadas mostraram que, em mais de 90% dos casos, pelo menos um dos peptídeos foi reconhecido pelas células TCD4. Em 40% dos casos, mais de cinco peptídeos foram identificados. Os resultados foram divulgados em 2006 na revista Aids.

    Em outro experimento divulgado em 2010 na PLoSOne, em parceria com Daniela Rosa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Susan Ribeiro, da FMUSP, os peptídeos foram administrados a camundongos geneticamente modificados para expressar moléculas do sistema imunológico humano. Nesse caso, 16 dos 18 peptídeos foram reconhecidos e ativaram tanto os linfócitos TCD4 como os TCD8.

    “Fizemos o experimento com quatro grupos de camundongos. Cada um expressava um tipo diferente da molécula HLA (sigla da expressão em inglês para Antígenos Leucocitários Humanos), que está diretamente envolvida com o reconhecimento do vírus”, contou Cunha Neto.

    O grupo então desenvolveu uma nova versão da vacina com elementos conservados de todos os subtipos do HIV do grupo principal, chamado grupo M, que mostrou-se capaz de induzir respostas imunes contra fragmentos de todos os subtipos testados até o momento. O trabalho foi conduzido durante o doutorado de Rafael Ribeiro.

    “Os resultados sugerem que uma única vacina poderia, em tese, ser usada em diversas regiões do mundo, onde diferentes subtipos do HIV são prevalentes”, afirmou Cunha Neto.

    No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. “O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vaccinia – que é aparentado do causador da varíola – e colocamos dentro dele antígenos do HIV”, contou Cunha Neto.

    Nos animais imunizados com a vacina, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle. Agora estão sendo realizados experimentos para descobrir se, de fato, a destruição viral aconteceu por causa da ativação das células TCD4 citotóxicas.

    “Vamos imunizar um camundongo e injetar o vírus modificado. Em seguida, separaremos os linfócitos produzidos e injetaremos em um segundo animal apenas as células TCD4. Um terceiro animal receberá apenas as células TCD8. Depois esses dois animais que receberam os linfócitos com o vírus modificado serão infectados – e um terceiro receberá apenas placebo – para podermos ver qual organismo é capaz de combater melhor o vírus”, explicou Cunha Neto.

    Os cientistas estimam que, no estágio atual de desenvolvimento, a vacina não eliminaria totalmente o vírus do organismo, mas poderia manter a carga viral reduzida ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a imunodeficiência e não transmitir o vírus.

    Segundo Cunha Neto, a HIVBr18 também poderia ser usada para fortalecer o efeito de outras vacinas contra a Aids, como a desenvolvida pelo grupo do imunologista Michel Nussenzweig, da Rockefeller

    University

    , de Nova York, feita com uma proteína do HIV chamada gp140.”Em um experimento conduzido pela pesquisadora Daniela Rosa, observamos que a pré-imunização com a HIVBr18 melhora a resposta à vacina feita com a proteína recombinante do envelope do HIV gp140, que é a responsável pela entrada do vírus nas células. Uma vacina capaz de induzir a produção de anticorpos contra essa proteína poderia bloquear a infecção pelo HIV”, disse Cunha Neto.

    Macacos Rhesus

    A última etapa do teste pré-clínico será realizada na colônia de macacos Rhesus do Instituto Butantan – uma parceria que envolve as pesquisadoras Susan Ribeiro, Elizabeth Valentini e Vania Mattaraia. A vantagem de fazer testes em primatas é a semelhança com o sistema imunológico humano e o fato de eles serem suscetíveis ao SIV, vírus que deu origem ao HIV.

    “Nosso objetivo é testar diversos métodos de imunização para selecionar aquele capaz de induzir a resposta imunológica mais forte e então poder testá-lo em humanos. Além da vacina de DNA originalmente criada, vamos colocar os nossos peptídeos dentro de outros vírus vacinais, como o adenovírus de chimpanzé, vacina da febre amarela ou o MVA, e selecionar a melhor combinação de vetores”, afirmou Cunha Neto.

    Há dados que mostram, por exemplo, que a vacina com adenovírus recombinante contendo os mesmos 18 fragmentos do HIV em camundongos induz uma resposta imunológica de maior magnitude que a vacina de DNA.

    Segundo Cunha Neto, o objetivo é verificar não apenas qual é a formulação que mais ativa os linfócitos TCD4 citotóxicos como também a que mais auxilia a resposta de linfócitos TCD8 e a produção de anticorpos contra a proteína gp140, do envelope do vírus.

    O ensaio clínico de fase 1 deverá abranger uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, que será acompanhada de perto por vários anos. Nesse primeiro momento, além de avaliar a segurança do imunizante, o objetivo é verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo.

    Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa primeira etapa da fase clínica, poderá despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até terceira fase dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da FAPESP e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto.

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  • Teste molecular que prevê risco de tumor voltar recebe prêmio

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/08/1321687-teste-molecular-que-preve-risco-de-tumor-voltar-recebe-premio.shtml

    Um teste molecular feito a partir da saliva de pacientes que passaram por tratamento do câncer de cabeça e pescoço é capaz de prever a recidiva do tumor antes mesmo de surgirem os sinais clínicos.

    O estudo que levou ao desenvolvimento do teste ganhou o Prêmio Octavio Frias de Oliveira na categoria Pesquisa em Oncologia. O trabalho reuniu a Universidade Federal de São Paulo, o A.C. Camargo Cancer Center e o Hospital do Câncer de Barretos.

    A premiação, uma iniciativa do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), em parceria com o Grupo Folha, acontece hoje às 11h. A láurea leva o nome do publisher da Folha, morto em 2007.

    Editoria de arte/Folhapress

    Neste ano, entrou na premiação uma nova categoria–Inovação em Oncologia–, voltada a trabalhos científicos e patentes de brasileiros com potencial aplicação no tratamento do câncer.

    O trabalho vencedor revelou que uma molécula criada a partir de um fungo pode ajudar no combate ao câncer de bexiga e à tuberculose. O estudo foi feito pela rede de pesquisa Farmabrasilis em colaboração com a Unicamp e a Universidade Federal do ABC.

    Na categoria Personalidade em Destaque, a vencedora é a médica Silvia Regina Brandalise, 70, por sua atuação no Centro Boldrini, unidade de tratamento do câncer infantil ligada à Unicamp.

    Para cada categoria, a premiação é de R$ 16 mil. Representantes da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das academias de medicina e de ciências integraram a comissão julgadora do prêmio.

    Segundo Paulo Hoff, diretor do Icesp, apesar de o total de trabalhos inscritos ter caído em relação ao ano anterior (de 27 para 10), a qualidade melhorou: “Vivemos um momento de pujança da produção científica nacional. Queremos estimular mais a participação de pesquisadores de fora do Estado de São Paulo”.

    PESQUISAS VENCEDORAS
    O câncer de cabeça e pescoço é um dos dez mais frequentes nos homens, mas o tratamento pouco evoluiu nas últimas décadas. A taxa de sobrevida é baixa: 50% em cinco anos. Parte disso é atribuída ao alto índice de recidiva do tumor, de 30% até dois anos após o tratamento.

    Daí a importância do teste que detecta alterações celulares que vão levar ao desenvolvimento do tumor. “O olho molecular enxerga antes do olho clínico”, diz o líder da pesquisa, o biólogo André Vettore, 43, da Unifesp.

    Após tratar o câncer, o paciente é acompanhado de seis em seis meses. “O médico olha e não vê o tumor, mas as células tumorais podem já estar presentes.” Segundo ele, pacientes com alterações no teste tiveram cinco vezes mais risco de ter recaída em relação aos sem alterações. O exame é experimental.

    A pesquisa que venceu em inovação mostrou os mecanismos de ação da molécula P-MAPA. Testes com células humanas e roedores revelaram que ela ativa receptores na célula, capazes de auxiliar na redução do tumor.

    Segundo o coordenador da pesquisa, Wagner José Fávaro, 33, do Instituto de Biologia da Unicamp, o ineditismo do trabalho foi mostrar que existe uma via comum para a doença infecciosa e o câncer: “A imunoterapia pode levar ao tratamento de ambas”.

    O efeito da P-MAPA foi comparado com o da vacina BCG, usada na prevenção da tuberculose e contra o câncer de bexiga. Nos ratos tratados com a BCG, houve redução de 20% a 30% do tumor. No grupo que recebeu a P-MAPA, a diminuição foi de 90% a 95%.

    MÉDICA LIDEROU TRATAMENTO
    Há três décadas à frente do Centro Infantil Boldrini, de Campinas (SP), a médica Silvia Regina Brandalise, laureada na categoria Personalidade em Destaque do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, viu nesse período as chances de cura de alguns tipos de câncer da criança pular de menos de 5% para até 80%.

    “O câncer sempre foi tema de adultos. A oportunidade de montar um hospital pediátrico foi importante para mudar o curso da doença.”

    Mas, para ela, ainda é preciso investir mais na capacitação dos profissionais de saúde para o diagnóstico precoce dos tumores infantis.

    “O câncer da criança tem uma evolução muito mais rápida do que o do adulto. Mas responde rapidamente à quimioterapia. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura”, afirma Silvia.

    Desde 1978, a médica esteve na liderança dos principais protocolos que definiram os tratamentos da leucemia linfoide, o tipo de câncer infantil mais frequente.

    Ela coordena o Serviço de Hematologia-Oncologia Pediátrica da Unicamp e já presidiu as sociedades brasileira e latino-americana da área.

    Outro desafio, segundo a médica, é a compreensão dos fatores ambientais relacionados ao câncer, como o uso de pesticidas e hormônios.

    “A exposição ao benzeno está associada à leucemia do lactente e a tumores cerebrais. O impacto é antes, durante e depois da gestação.”

    O Boldrini faz parte um projeto internacional que mapeia os fatores de risco para o câncer infantil. O centro vai acompanhar 100 mil crianças nascidas na região, desde o pré-natal até os 18 anos

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  • PROFISSIONAIS DE MSF RECEBEM TREINAMENTO NA FIOCRUZ

    Acesse:http://www.msf.org.br/noticias/1694/profissionais-de-msf-recebem-treinamento-na-fiocruz/?utm_source=basedoador&utm_medium=newsletter&utm_content=simples-treinamento-chagas-dengue&utm_campaign=julho&mktcode=A139307

    Enviado por J A C A N I E L LO

    Curso Internacional de Doença de Chagas e Dengue já está em sua terceira edição e faz parte de acordo de cooperação firmado entre as duas instituições

    11 de julho – O 3º Curso Internacional de Doença de Chagas e Dengue, promovido por Médicos Sem Fronteiras (MSF) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), chegou ao fim ontem (10/07), com saldo positivo para as duas instituições.
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    A diretora da unidade médica de MSF-Brasil, Carolina Batista, ressalta que os participantes saíram do curso muito mais preparados para atuar em campo e mais conscientes da importância de ampliar o trabalho de diagnóstico e tratamento da dengue nos projetos que a organização desenvolve.
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    “Nesse curso nossos profissionais foram treinados para buscar os sintomas clínicos da dengue e é muito importante que esse olhar seja incorporado ao dia a dia dos nossos projetos, assim como é a malária é hoje”, disse Carolina. “Na parte dedicada à doença de Chagas, trouxemos a experiência que temos em campo e casos de pacientes, enquanto a Fiocruz trouxe toda a excelência de suas pesquisas. Foi uma troca muito rica.”
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    Para o assessor da vice-presidência de ambiente e atenção e promoção da saúde e coordenador da Rede Dengue/Fiocruz, José Augusto de Brito, o curso foi uma oportunidade de rever e melhorar as ferramentas de tratamento das doenças. “MSF trouxe um grupo tão qualificado que foi capaz, por exemplo, de compreender rapidamente a ferramenta que usamos para fazer classificação clínica dos casos de dengue e propor mudanças que podem melhorar o material. Eu vou levar a proposta apresentada aqui para o Ministério da Saúde”, afirmou.
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    Um dos participantes do curso, o coordenador da unidade de inovação do centro operacional de MSF em Genebra, Phillipe Cavailler, ficou impressionado com a experiência e a disponibilidade dos profissionais da Fiocruz de compartilhar o conhecimento. As informações que ele vai levar do curso serão fundamentais para a implantação do projeto piloto de teste rápido de dengue que ele está coordenando no Haiti, na República Democrática do Congo e na Guiné. “Temos ações pontuais com dengue em vários países, mas queremos expandir isso, já que é cada vez maior o número de países onde a doença é um problema sério”, diz.
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    A maioria dos participantes do curso era profissional de saúde. A exceção era o logístico Shaun Maylor. Trabalhando desde 2004 com MSF, Shaun se preparava para o seu 10º trabalho com a organização, uma epidemia de dengue no México. “Não vou atuar diretamente com o paciente; minha função será interromper o ciclo de vida do mosquito da dengue, seja com a pulverização ou com outras medidas. Mas, para um logístico desenvolver um bom trabalho, precisa entender as necessidades dos médicos e dos pacientes. E é por isso estou aqui hoje”, explicou.
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    Na opinião de Renato Sousa, enfermeiro de MSF, esse tipo de formação permite a implementação de novas dinâmicas de trabalho. “O conhecimento profundo do problema nos dá confiança para enfrentá-lo”.
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    Paulo Reis, médico que já está há oito anos com a organização, comentou que pôde ver a necessidade desse tipo de formação quando trabalhou em projetos onde a dengue era endêmica, como o Paquistão e a Somália: “Os profissionais locais que tratam a doença ficam um pouco perdidos. Eles se preocupam com coisas não tão importantes, como bolsas de transfusão de sangue especiais, porque não tem o preparo básico para lidar com a doença. Aqui fomos apresentados a ferramentas simples que podem ser aplicadas nos contextos em que atuamos e, agora, posso reproduzir esses conhecimentos nos projetos quando necessário.”
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  • Fumar durante a gravidez: perigos

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/fumar-durante-a-gravidez-perigos.html

    O hábito de fumar traz grandes prejuízos à saúde. Conheça os perigos de fumar durante a gravidez.
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    O hábito de fumar traz grandes prejuízos a vida dos indivíduos. Isso se torna ainda mais intenso quando a mulher descobre que está grávida e, mesmo assim, não abandona o cigarro. Essa atitude pode trazer diversos problemas tanto a vida da futura mamãe, quanto a do bebê que está sendo gerado. Conheça os perigos de fumar durante a gravidez.
    645520 Conheça os perigos de fumar na gravidez. Foto divulgação Fumar durante a gravidez: perigosTABAGISMO X GESTAÇÃO

    Quando o feto está em formação, absorve tudo que está no sangue da mãe. A gestante fumante, além de enviar o oxigênio para o bebê, também envia monóxido de carbono, uma substância liberada pela fumaça do cigarro. Ou seja, o pequeno acaba “fumando” junto com a mãe. Além dessa substância, existem outras estão presentes no cigarro e que afetam de forma direta a chegada de oxigênio e nutrientes para o bebê, a mais conhecida delas é a nicotina.

    RISCOS DE FUMAR NA GRAVIDEZ

    A gestante que mantem o vício de fumar nos primeiros três meses de gravidez, pode apresentar diversas intercorrências durante todo o período gravídico. Conheça algumas delas:

    Problemas maternos

    • Aborto espontâneo;
    • Sangramentos vaginais;
    • Descolamento prematuro da placenta.

    Problemas no feto

    • Malformações do bebê;
    • Prematuridade;
    • Bebê com baixo peso.

    645520 O filho de mães fumantes tem altas chances de desenvolver malformações. Foto divulgação Fumar durante a gravidez: perigosO filho de mães fumantes tem altas chances de desenvolver malformações. (Foto: divulgação)

    AFETANDO DIRETAMENTE A CIRCULAÇÃO MATERNA

    Além dos males que anteriormente citados, a saúde da gestante fumante também pode ser afetada de forma direta. A nicotina contida no cigarro ocasiona o estreitamento dos vasos sanguíneos. Como resultado, ocorre o aumento da pressão arterial, com consequente comprometimento das veias da perna, sendo um fator de risco direto para o desenvolvimento de problemas trombóticos (formação de coágulos). Caso essas patologias não sejam tratadas de forma adequada e precoce, pode ocasionar:

    • Embolia pulmonar – quando o coágulo da perna se solta e atinge o pulmão;
    • Insuficiência respiratória aguda;
    • Trombose de placenta – quando há formação de coágulos na placenta, evoluindo para insuficiência placentária. Como resultado, ela não consegue mais enviar os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê, sendo que em alguns casos, pode levar à morte do feto.

     

    645520 O tabagismo pode contribuir para o desenvolvimento de diversos problemas tanto para a mãe quanto para o bebê. Foto divulgação Fumar durante a gravidez: perigos

     

    O cigarro pode ocasionar diversos problema à saúde do indivíduo. Essa situação se torna ainda mais grave quando o vício está presente nas gestantes. Isso porque elas estão colocando em risco a vida de não uma, mas de duas pessoas. Após conhecer os perigos de fumar na gravidez, é importante que a gestante fumante tome consciência do problema e cesse o tabagismo o quanto antes.

    A categoria Saúde do portal Mundodastribos.com é um espaço informativo de divulgação e educação sobre os temas relacionados à saúde, nutrição e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento, sem antes consultar um profissional de saúde.
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  • Coração artificial usa tecido bovino

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/07/1318437-coracao-artificial-usa-tecido-bovino.shtml

    The New York TimesHá tempos, os cientistas procuram desenvolver um coração artificial durável, que possa funcionar de maneira tão eficaz quanto o oferecido pela natureza. Tentando cumprir esse objetivo, uma empresa francesa produziu um coração artificial que utiliza tecidos bovinos e que, em breve, será testado em pacientes humanos.

    As superfícies que entram em contato com o sangue humano nesse coração são feitas de tecido bovino, em vez de materiais artificiais como o plástico, que pode causar problemas como coágulos.

    “O modo como eles incorporaram superfícies biológicas nos pontos que entram em contato com o sangue é realmente uma grande vantagem”, disse o doutor Joseph Rogers, professor-associado na Universidade Duke em Durham, na Carolina do Norte, e diretor-médico de seu programa de transplante cardíaco e apoio circulatório mecânico. “Se eles acertarem esse desenho, poderão mudar o jogo, reduzindo a necessidade de remédios anticoagulantes.”

    Em desenvolvimento há 15 anos pela empresa Carmat, sediada em Paris, o coração foi aprovado para testes clínicos em centros de cirurgia cardíaca na Bélgica, na Polônia, na Arábia Saudita e na Eslovênia.

    Na França, onde o dispositivo ainda não foi liberado para implantação em humanos, os reguladores exigiram mais testes com animais, que estão sendo feitos.

    Esse é o primeiro coração artificial a usar derivados bovinos -especificamente, o tecido do saco pericárdico que envolve o coração dos animais. No passado, tecidos biológicos foram usados somente em válvulas de bombas de sangue mecânicas, disse o doutor Rogers.

    O coração artificial pode ajudar pacientes que esperam na (vagarosa) fila por um transplante de coração definitivo, que deve vir de outro ser humano.

    Por isso, um coração totalmente artificial para uso prolongado seria de grande valia, mas ainda é muito cedo para saber se o coração da Carmat, ainda não testado em humanos, será esse equipamento.

    O custo do dispositivo da Carmat seria de aproximadamente US$ 200 mil, disse o doutor Piet Jansen, diretor-médico da empresa. Ele não espera que o produto seja posto no mercado europeu antes do final de 2014.

    O coração da Carmat tem duas câmaras, cada qual dividida por uma membrana. Essa membrana tem tecido bovino de um lado, o que fica em contato com o sangue, e poliuretano do outro, que toca o sistema miniaturizado de bomba com motores e fluidos hidráulicos que modificam a forma da membrana. (O movimento da membrana empurra o sangue para o corpo.) A eletrônica e o software embutidos ajustam o ritmo do fluxo sanguíneo. Os pacientes podem portar as baterias em um coldre embaixo do braço ou em um cinto, entre outras opções.

    O tecido bovino também é usado em válvulas cardíacas artificiais que foram criadas pelo doutor Alain Carpentier, cirurgião cardíaco e pioneiro em reparo de válvula cardíaca, que também é fundador da Carmat e seu diretor-científico. O tecido bovino é tratado quimicamente para que seja estéril e biologicamente inerte.

    O equipamento é regulado por sensores, software e microeletrônica. Sua energia vem de duas baterias de íons de lítio externas.

    O projeto e o desenvolvimento do coração também contaram com estratégias de testes aeroespaciais da Companhia Europeia de Defesa Aeronáutica e Espacial (EADS, na sigla em inglês), uma das apoiadoras da Carmat, disse o doutor Jansen.

    Segundo o médico, uma das exigências do projeto do coração era que ele durasse cinco anos. A empresa vem fazendo testes de bancada para ver ele se consegue durar tanto.

    A doutora Lynne Warner Stevenson, diretora do programa de cardiomiopatia e falência cardíaca no Hospital Brigham e Feminino em Boston, está otimista como o novo equipamento. “Eu aplaudo os pioneiros que o desenvolveram”, disse.

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  • Chineses recriam ‘dente’ a partir da urina humana

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130730_dentes_urina_gm.shtml 

    James Gallagher

    Repórter de Ciência e Saúde da BBC News

    Dente humano | Foto: BBCDente recriado na China é rudimentar e menos rígido que o dente humano natural

    Cientistas chineses criaram dentes rudimentares a partir de algo que poderia ser considerado improvável: a urina humana.

    O resultado do estudo, apresentado pela publicação científica Cell Regeneration Journal, mostrou que a urina pode ser utilizada como fonte de células-tronco que seriam capazes de se transformar em pequenas estruturas parecidas com os dentes humanos.

    O time de cientistas da China espera que a técnica possa ser desenvolvida para possibilitar a reposição de dentes perdidos.

    No entanto, outros pesquisadores de células-tronco ponderam que para atingir esse objetivo muitos obstáculos ainda precisam ser vencidos.

    Times de pesquisadores em todo o mundo estão estudando maneiras criar novos dentes para repor aqueles perdidos pela idade ou por má higiene bucal.

    Urina

    As células-tronco, que são as células capazes de se transformar em qualquer outro tipo de tecido, são assunto popular de pesquisas.

    Os pesquisadores do Guangzhou Institutes of Biomedicine and Health, na China, utilizaram a urina como ponto de partida para seus experimentos.

    Células que normalmente são expelidas pelo corpo, através do sistema urinário, foram alteradas em para que se tornassem células-tronco.

    Uma mistura dessas células com outros materiais orgânicos retirados de ratos foi então implantada nos próprios roedores.

    “Esta (a urina) é provavelmente uma das piores fontes, pois existem muito poucas células desde o início (do processo) e a eficiência de transformá-las em células-tronco é muito baixa”

    Chris Mason, professor da University College of London

    Os cientistas chineses afirmaram que depois de três semanas o grupo de células começou a se parecer com um dente: “a estrutura parecida com o dente continha polpa dental, dentina, espaço de esmalte (área vazia do dente que possivelmente poderia ser ocupada pelo esmalte) e órgão de esmalte (estrutura que precede o surgimento do esmalte no dente)”.

    Entretanto, o dente criado pelos chineses não era tão rígido quanto um dente natural.

    Mas ainda que o resultado do estudo chinês não venha a ser utilizado pelos dentistas como uma opção viável, seus pesquisadores defendem que pode nortear pesquisas mais aprofundadas para se chegar ao “sonho final de total regeneração do dente humano para terapia clínica”.

    Fonte inadequada

    Para o professor Chris Mason, da University College of London (UCL), a urina utilizada pelos chineses foi um ponto de partida inadequado.

    “Esta (a urina) é provavelmente uma das piores fontes, pois existem muito poucas células desde o início (do processo) e a eficiência de transformá-las em células-tronco é muito baixa”, rebate Mason.

    “Você simplesmente não faria (a pesquisa) dessa forma”, reforça o pesquisador da UCL.

    O cientista também alertou sobre os riscos de contaminação, como aquela causada por bactérias, que seriam bem maiores se comparados ao uso de outros tipos de células.

    “O grande desafio aqui é que o dente tenha polpa com nervos e vasos sanguíneos que temos que ter certeza que se integrariam para se transformarem num dente permanente”.

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  • perto de criar exame de sangue para Alzheimer

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130729_alzheimer_exame_sangue_fn.shtml

    Exame de sangue (arquivo/Getty)
    Fragmentos de código genético parecem diferentes no sangue de pacientes com Alzheimer

    Cientistas alemães afirmam que acreditam estar próximos de criar um novo exame de sangue para diagnosticar o mal de Alzheimer.

    Ainda não há um exame definitivo para a doença, e os médicos atualmente contam apenas com testes de cognição e exames de imagens do cérebro para identificar o problema.

    Um dos grandes desafios relacionados à doença é identicar novas formas de conseguir um diagnóstico precoce.

    Com isso, espera-se que, no futuro, talvez até anos antes dos primeiros sintomas, os tratamentos possam começar antes que grandes partes do cérebro sejam comprometidas. Mas, para isso, novos exames serão necessários.

    A nova técnica, divulgada na revista especializada Genome Biology, apontou diferenças nos minúsculos fragmentos de material genético flutuando no sangue que poderiam ser usados para identificar pacientes com a doença.

    Até o momento, apenas 202 pessoas passaram por este exame, mas a precisão neste grupo foi de 93%.

    Níveis diferentes

    A equipe da Universidade de Saarland, na Alemanha, analisou 140 microRNAs ̶ fragmentos de código genético ̶ em pacientes com Alzheimer e em pessoas saudáveis.

    Eles encontraram 12 microRNAs no sangue que estavam presentes em níveis diferentes nas pessoas que tinham Alzheimer. Estas amostras se transformaram na base do exame.

    Os primeiros testes do exame mostraram que ele “conseguiu diferenciar com grande precisão de diagnóstico os pacientes com Alzheimer e as pessoas saudáveis”.

    No entanto, mais pesquisas são necessárias para melhorar a precisão do exame e verificar se é possível usá-lo em hospitais.

    Eric Karran, da organização de caridade britânica especializada em Alzheimer, a Alzheimer Research UK, afirmou que o novo exame dos cientistas alemães pode representar uma nova abordagem para estudar as mudanças no sangue de pacientes com a doença e também indica que o microRNA tenha influência nos quadros de Alzheimer.

    No entanto, para Karran, ainda serão necessários alguns anos para se chegar ao ponto de diagnosticar a doença com um simples exame de sangue.

    “Um exame de sangue para ajudar a detectar o Alzheimer pode ser uma adição útil ao arsenal de diagnóstico de um médico, mas este exame deve ser muito bem corroborado antes de ser considerado para o uso.”

    “Precisamos ver se essas descobertas são confirmadas em amostras maiores, e é preciso mais trabalho para melhorar a habilidade do exame de diferenciar Alzheimer de outras doenças neurológicas”, acrescentou

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  • Mulher sente dor de estômago, descobre que estava grávida e dá a luz 15 horas depois

    Acesse:http://www.techmestre.com/mulher-sente-dor-de-estomago-descobre-que-estava-gravida-e-da-a-luz-15-horas-depois.html

    Primeiro bebê nasceu de forma repentina assustando o casal.
    Uma mulher de 41 anos ganhou seu primeiro filho 15 horas depois de descobrir que estava grávida. Amanda Ross fazia compras com seu parceiro, Paul Dean, quando começou a sentir dores estomacais.

    Ela se sentia inchada, e acreditava ser uma constipação. Uma parteira a examinou e afirmou que a mulher estava grávida provavelmente com sete ou oito meses de gestação.

    Amanda foi para casa e levou alguns remédios para o estômago. Mesmo assim, cerca de 15 horas depois ela teve que voltar ao hospital para realizar uma cesariana. A filha, Chloe, nasceu pouco mais de uma hora após ela chegar ao local, e teve de ser mantida por seis dias em observação antes de ir para casa.

    Mulher sente dor de estômago, descobre que estava grávida e dá a luz 15 horas depois

    “Minha primeira reação quando me disseram que estava grávida foi apavorante. Eu poderia ter feito isso há dez anos”, comentou Amanda. O marido Paul, de 53 anos, ficou assustado com o caso. Ele já era pai de dois filhos adultos. Ele finalizou dizendo que ia precisar de mais algum tempo para se acostumar com a ideia e a chegada da criança.

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  • Caixa inicia hoje pagamento do PIS 2013/2014 aos trabalhadores com direito a saque

    Acesse:http://www.consultaropis.com/2013/07/caixa-inicia-hoje-pagamento-do-pis.html

    calendário do PIS 2013, Pagamento PIS 2013, PIS 2013
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    A Caixa Econômica Federal iniciou neste dia 23 de julho o pagamento do abono salarial do PIS 2013/2014 (Programa de Integração Social) aos trabalhadores com direito a saque e que tenham conta conta corrente ou poupança.
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    O pagamento vai até 30 de junho de 2014.
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    19,4 milhões de trabalhadores terão direito ao abono salarial, e mais de 26,5 milhões poderão receber os rendimentos do PIS. Hoje, o benefício está disponível para trabalhadores que têm conta corrente ou poupança na Caixa.
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    Segundo o banco, empresas conveniadas ao Caixa PIS-Empresa creditam o benefício diretamente na folha de pagamento dos meses de julho ou agosto. Os demais beneficiários poderão sacar os abonos e rendimentos do PIS a partir de 13 de agosto, conforme calendário de pagamento (link abaixo), ordenado pelo mês de nascimento do trabalhador.
    Caixa PIS 2013
    De acordo com a Caixa, há mais de 120 mil estabelecimentos credenciados, em um total de R$ 1,38 bilhão em benefícios creditado diretamente na folha de pagamento dos trabalhadores. Com o crédito em conta, são atendidos mais de 10 milhões de trabalhadores que têm conta corrente ou poupança na Caixa.
    Para quem não tem conta na Caixa o saque começa a partir de 13 de agosto de acordo com calendário de pagamento, neste caso o saque poderá ser feito com o Cartão do Cidadão e a senha, nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui ou nas agências do banco.
    O valor do abono salarial corresponde a um salário mínimo R$ 678,00 . Os rendimentos variam conforme o saldo existente na conta PIS vinculada ao trabalhador. Quando o trabalhador não saca os rendimentos do PIS, ele não perde o benefício, pois os valores retornam para a sua conta de participação. No caso do abono salarial, o valor não sacado dentro do prazo estipulado retorna para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
    A Caixa encerrou o exercício 2012/2013 com mais de R$ 11,4 bilhões em pagamentos de abonos e rendimentos do PIS. Dos trabalhadores com direito ao abono salarial, 95,8% efetuaram o saque do benefício, num total de R$ 10,8 bilhões em abonos retirados. Os rendimentos do PIS, por sua vez, foram sacados por mais de 13 milhões de trabalhadores, totalizando cerca de R$ 612 milhões pagos até junho de 2013.

    Direito ao abono do PIS 2013/2014

    Têm direito ao abono os trabalhadores cadastrados no PIS até 2008 (cinco anos de cadastramento) e que tenham trabalhado no mínimo 30 dias, consecutivos ou não, no ano de 2012, com carteira de trabalho assinada por empresa. Além disso, é preciso ter recebido, em média, até dois salários mínimos mensais e os dados informados corretamente pela empresa ao Ministério do Trabalho e Emprego na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do ano-base 2012 devem estar corretos.

    Direito ao Rendimento do PIS

    Tem direito ao saque o trabalhador que foi cadastrado no PIS-Pasep até 4 de outubro de 1988 e que tenha saldo na conta PIS. O pagamento obedece ao mesmo calendário do abono salarial.

    Direito ao Saldo de quotas do PIS

    Atualmente é permitido o saque de quotas da conta PIS ao trabalhador que apresentar algum dos motivos previstos em lei: aposentadoria, invalidez permanente ou reforma militar, idade igual ou superior a 70 anos, transferência de militar para a reserva remunerada, titular ou dependente portador do vírus HIV (Aids) ou de neoplasia malígna (câncer), morte do titular, ou ainda, benefício assistencial à pessoa portadora de deficiência e ao idoso.

    Consulta ao PIS, rendimento ou saldo de quotas

    Para saber se tem direito ao abono salarial ou aos rendimentos do PIS, o trabalhador pode consultar a página da Caixa na internet (consultar PIS pela internet) ou entrar em contato pelo Canal de Atendimento ao Cidadão, pelo número 0800 726 0207. Ao ligar para o canal, o trabalhador deve sempre ter em mãos o número do seu PIS. A consulta poderá ser efetuada 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana

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