Categoria: Saúde

  • Nova molécula sintética pode acabar com crises alérgicas em segundos

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    Alergia a pólen

    AlergiaSó quem sofre de alergias sabe o quanto elas são incômodas e desnecessárias na vida de um ser humano. Mas o problema vai muito além da inconveniência, afinal, casos mais sérios podem até mesmo levar à morte.

    Já existem diversos medicamentos no mercado capazes de tratar os sintomas da alergia. Mas uma nova molécula, chamada DARPin E2-79, promete fazer isso em apenas alguns segundos.

    Conforme os pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford explicam no estudo, a IgE (ou imunoglobulina E) é um tipo de anticorpo que o nosso sistema imunológico cria em resposta a determinados tipos de alérgenos. Se você é alérgico a gatos, por exemplo, você tem um monte de “IgE-gatos” circulando pelo seu corpo.

    Esses “IgE-gatos” continuam correndo descontroladamente dentro de seu corpo mesmo quando você não está perto de nenhum bichano, e é isso que faz com que as reações alérgicas se desencadeiem tão rapidamente. Graças aos IgE, o seu sistema imunológico está sempre preparado para dar uma “surtada”.

    Então, o verdadeiro culpado pelas reações desagradáveis causadas pelas alergias é uma combinação entre IgEs específicos e algumas células chamadas mastócitos. Os mastócitos liberam  histaminas e outros produtos químicos desagradáveis que causam os sintomas de uma crise alérgica. A conexão entre os IgEs e os mastócitos é a causa de todo o problema.

    Essa tal molécula sintética que está sendo desenvolvida é um novo inibidor para essas reações. Mas como ela funciona? Fazendo com que o IgE e os mastócitos se desconectem em apenas alguns segundos. Ela se aproveita de um rápido momento de fraqueza na relação entre os dois agentes.

    A DARPin E2-79 é, infelizmente, uma molécula que ainda custa muito caro para as empresas farmacêuticas produzirem. A esperança é que agora que uma fraqueza foi identificada, outras moléculas mais simples e mais baratas possam ser descobertas e disponibilizadas em forma de pílulas para acabar com as alergias de vez.

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  • SUS terá que iniciar tratamento de câncer 60 dias após diagnóstico

    Acesse:http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/10/31/sus-tera-que-iniciar-tratamento-de-cancer-60-dias-apos-diagnostico.htm

    Os senadores aprovaram nesta terça-feira (30) e agora segue para sanção presidencial o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei que estabelece o prazo máximo de 60 dias, contados na data do diagnóstico, para o início do tratamento de pacientes com câncer pelo Sistema único de Saúde (SUS).

    Considera-se iniciado o tratamento somente com a realização de intervenção cirúrgica, radioterápica ou quimioterápica, de acordo com a indicação para o caso. A lei entrará em vigor 180 dias após a sua publicação.

    O texto prevê ainda o acesso “gratuito e privilegiado” a analgésicos, derivados de ópio, para os portadores de câncer que estejam sofrendo dores. Os Estados devem dispor de instalação de serviços especializados em oncologia, de modo que áreas não contempladas passem a ter acesso a esses serviços. O descumprimento será punido com penalidades administrativas.

    De iniciativa do ex-senador Osmar Dias (PDT-PR), a proposta foi ampliada na Câmara dos Deputados para fixar o prazo máximo do tratamento. A relatora, senadora Ana Amélia (PP-RS), lembra no seu parecer que a demora em começar o tratamento é o principal problema na terapêutica de câncer no Brasil. Ana Amélia reconhece que a simples conversão da lei não resultará no fim das mortes por câncer no Brasil, mas que representará um marco histórico para a terapêutica oncológica no País.

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  • Como deixar o cabelo mais macio: dicas

    Acesse:http://www.mundodastribos.com/como-deixar-o-cabelo-mais-macio-dicas.html

    A Cauterização, a reposição de queratina ou a plástica capilar podem ajudar a hidratar e desenvolver a estrutura capilar do cabelo proporcionando mais força, brilho e maciez.

     

    Quanto mais longa for a madeixa, mais tempo de vida ela tem e, por isso, precisa de cuidados extras. Se você é adepta desse estilo, precisa ficar atenta aos cuidados que vão ajudá-la a deixar os cabelos mais bonitos bonitos e macios. Confira a seguir algumas dicas:

    Dicas para deixar o cabelo mais macio

    534867 be0be cuidados cabelos banho de mar piscina Como deixar o cabelo mais macio: dicas

    É importante aplicar a cada 15 dias uma máscara nutritiva nas madeixas, a qual pode ser feita em casa. Além deste cuidado semanal, também é preciso investir a cada dois meses num tratamento no salão. A Cauterização, a reposição de queratina ou a plástica capilar podem ajudar a hidratar e desenvolver a estrutura capilar do cabelo proporcionando mais força, brilho e maciez. 

    Durante o banho, procure esfregar o cabelo com delicadeza. Coloque o xampu na palma das mãos e, em seguida aplique-o no couro cabeludo esfregando toda a região usando somente os dedos. Não enrole o comprimento no topo da cabeça, procure levar a espuma formada na raiz às pontas, pois já é o suficiente para deixar o cabelo limpo.

    534867 cabelo macio hidratado Como deixar o cabelo mais macio: dicas

    Escove-o no chuveiro

    Age bem quem penteia o cabelo no chuveiro. No entanto, para ficar ainda melhor, procure pentear a madeixa com uma escova do tipo raquete, ao invés de um pente de dentes largos. Este tipo de escova deixa os fios mais soltos, não machuca o couro cabeludo e não quebra o cabelo. Pentear o cabelo no banho, ajuda na hidratação que proporciona maior maciez ao fio.

    534867 cabelos ao vento Como deixar o cabelo mais macio: dicas

    uso do secador e da chapinha, diariamente, pode ser devastador para o cabelo. Todavia, o uso de produtos específicos antes de realizar o alisamento no cabelo, não comprometerá a saúde do fio. Sprays, cremes e silicones ajudam a proteger o fio e evitam que eles fritem literalmente, devido ao uso destes aparelhos. A consequência você já conhece: ressecamento, pontas duplas,entre outros.

    Quando os fios estão molhados eles ficam mais frágeis, e quebram com mais facilidade. Sendo assim, é importante não ir para a cama enquanto eles não estiverem inteiramente secos.Recomenda-se deixá-los soltos ou prendê-los somente elásticos com revestimento ou presilhas mais frouxas.

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  • Exercício físico, mesmo em pequena quantidade, pode prevenir perda de memória em idosos

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    Segundo pesquisa, a atividade física protegeria contra infecções e problemas imunológicos que podem anteceder a perda de memória na velhice

    O cérebro dos idosos não perde para o dos jovens em velocidade em algumas tarefasFazer pouca atividade física com regularidade ajuda a evitar a perda de memória em idosos (Thinkstock)

    Um novo estudo da Universidade do Colorado, em Boulder, nos Estados Unidos, mostra que fazer uma pequena quantidade de exercícios físicos regularmente pode proteger idosos de perdas de memória que acontecem subitamente após uma infecção, doença ou lesão na velhice. Segundo os pesquisadores, ratos de laboratório que corriam pouco mais de meio quilômetro por semana já estavam protegidos.

    “Nossa pesquisa mostra que uma pequena quantia de atividades físicas no final da meia-idade em ratos foi eficiente para protegê-los contra inflamações exageradas no cérebro e deficiências de memória de longa duração, posteriores a uma infecção bacteriana”, diz Ruth Barrientos, coordenadora do estudo, que será publicado na próxima edição do The Journal of Neuroscience.

    De acordo com Ruth, a descoberta é importante porque pessoas com idades mais avançadas são mais vulneráveis a deficiências na memória, que acontecem após uma sequência de problemas imunológicos, como infecções bacterianas, ou de cirurgias. “Terapias eficazes não invasivas são de um valor substancial”, diz.

    Pesquisas anteriores já demonstravam que o exercício físico protege contra declínios nas funções cognitivas associadas ao envelhecimento, além de proteger contra a demência. Pesquisadores também já haviam demonstrado que a demência é frequentemente precedida por infecções bacterianas, como a pneumonia, ou por outros desafios imunológicos – como cirurgias. “Esse é o primeiro estudo a mostrar que o exercício voluntário em ratos reduziu a susceptibilidade do envelhecimento às deficiências cognitivas que se seguem a uma infecção bacteriana”, diz Ruth.

    Durante a pesquisa, descobriu-se que ratos infectados com a bactéria E. coli apresentaram efeitos prejudiciais no hipocampo, área do cérebro relacionada com o aprendizado e a memória. Como as células imunes do cérebro, chamadas microgliócitos, tornam-se mais reativas com a idade, essa infecção bacteriana nos ratos mais velhos desencadeou reações inflamatórias de forma exagerada e prolongada. Mas, segundo Ruth, “pequenas quantidades de exercício impediram que houvesse inflamação exagerada no cérebro.”

    De acordo com os pesquisadores, o próximo passo agora é examinar o papel que os hormônios do estresse podem desempenhar na sensibilização dos microgliócitos. Eles esperam descobrir ainda se o exercício físico é capaz de reduzir esses hormônios em ratos mais velhos.

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  • Praticar mais atividade física aumenta a felicidade, diz estudo

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    Segundo pesquisadores americanos, pessoas que se comprometem a exercitar-se relatam maior satisfação com a vida no mesmo dia

    Atividade física: O quão uma pessoa se exercita afeta de forma direta e positiva o seu bem-estarAtividade física: O quão uma pessoa se exercita afeta de forma direta e positiva o seu bem-estar (Thinkstock)

    Praticar mais atividade física do que o costume pode influenciar de forma positiva o quão satisfeita uma pessoa se sente com sua vida. Essa conclusão, que faz parte de uma pesquisa da Universidade de Penn State, nos Estados Unidos, reforça a ideia de que exercitar-se é um hábito cujos benefícios excedem a saúde física, e é fundamental também para o bem-estar psicológico. O estudo foi publicado nesta semana na revista médica Health Psychology.

     CONHEÇA A PESQUISA

    Título original: A Daily Analysis of Physical Activity and Satisfaction With Life in Emerging Adults

    Onde foi divulgada: revista Biological Psychiatry

    Quem fez: Jaclyn Maher, Shawna Doerksen, Steriani Elavsky, Amanda Hyde, Aaron Pincus, Nilam Ram e David Conroy

    Instituição: Universidade de Penn State, Estados Unidos

    Dados de amostragem: 253 pessoas de 18 a 25 anos

    Resultado: Pessoas que praticam mais atividade física se sentem mais satisfeitas com a vida do que as que praticam menos. Aumentar os níveis de atividade física também proporciona maior felicidade no mesmo dia

    Participaram da pesquisa 253 pessoas de 18 a 25 anos. Segundo os autores, os indivíduos dessa faixa-etária são aqueles cujos relatos sobre satisfação com fatores como trabalho, família e vida social são os mais instáveis. “Nessa idade há uma série de mudanças ocorrendo, pois essas pessoas estão saindo de casa, mudando de trabalho ou cursando uma universidade. Então, a satisfação com a vida pode despencar de uma hora para a outra”, diz Jaclyn Maher, que coordenou o estudo.

    Os participantes da pesquisa foram orientados a escrever, durante um período que variou de oito a 14 dias, um diário no qual relatavam como se sentiam em relação a vários aspectos da vida (profissional, pessoal, autoestima e etc) e também informavam sobre a quantidade de atividade física que praticavam a cada dia. Além disso, quando o estudo começou, a equipe traçou as características da personalidade de cada um.

    Os resultados mostraram que a quantidade de atividade física com a qual uma pessoa se compromete a fazer em um determinado dia influencia diretamente no quão satisfeita ela se sente com a vida naquele momento. Ou seja, quanto mais alguém se exercita, mais feliz relata se sentir. Além disso, o estudo descobriu que aqueles que já costumam praticar exercícios frequentemente, quando aumentam a quantidade de atividade em um dia, também relatam maior contentamento.

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  • Hospital das Clínicas de São Paulo lança programa para ajudar pessoas a montar um prato saudável

    Acesse:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/hc-lanca-programa-para-ajudar-pessoas-a-montar-um-prato-saudavel

    Campanha esclarece sobre quais são os grupos alimentares mais indicados para cada refeição e qual o espaço que devem ocupar no prato

    Dieta do mediterrâneo: considerada saudável por especialistas, esse tipo de dieta ajuda na prevenção do diabetes e no controle da pressão arterialPrato saudável: Guia alimentar de programa do HC que ajudar as pessoas a fazer melhores escolhar na hora de comer (Thinkstock)

    O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), junto ao Instituto do Coração (Incor), lançou nesta quarta-feira um programa para incentivar os brasileiros a fazer escolhas mais saudáveis na hora das refeições. O Meu prato saudável, como foi chamada a iniciativa, é um guia alimentar que fornece informações como sobre qual deve ser a quantidade de cada tipo de alimento no prato e quais são as melhores opções de ingredientes em cada refeição do dia.

    A campanha reforça que, nas principais refeições do dia, metade do prato deve ser composta por vegetais, folhas e legumes; um quarto, de carboidratos; e um quarto seja dividido entre proteína animal e vegetal. E para beber, preferencialmente água ou suco de fruta fresca. Para auxiliar as pessoas a montarem um prato seguindo essas recomendações e da forma mais saudável possível, há informação tanto no site da campanha quanto nos aplicativos para celulares e páginas nas redes sociais. Nessas páginas, os alimentos que compõem a pirâmide alimentar e o espaço que devem ocupar no prato são mostrados de forma visual com fotos dos mais diversos alimentos que são comuns à culinária brasileira.

    Para crianças — Junto com o programa, também foi lançado o Meu Pratinho Saudável, destinado às crianças menores de que 12 anos e que deve ser adaptado pelas escolas da Secretaria Estadual da Educação.

    O Meu Prato Saudável lembra o programa americano My Plate, lançado em 2011 pelo governo dos Estados Unidos. Porém, ao contrário do programa brasileiro, que faz uso de fotos de alimentos comuns da culinária do país nos gráficos, o programa se baseia em cores que representam cada classe de alimentos. O My Plate, porém, não é o único guia alimentar norte-americano — há um ano, a Universidade de Harvard lançou um guia visual com a finalidade de substituir a tradicional pirâmide alimentar.

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  • Sete dores que não devem ser menosprezadas

    Acesse:http://saude.abril.com.br/edicoes/0310/medicina/conteudo_451714.shtml

    Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano por Débora Didonê | design Thiago Lyra
    Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. “Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem”, conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, “a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo”. A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. “Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual”, aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar.
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    Dor de cabeça
    Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. “Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária”, avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão.
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    Dor de garganta
    Costuma ser causada pela amigdalite de origem bacteriana ou viral. “Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia”, alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções.Dor no peito
    “Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços”, descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um entupimento das artérias. “A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico”, explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.

    Dor nas pernas
    Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. “A causa pode ser outra”, avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. “Em outros indivíduos a dor vem das pisadas”, explica Lin. “É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados.” Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. “Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos”, diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo.

    Dor abdominal

    Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. “Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado”, diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. “Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença”, calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

    Dor nas costas
    A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. “É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo”, diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. “No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva”, ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico.

    Dor no corpo
    Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. “O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica”, diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, em São Paulo. “Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional”, opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.

    Ajude o médico a descobrir a verdadeira causa de seus “ais”. Leve as seguintes informações para a consulta:

    Quando
    Puxe pela memória o dia, semana ou mês em que sua dor deu as caras e identifique a frequência com que ela aparece — se é diária, quantas vezes por dia se manifesta e quanto tempo costuma durar.

    Onde
    Aponte os lugares do corpo em que a dor ocorre. Se for difícil especificar um ponto, mostre a região afetada. Explique também se ela começa em um lugar e, dali, se irradia para outros.

    Como
    Descreva a sensação — queima? Dá pontadas ou agulhadas? Formigamento? No lugar onde dói, você sente um aperto ou pressão? Acredite: para os ouvidos dos especialistas, esse tipo de informação vale ouro.

    Avaliação
    Dê uma nota de 1 a 10 à sua dor, comparando-a a outras que você já sentiu. Avalie o grau e não deixe de contar ao especialista se teve febre, perda de apetite ou falta de sono depois que a dor apareceu.

    Soluções
    O que fez para diminuir a dor? Relate se uma bolsa de água quente ajudou. E preste atenção no seu corpo para dizer o que parece piorar a sensação dolorosa — comida gordurosa, esforço físico… o quê?

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  • Maquiagem para disfarçar o inchaço

    Acesse:http://bebe.abril.com.br/materia/truques-de-maquiagem-ajudam-a-disfarcar-o-inchaco-no-rosto?origem=home

    maquiagem-gravidez

    Getty Images

    Pálpebras inchadas, nariz largo e bochechas saltadas, entre outras alterações características das últimas semanas de gestação podem ser camuflados

    Se você já reduziu o consumo de sal, fez drenagem linfática e ainda assim o inchaço do rosto continua incomodando, a melhor saída é apelar para a maquiagem. “Não é preciso ser um expert em pincéis ou fazer uma superprodução para ter um bom resultado. O segredo é clarear o que você deseja valorizar e escurecer o que quer esconder”, diz o maquiador Sandro Borges, de São Paulo.

    Vale lembrar que ficar com o rosto inchado durante a gravidez é para lá de normal, especialmente entre as mulheres que fizeram tratamento com hormônios para engravidar ou têm a circulação prejudicada – caso de quem está acima do peso, esperando gêmeos ou se encontra na segunda ou na terceira gestação. “A pele da face é mais fina do que a do restante do corpo e, por isso, mais suscetível ao aumento de líquidos nessa fase”, diz o ginecologista Claudio Emilio Bonduki, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em São Paulo.

    A fase mais crítica é o terceiro trimestre gestacional, quando o volume de sangue e fluidos chega a dobrar. “Apesar de essa mudança ser esperada, é bom ficar atenta se o inchaço for acentuado, o que pode indicar o aumento da pressão arterial”, alerta a ginecologista e obstetra Anna Bertini, da Unifesp e do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

    Para disfarçar o inchaço você vai precisar de:

    Corretivo: use um líquido ou um cremoso se a sua pele for seca; em pó, se for oleosa; compacto ou bastão, no caso de ela ser mista ou normal

    Pó compacto: ele tira o brilho excessivo e ainda faz a maquiagem durar mais.

    Blush: a versão líquida vai bem em todos os tipos de pele, enquanto o pó é melhor para as oleosas e o em bastão ou creme, para as secas.

    Base: a compacta ou em bastão dá acabamento uniforme e aveludado à pele seca; já a líquida deixa a pele oleosa com um aspecto mais natural; e a em pó pode ser usada em todos os tipos de pele e garante a melhor cobertura.

    Reduzir os lábios

    Boca grande é sexy, mas se você é adepta da discrição passe corretivo do mesmo tom da sua pele no contorno dos lábios e, por cima, pó facial. Com um lápis labial clarinho, refaça delicadamente o contorno cerca de 2 milímetros menor do que o tamanho original da boca. Arremate aplicando um batom claro, fosco e sem cintilância no centro dos lábios e esfregue-os – assim, os cantos ficam ainda mais suaves.

    Amenizar o rosto redondo

    Além das bochechas saltadas, o problema é a falta de definição do queixo? Aplique pó compacto um tom mais escuro que o da sua pele em todo o contorno do rosto. Para afinar ainda mais, espalhe um tiquinho de blush terracota na diagonal da bochecha. O resto de produto que sobrar no pincel pode ser passado na ponta do queixo, para deixá-lo menos pronunciado, e entre as narinas, para arrebitar o nariz.

    Atenuar pálpebras inchadas

    É mais comum as bolsinhas aparecem na parte de baixo dos olhos, o que acentua ainda mais as olheiras. Para dar cabo dos dois problemas de uma só vez, molhe o dedo anelar ou a ponta de uma esponja no corretivo do mesmo tom da sua pele e dê leves batidinhas na pálpebra inferior e superior. Por cima, espalhe pó facial para deixar o aspecto mais natural.

    Suavizar o nariz largo

    Geralmente, a ponta fica arredondada, e as narinas, abertas. Daí a indicação de passar corretivo um tom mais claro que a sua pele no dorso e usar base ou pó um tom mais escuro nas laterais.

    Reduzir bochechas saltadas

    Acredite se puder: a solução do problema está no blush terracota, mas ele deve ser passado de um jeito especial. Em vez de marcar o ponto alto das maçãs, passe o pincel largo na diagonal do rosto, indo do canto do lábio em direção às têmporas. E use uma pequena quantidade do produto para não deixar o traço marcado.

    Acabar com a papada

    A danada compromete a beleza do rosto, do pescoço e até do colo. Para fazê-la parecer menor, espalhe pó compacto (dois tons mais escuros que a cor da sua pele) tanto na ponta do queixo como embaixo dele. Só isso!

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  • Adolescentes terão cirurgia de obesidade no SUS

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1167497-adolescentes-terao-cirurgia-de-obesidade-no-sus.shtml

    A idade mínima para realizar as cirurgias bariátricas na rede pública vai cair dos atuais 18 anos para 16.

    A proposta é seguir os mesmos critérios de indicação da cirurgia usados com os adultos –quando o IMC (índice de massa corporal) está acima de 40, ou a partir dos 35, desde que a pessoa tenha doenças associadas à obesidade.

    Entre adultos, a frequência da cirurgia no SUS cresceu 43% entre 2009 e 2011, segundo o Ministério da Saúde.

    Editoria de arte/folhapress

    E vai crescer mais, dizem especialistas, após o governo ter retirado do mercado, em dezembro, uma fatia grande dos inibidores de apetites.

    O ministério usa dados de um estudo feito há três anos pela pasta e pelo IBGE para justificar sua preocupação. Entre 2008 e 2009, 21,7% dos jovens entre dez e 19 anos estavam acima do peso.

    “Estudos mostram que fazer a intervenção cirúrgica em adolescentes que tenham indicação e já tenham buscado outros mecanismos –sobretudo atividade física e mudanças de hábito alimentar– pode ajudar a reduzir complicações como hipertensão e diabetes”, diz o ministro Alexandre Padilha (Saúde).

    Segundo ele, no caso dos adolescentes, a indicação da cirurgia deve estar reforçada pela avaliação da equipe multiprofissional –não ficando, assim, só baseada no IMC.

    Haverá ainda outras mudanças nessas cirurgias. Segundo o ministro, o SUS passa a custear uma técnica mais recente –a gastroplastia vertical em manga– em substituição a outra praticada.

    A cirurgia reparadora feita depois, para retirar o excesso de pele, passará a incluir a parte posterior do corpo (e não mais só a frontal), diz ele.

    O governo também vai tornar obrigatória, no pré-operatório, a realização de cinco exames, como o ultrassom de abdômen total –já praticados na rede privada e em hospitais públicos de referência.

    O ministério vai discutir um reajuste de 20% no valor pago pela cirurgia e pelos exames pré-operatórios e a fixação de uma remuneração para estimular a formação de equipes multiprofissionais.

    Com isso, espera-se reduzir as filas de espera. As mudanças devem passar a valer no início de 2013.

    De acordo com Bruno Geloneze, coordenador do Laboratório de Investigação em Metabolismo e Diabetes da Unicamp, a cirurgia a partir dos 16 anos é possível com “restrições ao quadrado”.

    O médico alerta para a necessidade do acompanhamento do jovem por uma equipe com endocrinologista. Essas equipes, afirma, que nem sempre existem no SUS, podem selecionar os casos a serem levados à cirurgia.

    O presidente da Sociedade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Ricardo Cohen, acha positiva a redução da faixa etária, mas aponta as longas filas já existentes no SUS como um limitador. “Eles não conseguem, hoje, atender a demanda do adulto.

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  • Suécia realiza os primeiros transplantes de útero de mãe para filha

    Acesse:http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/noticia/2012/09/suecia-realiza-os-primeiros-transplantes-de-utero-de-mae-para-filha.html

    Duas mães doaram seus órgãos para suas respectivas filhas. Agora, ambas têm grandes chances de engravidar

    Equipe médica do Hospital Universitário Sahlgrenska, na Suécia, que realizou os transplantes (Foto: AP Photo/Adam Ihse)Equipe médica do Hospital Universitário Sahlgrenska, na Suécia, que realizou os transplantes (Foto: AP Photo/Adam Ihse)

    Uma equipe de médicos da Universidade de Gotemburgo e do Hospital Universitário Sahlgrenska, ambos na Suécia, realizaram no fim de semana passado os dois primeiros transplantes de útero de mãe para filha no mundo. A notícia foi anunciada nesta terça-feira (18) pelas instituições.

    Sem identidade revelada, as duas mulheres beneficiadas são da faixa dos 30 anos e receberam os úteros de suas respectivas mães. Uma delas teve o órgão removido há muitos anos, após receber um tratamento contra o câncer de colo uterino, e a outra havia nascido sem útero.

    Em agosto do ano passado, uma equipe de médicos turcos em Antalaya realizou com sucesso o primeiro transplante destas características em uma jovem de 21 anos, mas a doação foi recebida de uma paciente falecida.

    “Mais de dez cirurgiões participaram das operações, que foram realizadas sem complicações. As mulheres que receberam novos úteros estão bem, embora cansadas”, afirmou em comunicado Mats Brännström, professor de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Gotemburgo e coordenador da equipe.

    Os transplantes são o resultado de um amplo trabalho de pesquisa iniciado em 1999 pelo próprio Brännström na universidade. O projeto resultou na publicação até agora de cerca de 40 artigos científicos e envolve 20 cientistas, médicos e especialistas.

    Antes das operações as duas mulheres foram submetidas à fecundação in vitro e os embriões foram congelados. Agora deverão esperar um ano para que esses embriões sejam implantados e, assim, tentar ficar grávidas, explicou Brännström em um vídeo divulgado pela Universidade de Gotemburgo.

    “Há boas possibilidades que possam ter filhos”, disse o especialista sueco.

    Cerca de 15% das mulheres são estéreis, e entre 0,5% e 1% dos casos obedece a deficiências no útero, segundo dados desta universidade sueca. Na Suécia, há 2 mil mulheres de 20 a 40 anos de idade que são candidatas potenciais a receber um transplante de útero.

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