Coca-Cola e Pepsi mudam fórmula para evitar câncer

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(Fonte da imagem: Redaccion)

A Coca-Cola e a Pepsi anunciaram que vão mudar a fórmula dos seus refrigerantes de cola de forma a evitar uma alerta de risco de câncer. A medida foi tomada depois que o estado da Califórnia incluiu na lista de substâncias cancerígenas um elemento químico que pode ser encontrado no corante caramelo, presente nos refrigerantes.

O centro de Ciência para Interesse Público e entidades de proteção ao consumidor também pressionaram as empresas a repensar a utilização da substância em suas bebidas. Segundo as entidades, o 4-metilimidazol pode ser associado com o desenvolvimento do câncer se consumido em quantidade excessiva.

O FDA, órgão norte-americano que regula remédios e alimentos, havia avaliado que para correr risco de desenvolver câncer a partir do uso de refrigerantes seria preciso consumir nada menos do que mil latinhas por dia.

“Embora acreditemos que não haja risco para a saúde pública que justifique as mudanças, pedimos aos fornecedores de caramelo que alterem as substâncias para que os produtos não estejam sujeitos à exigência de um aviso sem fundamento científico”, destacou Diana Garza, representante da Coca-Cola.

 

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Facebook remove novas fanpages da rede social

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Cerca de 20 páginas foram confirmadas como excluídas da plataforma.

O Facebook voltou a agir removendo algumas fanpages da plataforma. A ação atingiu ao menos 20 páginas de usuários. 

“Favela Feliz”, “Anticâncer” e “Somos Todos Iguais” são algumas das páginas excluídas. Os internautas recebem apenas um email comunicando que suas fanpages foram banidas, sem nenhuma informação adicional do motivo para a ação ter ocorrido. 

A medida de remoção vem acontecendo há algum tempo na rede social. Desde setembro do último ano a rede de Mark Zuckerberg tem eliminado páginas em lote, deixando os donos muitas vezes revoltados com a atitude silenciosa.

 
Facebook volta a remover páginas da rede social
 
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Pesquisadores da Unicamp criam anestesia odontológica sem injeção

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A anestesia indolor é um desejo antigo dos profissionais de odontologia e considerada o “Santo Graal” da profissão

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Pesquisa feita na Unicamp tem como objetivo criar um gel ou creme anestésico que dispense a picada de agulha na mucosa da boca
Pesquisa feita na Unicamp tem como objetivo criar um gel ou creme anestésico que dispense a picada de agulha na mucosa da boca

A equipe de Pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu um creme anestésico, a fim de se dispensar o uso da agulha nos procedimentos odontológicos.

“A anestesia bucal indolor e sem agulha é um desejo antigo dos profissionais de odontologia e considerada por muitos o, Santo Graal, da profissão”. Explica Eneida de Paula, coordenadora do projeto. Ela acrescenta ainda que, “a proposta não foi produzir novas moléculas anestésicas, pois exigiria pelo menos dez anos de desenvolvimento e testes clínicos”.

O propósito da pesquisa foi ampliar a eficácia dos sais anestésicos disponíveis no mercado ao encapsulá-los dentro de carreadores ou nanopartículas, capazes de levar os princípios ativos ao lugar desejado e liberá-los de forma controlada.

A pesquisa teve início em 2007 com a escolha do carreador ideal para cada anestésico. “Ele não poderia causar reações adversas no organismo, teria de ser quimicamente estável e precisaria manter o anestésico no local aplicado pelo maior tempo possível”, disse. De Paula

Os lipossomas, partículas feitas de lipídios e semelhantes a membranas biológicas, foram os primeiros carreadores testados pelo grupo. Segundo a pesquisadora, os lipossomas são capazes de levar os anestésicos sem gerar reações adversas e já são empregados pela indústria farmacêutica em antivirais, antifúngicos e no desenvolvimento de vacinas e medicamentos anticâncer.

A pesquisadora conta que os lipossomas oferecem um ambiente molecular semelhante ao do local de ação do anestésico local. “Além disso, suas propriedades químicas atraem esses medicamentos, que ficam retidos em suas membranas, evitando que sejam rapidamente absorvidos para além do local de ação”, afirma.

Testes em animais e humanos mostraram que o uso dos lipossomas como carreadores (solvente) prolongou o tempo de ação dos anestésicos mepivacaína e prilocaína em três a quatro vezes, comparados aos medicamentos comerciais que agem por duas a quatro horas. Tal eficácia, entretanto, ainda dependia do uso de seringas na aplicação do medicamento.

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