Anvisa quer restringir venda e propaganda de clareadores dentais

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Medida vale para produtos que tenham uma concentração superior a 3% de algumas substâncias

Agência Estado

Produtos que tenham uma concentração superior a 3% de peróxido de hidrogênio e a peróxido de carbamida só poderão ser comprados com receitaThinkStock

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai restringir a venda e a propaganda de clareadores dentais. Proposta de resolução que vai a consulta pública a partir desta quarta-feira (26) prevê que produtos que tenham uma concentração superior a 3% de peróxido de hidrogênio e a peróxido de carbamida passem a ser comercializados somente mediante a apresentação de receita. Peças publicitárias sobre produtos somente poderão ser apresentadas para prescritores, os dentistas.

Produtos que apresentam concentração inferior a 3% – a maior parte encontrada em farmácias – não estão sujeitos a essas regras. Pelo texto, a venda e a publicidade continuam liberadas.

A Anvisa decidiu discutir regras para a venda dos produtos depois de um pedido feito pelo Ministério Público e pelo Conselho Federal de Odontologia. O gerente geral de tecnologia de produtos da saúde da Anvisa, Joselito Pedrosa, afirmou haver relatos de abusos relacionados ao produto.

— Ele não é inofensivo. Vários efeitos adversos foram relatados, de problemas na gengiva à perda dos dentes

Saiba quais são os tipos de clareamento dental

Produtos com concentração superior a 3% são vendidos geralmente em farmácias especializadas em produtos dentais e distribuidoras. “Mas muitos recorrem a esses estabelecimentos e compram os clareadores por conta própria.” O texto da resolução deverá ficar em consulta pública por 60 dias.

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Anvisa fixa regras para regularização de produtos de higiene pessoal e cosméticos

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Objetivo é garantir que todas as etapas de análise dos processos sejam feitas eletronicamente

Técnicos se concentrarão na análise de produtos de maior risco sanitárioThinkstock

Uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da União fixa regras para a regularização de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.

O lançamento do chamado Sistema de Automação de Registro de Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes ocorreu  nesta quinta-feira (30). A ideia, segundo a Anvisa, é garantir que todas as etapas de análise dos processos sejam feitas de forma eletrônica.

“Isso significa que os pedidos da indústria serão tratados eletronicamente e, em muitos casos, poderão ser liberados de forma automática. A medida permitirá que os técnicos da agência se concentrem na análise dos produtos de maior risco sanitário e que podem ter maior impacto na saúde da população, como os cosméticos infantis, alisantes e protetores solares”, informou em nota.

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Venda de chá verde injetável é proibida pela Anvisa

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A aplicação subcutânea do extrato de chá verde no tratamento para emagrecer não tem aprovação da Anvisa.

A Anvisa  (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tomou a decisão de proibir a venda de chá verde injetável. Desta forma, o medicamento não poderá ser comercializado, distribuído e tão pouco fabricado no Brasil. A resolução foi publicada oficialmente na última segunda-feira (8) no “Diário Oficial da União”.

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O EXTRATO INJETÁVEL DE CHÁ VERDE ESTÁ PROIBIDO

A fabricação e o comércio de extratos injetáveis a base de chá verde foram suspensos após a agência descobrir que o uso da substância é tido como um método para emagrecer e acabar com as gorduras localizadas.

De acordo com a Anvisa, não há estudos que comprovam a segurança da aplicação do medicamento, por isso a sua formulação subcutânea pode representar um perigo para a saúde do paciente.

Os benefícios do chá verde injetável  começaram a ser divulgados na internet, o que chamou a atenção da (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os sites indicam tratamentos estéticos para emagrecimento que fazem uso da substância, sem garantir que os extratos vegetais são seguros para o organismo humano.

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Com a medida da Anvisa, a injeção que tenha o chá verde como componente isolado ou associado a outros extratos vegetais está banida. Por outro lado, a agência não estabeleceu qualquer restrição para o consumo oral de chá verde, ou seja, através de capsulas.

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Anvisa proíbe papinhas infantis sem registro

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu, nesta quinta-feira (26), a fabricação e a comercialização de todos os lotes de 28 papinhas e alimentos para crianças da empresa Nutrifam Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios Ltda.

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Estão na lista, por exemplo, a sopa de beterraba e a canja da Nutrifam Baby, e o risoto de frango da Nutrifam Crescer
Estão na lista, por exemplo, a sopa de beterraba e a canja da Nutrifam Baby, e o risoto de frango da Nutrifam Crescer

Estão na lista, por exemplo, a sopa de beterraba e a canja da Nutrifam Baby, e o risoto de frango da Nutrifam Crescer. A lista completa foi publicada no “Diário Oficial” da União desta quinta.

Segundo a Anvisa, esses produtos não possuem registro junto à agência.

A reportagem não conseguiu contato com a empresa, localizada em Votorantim (SP).

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Anvisa suspende Loratadina D

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A Anvisa suspendeu a comercialização de Loratadina D em comprimido da Pharlab em todo o território nacional.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) resolveu suspender a fabricação de Loratadina D em comprimido no Brasil. Desta forma, a indústria farmacêutica Pharlab não poderá mais produzir o medicamento.

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O anúncio que impede a distribuição e a comercialização do remédio foi feito nesta terça-feira (10), com uma publicação no Diário Oficial da União.

OS MOTIVOS DA SUSPENSÃO

Anvisa suspendeu a Loratadina D, um medicamento usado para controlar os sintomas da rinite alérgica. De acordo com a agência, a medida foi tomada porque a fabricante alterou a fórmula do remédio sem prévia autorização.

Foram suspensos todos os lotes de Loratadina D em comprimido fabricados a partir de 2010. Apesar da medida drástica, a Anvisa declarou não saber se a alteração na fórmula pode causar problemas de saúde.

SOBRE A LORATADINA D

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A Loratadina, também conhecida pelo nome de Claritin, é um medicamento anti-histamínico indicado para aliviar os principais sintomas da rinite alérgica, como tosse, prurido nasal, espirros e coriza. Sua composição tem, basicamente, loratadina e pseudoefedrina. O remédio serve ainda para aliviar urticárias e outras alergias de pele.

 Como a maioria dos remédios, a Loratadina também pode apresentar efeitos adversos, como tontura, dores de cabeça, falta de sono, enjoo, falta de ar, nervosismo, dor de estômago, pressão alta ou baixa e taquicardia. Vale lembrar que o medicamento é contraindicado para mulheres grávidas ou que estão alimentando.

Os médicos recomendam o consumo de 1 comprimido de 5 ou 10 mg por dia. O medicamento também pode ser encontrado à venda nas farmácias na versão de xarope.

ANVISA INTERDITOU OUTROS MEDICAMENTOS

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A Anvisa determinou a suspensão do lote 012509 do Cedrilax 30, um medicamento para contusões, em virtude do desvio de qualidade na fabricação. A agência também proibiu o lote 46202 do medicamento Kollangel, da Natulab Laboratórios, por causa de irregularidades na rotulagem.

Para completar a lista de remédios suspensos pela Anvisa, aparece o lote CN121046C de Solução de Cloreto de Sódio 9ml/ml, da Nasolive. De acordo com a Anvisa, o motivo da suspensão foi “os resultados insatisfatórios nos ensaios de Contagem de Bactérias Aeróbias Mesófilas e Contagem de Bolores e Leveduras.”

Nos últimos tempos, a Anvisa tem se empenhado na tarefa de identificar medicamentos irregulares e suspendê-los. Em maio deste ano, a agência tirou de circulação todos os lotes de de Anastrol 1mg, do Laboratório Libra do Brasil S.A, um medicamento usado contra o câncer de mama.

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Anvisa detecta pelos de rato em catchup Heinz

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) detectou a presença de pelos de roedores em embalagens do Tomato Ketchup da marca Heinz após análise em laboratório. A Anvisa determinou que o lote 2K04 do produto seja retirado imediatamente de todas as lojas. O produto tem validade prevista para janeiro de 2014.

A Proteste (associação de defesa do consumidor) já havia detectado o problema no mesmo produto em fevereiro. A agência alegou, na época, que não poderia retirar o produto do mercado porque as análises haviam sido feitas em laboratório não oficial. Os novos testes foram feitos no Instituto Adolfo Lutz, em Santo André, na Grande São Paulo.

A assessoria de imprensa da Anvisa informou que os clientes que compraram catchups do lote com problemas descarte o produto imediatamente. A Vigilância Sanitária local vai notificar todos os comércios a não vender o produto analisado. Quem descumprir será multado.

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Anvisa detecta pelos de rato em embalagem de catchup Heinz
Anvisa detecta pelos de rato em embalagem de catchup Heinz

De acordo com a Proteste, o problema foi encontrado no lote 2C30 do produto em amostras compradas em supermercado de São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo, no fim de 2012. A associação afirma que os testes demonstram que o alimento é impróprio para o consumo e tem forte indício de que haja problemas graves de higiene e falta de cuidados na fabricação ou acondicionamento do alimento.

A Proteste também solicitou uma inspeção imediata na Quero Alimentos, que importa e revende o catchup Heinz no Brasil. O produto com problemas foi fabricado no México. A Proteste também encaminhou as análises à Associação de Consumidores do México, onde o produto pode ter sido contaminado durante o envasamento.

A associação afirma que, em 2005, já havia avaliado 16 marcas de catchup, sendo cinco deles avaliados como impróprios para consumo. A empresa só foi autorizada pela Justiça para divulgar o teste cinco anos depois, quando os lotes dos produtos analisados indicaram presença de pelos de roedores, penas de ave e ácaros já haviam sido retiradas do mercado porque o prazo de validade já havia expirado.

OUTRO LADO

Em nota, a Heinz Brasil informou que os produtos trazidos para o Brasil são produzidos com a mais alta qualidade e com ingredientes naturais, de acordo com as normas sanitárias do país de origem, bem como normas internacionais. A empresa disse ainda que os lotes citados pela Anvisa e Proteste não estão mais em circulação.

A empresa afirmou também que “está levando a sério esta questão e está analisando os aspectos levantados”.

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Anvisa proíbe venda de chá e emagrecedores

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As medidas valem em todo o território nacional

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do chá misto solúvel Funchinane, por conter substâncias não permitidas para chás. A decisão foi divulgada hoje (12) no Diário Oficial da União.

Produzido pela empresa Naturelife, o chá contém maltodextrina (carboidrato que aumenta energia muscular), sucralose (adoçante) e dióxido de silício – todas substâncias proibidas para chás.

A comercialização dos emagrecedores Bio Waist Spirulina em cápsula e Bio Waist – Quitosana e Spirulina em cápsulas da empresa La Mata Laboratório Botânico também está proibida em todo o país. Os produtos não têm registro, segundo a agência reguladora.

As medidas valem em todo o território nacional.

A Agência Brasil tentou entrar em contato com as empresas por telefone. O número informado no site da empresa Naturelife não existe e a empresa La Mata não atendeu às ligações.

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