Apple announces lower App Store price tiers for developers in New Zealand & Canada

Apple today announced on its Developer Portal that its making two new lower price tiers available for developers in Canada and New Zealand. Developers in those countries can now offer paid apps and in-app purchases at $0.99 CAD and $0.99 NZD. These new options will allow for developers to offer more affordable apps and in-app…

http://9to5mac.com/2016/01/27/lower-price-app-tiers-canada-new-zealand/

Aplicativos de celular que mudam voz

Acesse:http://www.mundodastribos.com/aplicativos-de-celular-que-mudam-voz.html

Não param de surgir novos aplicativos para transformar a experiência do usuário com o seu smartphone. Entre as novidades, vale ressaltar os apps que mudam a voz, inclusive durante a realização de uma chamada.

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Os aplicativos que mudam a voz são divertidos, afinal, permitem ‘trollar’ um amigo ou parente através de um estilo de voz bem diferente. Eles também oferecem recursos para criar arquivos de áudio, que podem virar ringtones ou serem compartilhados através das redes sociais.

Os apps permitem fazer alterações de diferentes formas, como modificar o tom e deixá-lo parecido com uma assombração. Também é possível incluir barulhos, como o de trânsito.

APPS QUE MUDAM A VOZ NO CELULAR

Confira a seguir os aplicativos de celular que mudam voz:

Call Voice Changer – IntCall

O Call Voice Changer – IntCall oferece muitos recursos para mudar a voz, podendo deixá-la mais grossa ou mais fina e com diferentes efeitos sonoros. A modificação na voz pode ser efetuada durante a ligação, desde que a chamada seja efetuada através da internet.

Quem tem iPhone pode testar o Call Voice Changer – IntCall gratuitamente. Depois, para obter mais tempo de uso, é necessário pagar.

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Voice Changer Plus

O Voice Changer Plus permite transformar a voz de várias maneiras, deixando-a parecida com o som de um fantasma, de um rato e até mesmo de uma tartaruga. Também existe a possibilidade de incluir efeitos, como o barulho de trânsito.

voz modificada pode ser enviada por email ou Facebook. No entanto, o aplicativo não altera a voz durante as ligações. Para baixar o app, é necessário investir US$ 1,99.

Voicy Lite – Fun Voice Changer

O Voicy Lite – Fun Voice Changer é um aplicativo grátis para iPhone, capaz de modificar a voz em diferentes situações. O app faz com que o usuário fale como zumbi, robô, estilo e tantos outros estilos.

Depois de gravar a voz com efeito, é possível compartilhar o arquivo ou usá-lo como ringtone. A única desvantagem do app é que ele não funciona em integração com a chamada telefônica.

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Voice Changer Calling – Weird Voice

Através da internet, o usuário deste aplicativo realiza chamadas telefônicas, com a possibilidade de adicionar efeitos a sua voz. O timbre pode parecer engraçado ou até mesmo assustador.

Análises consideram o volume do app muito baixo, o que acaba comprometendo o entendimento da mensagem. No entanto, o recurso se revela uma ótima opção para quem tem Android.

A primeira ligação com Voice Changer Calling é gratuita. Depois, o usuário precisa pagar R$ 0,08 por minuto (para telefone fixo).

Curiosidades na internet

Futurecom: Telefônica lança hoje, oficialmente, Firefox OS no Brasil

Acesse:http://corporate.canaltech.com.br/noticia/vivo/Telefonica-lanca-oficialmente-Firefox-OS-hoje-no-Brasil/

Futurecom

A Telefônica Vivo começou oficialmente a venda dos smartphones carregados com o sistema operacional móvel Firefox OS no Brasil nesta terça-feira (22). O anúncio foi realizado pelo presidente do grupo Telefônica do Brasil, Antônio Carlos Valente, durante uma coletiva de imprensa realizada na Futurecom 2013, no Rio de Janeiro. Os dispositivos já estavam disponíveis nas lojas da Vivo a partir de hoje e, segundo Valente, cerca de 25 aparelhos já foram vendidos só no período da manhã.

Os primeiros smartphones com o sitema móvel da Mozilla foram lançados em julho deste ano, na Espanha, e já estão em países como Venezuela, Colômbia e Alemanha. No Brasil, o Firefox OS chegará em dois dispositivos diferentes: o já conhecido LG Fireweb D300, que terá produção local em Taubaté, e o novo Alcatel OneTouch Fire – cujas primeiras unidades serão importadas, mas a produção local em Manaus não é descartada.

Os aparelhos serão vendidos em diferentes combinações de planos pela Vivo, com preços a partir de R$ 29 para o Alcatel OT Fire e R$ 99 para o LG Fireweb, ambos no pacote Vivo Smartphone Ilimitado 60 Completo. Segundo Valente, os o preço dos dispositivos receberam um pequeno subsídio da Vivo, mas os números não são revelados. Apesar de ser comercializado com exclusividade pela Vivo, os usuários podem colocar o chip de qualquer outra operadora no smartphone.

Os aparelhos terão pacote de dados básico 3G de 100 MB, que poderá ser somado a qualquer pacote que o cliente escolher. O produto deverá ter uma campanha de Natal especial e é considerado uma “chave” para a empresa. A Vivo, no entanto, não revela suas expectativas de venda.

O LG Fireweb é o primeiro aparelho da sul-coreana equipado com o Firefox 1.1 e possui tela de 4 polegadas, câmera traseira de 5 MP e frontal VGA, 4 GB de memória interna, Bluetooth 4.0 e processador de um núcleo de 1.0 GHz. O preço sugerido é de R$ 449. Já o OneTouch Fire da Alcatel vem com display de 3,5 polegadas, 256 MBde memória RAM, e processador de um núcleo de 1 GHz.

“Acreditamos que estamos fazendo uma coisa boa para usuários, para o desenvolvimento e para o ecossistema como um todo”, afirmou Jay Sullivan, Chief Operating Officer da Mozilla, também presente no evento. Segundo ele, o Firefox OS é um sistema ideal para mercados como o brasileiro, que passam por uma migração de usuários dos chamados feature phones para os smartphones, e reúne capacidades de navegação e de interatividade como redes sociais e games, mas com design simples, baseado em HTML5.

Jay afirma ainda que espera que, com o início das vendas dos dispositivos no Brasil, a comunidade local de desenvolvedores aumente a oferta de aplicativos para o Firefox OS. Atualmente, o sistema operacional já conta com apps para serviços como Facebook e Twitter, mas ainda não possui equivalentes a outros populares apps móveis, como o Skype. Em sua versão mais recente, o Firefox OS recebeu um protocolo de notificações, o que deve aumentar o interesse de grandes desenvolvedores no sistema, segundo Jay.

Ainda não há datas confirmadas, mas os smartphones com o Firefox OS também serão lançados pela Telefônica nos próximos dias no Peru, Uruguai e México. Países do leste europeu também receberão o dispositivo ainda em 2013.

Curiosidades na internet

Smart TVs podem ser hackeadas e até usadas para espionar; entenda como

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As Smart TVs também podem ser alvos de invasões de hackers. Especialistas em segurança de dispositivos eletrônicos participando da conferência Black Hat, na última quinta-feira (1), demonstraram alguns modelos de TVs inteligentes que são vulneráveis a ataques de usuários maliciosos, que podem acessar arquivos de basicamente qualquer aplicativo instalado nelas.A

Smart TVs também são vulneráveis a ataques hackers (Foto: Reprodução/Mashable)Smart TVs também são vulneráveis a ataques hackers (Foto: Reprodução/Mashable)

Aaron Grattafiori e Josh Yvor foram os responsáveis por demonstrar a vulnerabilidade que diversos modelos de Smart TVs da Samsung, lançados em 2012, têm. No fim do ano passado, eles alertaram a companhia sobre o problema, que emitiu patches para corrigirem as tais falhas. Entretanto, foram descobertas novas falhas que podem, potencialmente, ser exploradas por hackers caso não sejam corrigidas.

O grande problema de segurança no caso é o fato de os apps das TVs inteligentes da Samsung serem escritos com as linguagens Javascript ou HTML5, que são bastante vulneráveis aos ataques tradicionais de hackers, sem precisar nem de muita sofisticação para que um usuário malicioso se aproveite das falhas e consiga invadir o sistema.

Aproveitando alguns bugs e editando APIs de aplicativos, Grattafiori e Yavor conseguiram inserir códigos maliciosos em mensagens de texto e no navegador, para então ganharem acesso à TV. Assim que o televisor é comprometido, o hacker tem total controle e pode espalhar seu ataque aos contatos de vítima, podendo, portanto, criar um vírus para as Smart TVs.

Esta é a primeira vez que especialistas fazem uma apresentação dedicada ao assunto e o conteúdo dela parece ser, realmente, um pouco alarmante devido à facilidade que eles apresentaram para invadir um aparelho. Obviamente, o processo todo não foi detalhado, até mesmo para não incentivar usuários mal intencionados a tentarem repetir a ação. No entanto, os pesquisadores pedem atenção.

“A TV só tem um usuário, então qualquer tipo de complicação em seu Smart Hub, que é o sistema inicial, vai ter a mesma permissão de qualquer usuário. Ou seja, você pode fazer tudo, qualquer coisa”, explica Grattafiori, em entrevista ao site Mashable.

De acordo com a dupla, portanto, é preciso tomar muito cuidado com a segurança de uma Smart TV, mesmo que as empresas já tenham lançado patches para as falhas apresentadas. Segundo eles, o comportamento e ideal para o usuário é manter o dispositivo sempre atualizado e não instalar apps inúteis, de desenvolvedores desconhecidos ou de redes sociais.

Curiosidades na internet

Vírus de celular é igual a vírus de computador? Entenda as diferenças

Acesse:http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/05/virus-de-celular-e-igual-virus-de-computador-entenda-diferencas.html

Vírus e outros tipos de malwares já são problemas conhecidos por quem utiliza os computadores. Porém, as ameaças, antes restritas aos desktops e notebooks, têm agora um novo alvo: o seu smartphone. Em número crescente, esses aplicativos atrapalham o desempenho dos gadgets e tentam roubar dados pessoais dos usuários. Mas será que os vírus de celular agem igual aos de computadores? O TechTudo foi atrás da resposta.

Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)

Diferenças entre infecções de computadores e de smartphones

Nos computadores, os programas são executados em diferentes níveis de seguranças dentro de camadas de atividades. Os mais importantes rodam em ambientes mais seguros e menos acessíveis do sistema operacional, já os menos essenciais ficam em um local mais exposto e sujeito à alterações.

É justamente na camada mais vulnerável que grande parte dos malwares começam a ser executados, podendo enviar cópias e estender suas ações a outros aplicativos, também situados neste grau de segurança. Já os programas mais agressivos conseguem burlar os níveis de segurança do sistema e se enraizar nas camadas importantes podendo comprometer o desempenho do computador e colocar em risco todo o seu funcionamento.

Enquanto isso, o processo de infecção é bastante diferente nos smartphones. Os sistemas Android e iOS possuem arquitetura com somente duas camadas: uma mais restrita, com as principais execuções e os apps nativos do sistema, e outra onde estão as informações, arquivos e programas baixados pelo usuário.

Quando um malware infecta um smartphone, suas ações irão se restringir ao nível mais exposto, limitando-se aos dados dos usuários e, raramente, tendo acesso às funções vitais do sistema. Porém, aparelhos desbloqueados via jailbreak ou root aumentam o risco de que malwares, mesmo inofensivos, comprometam as funções essenciais do sistema.

O malware atinge e-mails e pode comprometer contas de usuários (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)Infecções ocorrem através da troca de dados
(Foto: Marlon Câmara/TechTudo)

Como acontecem as infecções?

Atualmente, para contaminar seu smartphone com estas “pragas digitais” basta estar conectado a internet ou receber arquivos maliciosos por transmissões via bluetooth, SMS e MMS. Qualquer método que receba dados de outro aparelho é uma porta de entrada para estes programas danosos. A maneira mais segura para se utilizar o celular ainda é no “Modo Offline”.

Grande parte dos malwares para celulares encontram-se nas próprias lojas oficiais de aplicativos, como a Google Play. No entanto, um relatório recente mostrou que essas ameaças começaram a circular via spams. Alguns desses programas, uma vez baixados, roubam seus dados e alteram configurações do sistema, com a possibilidade de enviar cópias de si mesmo ou de outros malwares por diferentes meios de transmissão de dados.

As consequências de um smartphone infectado

Um dos primeiros sintomas da presença de um malware, tanto em smartphones quanto computadores, é o comprometimento do desempenho do sistema. Devido às operações desses aplicativos nocivos, o processamento de dados do sistema passa a ter um maior gasto de memória, o que acaba por deixar o sistema mais lento, propenso a erros e congelamentos.

Outro indício de “contágio” é o aumento significativo da transmissão de dados pela rede, além do envio de SMS, MMS, e-mails e outras mensagens pela internet sem o conhecimento dos usuários.

Essas duas características são comportamentos padrões de malwares. Como foram desenvolvidos para roubar e transmitir dados, sejam eles imagens, contatos, relatórios de navegação na web e até informações bancárias, esses softwares acabam comprometendo o funcionamento de seu smartphone.

Malware mais nocivos, no entanto, podem atrapalhar a performance do seu celular, interromper ou impedir ligações, podendo ainda contaminar outros aparelhos. Esses apps maliciosos são capazes também de transmitir mensagens, executar aplicativos, destruir o sistema operacional, aumentar o consumo da bateria de seu aparelho e até danificar o hardware.

O Android, uma das plataformas mais utilizadas no mundo, é também uma das mais vulneráveis a malwares (Foto: Reprodução/ TechTudo)O Android é uma das plataformas mais vulneráveis
a malwares (Foto: TechTudo)

Como se prevenir?

A primeira coisa a ser feita para manter o celular a salvo de aplicativos nocivos é estar atento aos dados enviados e recebidos pelo aparelho. Procure se assegurar sempre se os downloads tem uma procedência segura, observando comentários sobre comportamentos suspeitos e reclamações.

Os malwares também pode estar camuflado em vídeos, músicas, aplicativos e fotos enviadas por e-mails, SMS, MMS e em transmissões via Bluetooth. Portanto, confirme o conteúdo com a pessoa que lhe enviou o arquivo, antes de abri-lo.

Além desses cuidados, é bom ter em seu smartphone um bom antivírus para garantir que seu sistema está seguro e evitar futuras infecções. Nas lojas de aplicativos online, há uma boa quantidade de diferentes antivírus gratuitos, que poderão ser muito uteis na proteção de seu aparelho.

Fique atento aos sites que visita, pois, caso seu celular não tenha um antivírus ou firewall, você estará mais sujeito a infecções por pequenos malwares que poderão abri portas para softwares mais perigosos. Lembre-se de agendar varreduras periódicas com os antivírus instalados em seu aparelho. Isso pode evitar o aparecimento de pequenos erros e impedir instalações que possam camuflar infecções mais sérias.

Como os smartphones são dispositivos desenvolvidos para transmitir e receber informações de forma intensa, estes aparelhos se tornaram ambientes muito mais vulneráveis a vírus e malwares do que os computadores. Por isso, mantenha-se informado a respeito de novos tipos de infecções e sobre o funcionamento de seu smartphone. Caso seu celular esteja apresentando algum comportamento suspeito, instale ou troque seu antivírus e, se o problema continuar, leve-o a assistência técnica.

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