Se você está pensando em comprar um apartamento um pouco mais distante do seu trabalho, sem dúvidas, a melhor escolha para se locomover é uma bicicleta. Desde a economia de tempo gasto em trânsito, até mesmo no exercício feito, que impacta diretamente em sua saúde, pedalar é uma ótima alternativa na hora de sair de casa.
Se você nunca teve uma bicicleta ou não entende muito bem sobre o assunto, saiba que o pneu de bicicleta é crucial para você ter uma pedalada mais confortável, de acordo com o seu gosto pessoal e suas necessidades. […]
Você é do tipo que para onde vai procura sempre levar os amigos com você? Chega de queimar dinheiro com gasolina, coloque todo mundo pra ralar com a bicicleta dos amigos! Já posso ver aquele amigo mais folgado fingindo estar pedalando quando na verdade está só enrolando.
A “The Only Seven Person Tricycle” (o único triciclo para sete pessoas) é na verdade, como o próprio nome diz, um triciclo. Acomoda sete adultos e coloca todo mundo junto pra fazer força pedalando. Cada um dos sete lugares tem um conjunto de pedais que podem operar simultaneamente para impulsionar o triciclo, incentivando a interação social e o trabalho de equipe enquanto pedalam. O controle da direção e frenagem é feito por somente um dos sete pilotos, este escolhido será o responsável por guiar o triciclo. Por falar em freios, apesar do peso do triciclo com 7 pessoas em cima ser relativamente pesado, o sistema de freios é feito através de uma alavanca manual ou pedal, mas é hidráulico, o que garante a segurança do triciclo. Para entender melhor como ele funciona, veja mais imagens e informações a seguir:
O triciclo é fabricado na Alemanha. Tem um eixo central articulado com peças resistentes inspiradas na tecnologia Porsche, e um sistema de transmissão totalmente coberto para proteger o mecanismo de sujeira e poeira. Ele tem também um dínamo, criado para converter os movimentos em energia, permitindo assim que seus dois faróis se acendam. Os assentos podem também se ajustar a diferentes níveis de altura, assim até mesmo crianças podem andar nele.
Gostei! E você, curtiu também? A má notícia é que o triciclo é vendido somente nos EUA. Está à venda na Hammacher nas cores vermelho, amarelo e azul pela pechincha de US$ 20 mil. OUCH!!! >.< O jeito é fazer uma “super vaquinha” entre os 7 envolvidos. No site da loja há um vídeo com uma demonstração da bicicleta.
Rodas laterais de bicicleta Cecizinha apresentam oscilação; Procon-SP orienta consumidores sobre seus direitos
Divulgação
“AE”
Na semana em que se comemora o Dia das Crianças, a Caloi convocou nesta segunda-feira, 7, um recall das bicicletas Cecizinha Aro 12. As bicicletas foram fabricadas em outubro de 2011 e têm número de chassi final SJ. No recall, o par de rodas laterais será substituído.
No comunicado a empresa informa ter detectado uma oscilação na resistência das rodas laterais, o que pode ocasionar falta de equilíbrio da criança.
A Caloi disponibiliza o telefone 0800 701 8022 e o site para mais informações e identificação dos postos de atendimento.
Segundo o Procon-SP, a empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor.
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 10, estabelece que: “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança”.
Os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos, afirma o Procon-SP.
“Como viver em São Paulo sem carro” traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público
Claudio Edinger
Ex-jogador Raí abandonou a direção em 2008
“Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas, na hora do congestionamento, falo no celular, ouço música.” Raí, ex-jogador de futebol, abandonou “a direção” em 2008 e só anda por São Paulo a pé, de bicicleta ou de táxi (dependendo do trajeto). Suas experiências e de outros 11 personagens – como Maria Adelaide Amaral, Tadeu Jungle e Rita Lobo – da cena paulistana são relatadas no livro “Como viver em São Paulo sem carro”, idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. As fotografias são de Claudio Edinger e as ilustrações, de Eva Uviedo.
O lançamento será no dia 5 de julho, às 20h, no restaurante Spot. Com 81 páginas, o livro apresenta trajetos favoritos e dicas de lazer, cultura, gastronomia e de caminhos para quem se aventurar no mundo “livre de veículos”. “Tem riscos ao andar de bicicleta. Tomo muitos cuidados, o tempo todo. É preciso planejar os caminhos”, sugere o ex-jogador.
Tadeu Jungle, cineasta e videoartista, gosta de fazer tudo a pé. Ele mora nos Jardins. “Morar em um bairro mais central implica ter menos espaço em casa. Assim, tenho uma cozinha menor, mas
não me importo: saio frequentemente para jantar fora, tenho ótimos restaurantes perto de casa.” Ele revela que não conseguiu abandonar totalmente o carro, mas reduziu “a necessidade”.
Divulgação
Roteiro a pé sugerido por Tadeu Jungle no bairro Jardins, onde mora
Criadora do site Panelinha e apresentadora do Cozinha Prática (GNT), Rita Lobo procurou conciliar casa, trabalho e escola dos filhos tudo no mesmo bairro. “Quando vou de uma região da
cidade para outra, ainda uso carro ou táxi. Mas procurei organizar as coisas para que toda minha estrutura básica de vida fique dentro do bairro que escolhi para morar, os Jardins.” A dica é que o pedestre tem de ter equipamentos apropriados, como uma sandália confortável.
Liberte-se do vício
Claudio Edinger
Alexandre Frankel decidiu não renovar sua carteira de habilitação
Alexandre Frankel diz que a ideia de lançar “Como viver em São Paulo sem carro” foi para “mostrar às pessoas uma outra possibilidade”. “Andar a pé e de transporte público é cool. O chique é poder chegar rápido e não ficar horas no trânsito. Carro é um atraso de vida. Não é pecado usá-lo, mas não se pode ser dependente dele. A pessoa prejudica sua vida sem perceber que pode sair fora desse vício”, diz.
A empresa de Frankel, a Vitacon, é uma incorporadora que desenvolve projetos fundamentados em novas opções de mobilidade urbana (como o aluguel de carros e bicicletas para os moradores), em terrenos próximos a estações do metrô, procurando aproximar as pessoas de seus locais de trabalho.
O empresário acredita que este é o caminho para uma cidade com menos trânsito, menos estresse e mais horas livres para outras atividades. “O que dita regra nos nossos projetos é a mobilidade. Onde há muitos prédios comerciais colocamos residenciais e vice-versa. A lei de zoneamento de São Paulo e de grandes cidades brasileiras é um horror. As pessoas gastam de 4 a 5 horas por dia para sair da periferia e ir para o centro trabalhar.”
O empresário abandonou o carro há alguns anos e decidiu não renovar a carteira de habilitação. Levou a sede de sua empresa para o bairro onde mora e faz tudo o que pode a pé. Os filhos e a mulher também. Ele defende o modelo da cidade compacta, concebida exatamente como o lugar da diversidade social e econômica, de bairros que misturam classes sociais e atividades, de forma que todos possam ficar a curtas distâncias do trabalho. “É possível fazer esta mudança. Viver perto com qualidade.”
O livro traz ainda dados inéditos levantados em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) sobre como os moradores se relacionam com a questão da mobilidade urbana. Segundo a pesquisa, 65% dos paulistanos estariam propensos a mudar suas residências para locais perto do trabalho, desde que mantido o mesmo padrão de vida, para fugir do trânsito. O estudo também mostra que para a mesma porcentagem da população (65%), o trânsito é considerado o pior problema da cidade, à frente da poluição. “Queremos que o livro gere movimento, que as pessoas se movimentem e mudem”, diz Frankel.
Depois de uma série de experiências feitas por mais de um ano, finalmente no dia 5 de agosto será possível provar pela primeira vez na historia um hamburger feito de carne totalmente artificial.
O alimento foi elaborado por Dr. Marc Post, titular da Universidade de Maastricht, nos Países Baixos. Durante o transcurso do banquete hi-tech, espera-se que o criador da especiaria revele os segredos e detalhes de seu invento.
Fontes afirmam que para produzir um hamburger seriam necessárias três mil tiras de tecido muscular (de 3cm X 1.5 cm), feitas em laboratório a partir da combinação de células tronco. O processo, com custo aproximado de US$ 320.000,00, foi bancado por um investidor anônimo, que será conhecido no dia do evento.
A apresentação desta iguaria elaborada in-vitro demonstrará a existência de alternativas para a criação e consumo de carne bovina e de outros tipos. Apesar das polêmicas, é ressaltada a grande economia em água, terra e energia necessárias para a criação bovina convencional, diminuindo também a emissão de gases do efeito estufa.
Segundo o cientista, “o vegetariano que provar o hummer causará menos mal ao meio-ambiente do que um carnívoro que use uma bicicleta”.
Dois designers britânicos decidiram reunir duas de suas grandes paixões: bicicletas e aviação. Eles desenvolveram uma bike dobrável que, com o auxílio de um grande ventilador e um triciclo acoplado a ela, é capaz de alçar voos, e seu paraquedas pode também ser usado como uma barraca, caso você acabe fazendo viagens mais longas.
Os criadores da bicicleta, chamada Paravelo, decidiram desenvolvê-la não para o uso diário em grandes cidades, mas para as pessoas que curtem acampar nos finais de semana. No entanto, a bicicleta também pode ser usada como uma bike dobrável convencional e que pode ser armazenada em qualquer cantinho dentro de casa. Se você quiser dar uma volta pelos ares, é só acoplar a ela a parte de trás com o ventilador.
A bicicleta é capaz de alcançar aproximadamente 1,2 mil metros de altura e velocidade máxima no ar de 40 quilômetros por hora. “Se você tem sede de aventura, mas não tem espaço ou um saldo bancário suficiente para adquirir um helicóptero, então a Paravelo foi feita para você”, afirmou ao The Guardian Yannick Read, um dos criadores do projeto.
Foto: Divulgação
Por enquanto, a Paravelo é apenas um protótipo, mas seus criadores já buscam recursos por meio do Kickstarter para iniciar sua produção e comercialização. Os interessados em adquirir um dos primeiros exemplares da bike poderão contribuir com a campanha de arrecadação de fundos com quantias que variam entre 5 e 5 mil libras (R$ 17 e R$ 17 mil, respectivamente).
Em países evoluídos muitos trocam os carros pelas bicicletas, como é o caso do Japão. O problema é que mesmo as bicicletas sendo menores do que carros, é sempre um dilema encontrar um local para estacioná-las com segurança. Além disso no Japão não há tanto espaço assim como temos aqui no Brasil, então a prefeitura de Tóquio resolveu implementar em um bairro chamado Shinagawa, estacionamentos subterrâneos inteligentes com sistema robótico que leva as bicicletas automaticamente para dentro da terra.
Dentro das “ECO Bikes” – como são chamadas – a bicicleta é mantida protegida do sol e chuva, roubos ou mesmo de vândalos. Cada estação ECO Bike suporta até 200 bicicletas, imagina então o enorme espaço que cada uma destas poupa na superfície! É senhores, nosso país ainda precisa evoluir uns 200 anos até chegar onde eles estão. Assista ao vídeo (legendado) abaixo para entender como as ECO Bikes funcionam.
Modelo pesa quase 100 kg e usa propulsores horizontais para garantir o vôo. Funcionários de um consórcio de três empresas tchecas começaram a testar um protótipo de uma bicicleta diferente. O equipamento se diferencia das bikes convencionais por ser capaz de voar. Batizada de Flying Bike, ela foi testada nesta quarta-feira (12) em Praga, usando um controle remoto e um manequim. O equipamento conta com seis propulsores horizontais e um motor elétrico. Apesar da capacidade de voar, a bike não é tão leve, já que pesa 95 kg. Ela usa a tecnologia da empresa francesa Dessault Systemes para realizar o feito.
Projeto tenta arrecadar fundos para chegar ao mercado – Usuário poderá criar suas próprias imagens.
A empresa MonkeyLectric, da Califórnia, criou um sistema de luzes de LED acoplado nas rodas de bicicletas para que se consiga refletir imagens coloridas ou animações bem chamativas.
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Batizado de Monkey Light Pro, o sistema trabalha com quatro fileiras de luzes de LED resistentes à água. Elas são fixadas nas rodas, e, através de um programa especial, se consegue criar e transferir animações. Todo o processo é feito através de Bluetooth.
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Quando a bicicleta atinge uma certa velocidade, as luzes acendem e formam nas rodas as imagens determinadas pelo programa. Para que o projeto possa de fato se consolidar, a empresa desenvolvedora tenta arrecadar o equivalente a US$ 180 mil no site de fundos “Kickstarter”.
Novidade é movida por energia solar e pedais como em bicicletas tradicionais.
A Organic Transit desenvolveu um modelo que pode ser comparado a uma mistura de bicicleta com automóvel. O veículo é bastante fino, e é movido por pedais como em uma bicicleta e pela energia solar.
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Batizado como ELF, o modelo capta energia da luz solar e a converte em energia elétrica através de painéis fotovoltaicos. Em subidas, o condutor pode ajudar o veículo através dos pedais, facilitando o trabalho do motor elétrico.
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A novidade tem caráter ecológico, e consegue atingir a velocidade de 30 Km/h, dentro das normas das bicicletas elétricas dos Estados Unidos. No caso do condutor pedalar, a velocidade pode aumentar. A Organic Transit obteve sucesso no financiamento dentro do Kickstarter e agora já prepara a novidade para o mercado.
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consegue atingir a velocidade de 30 Km/h, dentro das normas das bicicletas elétricas dos Estados Unidos. No caso do condutor pedalar, a velocidade pode aumentar. A Organic Transit obteve sucesso no financiamento dentro do Kickstarter e agora já prepara a novidade para o mercado.