Ideia é aliar produção de energia elétrica com exercícios físicos, mantendo saúde dos moradores e preservando o meio-ambiente.
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Casa autossustentável produz energia a partir de exercícios físicos feitos pelos moradores
O estúdio de arquitetura espanhol Elii criou uma casa-piloto que utiliza o conceito de produção de energia elétrica a partir das atividades físicas desenvolvidas pelos próprios moradores. A ideia foi montar uma residência totalmente autossustentável, aliando a saúde (já que seria necessário se manter atividades regulares diariamente) com preservação do meio ambiente..Batizada como JF-Kit House, (abreviação de “Jane Fonda Kit House”), a casa obriga as pessoas a se exercitarem para gerar eletricidade. Existe, por exemplo um escritório de malhação dos braços, que gera eletricidade para checar e-mails para cada 25 minutos de atividade girando uma manivela.
Além disso há uma bicicleta que permite assistir a um vídeo de ginástica de Fonda para cada 20 minutos de pedalada. Assista o vídeo abaixo e entenda melhor como a casa funciona:Curiosidades na internet -
Sustentabilidade: oito carregadores de celular que usam energia solar
Smartphones e sustentabilidade estão na moda. Então, por que não juntar as duas coisas? É o que propõe esses oito carregadores, que utilizam a luz solar para carregar o seu iPhone,Android e Windows Phone. Todos os dispositivos já estão à venda e podem ajudar naquele momento de “desespero” em que a bateria do celular acaba, alguns deles podem até ser utilizados para decorar a sua casa. Confira a lista:
1. SLXtreme
Snow Lizard SLXtreme Case é à prova d’água e faz recarga pela luz solar (Foto: Divulgação)
Compatível com iPhone 4, 4s e 5, o SLXtreme tem as laterais emborrachadas e é o carregador ideal para quem gosta de fazer trilhas. O acessório é à prova d’agua e pode ser utilizado em até dois metros de profundidade, com direito a botão obturador integrado para fotos subaquáticas. A bateria integrada dobra o tempo de vida útil do smartphone e é revestida por uma caixa de policarbonato. Ela é mesmo poderosa: aguenta sete horas de conversa e 11 de reprodução de vídeos. Tantos adjetivos compensam o preço: R$ 129,99
2. Altoids Solar USB Charger
Altoids Solar USB Charger parece uma lata de sardinha, mas mantem o celular ligado por dois dias (Foto: Divulgação)
O Altoids Solar não tem múltiplas funções como o SLXtreme. No entanto, o ponto forte do aparelho está no tempo em que ele mantém o celular ligado: dois dias ou mais! Portátil, o dispositivo usa baterias AA e quase lembra uma lata de sardinha, só que bem mais charmosa. Mas e se faltar sol? Não é problema para ele. Duas pilhas recarregáveis o acompanham e servem como fonte de energia. Preço: R$ 34,99
3. SunVolt Gomadic
Gomadic SunVolt tem duas versões e pode ser utilizados até na piscina (Foto: Divulgação)
O SunVolt não carrega apenas o celular, mas vários aparelhos ao mesmo tempo. O painel solar lembra um notebook e até já existe uma versão plus do produto: o SunVolt Max. A diferença é que a versão Max funciona como uma estação solar, que permite uma absorção de energia até 50% maior. O preço também muda: US$ 99,95 (R$ 200) a versão simples e US$ 129,95 (R$ 260) no equipamento mais completo. Quer levar para piscina? Tudo bem. Ele é a prova d’água e a sua capa protetora tem um sistema antiderrapante.
4. XD Design Solar Window Charger
XD Design Solar Window Charger pode ser utilizado no carro para dispositvos USB (Foto: Divulgação)
O XD Window é ideal para quem anda muito de carro. Pequeno, elegante e leve, pesa só 195 gramas, o aparelho carrega qualquer dispositivo USB, mas não é recomendado para tablets. O preço é de aproximadamente US$ 65 (R$ 130).
5. Electree Charging Sculpture
Electree Charging SculptureO Electree Charging Sculpture tem a forma de um bonsai e lembra bem o conceito de “fotossíntese”. O design curioso faz dele um item de decoração, que pode ser customizado de acordo com o gosto do cliente. Suas 27 “folhas”, armazenam a energia em suas “raízes” – uma base oculta. O preço é tão chamativo quanto o carregador: cerca de 450 dólares (R$ 900).
6. WakaWaka Power Compact Solar Charger
WakaWaka Power Compact Solar Charger traz luz com autonomia de 40 horas (Foto: Divulgação)
O WakaWaka Power tem um nome estranho, mas promete carregar totalmente o seu smartphone após um dia de sol. O dispositivo traz também uma lanterna que fornece até 40 horas de luz, caso o usuário queria fazer uma leitura em um ambiente escuro, por exemplo. De acordo com a fabricante, o produto garante 200% de eficiência sobre qualquer outro do mercado. Além disso, a cada aparelho vendido, a empresa promete doar um WakaWka Power aos refugiados do Haiti e da Síria, regiões que enfrentam graves racionamentos de energia. Preço US$ 79 (cerca de R$ 160).
7. Solio CLASSIC2
Solio CLASSIC2 funciona como um relógio solar, além de ser um carregador (Foto: Divulgação)
O design do Solio Classic é icônico: se você colocar um lápis no meio dele o dispositivo vira o relógio de sol. Além disso, o dispositivo carrega qualquer aparelho eletrônico em 90 minutos: tablets, Smartphone, GPS, e-readers e até luzes de bicicleta. Preço: R$ 100.
8. XD Design Solar Sunflower
XD Design Solar Sunflower imita um girassol e recarrega qualquer dispositivo USB (Foto: Divulgação)
Sabe aquela ideia de que os carregadores solares fazem “fotossíntese”? Não é à toa que o XD Sunflower tem design de um girassol. Segundo a fabricante, proposta dele é irradiar energia, otimismo e alegria, tal como a flor. As duas folhinhas verdes são simpáticas o bastante para fazer isso. Além de servir como objeto de decoração, o acessório carrega qualquer dispositivo USB. Preço: US$ 62 (R$ 124).
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Motor elétrico ajuda ciclista a encarar subidas e chegar ao trabalho sem suar
O suor é um dos fatores que pode fazer desistir da ideia quem pensa em pedalar até o trabalho, especialmente em dias quentes ou quando o percurso envolve trechos ladeira acima. Para contornar isso, é possível instalar um motor elétrico na magrela.
Arquivo pessoal 
Bicicleta elétrica do administrador de banco de dados Cleber Augusto Rafael, 35: agora ele quer instalar uma bateria melhor e tração também na roda traseira É o caso do administrador de banco de dados Cleber Augusto Rafael, 35, que diz que gastou cerca de R$ 1.600 para transformar sua bicicleta (que valia R$ 1.000) em uma versão equipada com suspensão dianteira e motor elétrico, o qual custou quase a totalidade do valor investido.
Hoje, ele economiza cerca de R$ 230 por mês com o carro na garagem. “Estimo o custo [de rodagem da bike elétrica] em R$ 0,02 por km.”
“Queria voltar a pedalar e não podia chegar suado ao escritório, onde trabalho com roupa social”, conta, explicando que a bicicleta estava “estacionada” havia um bom tempo. “A cidade onde moro [Maringá (PR)] é plana, mas o trajeto que faço tem subidas.”
Ele diz que pretende instalar uma bateria de maior capacidade, de íons de lítio, e tração também na roda traseira. “Agora estou apaixonado pela bike e não quero parar de incrementá-la.”
Seu percurso é de seis quilômetros e, por ser curto, pode ser totalmente feito sem pedalar. O motor que instalou é relativamente forte, com potência de 1.000 W (carga máxima de 150 kg).
Cleber diz que a conversão dura cerca de três horas. Uma desvantagem é o peso, maior.
Além da Wind Bikes, loja por meio da qual Cleber comprou seu kit de conversão, outros estabelecimentos que vendem semelhantes são Bicimoto e Brazil Electric.
As mais notáveis marcas de bicicletas elétricas já prontas no Brasil são Blitz, Dafra,Evolubike, General Wings, Movegreen e, mais recentemente, Multilaser.
VULNERÁVEL
Para Willian Cruz, editor do site “Vá de Bike”, versões elétricas podem ser perigosas. “É fácil abusar da velocidade quando o motor está ligado”, diz.
Além disso, seu usuário fica em situação de vulnerabilidade jurídica, diz Crus. “O uso de bikes elétricas não é regulamentado. Se um policial te parar e quiser apreender sua bicicleta porque ela não está licenciada, ele simplesmente pode.”
“Mas considero a bicicleta de pedalada eletro-assistida uma boa alternativa para quem tem uma limitação física, como excesso de peso, e quer pedalar.”
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Bicicleta ergométrica vira controle para Mario Kart
Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/games/Bicicleta-ergometrica-vira-controle-para-Mario-Kart/
Se você não é muito fã de atividades físicas aeróbicas mas adora ficar em frente à televisão ou computador jogando uma partidinha de videogame, com certeza vai aprovar a invenção deste rapaz.
Ele uniu o útil ao agradável, ao fazer uma velha bicicleta ergométrica funcionar como controle para o jogo Mario Kart. A engenhoca foi criada utilizando partes de um controle do Super Nintendo misturada a outras peças similares conectadas à bicicleta de forma com que, ao pedalar, o bom e velho botão “A” seja acionado, acelerando o carrinho. O guidão aciona os botões direcionais, já um botão vermelho instalado no centro do guidão libera os itens especiais durante a disputa.
Confira a invenção em ação:
Para facilitar a vida de quem quer testar suas habilidades e arriscar criar sua própria bicicleta-controle, o criador da peça disponibilizou um tutorial detalhado. Inclusive no texto ele diz que não tem muita experiência com eletrônica, e que deve haver formas mais simples – ou mesmo melhores – de se fazer a mesma experiência.
Quem aí se arrisca nesse projeto?
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Abdominal solo
Acesse:http://todaela.uol.com.br/passo-a-passo–2/abdominal-solo
Barriguinha sarada para arrasar na praiaTrabalhar somente as coxas e bumbum também não pode. Malhar o abdômen é bem importante se você quer fazer bonito ao colocar um biquíni ou uma lingerie sensual. Este exercício é bem básico, e todo mundo já deve ter feito pelo menos uma vez na vida.
Ele trabalha quase todo o abdômen e é recomendado para quem quer começar a tonificar a região. Mas vale lembrar que o abdominal não emagrece, e sim fortalece os grupos musculares da barriga. Quem quer perder peso e gordura precisa investir nos exercícios aeróbicos, ou seja, corrida, bicicleta, caminhada, etc.
Para realizar o movimento, deite-se em decúbito dorsal, ou seja, com a barriga para cima
Mantenha as mãos atrás da cabeça ou no peito, e as pernas flexionadas, abertas na largura dos quadris
O movimento será de elevar os ombros, arredondando as costas e elevando o troncoRetorne a posição inicial e repita o movimento
Outra opção para realizar o movimento é com suas pernas apoiadas sobre uma cadeira, com joelhos flexionados em 90°.
Muito cuidado com a postura e procure não forçar o pescoço, mantendo-o alinhado com o restante da coluna.
O ideal é que você comece realizando o movimento 15 vezes em três séries. Mantenha cerca de 30 segundos de intervalo para descansar entre uma série e outra. Caso esteja muito pesado inicialmente, diminua o número de repetições e mantenha as séries.
Mas se estiver muito fácil de realizar os movimentos, você pode aumentar as repetições, ou mesmo colocar um peso em seu peito, para criar mais resistência no momento em que for erguer o tronco.
Créditos
Personal Trainner e Modelo: Isabel Ciola de Azevedo
Email: isabel.ciola@hotmail.com
CREF 016690-G/PR – Curitiba-PRCuriosidades na internet
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Bicicleta elétrica conceitual deixa o usuário conectado às redes sociais
O designer Sheng-Chieh Chang criou uma bicicleta elétrica conceitual bem completa, perfeita para uso urbano. O projeto prevê, inclusive, o uso de um aplicativo para smartphone para que o ciclista se mantenha conectado às redes sociais. Os usuários podem, então, compartilhar pontos de interesse na cidade e interagir. Com o nome de Gusto Orcinus E-Bike, a bicicleta é de fibra de carbono e pode ser dobrada para ser acomodada discretamente no trabalho ou em casa.
Além de toda a tecnologia, bicicleta tem visual apelativo (Foto: Divulgação)No guidão, há um espaço para que o ciclista posicione seu celular, que passa a servir como painel. É possível, por exemplo, usar o GPS do telefone ou o aplicativo pensado para criar uma rede entre os usuários da bike elétrica.
Modelo pode ser dobrado para facilitar a acomodação em casa e no trabalho (Foto: Divulgação)Para dar uma força extra a cada pedalada, a bicicleta conta com um complexo sistema de transmissão. Além do motor elétrico e baterias removíveis, Sheng imaginou um câmbio continuamente variável: em resumo, independente da circunstância, a tecnologia encontra sempre a melhor relação de marchas para o momento, privilegiando torque e conforto simultâneamente.
Guidão reserva espaço para acomodar smartphone (Foto: Divulgação)Mais do que um simples devaneio de design, a Sheng já possui um protótipo totalmente funcional da bike, que, segundo o projetista, foi inspirada em baleias assassinas e em seu perfil bicolor. Apesar de já existir uma unidade, não há previsão de que o modelo seja produzido em larga escala.
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Bicicleta feita de fibra de carbono aposta em design refinado
A Rizoma, marca italiana de equipamentos para motocicletas, resolveu pensar num conceito que se adapte às necessidades de quem pretende usar a bicicleta como solução de deslocamento numa grande cidade. Pensando nisso, nasceu a Rizoma 77/011.
Bike italiana Rizoma tem leveza, tecnologia e preço alto (Foto: Divulgação)
Com design pensado para agradar aos olhos, o fabricante afirma que ela foi projetada também para trazer mais conforto na condução. Com corpo moldado na leve e resistente fibra de carbono, a bicicleta usa alumínio escovado em alguns detalhes, como as catracas e estruturas do selim e freio. Usando o composto não metálico como material principal, a Rizoma conseguiu desenvolver uma bike que pesa apenas 8 quilos.
O desenho curvo do quadro da bicicleta passa a sensação de que ela está sempre em movimento. Além da suavidade no traço, a Rizoma escolheu duas cores que colaboram para ressaltar a beleza do desenho: o consumidor pode optar por versões brancas ou pretas da 77/011.
Talvez uma limitação do modelo seja a ausência de câmbio. A impossibilidade de aliviar o peso, ou buscar mais torque ladeira abaixo, pode ser um ponto negativo para consumidores que vivam em cidades de topografia mais acidentada.
Rizoma 77/011 capricha no acabamento até nos detalhes, como o pedal (Foto: Divulgação).Curiosidades na internet -
Conceito de carro expansível criado por brasileiro é premiado pela Volkswagen
Os ‘carros do futuro’ prometem ser mais limpos, econômicos, sofisticados, inteligentes e com um design arrojado. Para atender muitos desses quesitos algumas montadoras criaram carros-conceito menores. Em busca de novidades, a Volkswagen promoveu o prêmio ‘Talento Volkswagen Design 2012’ e um dos projetos apresentados foi o do designer brasileiro Luiz Antonelli. O Expand Mobility possui opções de expansão para atender melhor as necessidades dos usuários.
“A ideia principal por trás do Volkswagen Expand é a utilização de um princípio básico da natureza, a expansão e a contração. Podemos observar este princípio em muitos animais, com finalidades diferentes, tais como segurança, transporte e alimentação”, afirmou Luiz.
Reprodução: YankoO conceito é completamente versátil, pois possui duas opções de expansão diferentes e atua como um veículo ideal para os centros urbanos. O primeiro é uma cabine expansível capaz de acomodar um ou dois passageiros adicionais, ou uma carga extra.
Reprodução: YankoA segunda opção permite que o usuário ‘desmonte’ as rodas dianteiras do carro, que podem ser usadas como um meio de transporte individual como uma bicicleta de uma roda. O sistema funciona perfeitamente graças à presença de um sensor giroscópio nas rodas.
Reprodução: YankoCom este projeto, Antonelli garantiu um ano de estágio na sede da empresa no Brasil e uma viagem, com tudo pago, para a feira do automóvel de Frankfurt, Alemanha.
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Bicicleta sem pedais é a nova invenção dos alemães
Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/curiosidades/Bicicleta-sem-pedais-e-a-nova-invencao-dos-alemaes/

Uma bicicleta curiosa foi inventada pelos designers alemães Tom Hambrock e Juri Spetter. Em uma mistura de ideias e uma grande inspiração vinda dos primórdios dos modelos de bicicletas e carros, a dupla de designers inventou a Fliz, uma bicicleta totalmente diferente das convencionais.
Em vez de usar pedais, correntes, coroas e catracas em sua constituição, a bicicleta Fliz é movida apenas com a propulsão do ciclista, como em um carro dos Flintstones. Ela não possui um banco, apenas um sistema de cintos de segurança que “pendura” o usuário enquanto ele está andando na bike, em uma estrutura de fibra de carbono bastante diferente dos tradicionais quadros.
O guidão é praticamente igual ao das bikes que conhecemos, apesar de não possuir marchas. O modelo utiliza também freios a disco.
Segundo Hambrock e Spetter, a bike se integra ao corpo do ciclista, uma vez que o “quadro” passa sobre suas costas e “apoia” em seus ombros, deixando uma abertura para que o condutor passe sua cabeça, como se fosse um colete.
Tanta excentricidade é explicada pelos criadores como uma forma de aliviar tensões sobre o corpo do ciclista e distribuir melhor seu peso. Justamente por isso, a bicicleta Fliz pode ser usada em terapias e por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Confira no vídeo abaixo:
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