Visitantes poderão experimentar 4G durante a Campus Party 2013

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A organização do evento ainda aguarda autorização da Anatel para teste

campusDivulgação/Campus Party

Além da internet rápida de 30 Gbps, campuseiros poderão testar 4G

Duas novidades devem animar os geeks que estão pensando em participar da sexta edição da Campus Party: a possibilidade de testar a velocidade do 4G e aparecer no mercado de trabalho usando a rede social do evento. Durante coletiva para a imprensa nesta segunda-feira (10), o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, explica que há uma possibilidade de disponibilizar a tecnologia para os ampuseiros, porém é necessária uma autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

— Se conseguirmos a autorização vamos fazer una ativação controlada. Mas, para isso, precisamos de uma licença experimental restrita ao ambiente da experiência da Vivo.

Apesar desta oportunidade, quem tem tablets e ultrabooks sem saída de rede pode ficar na mão em relação ao uso da internet no evento. Isto em razão do evento não oferecer conexão Wi-Fi. Paco Ragageles, presidente da Futura Networks e cofundador da Campus Party, deixa claro que a limitação é técnica: “[usar Wi-Fi] é impossível no ambiente aberto. O melhor é o cabo. Wi-Fi não dá para uma experiência boa.”

Ragageles ainda explicou que a rede social, chamada de “Campuse.ro”, deve servir como fórum para o “esquenta” dos campuseiros e também como celeiro de talentos para as empresas ligadas no evento.

— [Queremos] transformar o que acontece durante uma semana em todo o tempo online. As empresas vão encontrar formas de entrar em contato com os geeks.

Infraestrutura e segurança

Outros pontos abordados durante o encontro com jornalistas foi a segurança dos visitantes e a possibilidade de apagões ou acidentes em função das fortes chuvas que costumam ocorrer durante o verão – época em quem o evento é realizado. Ragageles preferiu tratar o assunto com humor:

— Esperamos que não chova (risos).

Já os cuidados com segurança foram levados em tom mais sério por Mario Teza, diretor geral da Futura Networks. Segundo Teza, a organização da Campus Party tomou uma série de medidas para evitar os furtos de equipamentos.

— Nós aprendemos como funciona o contexto do Anhembi. Ele nos permite uma qualidade e uma interação muito boa com o público. Nós vamos melhorar a segurança. Já sabemos como as coisas acontecem, serão menores [os incidentes de furtos].

Curiosidades na internet

Educação Biblioteca online da Vivo com 6 mil livros chega para clientes Speedy

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Serviço “Nuvem de Livros’, que também traz audiolivros e videoaulas, tem aplicativo para Android; versão para iPhone deve chegar nas próximas semanas

A Telefonica/Vivo anunciou hoje que assinantes do Speedy e do plano Vivo Internet Móvel para modems 3G passam a ter acesso, a partir de hoje, a 60 dias de acesso gratuito ao serviço ‘Nuvem de Livros’, uma biblioteca online com mais de 6 mil títulos, 260 audiolivros (na voz de Pedro Bial) e videoaulas com conteúdo multimídia da Fundação Roberto Marinho (Novo Telecurso e a série Tecendo o Saber). Em smartphones, a gratuidade será de uma semana.

Desde outubro de 2011 a Nuvem de Livros, desenvolvida em conjunto pela operadora e a Gol Mobile, integra as iniciativas de educação da Telefonica/Vivo para plataformas móveis, como os serviços Kantoo, para ensino de idiomas, e Vivo Português, com o professor Pasquale. O serviço, que já conta com 800 mil assinantes em computadores, smartphones e tablets Android, agora passa a ter um plano especial de acesso para clientes Speedy, no valor mensal de 7 reais. Nos smartphones, o valor é semanal (2 reais), bem como a validade da contratação do serviço.

“Tudo isso vai construindo uma trilha muito clara de conectividade promovendo a extensão do conhecimento”, disse o presidente da operadora, Antonio Carlos Valente, nesta quarta-feira.”Levar o conhecimento para todas as pessoas através de produtos como este é bom para o ensino, é bom para o país e bom para os nossos negócios também”, completou, lembrando que, juntos, os serviços de educação da telefonica/Vivo já atingem 4 milhões de pessoas.

Outras plataformas e operadoras
Clientes Vivo que não possuam modem 3G, smartphones ou tablets, também podem usufruir da ‘Nuvem’ contratando o serviço por meio de seus feature phones ou celulares mais simples. “O serviço é cobrado pelo telefone e ele pode fazer o acesso em qualquer computador, inclusive o de Lan Houses”, afirmou o diretor de inovação da companhia Alexandre Fernandes.

Usuários de iPhones e iPads também passarão a ter acesso ao serviço nas próximas semanas, por meio de um aplicativo disponível na App Store. “A negociação com a Apple foi difícil, mas chegamos a um modelo de negócio que respeita as regras deles, as do nosso parceiro e as da Vivo”, explicou Fernandes. Segundo ele, o aplicativo conta com diversos recursos exclusivos, como a possibilidade de baixar livros temporariamente para o seu aparelho e ler offline, e estará disponível para clientes de outras operadoras a um preço maior – provavelmente 30% acima do valor cobrado dos clientes Vivo. “Como em outras plataformas o serviço é exclusivo da Vivo, nos iOS nós vamos subsidiar a venda para clientes Vivo. Ou seja, vamos pagar a diferença para a Apple, porque ela não deixa a cobrança ser feita diretamente pela operadora”, disse Fernandes.

Para se cadastrar na nuvem de livros o cliente da operadora móvel precisa enviar um SMS com a palavra NUVEM para o número 1515 ou acessar o site www.nuvemdelivros.com.br, digitar o número do celular Vivo e confirmar a assinatura com a senha recebida por SMS. Nas plataformas Android o aplicativo está disponível na Google Play.

Responsabilidade social
Durante o anúncio da promoção de acesso gratuito à Nuvem de Livros, Jonas Suassuna, presidente da Gol Mobile, adiantou a proposta feita à Fundação Telefônica para a instalação de unidades físicas da biblioteca virtual em municípios de baixo IDH, que não possuem bibliotecas públicas. “A ideia é a de que a gente monte um container com computadores e acesso da Vivo para que os moradores possam ter acesso ao acervo da Nuvem”, disse. Um projeto piloto já está em curso no município de São Bento do Una, em Pernambuco. Há planos também de, junto com a prefeitura do Rio de Janeiro, instalar uma unidade no Morro do Alemão.

O acervo da Nuvem de Livros conta com curadoria do escritor Antônio Torres e produtos de 25 editoras, como Nova Fronteira, Melhoramentos, Ediouro, Barsa Planeta, entre outras, além de obras de domínio público. Estão lá obras de Ariano Suassuna, Eça de Queirós, Machado de assis, Monteiro Lobato, Shakespeare e autores contemporâneos. A intenção é de que o acervo continue crescendo, assim como o de audiolivros.

Curiosidades na internet

Vivo quer usar banda ultralarga para desenvolver sistema de TV pela internet

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A Telefônica Vivo pretende usar a estrutura de banda larga de ultravelocidade para impulsionar a plataforma de IPTV (TV paga baseada em internet), disse o presidente da empresa, Antonio Carlos Valente, nesta quarta-feira (1º).

“Nós temos já um projeto, que é trabalhar fortemente com a ‘ultrabroadband’ [banda ultralarga]… Essa plataforma é uma das plataformas fundamentais para se ter uma boa solução de IPTV, uma boa solução de televisão, além da ampliação dos meios convencionais de cabo”, afirmou a jornalistas, após participar de evento na sede da empresa, em São Paulo.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente da Vivo, Antonio Carlos Valente, durante coletiva sobre conexão 4G
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente da Vivo, Antonio Carlos Valente, durante coletiva sobre conexão 4G

O executivo afirmou que a companhia está muito adiantada para o lançamento de uma plataforma potente de IPTV –que utiliza protocolo de internet para transmissão de conteúdo– para as suas redes de fibra e de cabo, que foi anunciado no último trimestre de 2011. Ele, no entanto, não detalhou os investimentos necessários para essa tecnologia.

A expectativa de analistas do mercado é de que a IPTV aumente a participação de mercado de companhias como a Telefônica e a Oi, que visam explorar fibra óptica para oferecer produtos de ponta.

ANATEL

Segundo o presidente da companhia, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não pediu modificações no plano de investimentos e qualidade apresentado pela empresa à agência reguladora.

Apesar de não ter suas vendas suspensas pela Anatel como seus concorrentes Oi, Claro e TIM, a Vivo também teve que apresentar um documento com suas estratégias à agência reguladora.

“Nós estivemos na semana passada (em Brasília), e a Vivo estará fornecendo as informações que forem pedidas… O que a Anatel pediu depois da apresentação que fizemos foram informações mais detalhadas por Estado”, disse.

Sobre o impacto da suspensão das vendas das concorrentes na Vivo, Valente afirmou que “não é nada relevante”.

COMPARTILHAMENTO

O executivo também afirmou que as empresas já compartilham infraestrutura como forma de desafogar a rede de telefonia móvel.

Na véspera, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sinalizou que o governo poderá criar uma lei federal obrigando as operadoras a compartilhar infraestrutura, como uma forma de solucionar o problema da falta de antenas, devido às permissões limitadas para sua construção.

“Compartilhamento já é uma prática bastante utilizada. Acho que sempre pode ser melhorado o processo de compartilhamento. Talvez você possa criar algum tipo de mecanismo de interação, que seja um processo mais rápido”, afirmou.

“Não conheço exatamente o conteúdo da lei. Tudo na vida pode ser melhorado, mas acho que já é intensamente praticado.”

Representantes do setor afirmam que a nova geração de telefonia móvel demanda de três a quatro vezes mais antenas por conta da alta frequência (de 2,5 gigahertz) na qual o 4G inicialmente vai operar, que tem menor alcance.

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