A organização do evento ainda aguarda autorização da Anatel para teste
Divulgação/Campus Party
Além da internet rápida de 30 Gbps, campuseiros poderão testar 4G
— Se conseguirmos a autorização vamos fazer una ativação controlada. Mas, para isso, precisamos de uma licença experimental restrita ao ambiente da experiência da Vivo.
Apesar desta oportunidade, quem tem tablets e ultrabooks sem saída de rede pode ficar na mão em relação ao uso da internet no evento. Isto em razão do evento não oferecer conexão Wi-Fi. Paco Ragageles, presidente da Futura Networks e cofundador da Campus Party, deixa claro que a limitação é técnica: “[usar Wi-Fi] é impossível no ambiente aberto. O melhor é o cabo. Wi-Fi não dá para uma experiência boa.”
Ragageles ainda explicou que a rede social, chamada de “Campuse.ro”, deve servir como fórum para o “esquenta” dos campuseiros e também como celeiro de talentos para as empresas ligadas no evento.
— [Queremos] transformar o que acontece durante uma semana em todo o tempo online. As empresas vão encontrar formas de entrar em contato com os geeks.
Infraestrutura e segurança
Outros pontos abordados durante o encontro com jornalistas foi a segurança dos visitantes e a possibilidade de apagões ou acidentes em função das fortes chuvas que costumam ocorrer durante o verão – época em quem o evento é realizado. Ragageles preferiu tratar o assunto com humor:
— Esperamos que não chova (risos).
Já os cuidados com segurança foram levados em tom mais sério por Mario Teza, diretor geral da Futura Networks. Segundo Teza, a organização da Campus Party tomou uma série de medidas para evitar os furtos de equipamentos.
— Nós aprendemos como funciona o contexto do Anhembi. Ele nos permite uma qualidade e uma interação muito boa com o público. Nós vamos melhorar a segurança. Já sabemos como as coisas acontecem, serão menores [os incidentes de furtos].
Curiosidades na internet

