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  • Para quem é vegano, confira seis opções deliciosas de ovos de chocolate

    Colaboradora: Renata Gama

    Para aqueles que não consomem nenhum tipo de proteína animal, o Metrópoles traz uma lista com chocolates para ninguém ficar de fora

    Cada vez mais o veganismo tem sido adotado por pessoas que desejam excluir do dia a dia produtos de origem animal. Nas refeições, por exemplo, carnes, leite, ovos não fazem parte do cardápio. Diante disso, diversas empresas passaram a compreender o crescimento desse estilo de vida no mundo e estão adaptando alimentos para esse público, sem deixar, é claro, o sabor de lado.

    Com a proximidade da Páscoa, um dos itens mais procurados, sem dúvidas, será o ovo. E, para quem pensa que é impossível ter um chocolate vegano saboroso e de dar água na boca, com certeza ficará espantado.

    Basicamente, eles são feitos a partir do cacau 40% ou mais e, para dar um sabor mais intenso, pode-se utilizar ingredientes mais específicos, como a manteiga de cacau, manteiga de amêndoas e lecitina de girassol. Além disso, na hora de adoçar, são utilizados o xilitol, eritritol ou o açúcar demerara.

    Se você quer se deliciar nessa Páscoa, que tal experimentar as opções veganas? Para dar aquele empurrãozinho, confira os modelos de ovos de chocolate que o Metrópoles encontrou!…

    https://www.metropoles.com/vitrine-m/para-quem-e-vegano-confira-seis-opcoes-deliciosas-de-ovos-de-pascoa

  • Açúcar ou gordura: médicos gêmeos testam eficácia de dietas

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/02/140131_gemeos_dieta_acucar_ou_gordura_lgb.shtmlChris e Alexander Van Tulleken | Foto: Joanna Barwick / BBC

    Gêmeos adotaram novos hábitos alimentares para avaliar vantagens de dietas

    Para comparar a eficácia de duas das principais dietas da moda, os irmãos gêmeos britânicos Alexander e Chris Van Tulleken – que também são médicos – decidiram viver na pele as provações e os desafios de cardápios extremamente restritivos.

    Com o acompanhamento de uma nutricionista, Alexander cortou totalmente os carboidratos (pães, massas, cereais, etc.), enquanto Chris ingeriu uma quantidade mínima de gordura (frituras) durante um mês. Ambos podiam comer quanto quisessem, desde que seguissem à risca as limitações impostas.

    Eles também mantiveram uma rotina semelhante de exercícios físicos.

    O objetivo dos irmãos consistia em alcançar um resultado o mais verossímil possível dos efeitos positivos e negativos das dietas, uma vez que eliminariam, por serem gêmeos, qualquer influência genética sobre seus organismos. Eles também queriam entender qual delas seria mais eficiente.

    A experiência da dupla, de 35 anos, foi tema do documentário Sugar v Fat (“Açúcar vs Gordura”, em tradução livre) produzido pelo canal BBC 2.

    O resultado surpreendeu: Alexander perdeu cerca de cinco quilos, enquanto Chris, que se limitou a ingerir alimentos com menos de 2% de gordura, perdeu um pouco menos.

    Por outro lado, apesar de o ponteiro da balança cair, os dois relataram os efeitos devastadores de ambos os regimes.

    Alexander, que se alimentou basicamente de carnes, peixes, ovos e queijos, afirmou se cansar muito mais rapidamente, além de ter perdido o fôlego nas atividades físicas.

    Já seu irmão Chris, que cortou as gorduras, relatou que nunca se sentia satisfeito e que, frequentemente, se via beliscando petiscos.

    Em linhas gerais, Chris teve um desempenho melhor do que Alexander, que demonstrou um cansaço ininterrupto e frequentes dores de cabeça.

    Isso ficou patente em uma competição promovida entre os dois irmãos para ver quem ganhava dinheiro mais rápido em um simulador de ações da bolsa.

    Ambos começaram com 100 mil de dinheiro virtual. Em uma hora, Chris ganhou quase o triplo de Alexander.

    A mesma performance se repetiu durante os treinos físicos, que envolveram desde alongamentos a sessões exaustivas de spinning. Chris voltou a ter um desempenho consideravelmente superior ao de Alexander.

    Apesar de perder mais peso, Alexander conta que tudo foi mais difícil para ele.

    Os exames de sangue feitos ao final da experiência também refletiram os prejuízos de ambas as dietas para os indivíduos.

    O de Alexander, que cortou os carboidratos, revelou que parte da energia de que ele necessitava diariamente vinha exclusivamente das proteínas não só das refeições quanto também dos músculos, uma dos motivos que explicaria o seu cansaço endêmico.

    O exame de Chris, que perdeu menos peso, mostrou um aumento do nível de açúcar, o que, a longo prazo, poderia gerar problemas de saúde.

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  • Netinho é transferido para o quarto de hospital

    Acesse:http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/netinho-e-transferido-para-o-quarto-de-hospital-20130723.html

    Cantor já se alimenta normalmente de frutas, carnes, massas e sucos

    netinhoDivulgação

    Conheça a história do cantor Após apresentar melhora, Netinho é transferido para o quarto do hospital

    Netinho deixou a Unidade de Tratamento Semi-Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, na tarde desta segunda-feira (22).

    O cantor foi transferido para o quarto após apresentar melhoras no quadro clínico e laboratorial.

    Ele já vem se alimentando normalmente com frutas, carnes, massas e sucos e já pode caminhar pelo corredor do hospital.

    Segundo boletim divulgado pela assessoria de imprensa do cantor, Netinho vem fazendo sessões de fisioterapia e fonoaudiologia. Não há previsão de alta.

    Netinho foi internado em 23 de abril no Hospital Aliança, em Salvador (BA) com fortes dores abdominais e foi diagnosticado com tumores benignos no fígado. Durante uma biópsia, no entanto, uma artéria se rompeu e o cantor precisou passar por uma cirurgia de emergência.

    Na madrugada de 10 de maio, o cantor foi transferido de helicóptero para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde é atendido pelo Dr. Roberto Kalil Filho, mesmo médico que cuidou do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente Dilma Rousseff e da apresentadora Hebe Camargo.

    Nesse período, o cantor  passou por duas cirurgias no cérebro, uma para retirar um coagulo e outra para conter uma hemorragia. No último dia 12 de julho, ele completou 47 anos.

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  • “Embalagem inteligente” avisa quando o produto está prestes a expirar

    Acesse:http://hypescience.com/%E2%80%9Cembalagem-inteligente%E2%80%9D-avisa-quando-o-produto-esta-prestes-a-expirar/

    Uma nova pesquisa está desenvolvendo uma geração de embalagens inteligentes que indica quando a comida está estragando. Os indicadores são feitos de “plásticos inteligentes” que mudam de cor quando o alimento perde seu frescor.

    No Reino Unido, estima-se que cerca de 8,3 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora a cada ano; a maioria dos quais poderia ser comido. Pensa-se também que há cerca de um milhão de casos de intoxicação alimentar por ano.

    A embalagem irá melhorar a segurança dos alimentos e diminuir o desperdício. O novo invólucro alerta os consumidores quando a comida está prestes a perder seu frescor porque a embalagem está danificada ou aberta, porque excedeu a data de validade, ou porque foi mal refrigerada.

    Atualmente, a indústria alimentícia utiliza geralmente apenas etiquetas inseridas no pacote para alertar o consumidor da validade do alimento. Essas etiquetas têm um custo significativo.

    Os pesquisadores querem criar um novo tipo de indicador que faz parte da embalagem em si e, portanto, muito mais barato. Ele será usado como parte de uma forma de embalagem de alimentos conhecidos como embalagem de atmosfera modificada, que mantém os alimentos em condições especialmente criadas que prolongam sua vida útil.

    A embalagem de atmosfera modificada está sendo cada vez mais usada para conter o crescimento de organismos que estragam alimentos, mas os custos das etiquetas utilizadas atualmente com essas embalagens são substanciais. O objetivo dos cientistas é eliminar esse custo, com novos plásticos para a indústria de embalagens.

    Os pesquisadores desejam reduzir o risco das pessoas de comer alimentos que não estão aptos para o consumo e evitar o desperdício. A embalagem deve ter um impacto direto e positivo principalmente na indústria de carnes e frutos do mar.

    A equipe também acredita que seu trabalho poderia resolver a confusão potencial sobre os significados diferentes das etiquetas de “data de validade” e “fabricado em”, bem como realçar a necessidade dos alimentos de serem armazenados com segurança, em geladeiras que funcionem apropriadamente.

    Os pesquisadores esperam ter um produto viável comercialmente em breve.

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  • Gordura Trans

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    Gordura-Trans

    O que é

    Gordura trans é o nome popular de um tipo de gordura não saturada. Ela pode se apresentar tanto na forma monosaturada como na forma polinsaturada.

    Informações sobre a gordura trans

    Uma classe específica deste tipo de gordura está presente, em pequena quantidade, nas carnes e em diversos outros produtos de origem animal, consumidos freqüentemente por grande parte das pessoas.

    Quimicamente as moléculas da gordura trans se apresentam de forma semelhante as das gorduras não trans; contudo, ambas possuem características diferentes.

    Nas moléculas de gordura trans, os átomos de hidrogênio são pareados e se ligam duplamente aos átomos de carbono, característica também comum as gorduras não saturadas, contudo, o ponto de fusão da trans é bem mais alto.

    Ao contrário de outros tipos de gordura, a trans, além de não ser necessária ao nosso organismo, é extremamente prejudicial à saúde. Sabe-se que seu consumo aumenta muito o risco de doenças do coração.

    As gorduras trans que não são de origem animal, são consideradas bem mais prejudiciais à saúde do que aquelas que já se apresentam naturalmente nos alimentos, como por exemplo, as que estão presentes em alimentos como a carne.

    Diante dos malefícios que ela traz a saúde, órgãos de controle da saúde em todo o mundo recomendam a redução de seu consumo. Este tipo de gordura está, na maioria das vezes, relacionada à obesidade.

    Muitos países adotaram um controle rígido de seu consumo, como por exemplo, a obrigatoriedade de se revelar sua quantidade ou presença no rótulo das embalagens. Diante disso, empresas alimentícias já estão removendo voluntariamente a gordura trans de seus produtos.

    Curiosidade: os alimentos que mais possuem gordura trans são: biscoitos recheados industrializados, salgadinhos de pacote, pipoca de micro-ondas, molhos de salada, maioneses, hamburgueres, margarinas, sorvetes, chocolates, etc.

    Dica: antes de comprar um produto industrializado, olhe no rótulo da embalagem a tabela com informações. Dê preferência para os alimentos sem gordura trans. Muitas empresas já estão fabricando produtos, como os acima citados, sem este tipo de gordura.

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  • Rastreabilidade: sistema permite que você saiba a origem de seus alimentos

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/mercado/Rastreabilidade-sistema-permite-que-voce-saiba-a-origem-de-seus-alimentos/

    Alimentos rastreados

    Quando vamos ao supermercado costumamos escolher com muita atenção quais verduras, legumes e frutas vamos levar para casa. Nossa escolha está pautada exclusivamente no aspecto e na textura do alimento, mas como seria o nosso processo de compra se tivéssemos acesso a muitas outras informações sobre a batata, a cenoura, a maçã e até a carne?

    Recentemente, a GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação) entrevistou consumidores brasileiros sobre o que eles mais buscam em um produto nos supermercados e 97,4% afirmaram que a qualidade e frescor das frutas e verduras é essencial em suas escolhas. E esse mesmo índice sobe para 98,3% dos consumidores quando o assunto é a escolha e compra das carnes.

    A rastreabilidade pode ser a solução ideal para um consumo mais seguro e consciente no futuro. O processo consiste na capacidade de rastrear todas as informações sobre determinado alimento desde sua plantação até a chegada do produto nas prateleiras dos supermercados, feiras e sacolões.

    Com informações mais precisas e primordiais sobre uma determinada cadeia de suprimentos, os consumidores terão mais qualidade na mesa e, claro, segurança ao efetuar suas compras. “Além disso, se você tem a capacidade de rastreabilidade, você consegue ter mais controle em casos de crise. Aquilo que nós sempre ouvimos que determinado produto está contaminado, como foi o caso do pepino da Espanha, na verdade o que estava contaminado era o broto de feijão. Com a rastreabilidade, você consegue determinar de onde provém o pepino e não irá punir uma cadeia inteira de suplementos por falta de informação”, afirmou Flávia Costa, assessora de negócios da GS1 Brasil.

    Supermercado comprasO processo de rastreabilidade pode trazer mais segurança aos consumidores

    O processo de rastreamento dos produtos pode se dar de diversas formas, mas, com o avanço tecnológico, o uso dos QR Codes e dos códigos de barras tradicionais se tornaram a melhor opção para armazenar informações sobre alimentos. Ou seja, com um simples QR Code impresso na embalagem de leite, por exemplo, o consumidor que possui um smartphone e um aplicativo exclusivo poderá acessar os dados sobre a produção e evasão do leite através da internet, na tela do seu aparelho.

    Mesmo não sendo uma tecnologia nova, os QR Codes (Códigos de Resposta Rápida) pertencem a uma grande família de códigos e têm despertado o interesse de muitas empresas devido às inúmeras possibilidades que podem agregar. O código composto por quadrados e pontos é capaz de armazenar uma URL (um endereço de uma página na internet) e, uma vez escaneado, direciona o usuário para uma página online com informações sobre os produtos.

    Jantar Rastreado Prêmio AutomaçãoReprodução: TI Bahia

    A GS1 Brasil, que promove anualmente o Prêmio de Automação, realizou a décima quinta edição da celebração no dia 12 de novembro e promoveu o primeiro jantar rastreado do mundo, em parceria com a PariPassu. “Como o prêmio é um grande momento de celebração, nós pensamos em introduzir os princípios da rastreabilidade de uma forma diferente para que as pessoas tenham interesse sobre o processo e também para saberem mais sobre os ingredientes que estão no seu prato”, explicou a assessora de negócios.

    Durante o evento, os convidados poderiam realizar o download de aplicativos que fazem a leitura de códigos QR em seus dispositivos móveis e ter acesso às informações de todos os ingredientes que compunham os pratos e até sobre os vinhos. Os códigos estavam impressos nos cardápios ao lado de cada um dos pratos, facilitando aos clientes saberem mais sobre os produtos que iriam comer.

    “Primeiro foi escolhido um cardápio e, a partir desse cardápio, as pessoas que estão ligadas ao projeto foram em busca das informações sobre quais eram os ingredientes de cada prato e de onde vinham. Tivemos, por exemplo, a entrada e no código dessa entrada, os convidados podiam encontrar informações dos ingredientes e até um pouco da história do produtor. E nós também tivemos a opção de visualizar mapas da localização dos produtores e fazendas com a ajuda do Google Maps”, disse Flávia.

    As empresas obtiveram o máximo de informações possíveis sobre cada alimento e todas foram disponibilizadas em um site exclusivo do evento. Além disso, as pessoas que ficaram responsáveis por coletar as informações afirmaram que todo o processo foi muito inusitado para as pessoas que fornecem os alimentos, com alguns dos produtores duvidando da utilização das informações.

    Outro aspecto positivo do emprego da rastreabilidade é a questão da sustentabilidade. Hoje, nos importamos muito com a emissão de gás carbônico na atmosfera terrestre e o aumento do aquecimento global. Com a rastreabilidade, podemos ter informações sobre o trajeto e quantos quilômetros foram percorridos até uma determinada mercadoria chegar ao supermercado e à nossa mesa.

    “A técnica pode ajudar na questão da sustentabilidade, sim. Principalmente, porque hoje existe a lei dos produtos orgânicos que exige a rastreabilidade. Então, todo produtor orgânico deve ser facilmente rastreado, localizado, já que a produção orgânica não agride o meio ambiente”, concluiu Flávia Costa.

    Como estamos na era da informação e da interação, o processo de rastreabilidade se faz muito útil para a vida das milhares de pessoas do planeta. E acima de tudo, podendo rastrear tudo o que comemos e compramos, podemos ter uma vida mais saudável e segura daqui alguns anos.

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  • Como fazer um churrasco menos calórico e mais saudável

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    churrasco-3Carnes, gordura, maionese. Vamos combinar que churrasco não pode ser considerada uma das alimentações mais saudáveis. Junte isso, ao excesso de álcool e pronto: tenha uma bomba calórica em um final de semana. O Huffigton Post dá cinco dicas para fazer as escolhas corretas durante um churrasco.

    Escolha a melhor carne: carnes processadas como linguiças e salsichas contêm conservantes, chamados nitratos, associados ao câncer colorretal, e são carregados de sódio, que contribui para a elevação da pressão arterial e riscos de ataques cardíacos. Opte por carnes magras como peru, hambúrgueres vegetarianos, salmão, atum.

    Cuidado para não queimar: as razões vão além da culinária! As aminas heterocíclicas e os hidrocarbonetos – dois compostos encontrados em carnes queimadas – são considerados cancerígenos. Pessoas que consomem carne bem passada regularmente possuem 60% mais chance de ser diagnosticado com câncer de pâncreas. As dicas para evitar os hidrocarbonetos é marinar as carnes em especiarias como pimenta e até mesmo bebidas alcóolicas eles são capazes de diminuir os níveis dessa substância prejudicial. Além disso, evite cozinhar os alimentos até que eles fiquem torrados.

    Aposte nos vegetais frescos: espetinhos de pimentão, tomate cereja, cebola, abobrinha, cenoura são ótimas opções.

    Não chegue faminto: se o churrasco será na casa de outra pessoa, uma boa estratégia para evitar as calorias indesejadas é comer antes da festa. Combine proteínas e carboidratos para se sentir saciado. Um punhado de nozes e frutas secas ou um pedaço de pão acompanhado de atum ou salmão deve ajudar.

    Não abuse do álcool: cerveja sempre cai bem durante os churrascos. Porém, se você não quer estourar as calorias, controle os copos. Entre uma bebida e outra, combine copos de água. Além de prevenir a embriaguez, esta estratégia ajuda a manter a dieta em ordem.

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  • Saiba o que comer antes de malhar para ter melhores resultados

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    Malhar e ver resultados o mais rápido possível é o que todo mundo deseja, e, na busca pelo corpo perfeito, muita gente se esquece de algo fundamental antes de começar o treino – a alimentação. Fechar a boca é realmente necessário para ver algum resultado na balança, mas isso não significa que é preciso se lançar em treinos intermináveis sem nada no estômago.

    Os especialistas indicam justamente o contrário: priorizar alimentos nutritivos para ter um rendimento melhor. “Antes de malhar, o músculo precisa ter energia suficiente disponível para poder trabalhar com eficiência”, explica a nutricionista Paula Castilho, da clínica Sabor Integral Consultoria em Nutrição, de São Paulo.

    Ela ressalta ainda que muitos frequentadores de academia têm o costume de ingerir quantidades excessivas de proteína. “Isso pode sobrecarregar órgãos como rins e fígado, prejudicando a saúde. A proteína deve estar presente em todas as refeições da dieta, em quantidades moderadas”, explica.

    Outro cuidado é não comer demais. “Durante o processo digestivo, uma grande quantidade de sangue vai para o estômago. E ao treinar, braços e pernas também precisam ser irrigados. Esse desequilíbrio pode causar desconfortos, como tontura e queda no rendimento”, reforça.

    Alimentos gordurosos também devem ser evitados e, para aqueles que não têm tempo ou vontade de comer antes da malhação, a dica é tentar ingerir pelo menos um suco natural, barra de cereal ou bolachas sem recheio, para ter o que queimar. Veja abaixo os alimentos que são indicados para quem segue uma rotina de malhação e para cada objetivo. Confira também as opções de cardápio para cada horário de treino.

    Alimentos que aceleram o metabolismo e a queima de gordura
    De acordo com a nutricionista Salete Brito, do Hospital de Clínicas da Unicamp, os alimentos termogênicos são os mais indicados para este objetivo, pois apresentam substâncias que, no processo de digestão, levam a um gasto maior de energia, acelerando o metabolismo e contribuindo para o emagrecimento. “Porém, é importante esclarecer que esses alimentos não são mágicos e a seu consumo por si só não leva ao corpo magro”, reforça.

    Pimenta, chá verde, gengibre e canela são alguns dos exemplos. “A canela melhora o sistema imunológico e também tem poder termogênico. Você pode colocar uma pitada de canela no café ou em frutas”, indica a profissional.

    Alimentos que ajudam a hidratar
    A nutricionista Paula indica frutas ricas em vitamina C, como morango, framboesa, laranja, mexerica, limão, cereja, goiaba, e outros vegetais, como as verduras verde-escuras, brócolis, repolho e cenoura. “A escolha se dá pela riqueza de antioxidantes destes alimentos, que combatem os radicais livres e são fundamentais na produção de colágeno”. A água continua sendo a melhor forma de se hidratar e Salete indica a ingestão de pelo menos dois litros no decorrer do dia.

    Alimentos que auxiliam o ganho de massa muscular
    A nutricionista Paula indica a carne vermelha como principal fonte de creatina, responsável pelo aumento de força e resistência muscular. “Para evitar as calorias e gorduras, prefira carnes magras, como maminha, filé mignon, coxão mole ou duro e lagarto, consumidos de duas a três vezes por semana. Um bife médio de carne magra tem de 150 a 200 calorias”.

    Além disso, alimentos que são fonte de proteína vegetal, como feijão, soja, lentilha, grão de bico; ou animal, como leite, derivados e ovos, também são importantes. “Apesar da carne ser mais eficiente na formação dos músculos, o ovo leva uma vantagem: sua gema possui vitamina B12, que ajuda na diminuição dos níveis de gordura e ajuda na contração muscular”, indica Paula.

    Ela também sugere o salmão como opção, por ser fico em ômega 3, gordura benéfica que estimula a produção de hormônios, favorecendo o crescimento muscular. “Vale lembrar que 70% por cento da massa muscular resulta da alimentação e do descanso, enquanto os outros 30% vêm dos exercícios de força”, reforça Paula.

    Alimentos que previnem câibras, dores ou outras lesões ligadas aos exercícios
    As opções ricas em potássio são as mais indicadas, conforme explica a nutricionista Salete, como banana, melão, banana, tomate, laranja, melão, batata, batata doce, espinafre, folhas de nabo, couves em geral e outros vegetais folhosos verdes, a maioria das ervilhas e feijões.

    Alimentos que dão mais energia
    Salete explica que a alimentação, tanto de sedentários quanto de praticantes de esportes, deve ter cerca de 50 a 65% de carboidratos do total de calorias. “Os carboidratos ingeridos são metabolizados até se transformarem em glicose, que é utilizada pelo organismo para a produção de energia, nosso principal combustível, especialmente para o cérebro. Além disso, os carboidratos preservam a massa muscular”. Entre os alimentos que fornecerão combustível estão as principais fontes de carboidratos, como trigo, arroz, milho, pães, biscoitos e bolachas, massas, farinhas, e os tubérculos, como batata e mandioca.

    A dica da nutricionista Paula é trocar o pão branco pela versão integral. “Alimentos integrais têm absorção gradativa pelo organismo, o que gera mais energia”, explica. Ela também indica a banana e a pêra como opções que ajudam a manter a disposição; além da couve que também é rica em vitamina A, E e D. “Pode ser incluída uma folha em sucos para dar mais disposição”, recomenda.

    Saiba o que comer de acordo com o horário

    Se você malha de manhã: “o organismo estoca glicose no músculo e no fígado sob a forma de glicogênio. Esse estoque é limitado, por isso é importante que haja a ingestão de carboidratos antes do exercício, para que a massa magra (nossos músculos) seja poupada e não se transformem em energia”, explica Salete.

    Opção 1: 1 pote de iogurte desnatado + 2 colheres de aveia + 2 colheres (de sopa) de uva passa + 1 banana picada

    Opção 2: suco natural + duas fatias de pão integral + barrinha e cereal.

    Se você malha à noite: a nutricionista Salete indica, nestes casos, uma refeição por volta das 16h ou 17h para não comprometer o exercício. “Tente uma refeição com carboidratos e proteínas, por exemplo, um sanduíche leve e sem muita gordura, por volta desse horário”.

    Opção 1: 5 torradas + 1 suco de melão ou uma vitamina de leite desnatado batido com mamão e aveia. “Esses alimentos tem ação diurético e rico em fibras, e excelente para ser consumido à noite”, explica a nutricionista Paula

    Opção 2: 2 fatias de pão integral com uma ponta de faca de margarina diet + 1 fatia de queijo fresco + 1 fatia de melão + 3 damascos

    Se você malha no horário do almoço: muitas pessoas só tem a hora do almoço para malhar e, segundo Paula, o ideal é o comer depois do treino. Nestes casos, é imprescindível que a pessoa tome um café reforçado e um lanche no meio da manhã, como um iogurte ou uma fruta

    Para quem almoça antes (de 1h a 3h antes): cerca de 100 a 400 calorias ricas em carboidratos (arroz integral e batata, por exemplo) + proteínas (carne vermelha, peixes, frangos, ovos) e o mínimo possível de gordura.

    Para quem almoça depois: 1 prato(raso) de massa com molho à bolonhesa + mais prato (sobremesa) de salada (alface, cenoura, kani) + 1 pêssego.

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