Tag: cerebro

  • Cientistas descobrem no cérebro a fórmula para a juventude capaz de desacelerar o envelhecimento

    Acesse:http://www.techmestre.com/cientistas-descobrem-no-cerebro-a-formula-para-a-juventude-capaz-de-desacelerar-o-envelhecimento.html

    Pesquisas estão sendo feitas em camundongos – se confirmado em humanos novidade pode ajudar contra Alzheimer.

    Cientistas descobriram uma região do cérebro que pode diminuir ou aumentar a velocidade de envelhecimento. Os testes foram feitos em camundongos, e constataram que a vida e o vigor deles aumentou em 20% após uma combinação de bloqueio a um complexo de proteína (denominado fator nuclear kappa B, ou “magia maligna”) e uma injeção de hormônio (“magia boa”, ou hormônio liberador de gonadotrofina [GnRH]).
     
    De maneira resumida, como o hipotálamo controla funções de reprodução, crescimento e metabolismo, não é surpreendente que ele consiga regular o envelhecimento. Claro que essa função ainda não está confirmada para cérebros humanos, mas pode se imaginar que com a injeção do GnRH se consiga resultados impressionantes nas pessoas.
     
    Se confirmada a notícia para os humanos, além de retardar o envelhecimento físico e o declínio cognitivo, a novidade poderia trabalhar para a regeneração de neurônios, o que seria ótimo para condições degenerativas como Alzheimer e lesões no cérebro.
     
     
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  • Bebê é salvo após ficar três dias em saco de gelo

    Acesse:http://noticias.r7.com/saude/bebe-e-salvo-apos-ficar-tres-dias-em-saco-de-gelo-05052013

    Procedimento de resfriamento foi feito em Cambridge, na Inglaterra

    Lily ficou duas semanas em tratamento Reprodução The Sun

    Um bebê ficou por três dias dentro de um saco de gelo para diminuir a sua temperatura do corpo logo após nascer. De acordo com o jornal The Sun, Tiny Lily Cracknell nasceu com a temperatura do corpo aproximadamente de 37° C e corria risco de inchaço do cérebro, o que poderia matá-la.

    Lily ficou com a respiração comprometida durante o parto e após o nascimento deixou o seu cérebro privado de oxigênio. Os médicos apontaram o saco de gelo como a única forma do bebê sobreviver.

    A intenção dos médicos é que o resfriamento diminuísse a temperatura para 35,5°. O procedimento foi feito por especialistas em resfriamento no Hospital de Addenbrook, em Cambridge, na Inglaterra.

    Bebê morre por suposta falta de higiene em hospital

    Depois de duas semanas de internação Lily recebeu alta. Hoje ela tem dois anos e meio e vive uma vida como qualquer criança.

    A mãe  Rebecca Haster foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, uma doença que pode ser fatal, quando tinha 36 semanas de gestação e admite ao jornal que é inacreditável o procedimento.

    — Ela pode ser pequena, mas ela é uma lutadora. Quando digo às pessoas que Lily foi colocado em um saco de gelo, ninguém acredita. Sou muito grata aos médicos por salvá-la.

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  • Pesquisador cria câmera que simula visão panorâmica semelhante à de moscas

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/05/1272705-pesquisador-cria-camera-que-simula-visao-panoramica-semelhante-a-de-moscas.shtml

    Inspirados na natureza, engenheiros montaram uma câmera que usa equipamentos eletrônicos expansíveis capazes de captar as imagens do mundo com um amplo campo de visão sem distorções, como os olhos das moscas, afirmaram nesta quarta-feira.

    O dispositivo digital, que tem uma série de lentes minúsculas e maleáveis, semelhantes aos olhos de formigas, besouros e lagostas, também permite uma quase infinita profundidade de campo e alta sensibilidade a movimentos, escreveu a equipe em artigo na revista “Nature”.

    “Nós descobrimos formas de fazer câmeras que incorporam todas as características essenciais de desenho dos olhos encontrados no mundo dos insetos”, afirmou à AFP o co-autor do estudo, John Rogers, do departamento de engenharia da Universidade de Illinois.

    “O resultado é um novo tipo de câmera que oferece um campo de visão excepcional (de quase 180 graus), sem aberrações e intensidade de iluminação uniforme”, acrescentou.

    AFP
    Imagem de divulgação da câmera criada por John A. Rodges, da Universidade de Illinois: visão 180 graus como a de uma mosca
    Imagem de divulgação da câmera criada por John A. Rodges, da Universidade de Illinois: visão de quase 180 graus, como a de uma mosca

    A maior parte das câmeras clássicas imita o funcionamento do olho animal: a luz refletida sobre um objeto passa pelas lentes que se inclinam e focam a luz na retina, na parte traseira do órgão, onde células nervosas a convertem em impulsos elétricos enviados ao cérebro, que produz a imagem.

    Estes sistemas de lentes simples têm um campo de visão limitado, mas os insetos e outras espécies com olhos compostos de unidades múltiplas denominadas omatídia desfrutam de visão panorâmica.

    “A natureza desenvolveu e refinou estes conceitos ao curso de bilhões de anos de evolução”, disse Rogers.

    Lentes de câmeras convencionais simples e de amplo ângulo, como lentes olho de peixe, distorcem a imagem periférica por causa de uma divergência entre a luz que entra pela superfície curva de uma lente apenas para ser capturada por um detector plano.

    A maior parte dos eletrônicos utilizada em detectores é feita de um silicone frágil que não pode ser dobrado.

    Para desenvolver a câmera, a equipe criou dispositivos eletrônicos elásticos para produzir um detector que possa se curvar na mesma forma hemisférica das lentes, eliminando assim a distorção.

    A câmera, de cerca de 1,5 centímetro de diâmetro, tem 180 lentes em miniatura, cada uma com seu próprio detector, similar ao número encontrado nos olhos das formigas de fogo e dos besouros-bicudos.

    As libélulas têm cerca de 28 mil lentes e as formigas operárias, cerca de 100.

    Os dispositivos eletrônicos e as lentes são ambos planos quando produzidos, o que permite que sejam fabricados com os métodos existentes.

    “Esta é a chave da nossa tecnologia”, afirmou em um comunicado o co-autor da pesquisa, Jianliang Xiao, professor assistente de engenharia elétrica da Universidade do Colorado, em Bouldert.

    “Podemos fabricar um sistema eletrônico que seja compatível com a tecnologia atual. Em seguida, podemos aumentar sua escala”, acrescentou.

    A tecnologia poderá ser útil em câmeras de vigilância e geração de imagens em endoscopias, afirmou Rogers.

    Mas a comercialização ainda está distante, já que uma câmera útil provavelmente precisaria de milhões de combinações, o que necessita de muitos investimentos na capacidade de manufatura.

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  • Estudo mostra que caminhar em parque pode ter efeito restaurador para o cérebro

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1262614-estudo-mostra-que-caminhar-em-parque-pode-ter-efeito-restaurador-para-o-cerebro.shtml

    GRETCHEN REYNOLDS
    DO “NEW YORK TIMES”

    The New York TimesOs cientistas já sabem que o cérebro humano tem uma capacidade limitada de permanecer calmo e focado.

    Essa capacidade pode ser influenciada pelo barulho e pelas frenéticas demandas da vida urbana, às vezes causando a condição conhecida informalmente como fadiga cerebral. Quem tem fadiga cerebral fica facilmente distraído e esquecido.

    Mas um novo estudo na Escócia sugere que é possível atenuar a fadiga cerebral simplesmente passeando em um parque frondoso.

    Há muito tempo, os pesquisadores teorizam que áreas verdes são relaxantes, exigindo menos da nossa atenção do que as ruas.

    Os ambientes naturais evocam a “fascinação suave”, um termo para a contemplação silenciosa, durante a qual o cérebro pode reiniciar os recursos sobrecarregados da atenção e reduzir a fadiga mental.

    Mas essa teoria é difícil de testar. Estudos anteriores mostraram que pessoas que moram próximas a árvores e parques têm níveis menores de cortisol, o hormônio do estresse, em comparação às que vivem primariamente no meio do concreto.

    Também crianças com deficit de atenção tendem a se concentrar mais e ter resultados melhores em testes cognitivos depois de passearem em parques.

    Os cientistas observaram, com base na leitura de ondas cerebrais, que voluntários ficam mais calmos ao verem cenas naturais.

    Até recentemente, não havia sido possível estudar os cérebros das pessoas quando elas estão de fato ao ar livre.

    Agora, surgiu uma versão portátil do eletroencefalograma (EEG), tecnologia que estuda os padrões das ondas cerebrais.

    Para o novo estudo, publicado em março na revista “The British Journal of Sports Medicine”, cientistas da Universidade Heriot-Watt, em Edimburgo, e da Universidade de Edimburgo acoplaram os novos EEGs aos couros cabeludos de 12 jovens saudáveis.

    Os eletrodos enviavam, sem fio, leituras das ondas cerebrais para um laptop que cada voluntário levava numa mochila.

    Os pesquisadores então enviaram os participantes para caminhadas curtas por Edimburgo, inicialmente em um bairro histórico, depois num ambiente semelhante a um parque e, finalmente, num bairro comercial.

    Depois, os cientistas procuraram os padrões cerebrais que eles julgavam corresponder a determinados graus de frustração, atenção dirigida, excitação e calma mental ou estado meditativo.

    O que eles encontraram confirmou a ideia de que áreas verdes reduzem a fadiga mental: na área comercial, os cérebros ficavam excitados. Já no parque, as leituras se tornaram mais meditativas.

    O estudo foi pequeno -mais um teste da nova tecnologia do que um exame definitivo sobre os efeitos cognitivos de olhar para o verde.

    Mas, mesmo assim, Jenny Roe, conferencista do Heriot-Watt que supervisionou o trabalho, disse que as conclusões foram consistentes, fortes e valiosas.

    Ela recomenda que, assim que possível, você faça uma pausa no trabalho e vá a um parque –ou que pelo menos olhe para áreas verdes da janela do seu escritório

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  • Identificada mudança chave no cérebro que leva ao consumo excessivo de alimentos

    Acesse:http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34684/geral/identificada-mudanca-chave-no-cerebro-que-leva-ao-consumo-excessivo-de-alimentos

    Descoberta pode explicar tendência do corpo a manter níveis de peso indesejáveis e identificar novos alvos para tratar a obesidade

    Foto: Divulgação/Mens Health

    Consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide
    Consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide

    Uma equipe de neurocientistas americanos e italianos identificou uma mudança celular no cérebro que acompanha a obesidade.

    As descobertas podem explicar a tendência do corpo para manter os níveis de peso indesejável, ao invés de um peso ideal, e identificar possíveis alvos farmacológicos para o tratamento da obesidade.

    Os resultados foram publicados na revista Proceedings of National Academy of Sciences.

    A equipe identificou uma mudança que ocorre nos neurônios no hipotálamo. A mudança envolve receptores que disparam ou inibem a liberação da orexina, peptídeo que estimula o apetite, entre outros comportamentos.

    Em ratos com peso normal, a ativação desse receptor diminui a liberação de orexina. Em ratos obesos, a ativação desse receptor estimula a liberação de orexina.

    “A descoberta surpreendente é que você tem uma mudança maciça de receptores de um conjunto de terminações nervosas que incidem sobre esses neurônios para outro conjunto. Antes, a ativação desse receptor inibia a secreção de orexina, agora ela promove. Isto identifica alvos potenciais, onde uma intervenção poderia influenciar a obesidade”, afirma o pesquisador Ken Mackie.

    O trabalho faz parte de uma colaboração de longa data entre a equipe de Mackie e a equipe de Vincenzo Di Marzo. Ambas as equipas estudaram o sistema endocanabinóide, composto de receptores de sinalização e produtos químicos que ocorrem naturalmente no cérebro e têm semelhanças com os ingredientes ativos de cannabis, ou maconha. Este sistema neuroquímico está envolvido em uma variedade de processos fisiológicos, incluindo apetite, humor, dor, resposta ao stress e memória.

    O consumo alimentar é controlado em parte pelo hipotálamo, uma parte do cérebro que regula diversos comportamentos essenciais. Como outros sistemas importantes do corpo, o consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide.

    Segundo Mackie, esta rede do sistema endocanabinóide é reposta durante a obesidade de modo que o consumo de alimentos corresponde à manutenção do peso atual, e não ao peso ideal de uma pessoa. Assim, uma pessoa obesa que perde peso tem dificuldade para manter o peso, conforme o cérebro sinaliza o corpo para comer mais, na tentativa de retornar ao excesso de peso.

    Usando ratos, o estudo constatou que, em animais obesos, receptores canabinóides CB1 se tornaram enriquecidos nos terminais nervosos que normalmente inibem a atividade do neurônio orexina, e os neurônios orexina produziram mais endocanabinóides para ativar esses receptores. A ativação desses receptores CB1 diminuiu a inibição dos neurônios orexina, aumentando a liberação de orexina e o consumo de alimentos.

    “Este estudo identifica um mecanismo para a tendência constante do corpo para retornar ao excesso de peso”, afirma Mackie.

    Os pesquisadores realizaram vários experimentos com camundongos para entender como essa mudança ocorre. Eles descobriram o papel da leptina, hormônio chave feito por células de gordura que influencia o metabolismo, a fome e o consumo de alimentos. A obesidade faz com que os níveis de leptina sejam cronicamente altos, tornando as células do cérebro menos sensível às suas ações, o que contribui para o interruptor molecular que leva à superprodução de orexina.

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  • Computadores controlados pela mente devem chegar ao público em breve

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/04/1270588-computadores-controlados-pela-mente-devem-chegar-ao-publico-em-breve.shtml

    NICK BILTON
    DO “NEW YORK TIme

    The New York TimesNa semana passada, engenheiros que farejavam o código de programação do Google Glass encontraram maneiras de como as pessoas podem interagir com o computador vestível sem dizer nenhuma palavra. Um usuário pode, por exemplo, acenar com a cabeça para ligar e desligar o aparelho; com uma piscada, é possível tirar uma foto.

    Mas esses gestos não serão necessários para sempre. Logo poderemos nos relacionar com nossos smartphones e computadores só com o poder da mente.

    Em alguns anos, poderemos acender e apagar as luzes de casa só com o pensamento ou enviar um e-mail de nosso smartphone sem sequer tirar o dispositivo do bolso. Num futuro mais distante, seu robô assistente vai aparecer do seu lado com um copo de limonada porque saberá que você está com sede.

    Pesquisadores do Laboratório de Tecnologias Emergentes da Samsung estão testando tablets que podem ser controlados pelo cérebro, com o uso de um chapéu repleto de eletrodos de monitoramento, segundo o “MIT Techonology Review”, publicação de ciência e tecnologia do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).

    A tecnologia, normalmente chamada de interface cérebro-computador, foi concebida para ajudar pessoas com paralisia e outras deficiências a interagir com computadores e braços robóticos, tudo com a força do pensamento. Em breve, essa técnica também pode estar presente em eletrônicos voltados para o grande público.

    NÃO É SÓ FICÇÃO

    Alguns produtos de leitura cerebral mais primitivos já existem, permitindo às pessoas jogar games simples ou mover o cursor do mouse em uma tela.

    A NeuroSky, uma empresa de San Jose, na Califórnia, lançou recentemente um aparelho que pode monitorar pequenas mudanças nas ondas cerebrais e possibilita ao usuário jogar games de concentração em computadores e smartphones. Estão incluídos um jogo de caçar zumbis, um de tiro com arco e outro de desviar de balas –todos usam a mente como joystick.

    Outra companhia, a Emotiv, vende um dispositivo que parece uma mão gigante de um alienígena e pode ler ondas cerebrais associadas a pensamentos, sentimentos e expressões. Ele pode ser usado para jogar games similares ao Tetris ou fazer buscas no Flickr de acordo com o que o usuário está sentindo –felicidade, entusiasmo– em vez de usar palavras-chave.

    O Muse, uma espécie de bandana bem leve, pode se conectar a um aplicativo que “exercita o cérebro” forçando as pessoas a se concentrarem em aspectos da tela, como se levasse o orgão à academia.

    Fotomontagem
    O Muse, bandana leve e sem fio, pode interagir com computadores, iPads e smartphones com o poder da mente
    O Muse, bandana leve e sem fio, pode interagir com computadores, iPads e smartphones

    Fabricantes do setor automobilístico estão explorando tecnologias acopladas à traseira dos bancos que detectam quando uma pessoa cai no sono enquanto dirige e chacoalham o volante para acordá-la.

    Mas os produtos disponíveis no mercado atualmente logo se tornarão arcaicos. “É como se as tecnologias do cérebro de hoje em dia estivessem num dirigível tentando escutar uma conversa num campo de futebol”, disse o neurocientista John Donoghue, diretor do Instituto de Ciências Cerebrais da Universidade Brown.

    Por enquanto, “para realmente entender o que acontece no cérebro, é preciso implantar cirurgicamente uma série de sensores nele”, afirmou ele. Em outras palavras, para ganhar acesso ao cérebro, você precisa colocar um chip na cabeça.

    No ano passado, um projeto chamado BrainGate, idealizado por Donoghue, permitiu a duas pessoas com paralisia total usar um braço robótico com um computador que respondia a suas atividades cerebrais. Uma mulher que não usava o braço há 15 anos conseguir agarrar uma garrafa de café, servir-se e levar a garrafa de volta à mesa. Tudo foi feito imaginando os movimentos do braço robótico.

    Mas aquele chip na cabeça pode em breve desaparecer. Os cientistas dizem que estamos prontos para adquirir uma compreensão muito maior do cérebro e, em troca, tecnologias que fortalecem interfaces cérebro-computador.

    INCENTIVOS

    Uma iniciativa da administração Obama lançada neste ano, chamada “Projeto de Mapeamento Cerebral”, visa a construir um mapa compreensivo do cérebro em dez anos.

    A bióloga molecular Miyoung Chun, vice-presidente dos programas científicos da Fundação Kavli, está trabalhando no projeto. Embora diga o mapeamento do cérebro todo deva levar uma década para ser concluído, ela afirma que as empresas poderão desenvolver novos tipos de produtos com interface cérebro-computador em dois anos.

    “O Projeto de Mapeamento Cerebral fornecerá às empresas de hardware várias novas ferramentas que mudarão a maneira como usamos tablets e smartphones”, disse Chun. “Vai revolucionar de implantes robóticos e próteses neurais a controles remotos – que podem se tornar coisa do passado logo, logo, quando você poderá mudar de canal apenas pensando nisso.”

    A interface cérebro-computador levanta alguns medos. No site do Muse, um fórum de perguntas e respostas mais frequentes é dedicado a convencer consumidores de que o dispositivo não pode extrair pensamentos da mente das pessoas.

    DESAFIOS

    As tecnologias de leitura cerebral têm marcado presença na ficção científica há décadas.

    No filme “Firefox” (1982), Clint Eastwood faz o papel de um piloto de caça numa missão à União Sovética para roubar um protótipo de jato capaz de ser controlado com a mente. Mas Eastwood tem de pensar em russo para o avião funcionar –e ele quase morre quando não consegue atirar os mísseis num confronto. (Não se preocupe, ele sobrevive.)

    Embora esteja distante o tempo em que controlaremos aviões com pensamentos, navegar na internet em nossos smartphones com o poder da mente pode fazer parte de nosso cotidiano em breve.

    Donoghue diz que uma das técnicas recentes para ler o cérebro das pessoas é a P300, na qual um computador pode descobrir em qual letra do alfabeto alguém está pensando com base na área do cérebro ativada quando ela vê uma tela cheia de letras.

    Mas, mesmo que os avanços na área acelerem, haverá novos desafios: cientistas terão de determinar se a pessoa quer mesmo pesquisar algo particular na internet ou se ela está apenas pensando num tema aleatório.

    “Só porque penso num bife no ponto num restaurante não quer dizer que o quero para o jantar”, disse Donoghue. “Assim como os óculos do Google (que terão de saber se você está piscando porque há algo no seu olho ou porque você quer realmente tirar uma foto)”, as interfaces cérebro-computador precisarão saber se você está só pensando no bife ou querendo pedi-lo ao garçom.

    Tradução de ANDERSON N. LEONARDO

     Curiosidades na internet
  • O café que você toma é saudável?

    Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/04/130423_cafe_beneficios_fl.shtml

    grãos de café

    Pesquisas recentes salientam benefícios do café para o coração

    Uma pesquisa recente ressaltou os benefícios do café grego para o coração, alentando os fãs da bebida em todo o mundo. Mas será que todos os tipos de café são bons para o bom funcionamento do órgão mais vital do corpo humano?

    Todos os dias milhões de nós consumimos café saboreando seus componentes viciantes, e a verdade é que, a cada gole na xícara, nem todos pensam nos benefícios para a saúde.

    “Nunca achei que tivesse problema tomar cinco xícaras de café por dia”, diz Will Corby, especialista em café e instrutor da London School of Coffee.

    A cafeína é um estimulante tão poderoso que é comum ouvir histórias de pessoas que tomaram “overdose” de café espresso. Tomar muito da bebida é algo geralmente associado a malefícios para a saúde, como insônia, dores de cabeça e diurese.

    Will Corby defende que qualidade é chave na hora de escolher um café. Ele diz que pode tomar 20 xícaras de café em um dia de degustação sem qualquer efeito colateral, mas o que acontece se ele beber três cafés ruins?

    Sem insônia

    “Eu tomo muito café, mas é um café bom, bem macerado. Não tenho problemas para dormir. Mas se você tomar um café mal feito, isso pode ter um efeito negativo”, diz Corby.

    De fato, pesquisas ao longo dos anos têm ressaltado os benefícios de tomar café, mais especificamente o café grego.

    O consumo de café entre idosos na ilha grega de Ikaria foi relacionado à redução do riso de doenças cardiovasculares, segundo uma pesquisa divulgada na publicação Vascular Medicine Journal.

    Mas por que o café grego é especial?

    O café grego não é coado. Dentro de uma pequena cafeteira de bronze conhecida como briki, a água é misturada ao pó, que desce até o fundo, quando pode, então, ser servido. Tem mais concentração de cafeína do que o café filtrado e o percolado.

    café grego. (foto: Getty)

    Café grego é preparado em pequena cafeteira de cobre chamada briki

    A bebida é muito forte, tem uma espuma espessa e pode ser preparado com açúcar ou puro. É servido com um copinho de água. Ao mesmo tempo, o café grego é conhecido por suas propriedades anti-inflamatórias.

    Efeitos positivos e negativos

    Diversos estudos já mostraram efeitos positivos e negativos do café sobre a saúde. Essas divergências, dizem especialistas, se explicam em parte pela falta de consistência do que bebemos.

    Diferentes formas de torrar e diferentes espécies e variedades de grãos podem ter distintos graus de cafeína e outros compostos. Há, também, o efeito de diferentes ingredientes adicionais na bebida, como açúcar e leite.

    No lado positivo, o café é conhecido por conter muitos antioxidantes, que impedem que nossas moléculas oxidam e produzam radicais livres.

    Mulheres que bebem duas ou mais xícaras por dia têm menos chance de ficarem deprimidas, diz outro estudo.

    E, entre as muitas razões para amar o café, o fato de ele dar energia talvez seja a mais simples delas.

    No entanto, estudos também ligam a ingestão de cafeína ao aumento do colesterol e da pressão sanguínea.

    O que concluir, então? Recentemente, mudou de rumo o debate quanto a se o café faz bem ou mal. Uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Harvard sugere que não há elos entre o café e riscos à saúde.

    Nem mesmo beber seis xícaras por dia “não está associado com aumento de riscos de morte por qualquer causa, seja câncer ou males cardiovasculares”, diz Rob van Dam, professor-assistente na universidade.

    Mas atenção: especialistas advertem contra excessos. A pesquisa de Harvard, como a maioria dos estudos, levou em consideração copos de 225 ml, cada um com 100 mg de cafeína, “não os copos de 450 ml de um café grande na Starbucks, que tem cerca de 330 mg de cafeína”, diz Van Dam.

    Conectar as pessoas

    Ao mesmo tempo, seja social ou psicologicamente, o café tem efeitos na nossa saúde mental.

    “As pessoas ficam ligadas ao tomar café, enquanto o álcool as torna letárgicas”, diz Will Corby. “Por isso as pessoas amam o café, ele ajuda na interação social.”

    O diretor da Associação de Cafés Especiais dos EUA (SCAA), Peter Giuliano, cita outra pesquisa, da Universidade da Califórnia, sugerindo que o café é útil para conectar tanto pessoas quanto diferentes partes de nosso cérebro.

    Muitos pesquisadores ressaltam, porém, que muito ainda falta ser descoberto sobre os efeitos da bebida. Dito isso, é hora de fazer uma pausa para o café.

    Curiosidades na internet

  • Pesquisadores substituem senhas por ondas cerebrais

    Acesse:http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2013/04/pesquisadores-substituem-senhas-por-ondas-cerebrais.html

    Pesquisadores da Universidade de Berkeley criaram um tipo de tecnologia que pode aposentar as senhas que nos acostumamos a usar em basicamente tudo na vida digital. A pesquisa torna o funcionamento do cérebro de uma pessoa em algo similar a uma identidade biométrica, como a impressão digital e a íris.
    Tecnologia é capaz de determinar a identidade de um usuário a partir dos padrões de funcionamento do seu cérebro (Foto: Reprodução)Tecnologia é capaz de determinar a identidade de um usuário a partir dos padrões de funcionamento do seu cérebro (Foto: Reprodução)

    Assim como diversas características físicas dos nossos corpos, os padrões de ondas produzidas pelo funcionamento do cérebro de uma pessoa são únicos. O uso desse tipo de assinatura neural foi adaptado pelos cientistas, que criaram um sistema que usa os padrões gerados pela mente do usuário como critério na hora de dar acesso a algum recurso. Em outras palavras, o pensamento acaba virando uma senha.

    Para funcionar, o sistema usa um tipo de headset, que é, na verdade, um aparelho de eletroencéfalograma, apenas mais simples do que as complexas – e caras – unidades usadas em centros de diagnóstico de grandes hospitais. O aparelho criado em Berkeley conta com um eletrodo, que monitora os padrões das ondas cerebrais em tempo real. Através de Bluetooth, o sistema se conecta a um computador. Caso os padrões neurais condigam com a identidade do usuário, a máquina permite o acesso.

    Ao custo de apenas US$ 100 (aproximadamente R$ 200), o aparelho que lê as ondas cerebrais faz da tecnologia algo possível a curto prazo. Contudo, alguns pontos precisam ser aprimorados: o uso do headset para fazer um simples login, por exemplo, não é a solução ideal. Há, também, questões relacionadas com o nível de precisão do sistema, que necessita ser melhorado, embora, hoje, atinja 99% na hora de determinar a identidade de um usuário a partir das suas ondas cerebrais.

    No futuro, um celular poderá ser capaz de perscrutar pensamentos, usando sensores em fones de ouvido, por exemplo, para determinar se o usuário é ele mesmo, dando acesso ao sistema do aparelho, bem como aos logins em redes sociais e serviços diversos na internet. Outros usos da tecnologia podem fazer com que credenciais corporativas sejam legadas aos funcionários de uma empresa a partir do seu padrão de pensamentos.

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  • Jogos eletrônicos ajudam alunos de escolas públicas a aprender brincando

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/games/Jogos-eletronicos-ajudam-alunos-de-escolas-publicas-a-aprender-brincando/

    Minecraft escola

    Os formatos tradicionais de ensino com lousa, giz e cadernos estão ficando para trás e sendo substituídos por novas tecnologias como computadores, tablets, smartphones e até por jogos eletrônicos. O que antes era considerado apenas uma ferramenta para diversão, hoje, está ajudando muitas crianças e adolescentes a aprenderem as matérias tradicionais da escola brincando. A notícia saiu no jornal O Estado de S. Paulo.

    Um dos jogos que devem ser implantados nas grades curriculares de escolas públicas de São Paulo e Rio de Janeiro foi desenvolvido pela Tamboro e permite que os alunos embarquem em um universo repleto de mapas e aventuras, e ainda por cima aprendam conceitos de matemática e língua portuguesa. A plataforma completa de jogos, que ainda está em fase de testes, deve ganhar 20 novos títulos que são destinados a trabalhar conceitos como a tomada de decisões, raciocínio, estratégia, antecipação e resolução de problemas.

    “O estudante aprende o tempo inteiro enquanto joga, uma vez que ele quer passar de nível. Ao passar de fase, ele também vai sendo recompensado por prêmios, que são dados imediatamente, diferentemente de uma prova tradicional. No jogo eles têm os neuróns, como é chamada a moeda dentro do game”, afirmou Samara Werner, diretora executiva da Tamboro. “Enquanto isso, os professores podem mapear onde os estudantes apresentam mais dificuldades, acompanhando o desempenho deles por meio de relatórios”.

    Games educativosReprodução: Planeta Gamer

    A metodologia criada em cima dos jogos educativos é baseada em três aspectos diferentes: no uso dos jogos como fator motivacional para os alunos; na educação interdimensional, que é capaz de proporcionar aos alunos aprendizado em áreas presentes no currículo escolar tradicional e também em tomadas de decisões na vida real; e por último, na neurociência, para entender o funcionamento do cérebro na memória e na forma como determinado assunto deve ser apresentado.

    Antes de finalizar o projeto e os jogos começarem a ser implantados nas escolas, a Tamboro está selecionando 30 jovens para serem seus Conselheiros Jedis – com referência à saga cinematográfica criada pelo diretor George Lucas, ‘Star Wars’ -, que irão jogar os títulos e deverão contribuir com ideias para melhorar os jogos educativos.

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  • Primeiro olho biônico do mundo ganha aprovação da FDA nos Estados Unidos

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/saude/Primeiro-olho-bionico-do-mundo-ganha-aprovacao-da-FDA-nos-Estados-Unidos/

    Olho biônico Argus II

    Anos de pesquisa e trabalho árduo garantiram o resultado mais do que esperado por Brian Mech, vice-presidente da empresa de equipamentos médicos Second Sight, quando a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou o seu projeto de olho biônico, o Argus II. A prótese é capaz de restaurar parcialmente a visão de pacientes com uma doença degenerativa na retina. As informações são do Popsi.

    O Argus II é composto por duas partes: uma retina artificial com eletrodos embutidos que é implantada no olho do paciente por meio de um processo cirúrgico, e óculos equipados com uma câmera e um processador visual. A câmera de vídeo é responsável por capturar as imagens e enviá-las ao processador visual, que depois irá retransmiti-las para o olho biônico, permitindo que o usuário consiga ‘enxergar’ o que está ao seu redor.

    Os pesquisadores ressaltam que o olho biônico não é capaz de recuperar a visão do paciente por completo, e permite apenas que as pessoas visualizem luzes e formas para ajudá-las a se locomover com mais facilidade. Estima-se que utilizar o Argus II é a mesma coisa que “assistir à televisão em uma tela com 60 pixels de resolução”.

    A tecnologia funciona perfeitamente com os portadores da doença degenerativa intitulada Retinite Pigmentosa (RP), pois ela afeta as células da retina responsáveis pela identificação da luz deixando todo o restante do sistema visual intacto, incluindo o nervo ótico que leva os sinais visuais da retina para o cérebro. Ou seja, os eletrodos presentes no Argus II funcionam em substituição aos fotorreceptores naturais do olho por estimular diretamente o restante das células da retina, que direcionam o sinal para o nervo ótico.

    Assim como outras tecnologias inovadoras, o Argus II não é um mecanismo barato. Segundo informações obtidas pelo The New York Times, o olho biônico custará em torno de US$ 150 mil (R$ 293 mil), sem incluir a cirurgia e o tratamento posterior. O sistema e o tratamento estarão disponíveis em sete hospitais localizados na Califórnia, Nova York, Maryland, Pensilvânia e Texas.

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