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Você sabe quais são os efeitos da pimenta no seu organismo?

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Confira uma divertida animação e fique por dentro de algumas curiosidades sobre alimentos picantes
Fonte da imagem: Shutterstock
Você sabe quais são os efeitos da pimenta no seu organismo?

Você é daqueles que gosta de pimenta ou não consegue nem chegar perto de alimentos picantes? Independente da sua preferência, um vídeo produzido pelo pessoal do TED Ed explica exatamente quais são os efeitos que pimentas, mostardas e outros temperos “quentes” têm no nosso organismo.

Então, se algum dia você já se perguntou por que parece que sua língua está queimando quando você come pimenta, se tentou entender por que wasabi faz sair água dos olhos ou já imaginou qual seria o tempero mais picante de todos, você está no lugar certo.

Confira a animação abaixo (com áudio e legenda em inglês) e em seguida veja algumas das curiosidades reveladas no vídeo:

 

 

  • A sensação picante vem de alguns compostos presentes nos alimentos que ativam os nociceptores polimodais presentes na língua, que são estimulados pelo calor;
  • São esses receptores sensoriais que mandam sinais para o cérebro, que por sua vez entende que sua língua está realmente queimando. É por isso que algumas pessoas começam a suar e sentem o coração acelerar;
  • Os alimentos picantes nos causam sensações diferentes. Isso acontece porque as pimentas possuem capsaicina e piperina, que são moléculas grandes e pesadas chamadas de alquilamidas e que costumam ficar na boca;
  • Já a mostarda e o wasabi são formados por moléculas menores chamadas de isocianatos que conseguem alcançar os seios nasais. É por isso que o wasabi queima o nariz e faz com que os olhos lacrimejem;

 

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  • A escala de Scoville é usada para medir a ardência das pimentas. A partir dessa classificação, as pimentas mais fortes do mundo são a Trinidad Moruga Scorpion e a Carolina Reaper;
  • Não se sabe como ou porque a humanidade começou a consumir alimentos apimentados. Porém, arqueólogos encontraram mostarda – entre outros temperos – que datavam de 23 mil anos;
  • Também não se sabe ao certo qual era a função da pimenta em outras civilizações. Uma teoria defende que as pessoas adicionavam pimenta à comida para eliminar as bactérias. Nesse sentido, estudos mostram que os temperos se desenvolveram mais em regiões quentes do planeta, que são as mesmas onde os micróbios estão mais presentes;
  • E se você pensava que comer mais pimenta faria a ardência diminuir, está enganado. Estudos apontam que não é que a queimação diminui, mas sim a pessoa que se acostuma e parece gostar da sensação.

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Cientistas descobrem que cérebro leva 300 milissegundos para gerar memórias

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Pesquisadores argentinos conseguem determinar quanto tempo demoramos em criar novas lembranças
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Cientistas descobrem que cérebro leva 300 milissegundos para gerar memórias

Segundo uma notícia publicada pelo G1, cientistas argentinos descobriram que os chamados neurônios conceito demoram 300 milésimos de segundo para processar estímulos sensoriais e transformá-los em memórias, ou seja, esse é o tempo que o cérebro leva para formar lembranças.

De acordo com a publicação, a equipe de cientistas se dedica a avaliar o cérebro de pacientes que serão submetidos a cirurgias para curar a epilepsia, medindo sua atividade neurológica. Liderados pelo argentino Rodrigo Quian Quiroga, diretor do Centro de Neurociência Sistêmica da Universidade de Leicester, na Inglaterra, os cientistas explicaram que, basicamente, a formação de memórias envolve uma associação de conceitos.

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Macaco consegue controlar os movimentos de outro com o pensamento

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Macaco consegue controlar braço de outro com pensamento (SPL)Tecnologia ainda dá seus primeiros passos, mas é avanço importante para contornar danos da medula espinhal

Cientistas americanos anunciaram ter conseguido fazer com que um macaco controle os movimentos do braço de outro com o pensamento.

Leituras do cérebro do primeiro macaco, chamado de mestre, foram usadas como guia para estimular eletricamente a medula espinhal do segundo macaco, chamado de avatar. Assim, o mestre pôde comandar os movimentos do avatar.

A equipe de cientistas espera que o método seja aperfeiçoado para permitir que pessoas paralíticas readquiram o controle de seus corpos. Danos à medula espinhal podem interromper o fluxo de informações entre o cérebro e o corpo e impedir uma pessoa de andar ou se alimentar sozinha. Os pesquisadores buscam contornar esse dano com a ajuda de máquinas.

Publicados na Nature Communications, os resultados do estudo foram descritos como “um passo importante” rumo a essa meta.

Conexão cerebral

Na pesquisa, cientistas da Escola de Medicina de Harvard se recusaram a provocar a paralisia de um macaco por considerar a atitude injustificável. Em vez disso, usaram dois macacos: um mestre e um avatar, que foi sedado para simular os efeitos da paralisia.

Um chip foi implantado no cérebro do mestre para monitorar qualquer atividade cerebral que envolvesse mais de cem neurônios. Durante o treinamento, os movimentos do mestre foram relacionados a padrões da atividade elétrica gerada por seus neurônios.

Por sua vez, o avatar teve 36 eletrodos implantados em sua medula espinhal. Testes foram realizados para verificar como o estímulo provocado por diferentes combinações de eletrodos afetava seus movimentos.

Só então os macacos foram conectados um ao outro para que as leituras cerebrais de um gerassem movimentos no outro em tempo real. O avatar segurava um controle que comandava um cursor em uma tela enquanto o líder pensava em mover este cursor para cima e para baixo.

Em 98% dos testes, o mestre conseguir controlar os movimentos do braço do avatar.

“Nossa esperança é obter um movimento totalmente natural”, disse o pesquisador Ziv Williams à BBC. “Acho que teoricamente é possível, mas para chegar a esse ponto serão necessários esforços adicionais e exponenciais”.

Para Williams, mesmo a menor capacidade de realizar movimentos novamente mudaria drasticamente a qualidade de vida de pessoas paralíticas.

Realidade ou ficção?

Cena do filme Avatar (AP)Continue lendo…clique aqui…

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Veja como seu cérebro engana você com esta ilusão de ótica incrível

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Se você acha que a imagem abaixo contém dois círculos tortos, está completamente enganado
Veja como seu cérebro engana você com esta ilusão de ótica incrível

O Ano-Novo chegou, você já comemorou tudo o que tinha para comemorar, já fez sua listinha de metas para 2014, já se empanturrou de panetone e, claro, já bebeu um pouco além da conta, provavelmente. Mas, se você não é do tipo que bebe – parabéns! –, pode se preparar: a imagem abaixo vai fazer com que você se sinta um pouco embriagado.

O que você vê são dois círculos, certo? Esses círculos, em um primeiro momento, parecem meio tortos, como se uma criança os tivesse desenhado. A grande surpresa é que você está vendo tudo errado! As duas circunferências estão perfeitamente corretas, simétricas e nada tortas!

Fonte da imagem: Reprodução/Sploid

A imagem é uma ilusão de ótica disponibilizada pelo Science Porn, com a intenção de confundir a sua cabecinha. Se você deixar seus olhos quase fechados e encarar a imagem novamente vai perceber como os dois círculos estão perfeitinhos. Esse tipo de representação nos engana por causa do mecanismo de percepção de profundidade existente em nosso cérebro, o mesmo que nos permite ver objetos em 3D.

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Brasileiro pretende revolucionar a medicina com invenção que deve aposentar os termômetros

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Marc Abreu, que é médico e físico, conseguiu desenvolver uma técnica que permite medir a temperatura do corpo captando o calor diretamente do cérebro

A nova ferramenta já é considerada o “termômetro do futuro”Reprodução/Rede Record

Há mais de três séculos, o homem utiliza o termômetro ou ferramentas similares para medir a temperatura e principalmente conseguir diagnosticar uma febre. Entretanto uma invenção criada por um brasileiro pretende revolucionar a medicina ao usar uma nova tecnologia que permite 100% de precisão nas variações de temperatura.

A nova ferramenta, que ainda está em teste, já é considerada o “termômetro do futuro” e deve trazer benefícios para salvar vidas de atletas, bombeiros, crianças, mães e até de pacientes com câncer.

O inventor deste termômetro revolucionário é o brasileiro  Marc Abreu, que é médico e físico. Ele conseguiu desenvolver uma técnica que permite medir a temperatura do corpo com precisão captando o calor diretamente do cérebro. Ao contrário do mecanismo tradicional que revela apenas a média ignorando as alterações mais bruscas, o novo dispositivo faz a medição de forma contínua e assim identifica todas as modificações da temperatura.

Marc Abreu descobriu dois túneis no cérebro que funcionam como duas janelas para o cérebro, e são indicadores naturais de temperatura do corpo.  Trata-se de espaços com calor e luminosidade que permitem medições mais eficientes. Os túneis têm sete centímetros cada um. Eles partem do centro do cérebro, atravessam a parte frontal e terminam  no canto superior dos olhos, entre a testa e o nariz.

São pontos exatos, sem gordura, ou seja, sem nada que obstrua a medição. A descoberta ganhou o nome de BTT (as iniciais em inglês para túnel de temperatura cerebral).

— Basicamente o que eu descobri de uma forma simples, é o local no cérebro, no crânio que gera essa luz que nós captamos e que nessa informação térmica existe toda a fisiologia e mesmo a patologia do corpo.

Logo depois de encontrar os túneis, o médico brasileiro ajudou a desenvolver os equipamentos que conseguem captar a temperatura diretamente do cérebro.

Termômetro tradicional

O termômetro convencional foi muito importante para a história da humanidade. Mas por melhor que seja não consegue captar a real temperatura do corpo.

Isso acontece porque o corpo humano é coberto por camadas de gordura. O que impede que a temperatura seja registrada de forma exata pelos termômetros. Esse problema se agrava quando o paciente é um pouco mais gordo.

Quem faz essa revelação surpreendente é Marc Abreu. Ele estudou o assunto durante mais de duas décadas no centro de pesquisa que comanda na Universidade de Yale, uma das mais prestigiadas do mundo, nos Estados Unidos.

—Todos os termômetros, hoje esses digitais, eles não medem a temperatura eles adivinham. Existe um trabalho nos Estados Unidos dizendo que a maior falta dos pais no trabalho é por detecção errônea de temperatura. Então, o pai e a mãe ficam em casa porque a criança está com febre.

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Caminho para a cura da obesidade é descoberto na Suiça

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Gene da obesidade | Notícias | The History Channel

Comer à vontade sem engordar já pode ser uma realidade. Ao menos para um seleto grupo de ratos. O estudo realizado com os roedores é resultado de 15 anos de pesquisa na Universidade de Lausanne (Unil), na Suíça.

Os cobaias submetidos à uma dieta rica em açúcar e gordura foram geneticamente modificados para apresentar deficiência do gene recém-descoberto. O MCR1 é responsável pelo transporte de lactatos para o cérebro e pela acumulação de gordura no fígado. No final de 12 semanas, o peso dos ratos transgênicos aumentou 7,7%, enquanto seus colegas selvagens engordaram 16,7%.

Os cientistas suíços sugerem que no futuro se poderia utilizar a descoberta para bloquear parcialmente o gene MCR1 através de um inibidor de sínteses, apesar dos estudos exigirem mais pesquisas.

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Invenção do ano! Conheça os óculos que “devolvem” a visão aos cegos [VÍDEO]

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Um dispositivo parecido com um óculos, que ajuda pessoas com níveis severos de cegueira a enxergar, recebeu o prêmio de “inovação do ano” da revista norte-americana Popular Science, na categoria saúde. Chamado de “Argus II”, este equipamento foi aprovado em fevereiro deste ano pela FDA (Food and Drug Administration), dos EUA.
 
O equipamento consiste em uma câmera em miniatura que é inserida em um par de óculos. A câmera envia as imagens gravadas para um microprocessador, que está em um cinto usado pelo paciente. O processador converte os dados do vídeo em sinais eletrônicos, que são transmitidos via wireless para um minúsculo eletrodo que é implantado na parte de trás do olho da pessoa. O nervo óptico captura estes sinais e os envia para o cérebro, que os interpreta numa escala primária de imagens em tons de cinza. 
 
O Argus II garante uma resolução suficiente para que pessoas possam ver faixas de pedestres, encontrar objetos e identificar portas, por exemplo. O produto foi aprovado para pessoas com retinite pigmentosa e algumas doenças degenerativas que afetam, aproximadamente, dois milhões de pessoas no mundo. Alguns testes estão previstos para tratamento da degeneração macular, a causa mais comum de cegueira em norte-americanos com mais de 60 anos. Em junho do ano passado, um dispositivo foi usado em fase de testes por 32 pessoas, pacientes com elevado grau de deficiência visual. Apesar de ter ocorrido uma melhora na visão, nenhum caso de cegueira foi completamente curado. Um pouco menos da metade das pessoas deste teste sofreu sérios efeitos colaterais. O equipamento é fabricado pela empresa Second Sight, da Califórnia. Uma unidade do Argus II custa em torno de US$ 100 mil. 

 

Veja o vídeo que explica o funcionamento dos óculos [EM INGLÊS]

 Curiosidades na internet

Células do olho podem ajudar a diagnosticar Mal de Alzheimer

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Doença é  degenerativa e afeta os neurônios; seu sintoma primário é a perda da memória

BBC Brasil

Como a retina é uma extensão direta do cérebro, eles acreditam que a perda de neurônios retinais pode estar relacionada à diminuição de células do cérebro devido ao AlzheimerReprodução/BBC

Alterações em células específicas da retina podem ajudar a diagnosticar e acompanhar a progressão do Mal de Alzheimer, segundo uma nova pesquisa conduzida por cientistas americanos.

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta os neurônios. Seu sintoma primário é a perda da capacidade de memória. A equipe de pesquisadores descobriu que camundongos com a doença perderam espessura na camada das células oculares.

Como a retina é uma extensão direta do cérebro, eles acreditam que a perda de neurônios retinais pode estar relacionada à diminuição de células do cérebro devido ao Alzheimer. As descobertas foram reveladas durante uma conferência de neurociência ocorrida nos Estados Unidos.

Nova descoberta pode levar à cura do mal de Alzheimer

A equipe prevê que, futuramente, os oftalmologistas, munidos dos devidos aparelhos, consigam detectar o Mal de Alzheimer durante um exame de vista periódico. Segundo o estudo dos cientistas, alterações nas células da retina também poderiam ajudar a detectar o glaucoma – que leva à cegueira – e que é considerado uma doença neurodegenerativa similar ao Alzheimer.

Scott Turner, diretor do programa de transtornos de memória do Centro Médico da Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, afirmou que a retina é uma extensão do cérebro, por isso faz sentido que os mesmos processos patológicos encontrados no cérebro de Alzheimer também sejam observados no olho.

Turner e sua equipe analisaram a espessura da retina em uma área que anteriormente não havia sido investigada. O estudo incluiu camada nuclear interna e a camada de células ganglionares da retina (um tipo de neurônio encontrado na retina).

Perda da memória pode não estar ligada a Alzheimer, dizem cientistas

Eles concluíram que uma perda de espessura ocorreu apenas em camundongos com Mal de Alzheimer. A camada de células ganglionares da retina foi reduzida à metade de seu tamanho e a camada nuclear interna diminuiu em mais de um terço.

— Nossa descoberta sugere uma nova compreensão do processo da doença em seres humanos e pode levar a novas formas de diagnosticar ou prever a doença de Alzheimer que poderiam ser tão simples como um exame de vista.

Não-invasivo

Turner acrescentou que, eventualmente, os tratamentos desenvolvidos para frear a progressão do Mal de Alzheimer também poderiam ser usados para tratar o glaucoma.

— Esperamos que isso se traduza em pacientes humanos e suspeitamos que o afinamento da retina, assim como o afinamento cortical, ocorre muito antes do início do processo de demência. Porém, estudos em humanos ainda são necessários para comprovar nossa tese. O problema é que os biomarcadores principais da doença de Alzheimer são muito caros ou invasivos. Já um exame minucioso da espessura da retina — por tomografia de coerência ótica – seria um procedimento barato e não-invasivo.

A causa do Mal de Alzheimer , uma das principais causadoras da demência, ainda é desconhecida.

Apesar de ainda não haver cura, médicos acreditam que o tratamento precoce do Alzheimer é a maneira mais eficaz para evitar a perda de memória, seu principal sintoma.

Para Laura Phipps, do Alzheimer Research UK, centro de pesquisa para a doença baseado no Reino Unido, há cada vez mais evidências ligando a perda de células da retina ao Mal de Alzheimer.

—Diagnosticar a doença de Alzheimer com precisão pode ser uma tarefa difícil. Por isso, é vital para continuar investindo em pesquisa para melhorar os métodos de diagnóstico.

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Sono ajuda o cérebro a eliminar toxinas

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Um experimento com roedores mostrou que o sono é essencial para limpar toxinas acumuladas no cérebro durante o dia. Quando dormimos, células nervosas diminuem, abrindo espaço para fluidos fazerem, literalmente, uma lavagem cerebral.

A descoberta foi feita no laboratório de cientistas da Universidade de Rochester, nos EUA, que usaram uma técnica sofisticada de microscopia a laser para observar tecidos de animais vivos.

As toxinas que se acumulam regularmente no cérebro resultam do funcionamento normal do órgão e precisam ser eliminadas alguma hora.

Ao comparar camundongos acordados com adormecidos, os pesquisadores mostraram que o fluido cerebrospinal –líquido que permeia o cérebro– passa com mais liberdade pelo cérebro durante o período de sono. Isso pode ser uma das principais razões pelas quais dormir é essencial para muitos animais.

“Não temos certeza sobre se o acúmulo de detritos no cérebro é aquilo que induz o sono ou não, mas é uma possibilidade”, disse à Folha Lulu Xie, autora principal do estudo sobre o experimento, que saiu na revista “Science”.

No trabalho, a cientista mostrou que uma das moléculas varridas pelo fluido cerebral na hora da limpeza é a beta-amiloide –proteína ligada ao mal de Alzheimer quando se acumula demais.

“A doença de Alzheimer está associada à perturbação do sono”, diz Xie. “A falta de espaço intersticial [lacunas entre células] pode causar o acúmulo de lixo metabólico e danificar o cérebro.”

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

ANIMAIS SONECAS

Suzana Herculano-Houzel, professora da UFRJ e colunista da Folha, escreveu para a “Science” um artigo comentando o estudo de Xie. Para ela, a descoberta complementa o que já se conhece sobre o papel do sono, como a consolidação das sinapses (conexões entre diferentes neurônios).

“Ao dormir, você ganha plasticidade [flexibilidade para criar sinapses], consolida o aprendizado e lida melhor com estresse, mas nada disso é necessidade absoluta”, diz. Já a limpeza de toxinas pode estar entre as razões pelas quais a privação prolongada de sono pode matar.

Segundo a cientista, o experimento pode explicar por que animais pequenos, como o morcego, dormem 20 horas diárias, enquanto elefantes só precisam de quatro horas. “Cérebros maiores devem ter um volume de espaço intersticial maior para armazenar moléculas indutoras do sono e, assim, suportariam períodos maiores acordados”.

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Stephen Hawking afirma que cérebro é capaz de sobreviver a morte do corpo

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O famoso cientista Stephen Hawking sustenta que o cérebro de qualquer ser humano pode ser copiado para um computador, continuando “vivo” mesmo após a morte do corpo. A afirmação tem base teórica, claro.
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O cientista comparou o funcionamento do cérebro a um software poderoso e a mente a um circuito eletrônico que permite seu funcionamento. Assim, Hawking afirma que mais cedo ou mais tarde será possível duplicar a mente em um computador, burlando a morte natural da pessoal que teve o cérebro duplicado.
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Ele também afirmou que a tecnologia humana disponível agora ainda não é suficiente para conseguir tal resultado. Mas que num futuro próximo isso já será possível.
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Há alguns dias o astrofísico polemizou ao se declarar a favor da eutanásia. A polêmica aconteceu em entrevista para lançamento do documentário especial sobre sua vida.

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Cientistas conseguem reverter síndrome de Down em laboratório

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Atualmente, não há cura para o problema genético

Especialista diz que síndrome de Down é muito complexaCrédito: Getty Images

Cientistas americanos descobriram uma forma de reverter a síndrome de Down em ratos de laboratório recém-nascidos, injetando um composto experimental que faz com que o cérebro cresça normalmente.

Embora o estudo, publicado no periódico Science Translational Medicine, não ofereça vínculo direto a um tratamento em humanos, os cientistas são esperançosos de que algum dia possa oferecer um caminho para futuras descobertas.

Não há cura para a síndrome de Down, que é provocada pela presença de um cromossomo excedente, que produz cópias extras de mais de 300 genes, causando problemas intelectuais, traços faciais característicos e às vezes outros problemas de saúde.

Gene pode corrigir anomalia da síndrome de Down

A equipe da Universidade Johns Hopkins usou ratos de laboratório que foram geneticamente modificados para ter cópias extras de cerca de metade dos genes encontrados no cromossomo humano 21, provocando condições similares à da síndrome de Down — entre elas, cérebro menor e dificuldade em aprender como se mover em um labirinto.

No dia em que os ratos nasceram, os cientistas injetaram neles uma pequena molécula, conhecida com o nome de agonista da via Sonic Hedgehog.

O composto, cuja segurança para uso em humanos não foi testada, foi concebido para estimular o crescimento normal do cérebro e do corpo através do gene denominado SHH. O gene dá instruções para produzir uma proteína denominada Sonic Hedgehog, que é essencial para o desenvolvimento.

Entenda o que é a Síndrome de Down

O autor do estudo, Roger Reeves, da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, disse que “funciona lindamente”.

— A maioria das pessoas com síndrome de Down tem um cerebelo com cerca de 60% do tamanho normal. Nós conseguimos normalizar completamente o crescimento do cerebelo até a idade adulta com esta injeção única.

A injeção também produziu benefícios inesperados no aprendizado e na memória, normalmente vinculados a uma parte diferente do cérebro conhecida como hipocampo.

Os cientistas descobriram que os ratos tratados se saíram tão bem quanto os normais em um teste no qual precisavam localizar uma plataforma no meio de uma piscina.

No entanto, ajustar o tratamento para uso em humanos seria complicado, pois alterar o crescimento do cérebro poderia ter consequências indesejáveis, como provocar câncer, por exemplo.

— A síndrome de Down é muito complexa, e ninguém pensa em uma panaceia que normalize essa condição”, disse.Será necessário adotar abordagens múltiplas.

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Proteína oferece pista importante sobre perda de memória com idade

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CérebroNão se sabe se resultado da pesquisa teria mesmo efeito em cérebros humanos

Cientistas americanos dizem ter encontrado uma pista importante sobre o porque a memória se deteriora com a idade.

Experiências feitas com camundongos sugerem que baixos níveis de proteína no cérebro podem ser responsáveis por perda de memória.

O estudo publicado pela revista científicaScience Translational Medicine afirma que a perda de memória não tem relação com Alzheimer.

A equipe do Columbia University Medical Centre começou analisando o cérebro de oito pessoas já falecidas, com idades de 22 a 28 anos, que doaram seus órgãos para pesquisa médica.

Eles encontraram 17 genes cujas atividades variavam com a idade. Um deles continha instruções para fazer a proteína RbAp48, que ficou menos ativo com o tempo.

Camundongos jovens criados com baixos níveis de RbAp48 em laboratório tiveram desempenho mais fraco em testes de memória.

Usando um vírus para melhorar o nível de RbAp48 em camundongos mais velhos pareceu melhorar a memória e reduzir o nível de deterioração.

“O fato de que nós fomos capazes de reverter a memória relacionada ao envelhecimento em camundongos é bastante animador”, disse o professor Erica Kandel, que trabalhou na pesquisa.

“No mínimo, mostra que essa proteína é um fator importante, e faz alusão ao fato de que a perda de memória relacionada à idade acontece em função de uma mudança de algum tipo nos neurônios. Ao contrário do Alzheimer, não existe perda signigicativa (no número) de neurônios.”

Ainda não se sabe o impacto que o ajuste no nível de RbAp48 tem no cérebro humano, que é mais complexo. Nem mesmo se entende se seria possível manipular estes níveis com confiança.

Simon Ridley, da entidade Alzheimer Research UK, que não participou da pesquisa, disse que os resultados do estudo avança em uma área desafiadora para a ciência, que é a compreensão sobre os mecanismos que causam Alzheimer e os que provocam perda de memória em relação à idade.

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Cientistas identificam “coletores de lixo” no cérebro

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cerebro

Washington – Uma equipe de pesquisadores decodificaram o processo crítico pelo qual o cérebro limpa células mortas, em um estudo que poderia contribuir para o tratamento de doenças neurológicas, segundo um artigo publicado nesta quinta-feira pela revista “Developmental Cell”.

O “lixo no cérebro”, em forma de células mortas, pode ser retirado antes de se acumular porque pode causar doenças neurológicas tanto raras como comuns, como o mal de Parkinson, segundo os pesquisadores da Universidade de Michigan (UM).

A equipe, liderada por Haoxing Xu, professor associado no Departamento de Biologia Molecular, Celular e do Desenvolvimento na UM, identificou dois componentes críticos neste processo de limpeza.

Um deles é uma proteína essencial de canal de cálcio, TRPML1, que ajuda as chamadas células micrófagas a varrerem as células mortas.

O outro, explicou o artigo, é uma molécula alípídica que ajuda a ativar a TRPML1 e o processo que permite que os micrófagos eliminem essas células mortas.

O laboratório de Xu identificou, além disso, um composto químico sintético que pode ativar a TRPML1. Tendo em vista que este composto químico em ultima instância ajuda a ativar este processo de limpeza celular, ele fornece um possível alvo para o desenvolvimento de um remédio que ajude a combater estas doenças neurológicas.

Os cientistas começaram a observar uma doença neurodegenerativa muito rara, chamada mucolipidose Tipo IV, um mal neurodegenerativo infantil caracterizado por múltiplas incapacidades.

O grupo de Xu descobriu que a carência da função de TRPML1, que é o canal pelo qual o cálcio do lisossoma é liberado – o centro de reciclagem da célula – nas células micrófagas, contribui para estas condições neurodegenerativas.

Se esse canal não funcionar, o cálcio não pode ser distribuído e as células mortas não são eliminadas, disse Xu. O composto químico sintético estimula o canal de cálcio de TRPML1 para que libere o elemento na célula.

“Além disso, as células mortas são ruins para as células vivas”, disse Xu. Um excesso de células mortas leva as células micrófagas a matarem também os neurônios saudáveis que são necessários para a função neurológica o que, por sua vez, pode levar a estas doenças neurodegenerativas.

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Novas tecnologias de gesto e voz dão cara de ficção científica aos computadores

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Respostas à questão de qual será o futuro dos computadores costumam ser dadas com exemplos da ficção.

Filmes como “Minority Report” popularizaram a ideia de visual futurista e máquinas inteligentes que entendem voz e gestos. Mas será isso o que aposentará o mouse e o teclado?

Parte da indústria de tecnologia aposta que sim, mas especialistas são moderados nas previsões sobre como os PCs que conhecemos atualmente mudarão.

A ideia de uma revolução no modo como interagimos com tais objetos tem parecido mais próxima com o lançamento de produtos acessíveis que encarnam funções pensadas nos filmes.

Um exemplo famoso é o Leap Motion, aparelhinho que permite controlar computadores por gestos, mas outros gadgets e tecnologias novos formam uma lista extensa.

Um aparelho desenvolvido pela Universidade de Minnesota, por exemplo, consegue controlar drones por meio de sensores ligados ao cérebro do usuário. A Prime Sense, inventora do Kinect, trabalha em uma miniatura do dispositivo para celulares.

Recentemente, a Intel criou um fundo de US$ 100 milhões para premiar iniciativas no campo que intitula de “computação perceptual”.

A ideia é que computadores estarão presentes em todos os objetos, interagirão com os seres humanos por meio de “interfaces naturais”, como gestos e voz, e serão pró-ativos, ou seja, adivinharão a vontade do usuário.

Scott Berkun, escritor e autor de livros sobre inovação, diz acreditar que, ao contrário das previsões cinematográficas, o futuro das interfaces será “entediante”.

“As principais formas como interagimos com o computador ainda são as mesmas: nós usamos os dedos para digitar letras e números. [Novas invenções] não vão mudar isso, enquanto nossa principal atividade [no computador] for ler e escrever” disse por e-mail à Folha.

Tal Dagan, vice-presidente de marketing da Prime Sense, também vê com reticência a ideia de novas interfaces se tornarem dominantes.

“Eu acho que gestos, por exemplo, têm potencial para a televisão, que tem uma interface ruim. Mas notebooks e computadores já funcionam bem, não há uma demanda forte por mudanças”.

  Editoria de Arte/Folhapress  

 

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Start-up israelense cria câmera que lê para deficientes visuais

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The New York TimesA israelense Liat Negrin, deficiente visual desde a infância, entrou recentemente em uma mercearia, pegou uma lata de legumes e leu seu rótulo usando uma câmera simples e discreta acoplada aos seus óculos.

Negrin, que tem coloboma, má-formação de nascença que perfura a estrutura do olho e afeta cerca de uma em cada 10 mil pessoas, é funcionária da OrCam, start-up israelense que desenvolveu um sistema com câmera destinado a permitir que deficientes visuais se desloquem livremente e “leiam” com facilidade.

O aparelho da OrCam consiste em uma pequena câmera usada de forma semelhante ao Google Glass, conectada por um fino cabo a um computador portátil projetado para caber no bolso do usuário. O sistema fica preso com a ajuda de um pequeno ímã aos óculos do usuário e emprega um alto-falante de condução óssea para descrever em alto e bom som as palavras ou objetos apontados.

Para reconhecer um objeto ou texto, o usuário simplesmente aponta para ele com o dedo, e o aparelho interpreta a cena.

O sistema reconhece um conjunto pré-definido de objetos e permite que o usuário amplie seu acervo –incluindo, por exemplo, o texto de um rótulo ou outdoor, um semáforo ou uma placa de rua– simplesmente acenando com a mão, ou com o próprio objeto, no campo de visão da câmera.

Até agora, assistentes de leitura para cegos e outros deficientes visuais eram aparelhos desajeitados, capazes de reconhecer textos só em ambientes restritos, ou, mais recentemente, aplicativos para smartphones, com capacidade limitada.

Divulgação
OrCam faz óculos que interpretam texto e o vocalizam para pessoas que não podem enxgergar
OrCam faz óculos que interpretam texto e o vocalizam para pessoas que não podem enxgergar

O sistema foi concebido para reconhecer e descrever textos em geral –de jornais a números de ônibus–, além de objetos tão diversos quanto marcos da paisagem, semáforos e rostos de amigos. Ele reconhece textos em inglês.

O aparelho é vendido no site da empresa por US$ 2.500, o preço de um aparelho auditivo mediano.

Ele é diferente de outras tecnologias desenvolvidas para permitir alguma forma de visão a cegos, como o sistema de retina artificial chamado Argus II, fabricado pela Second Sight Medical Products. Esse sistema, aprovado em fevereiro pela FDA (Administração de Alimentos e Drogas dos EUA), permite que sinais visuais contornem a retina danificada e sejam transmitidos para o cérebro.

O dispositivo da OrCam é ainda vastamente diferente do Google Glass, que também oferece uma câmera ao usuário, mas foi concebido para pessoas com visão normal e tem limitações em termos de reconhecimento visual e poder local de computação.

A OrCam foi criada há vários anos por Amnon Shashua, pesquisador e professor de ciência da computação na Universidade Hebraica. A tecnologia se baseia nos algoritmos de visão computadorizada que ele desenvolveu com outro docente, Shai Shalev-Shwartz, e com um ex-aluno dele na pós-graduação, Yonatan Wexler.

O avanço é resultado da rápida melhora dos computadores, que agora podem ser carregados no bolso, e do algoritmo de visão computadorizada desenvolvido pelos cientistas. O sistema OrCam é representativo também das melhorias em sistemas de visão que empregam a inteligência artificial.

A técnica da OrCam, chamada Shareboost, se distingue pelo fato de que, à medida que cresce o número de objetos que ele precisa reconhecer, o sistema minimiza o poder de processamento adicional que é exigido.

“Os desafios são enormes”, disse Wexler, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da OrCam. “As pessoas que têm baixa visão vão continuar a ter baixa visão, mas queremos aproveitar a informática para ajudá-las.”

Um dos principais desafios, segundo Shashua, é permitir um rápido reconhecimento óptico de caracteres sob condições de luz muito diversas e também sobre superfícies flexíveis.

“Os leitores ópticos profissionais de caracteres hoje funcionam muito bem quando a imagem é boa, mas temos desafios adicionais –precisamos ler o texto sobre superfícies flexíveis, como um jornal na mão”, disse ele.

Embora o sistema possa ser utilizado por cegos, a OrCam planeja inicialmente vender o aparelho nos Estados Unidos a pessoas com deficiências visuais impossíveis de serem adequadamente corrigidas com o uso de óculos.

A OrCam disse que mundialmente há 342 milhões de adultos com deficiência visual significativa, sendo 52 milhões deles com renda de classe média.

Tomaso Poggio, cientista da computação no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), com quem Shashua estudou, ficou impressionado com o aparelho da OrCam. “O que é notável é que o aparelho aprende com o usuário a reconhecer um novo produto”, disse ele. “Isso é mais complexo do que parece, e, como especialista, acho realmente impressionante.

Curiosidades na internet

Artista italiano cria desenhos 3D capazes de confundir a sua mente

Acesse:http://www.megacurioso.com.br/ilusao-de-optica/37227-artista-italiano-cria-desenhos-3d-capazes-de-confundir-a-sua-mente.htm

Apenas com um lápis, uma borracha e uma folha de papel, Alessandro Diddi consegue fazer desenhos incríveis que parecem saltar da mesa.
Artista italiano cria desenhos 3D capazes de confundir a sua mente

Você já deve ter percebido que está na moda a produção de objetos de decoração, acessórios de vestuário, cases para celulares, entre outros itens por meio de impressoras 3D. No mundo das artes, toda essa tecnologia pode ser superada pelas boa e velha combinação de criatividade e talento.

Alessandro Diddi, um artista italiano, provou isso com os desenhos abaixo. Os seus olhos e o seu cérebro podem até achar que essas obras são esculturas tridimensionais originadas por uma máquina altamente avançada, mas elas são simplesmente o fruto de um lápis, uma borracha, uma folha de papel e a habilidade primorosa do autor com essas ferramentas em mãos.

Não se sinta frustrado com a confusão mental causada pelos desenhos, afinal esse sempre foi o objetivo de Diddi. “Eu quero que os meus desenhos passem a mensagem de que os olhos podem enganar a mente e fazer você acreditar que há dimensões que não estão realmente lá”, comentou o artista ao jornal Daily Mail.

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi

Curiosidades na internet

Brasileiros criam membrana 3D para iPad

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1299002-brasileiros-desenvolvem-membrana-3d-para-ipad.shtml

Tablets com tela 3D já existem no mercado. Alguns contam com óculos especiais para fazer o efeito funcionar, enquanto outros nos livram desse incômodo.

Nessa linha, uma start-up brasileira desenvolveu uma tecnologia capaz de levar as três dimensões ao iPad, sem a necessidade de adicionar lentes à frente dos olhos.

Disponível para todas as gerações do tablet da Apple, com exceção do iPad mini, a Magoo é uma membrana que simula o efeito tridimensional em fotos e vídeos. Ela funciona em conjunto com um aplicativo, também criado pela empresa, que converte imagens comuns para 3D em tempo real.

A tecnologia é similar à do 3DS, console de videogames portátil da Nintendo, que usa o princípio da visão estereoscópica (quando o cérebro forma uma imagem baseada em pontos específicos de duas imagens deslocadas) para criar uma ilusão tridimensional.

No caso da Magoo, são as finas linhas escuras presentes na membrana de policarbonato que “direcionam” partes das imagens para produzir o efeito desejado.

Joel Silva/Folhapress
Membrana feita por brasileiros dispensa óculos e usa tecnologia similar à do Nintendo 3DS
Membrana 3D desenvolvida por brasileiros dispensa o uso de óculos especiais pois simula o efeito 3D por meio da estereoscopia

O idealizador da membrana e sócio da Magoo Tecnologia, André Zanuto, 25, ressalta que as imagens não “pulam da tela, como no cinema, mas ganham uma sensação de profundidade”.

O efeito não é surpreendente –depende muito das imagens visualizadas. Mas a experiência é divertida, boa para distrair familiares e amigos.

LICENÇA

A Magoo é a primeira tecnologia 3D para iPad que funciona sem a necessidade de óculos licenciada pela Apple. “Existem outros acessórios do gênero, mas todos são películas não destacáveis, que ficam grudadas no dispositivo”, explica Zanuto. “Elas não podem receber a licença porque, para a fabricante, atrapalham a experiência do usuário.”

Diferentemente da concorrência, a membrana tem presilhas que permitem sua remoção do iPad após o uso.

Curiosidades na internet

Criança surda começa a escutar graças a chip no cérebro

Acesse:http://www.techmestre.com/crianca-surda-comeca-a-escutar-gracas-a-chip-no-cerebro.html

Garoto norte-americano implantou chip para corrigir falha no nervo coclear.

Um garoto norte-americano, de três anos de idade, começou a escutar graças a um chip que fora implantado em seu cérebro. Grayson Clamp já havia se submetido a uma cirurgia para corrigir uma falha no nervo coclear, que o impossibilitava de escutar.
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Como o procedimento não havia sido concluído com sucesso, os pais do garoto o levaram a médicos da Universidade da Carolina do Norte, que implantaram um dispositivo no tronco encefálico da criança.
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Com o chip junto ao cérebro o processamento do som emitido no ouvido se torna possível. Assista ao vídeo:
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Curiosidades na internet

Um helicóptero controlado pela mente!

Acesse:http://noticias.seuhistory.com/um-helicoptero-controlado-pela-mente

Um grupo interdisciplinar de especialistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, conseguiu completar com sucesso as primeiras provas com um modelo de um pequeno helicóptero controlado através de estímulos elétricos do cérebro.

Utilizando apenas a leitura da atividade cerebral através de um eletroencefalograma, sem qualquer intervenção cirúrgica ou outro aparato invasivo, os cientistas conseguiram fazer com que uma pessoa controlasse os movimentos do pequeno helicóptero de quatro rotores.

Eles utilizaram uma malha especialmente desenhada e equipada com 64 eletrodos para registrar e traduzir a informação produzida pelo cérebro. Os eletrodos ficam em contato direto com o couro cabeludo, semelhante aos utilizados para diagnóstico médico e análises.

Com o capacete já posto, a pessoa responsável pelo controle do helicóptero precisou passar por um treinamento, muito similar aos movimentos de controle de um cursor na tela de um computador, mas usando a mente. A princípio, os movimentos são simples, da esquerda para a direita. Com o tempo foram adicionados movimentos mais complexos de cima para baixo, em um plano bidimensional, até avançar com movimentos de profundidade em um espaço virtual.

Apesar dos excelentes resultados obtidos, o controle neural de qualquer objeto ainda é muito limitado ao comando a bordo, portanto ainda vamos esperar um bom tempo para ter um veiculo inteiramente pilotado pelo cérebro. Enquanto isso aproveite para ver as imagens do voo inaugural com o vídeo aqui.

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Campanha alerta para problemas respiratórios e oferece testes gratuitos no País

Acesse:http://noticias.r7.com/saude/campanha-alerta-para-problemas-respiratorios-e-oferece-testes-gratuitos-no-pais-14062013

Um em cada sete pessoas no mundo sofre de alergia respiratória

Começa nesta sexta-feira (14) a campanha Respire pelo Nariz e Viva melhor da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) com o objetivo de conscientizar a população sobre os cuidados com o nariz, vias aéreas superiores e a respiração em geral. Em São Paulo, a ação oferecerá diversos testes gratuitos no shopping West Plaza, das 10h as 22h e parques e praças das 9h as 17h. A quarta edição do evento termina neste sábado (15).

De acordo com o otorrinolaringologista Edwin Tamashiro, coordenador nacional da campanha, os distúrbios olfativos mais comuns são as anosmias — perda total do olfato, e as hiposmias — diminuição de tal capacidade.

— Os distúrbios do olfato podem ter causas obstrutivas, como desvio de septo, polipose nasal ou resfriado. Nesses casos, as substâncias odoríferas não conseguem chegar à área olfatória do nariz. Há ainda as causas neurológicas, como alterações no epitélio olfatório ou nas áreas do cérebro responsáveis pela percepção dos cheiros.

Como esses problemas são curáveis, é importante que o diagnóstico seja feito corretamente. O  tratamento será recomendado de acordo com cada caso.

Terapia com sal promete melhorar problemas respiratórios

As pessoas poderão medir a permeabilidade nasal com o auxílio de um espelho especial (Teste de Glatzel), o grau de sonolência (Escala Epworth), responder o questionário que avalia a possibilidade de rinossinusite crônica (SNOT-22) e tentar identificar apenas com o olfato 10 cheiros diferentes escondidos em uma caixa surpresa (Jogo dos Aromas).

A campanha acontece simultaneamente em mais 14 cidades, como Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Rio de Janeiro.

Conscientização

Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) revelam que uma em cada sete pessoas no mundo sofre de algum tipo de alergia respiratória. Além disso, a incidência de problemas respiratórios aumentou em 40% no inverno, segundo a ABORL-CFF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial).

Problema de respiração no sono causa problemas nos vasos sanguíneos

Para que essa porcentagem diminua, a campanha tem o compromisso de levar informações corretas e confiáveis à população, afirma a presidente da ABR, Wilma Terezinha Anselmo-Lima.

— Promover esta atividade lúdica por várias cidades ao mesmo tempo reforça ainda mais o nosso propósito de conscientizar a população leiga em escala nacional sobre a importância da respiração saudável e do papel do otorrino no tratamento e acompanhamento de tais afecções.

Serviço

Campanha Respire Pelo Nariz e Viva Melhor
Horário: das 10h às 22h nos shoppings e das 9h às 17h nos parques e praças

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Tecnologia promete trazer a cura da cegueira até 2014

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/tecnologia-promete-trazer-a-cura-da-cegueira-ate-2014

Implante no cérebro aliado a câmera faria pessoa reconhecer objetos
Reprodução
Cegueira

Monash Vision, projeto da australiana Monash University, promete trazer a cura para a cegueira. A tecnologia consiste em implante no cérebro que, associado a uma câmera, promete projetar imagens no córtex da pessoa.

A câmera captura e envia os dados a um processador digital implantado próximo ao crânio. O chip estimula o córtex visual via eletrodos e ajuda o cérebro interpretar as imagens.

“É o sistema mais avançado já criado para auxiliar pessoas a reconhecerem diferentes objetos e cores”, disse Arthur Lowery, diretor do projeto, aoGuardian australiano. “Isso significa que pessoas podem ir a um encontro e saber quem está lá e quantos estão lá. Elas poderão sair de casa tranquilamente, pois saberão onde há árvores, por exemplo”, continua.

A visão não será completa, ela deve funcionar mais como um radar, mostrando apenas algumas centenas de pixels. “Se você tem um pouco de visão, talvez não seja muito útil para você”, explica Loweri. A inovação é voltada a pessoas completamente cegas – mesmo as que não têm globo ocular.

Os pesquisadores responsáveis pretendem lançar protótipo até a primeira metade de 2014. Se tiver sucesso, a tecnologia deverá se popularizar ao longo da próxima década. O projeto recebeu US$ 8 milhões do governo australiano.

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Projeto prevê robôs com mente humana

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1293181-projeto-preve-robos-com-mente-humana.shtml

É difícil imaginar um dia em que as ideias propostas por Dmitry Itskov, 32, multimilionário russo e ex-magnata da mídia on-line, não parecerão implausíveis e inviáveis. Chamada de Iniciativa 2045, em alusão ao ano em que Istkov espera que o projeto esteja finalizado, sua ideia prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seja possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade.

Seria uma cópia digital da mente de uma pessoa em um portador não biológico -uma versão de uma pessoa integralmente senciente, que poderia viver por centenas ou milhares de anos.

No entanto, Istkov conseguiu a atenção e, em alguns casos, o apoio entusiasmado de figuras altamente respeitadas da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), além de líderes em campos como a genética molecular e as neuropróteses. Cerca de 30 palestrantes dessas e de outras disciplinas vão participar da segunda edição anual do Congresso sobre o Futuro Global 2045, marcado para 15 e 16 de junho no Lincoln Center, em Manhattan.

Brandon Thibodeaux/The New York Times
David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov
David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov

Os participantes ouvirão pessoas como Roger Penrose, professor emérito de física matemática na Universidade Oxford que pode ser visto no site 2045.com com uma videochamada sobre a “natureza quântica da consciência”, e George M. Church, professor de genética na Escola Médica de Harvard, cujo vídeo no site é sobre “a extensão da gama de saúde cerebral”. Como esses vídeos sugerem, cientistas dão passos pequenos e constantes em direção à fusão humano-máquina. O futurista Ray Kurzweil, hoje diretor de engenharia do Google, argumentou no livro “The Singularity is Near”, de 2005, que a tecnologia avança exponencialmente e que “a vida humana será transformada irreversivelmente”, a tal ponto que não haverá diferença entre “o humano e a máquina ou entre a realidade física e a realidade virtual”.

Os avanços tecnológicos não pararam desde que Kurzweil escreveu o livro –como a criação de computadores capazes de derrotar humanos em partidas (como Watson, da IBM, vencedor do programa “Jeopardy”), até uma tecnologia que monitora as batidas do coração de jogadores de games e possivelmente seu grau de excitação (é o caso do novo Kinect), passando por ferramentas digitais para portadores de deficiências (como implantes cerebrais que podem ajudar tetraplégicos a movimentar braços robóticos).

Acadêmicos parecem enxergar Istkov como alguém sincero e bem-intencionado. Eles consideram que, se ele quer liderar a torcida global em favor de áreas em que cientistas geralmente trabalham na obscuridade, ótimo. Pergunte a participantes na conferência 2045 se os sonhos de Istkov poderão virar realidade algum dia. Você ouvirá desde um “pode ser” até frases de grande entusiasmo.

“Sou contra dizer que alguma coisa é impossível, a não ser que ela viole as leis da física”, responde o professor Church, acrescentando, a respeito de Istkov: “Só acho que seus planos contêm muitos pontos sem linhas que os interliguem. Não constituem um mapa do caminho real.”

“Isso não é mais improvável do que o que se viu no início dos anos 1960 com a chegada dos transplantes de fígado e rins”, opinou Martine A. Rothblatt, fundadora da United Therapeutics, empresas de biotecnologia que fabrica produtos cardiovasculares. “Na época, as pessoas acharam que era uma maluquice total. Hoje cerca de 400 p genética molecular e as neuroprótesesessoas fazem esses transplantes por dia.”

Istkov diz que vai investir pelo menos parte de sua fortuna em qualquer start-up que promova sua visão -ele afirma que, até agora, já gastou US$ 3 milhões de seu próprio dinheiro-, mas seu objetivo principal com o projeto 2045 não é enriquecer. Ele acha que seus avatares não apenas podem acabar com a fome mundial -porque uma máquina precisa de manutenção, não de comida-, mas também inaugurar uma era mais pacífica e espiritualizada.

“Precisamos mostrar que estamos aqui para salvar vidas”, explicou. “Para ajudar os deficientes, curar doenças e criar a tecnologia que nos permita, no futuro, responder a algumas questões existenciais. Como, por exemplo, o que é o cérebro, o que é a vida, o que é a consciência e, finalmente, o que é o Universo.”

Istkov passou sua infância em Bryansk, cidade situada a 370 km a sudoeste de Moscou. Seu pai era diretor de teatro musical e sua mãe professora primária. Ele estudou na Academia Russa Plekhanov de Economia, onde conheceu seu futuro sócio comercial, Konstantin Rykov. Em 1998, Rykov fundou uma e-zine cujo título era um palavrão em inglês. Istkov começou a trabalhar na e-zine no ano seguinte. Eles criaram o tarakan.ru, blog sobre a internet russa, e um jornal on-line, o Dni.ru. Seguiram-se sites de games e outros jornais on-line, além de uma revista impressa, uma editora de livros e um canal de televisão na internet.

Aos 25 anos de idade, Istkov começou a apresentar os sintomas de uma crise de meia-idade. Ele previu as coisas que poderia lamentar quando chegasse à velhice: os instrumentos musicais que não teria aprendido a tocar e os livros que não teria lido. De repente, o tempo de vida médio de cerca de 80 anos lhe pareceu muito pouco. Quanto mais contemplava o mundo, mais lhe parecia que tudo estava errado.

“Olhe para isto”, explicou, abrindo seu laptop e começando a exibir slides com uma estatística dolorosa após outra: quase 1 bilhão de pessoas no mundo estão passando fome. Quarenta e nove países estão envolvidos em conflitos militares. Dez por cento das pessoas no mundo têm deficiências físicas. E assim por diante.

Istkov calcula que precisamos mudar nosso modo de pensar ou dar às nossas mentes a chance de “evoluír”. Para que isso possa acontecer, porém, precisamos de um novo paradigma do que significa ser humano. Isso requer uma transição para um mundo em que a maioria das pessoas não seja obrigada a se dedicar às questões básicas da sobrevivência.

Assim surgiu a ideia dos avatares. As leis da oferta e da demanda continuam presentes na utopia de Istkov. Ele presume que, a partir do momento em que a produção de avatares crescer, o custo deles cairá. Também prevê que as organizações humanitárias, que hoje se dedicam a alimentar, vestir e curar os pobres, passarão a se dedicar à meta de fabricar e distribuir corpos saudáveis, ou seja, máquinas.

Por enquanto, a simples aquisição de uma cabeça robótica com aparência natural já custa muito. Algo que Istkov descreve como a cabeça mecânica mais sofisticada da história -uma réplica do próprio Istkov do pescoço para cima- está sendo construído em Plano, no Texas, sede da Hanson Robotics. A empresa foi fundada por David Hanson, doutor em artes e engenharia interativas.

“A maioria das cabeças robóticas tem 20 motores”, comentou Hansen. “As minhas possuem 32. Esta terá 36. Assim, mais expressões faciais, simulando todos os principais grupos de músculos.”

A expectativa ainda mais surpreendente é que, enquanto Istkov estiver em outra sala, sentado diante de uma tela com sensores para captar cada movimento seu, a cabeça será capaz de reproduzir suas expressões e sua voz. “Ele está controlando o robô e controlando seus gestos, sua expressão e sua fala com sua voz, em tempo real”, diz Hanson.

Istkov vê sua iniciativa futurista como uma finalidade em si mesma para hoje. “Nossos líderes buscam a estabilidade”, declarou. “Não temos algo que una a humanidade inteira. Essa iniciativa vai inspirar as pessoas.”

Será que as pessoas querem realmente viver para sempre? Se sim, gostariam de passar essa eternidade num “portador não biológico”? O que acontecerá com o cérebro de uma pessoa depois que ele for descarregado no robô? E com seu corpo? Se você pudesse escolher quando adquirir um corpo avatar, qual seria a idade ideal para fazê-lo? Avatares podem transar?

Essas são apenas algumas das dezenas de perguntas levantadas pela Iniciativa 2045. Por sinal, Istkov diz que avatares podem fazer sexo, sim, porque “um corpo artificial pode ser projetado para receber qualquer tipo de sensação”.

Se ele atingir seu objetivo, ficará na história como o visionário arrojado cujo dinheiro e garra redefiniram a vida e encontraram soluções para alguns dos problemas mais renitentes do mundo. Se fracassar, a palavra “tresloucado” com certeza figurará em seu obituário.

Curiosidades na internet

Bebês praticam choro dentro do útero, diz estudo

Acesse:http://noticias.r7.com/saude/bebes-praticam-choro-dentro-do-utero-diz-estudo-06062013

Pesquisa britânica diz que ao ensaiar expressões de dor e sorrisos, fetos vão aprendendo formas de se comunicar após o parto.

Bebês aprendem a se comunicar ainda na gravidez (Foto: Durham University/BBC)Bebês aprendem a se comunicar ainda na gravidez
(Foto: Durham University/BBC)

Pesquisadores britânicos afirmam que bebês fazem caretas, praticam choro e expressões faciais de dor ainda quando estão dentro do útero.

Os especialistas, das Universidades de Durham e Lancaster, acreditam que, ao fazer isso, eles vão aprendendo como devem se comunicar após o parto.

“É essencial para os bebês poderem demonstrar expressões de dor ou desconforto assim que nascem para que possam se comunicar com a mãe”, afirmou a pesquisadora Nadja Reissland.

Os cientistas analisaram ultrassonografias em 4D de oito fetos femininos e sete masculinos e observaram que durante o crescimento intrauterino, eles desenvolvem desde expressões simples, como um sorriso, a movimentos mais complexos, como o franzir das sobrancelhas e do nariz.

Sentimentos

Nadja Reissland diz que poder entender melhor o desenvolvimento normal dos bebês durante a gravidez pode ajudar os médicos a identificar problemas. “Não está claro se os fetos podem de fato sentir dor e também não sabemos se as expressões faciais estão ligadas aos seus sentimentos”, disse Reissland.

O estudo indica que os movimentos faciais podem estar mais ligados à maturidade do cérebro do que aos sentimentos, acrescentou a pesquisadora. O trabalho se segue a uma pesquisa anterior que sugere que expressões faciais de fetos saudáveis se desenvolvem e se tornam mais complexas durante a gravidez.

Curiosidades na internet

Conheça as causas e sintomas da dislexia

Acesse:http://www.mulherbeleza.com.br/saude/dislexia-sintomas-e-causas/

Dislexia é um problema na escrita e na linguagem que tem afetado grande parte da população. Saiba aqui quais são os sintomas e a causa dessa doença mais comum do que pensamos.

Dislexia é um problema na escrita e na linguagem que tem afetado grande parte da população. (Foto: Divulgação)

Dislexia é um problema na escrita e na linguagem que tem afetado grande parte da população. (Foto: Divulgação)

Existem tantos problemas que caracterizam problemas da fala e da escrita, mas alguns estão se tornando mais comuns e afetando grande parte da população, como a dislexia. Muitos já ouviram falar, mas ainda não sabem quais são seus sintomas e sua causa.

A dislexia se caracteriza por uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração, normalmente identificada nas salas de aula durante a alfabetização,sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado. As pessoas disléxicas geralmente apresentam dificuldades na associação do som à letra, sendo comum também a troca de palavras ou ate mesmo escreve-las na ordem inversa. É um problema visual envolvendo o processamento da escrita no cérebro, sendo comum confundir a direita com a esquerda no sentido espacial, e são todos esses sintomas podem confundir-se com características de vários outros fatores de dificuldade de aprendizagem. Contudo a dislexia e as desordens do déficit de atenção e hiperatividade não estão relacionados com problemas de desenvolvimento.

A dislexia é uma condição que manifesta-se por toda a vida e não existe cura, apenas tratamento com fonoaudiólogas e outros profissionais da área da saúde. Além de haver remédios e estratégias de compensação que auxiliam os disléxicos a conviver e a superar suas dificuldades com a linguagem escrita.

Conheça as causas e sintomas da dislexia

Na teoria as causas da dislexia têm origem em uma má-formação congênita que devem ser corrigidas por meio de cirurgia e tratamentos medicinais.

Sintomas da Dislexia

  • Atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;
  • Atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;
  • Parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;
  • Distúrbios do sono;
  • Enurese noturna;
  • Suscetibilidade à alergias e à infecções;
  • Tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;
  • Chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;
  • Dificuldades para aprender a andar de triciclo;
  • Dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.

Curiosidades na internet

Tecnologia permite visualizar vasos sanguíneos do cérebro em 3D

Acesse:http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34743/ciencia-e-tecnologia/tecnologia-permite-visualizar-vasos-sanguineos-do-cerebro-em-3d

Imagens ao vivo da vascularização do cérebro têm potencial para melhorar o diagnóstico e o tratamento de doenças neurológicas

Foto: McGill University

Aparelho pode transmitir ao vivo imagens 3D da vascularização do cérebro
Aparelho pode transmitir ao vivo imagens 3D da vascularização do cérebro

Um novo aparelho de tecnologia de ponta que permite aos médicos navegar entre os vasos sanguíneos do cérebro, vai melhorar o diagnóstico e tratamento de doenças neurológicas potencialmente fatais, como aneurismas e derrames.

A nova angiografia oferece vantagens significativas para os pacientes e médicos, incluindo o mais importante, melhorando a segurança e os resultados.

O aparelho cria um “mapa” 3D da vascularização do cérebro com maior precisão e rapidez. Como um sistema de rastreamento GPS, o roteiro oferece imagens em 3D de minúsculos vasos do cérebro em tempo real. O roteiro garante intervenções mais seguras e ajuda a tomada de decisões em tempo real.

O sistema cria imagens de alta qualidade, aumenta a precisão e garante visualização precisa das artérias, devido ao um novo e sofisticado software de imagem. Isso ajuda no diagnóstico mais preciso e em procedimentos intervencionistas.

Segundo os pesquisadores, ele reduz o tempo de exame de angiografia e de tratamento, o que é especialmente crítico em casos tais como acidente vascular cerebral e ruptura do aneurisma cerebral.

Ele reduz ainda a exposição à radiação dos pacientes e dos radiologistas em cerca de 45% comparado com a tecnologia anterior. De fato, a dose de radiação pode ser adaptada às necessidades de cada caso.

A equipe ressalta que ele apresenta uma concepção flexível que permite que o sistema se mova em torno do paciente, em vez de ter que se deslocar o paciente, o que é especialmente importante quando um indivíduo tem uma hemorragia ou está entubado sob anestesia geral.

De acordo com os pesquisadores, o aparelho ainda pode ser usado como ferramenta de ensino e treinamento para a próxima geração de prestadores de cuidados de saúde.

“A nova angiografia oferece vantagens distintas como uma visualização mais precisa da vascularização do cérebro. Isto é altamente vantajoso e nos permite proporcionar tratamentos que requerem precisão, tais como a inserção de cateteres, stents e bobinas nas artérias frágeis do cérebro, reduzindo assim a exposição do paciente à radiação. Em geral, a combinação do aumento da velocidade, precisão, design sofisticado e radiação reduzida significa melhores resultados para os nossos pacientes”, afirma a pesquisadora Donatella Tampieri, da McGill University.

 Curiosidades na internet

Cientistas descobrem no cérebro a fórmula para a juventude capaz de desacelerar o envelhecimento

Acesse:http://www.techmestre.com/cientistas-descobrem-no-cerebro-a-formula-para-a-juventude-capaz-de-desacelerar-o-envelhecimento.html

Pesquisas estão sendo feitas em camundongos – se confirmado em humanos novidade pode ajudar contra Alzheimer.

Cientistas descobriram uma região do cérebro que pode diminuir ou aumentar a velocidade de envelhecimento. Os testes foram feitos em camundongos, e constataram que a vida e o vigor deles aumentou em 20% após uma combinação de bloqueio a um complexo de proteína (denominado fator nuclear kappa B, ou “magia maligna”) e uma injeção de hormônio (“magia boa”, ou hormônio liberador de gonadotrofina [GnRH]).
 
De maneira resumida, como o hipotálamo controla funções de reprodução, crescimento e metabolismo, não é surpreendente que ele consiga regular o envelhecimento. Claro que essa função ainda não está confirmada para cérebros humanos, mas pode se imaginar que com a injeção do GnRH se consiga resultados impressionantes nas pessoas.
 
Se confirmada a notícia para os humanos, além de retardar o envelhecimento físico e o declínio cognitivo, a novidade poderia trabalhar para a regeneração de neurônios, o que seria ótimo para condições degenerativas como Alzheimer e lesões no cérebro.
 
 
Curiosidades na internet

Bebê é salvo após ficar três dias em saco de gelo

Acesse:http://noticias.r7.com/saude/bebe-e-salvo-apos-ficar-tres-dias-em-saco-de-gelo-05052013

Procedimento de resfriamento foi feito em Cambridge, na Inglaterra

Lily ficou duas semanas em tratamento Reprodução The Sun

Um bebê ficou por três dias dentro de um saco de gelo para diminuir a sua temperatura do corpo logo após nascer. De acordo com o jornal The Sun, Tiny Lily Cracknell nasceu com a temperatura do corpo aproximadamente de 37° C e corria risco de inchaço do cérebro, o que poderia matá-la.

Lily ficou com a respiração comprometida durante o parto e após o nascimento deixou o seu cérebro privado de oxigênio. Os médicos apontaram o saco de gelo como a única forma do bebê sobreviver.

A intenção dos médicos é que o resfriamento diminuísse a temperatura para 35,5°. O procedimento foi feito por especialistas em resfriamento no Hospital de Addenbrook, em Cambridge, na Inglaterra.

Bebê morre por suposta falta de higiene em hospital

Depois de duas semanas de internação Lily recebeu alta. Hoje ela tem dois anos e meio e vive uma vida como qualquer criança.

A mãe  Rebecca Haster foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, uma doença que pode ser fatal, quando tinha 36 semanas de gestação e admite ao jornal que é inacreditável o procedimento.

— Ela pode ser pequena, mas ela é uma lutadora. Quando digo às pessoas que Lily foi colocado em um saco de gelo, ninguém acredita. Sou muito grata aos médicos por salvá-la.

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Pesquisador cria câmera que simula visão panorâmica semelhante à de moscas

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Inspirados na natureza, engenheiros montaram uma câmera que usa equipamentos eletrônicos expansíveis capazes de captar as imagens do mundo com um amplo campo de visão sem distorções, como os olhos das moscas, afirmaram nesta quarta-feira.

O dispositivo digital, que tem uma série de lentes minúsculas e maleáveis, semelhantes aos olhos de formigas, besouros e lagostas, também permite uma quase infinita profundidade de campo e alta sensibilidade a movimentos, escreveu a equipe em artigo na revista “Nature”.

“Nós descobrimos formas de fazer câmeras que incorporam todas as características essenciais de desenho dos olhos encontrados no mundo dos insetos”, afirmou à AFP o co-autor do estudo, John Rogers, do departamento de engenharia da Universidade de Illinois.

“O resultado é um novo tipo de câmera que oferece um campo de visão excepcional (de quase 180 graus), sem aberrações e intensidade de iluminação uniforme”, acrescentou.

AFP
Imagem de divulgação da câmera criada por John A. Rodges, da Universidade de Illinois: visão 180 graus como a de uma mosca
Imagem de divulgação da câmera criada por John A. Rodges, da Universidade de Illinois: visão de quase 180 graus, como a de uma mosca

A maior parte das câmeras clássicas imita o funcionamento do olho animal: a luz refletida sobre um objeto passa pelas lentes que se inclinam e focam a luz na retina, na parte traseira do órgão, onde células nervosas a convertem em impulsos elétricos enviados ao cérebro, que produz a imagem.

Estes sistemas de lentes simples têm um campo de visão limitado, mas os insetos e outras espécies com olhos compostos de unidades múltiplas denominadas omatídia desfrutam de visão panorâmica.

“A natureza desenvolveu e refinou estes conceitos ao curso de bilhões de anos de evolução”, disse Rogers.

Lentes de câmeras convencionais simples e de amplo ângulo, como lentes olho de peixe, distorcem a imagem periférica por causa de uma divergência entre a luz que entra pela superfície curva de uma lente apenas para ser capturada por um detector plano.

A maior parte dos eletrônicos utilizada em detectores é feita de um silicone frágil que não pode ser dobrado.

Para desenvolver a câmera, a equipe criou dispositivos eletrônicos elásticos para produzir um detector que possa se curvar na mesma forma hemisférica das lentes, eliminando assim a distorção.

A câmera, de cerca de 1,5 centímetro de diâmetro, tem 180 lentes em miniatura, cada uma com seu próprio detector, similar ao número encontrado nos olhos das formigas de fogo e dos besouros-bicudos.

As libélulas têm cerca de 28 mil lentes e as formigas operárias, cerca de 100.

Os dispositivos eletrônicos e as lentes são ambos planos quando produzidos, o que permite que sejam fabricados com os métodos existentes.

“Esta é a chave da nossa tecnologia”, afirmou em um comunicado o co-autor da pesquisa, Jianliang Xiao, professor assistente de engenharia elétrica da Universidade do Colorado, em Bouldert.

“Podemos fabricar um sistema eletrônico que seja compatível com a tecnologia atual. Em seguida, podemos aumentar sua escala”, acrescentou.

A tecnologia poderá ser útil em câmeras de vigilância e geração de imagens em endoscopias, afirmou Rogers.

Mas a comercialização ainda está distante, já que uma câmera útil provavelmente precisaria de milhões de combinações, o que necessita de muitos investimentos na capacidade de manufatura.

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Estudo mostra que caminhar em parque pode ter efeito restaurador para o cérebro

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GRETCHEN REYNOLDS
DO “NEW YORK TIMES”

The New York TimesOs cientistas já sabem que o cérebro humano tem uma capacidade limitada de permanecer calmo e focado.

Essa capacidade pode ser influenciada pelo barulho e pelas frenéticas demandas da vida urbana, às vezes causando a condição conhecida informalmente como fadiga cerebral. Quem tem fadiga cerebral fica facilmente distraído e esquecido.

Mas um novo estudo na Escócia sugere que é possível atenuar a fadiga cerebral simplesmente passeando em um parque frondoso.

Há muito tempo, os pesquisadores teorizam que áreas verdes são relaxantes, exigindo menos da nossa atenção do que as ruas.

Os ambientes naturais evocam a “fascinação suave”, um termo para a contemplação silenciosa, durante a qual o cérebro pode reiniciar os recursos sobrecarregados da atenção e reduzir a fadiga mental.

Mas essa teoria é difícil de testar. Estudos anteriores mostraram que pessoas que moram próximas a árvores e parques têm níveis menores de cortisol, o hormônio do estresse, em comparação às que vivem primariamente no meio do concreto.

Também crianças com deficit de atenção tendem a se concentrar mais e ter resultados melhores em testes cognitivos depois de passearem em parques.

Os cientistas observaram, com base na leitura de ondas cerebrais, que voluntários ficam mais calmos ao verem cenas naturais.

Até recentemente, não havia sido possível estudar os cérebros das pessoas quando elas estão de fato ao ar livre.

Agora, surgiu uma versão portátil do eletroencefalograma (EEG), tecnologia que estuda os padrões das ondas cerebrais.

Para o novo estudo, publicado em março na revista “The British Journal of Sports Medicine”, cientistas da Universidade Heriot-Watt, em Edimburgo, e da Universidade de Edimburgo acoplaram os novos EEGs aos couros cabeludos de 12 jovens saudáveis.

Os eletrodos enviavam, sem fio, leituras das ondas cerebrais para um laptop que cada voluntário levava numa mochila.

Os pesquisadores então enviaram os participantes para caminhadas curtas por Edimburgo, inicialmente em um bairro histórico, depois num ambiente semelhante a um parque e, finalmente, num bairro comercial.

Depois, os cientistas procuraram os padrões cerebrais que eles julgavam corresponder a determinados graus de frustração, atenção dirigida, excitação e calma mental ou estado meditativo.

O que eles encontraram confirmou a ideia de que áreas verdes reduzem a fadiga mental: na área comercial, os cérebros ficavam excitados. Já no parque, as leituras se tornaram mais meditativas.

O estudo foi pequeno -mais um teste da nova tecnologia do que um exame definitivo sobre os efeitos cognitivos de olhar para o verde.

Mas, mesmo assim, Jenny Roe, conferencista do Heriot-Watt que supervisionou o trabalho, disse que as conclusões foram consistentes, fortes e valiosas.

Ela recomenda que, assim que possível, você faça uma pausa no trabalho e vá a um parque –ou que pelo menos olhe para áreas verdes da janela do seu escritório

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Identificada mudança chave no cérebro que leva ao consumo excessivo de alimentos

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Descoberta pode explicar tendência do corpo a manter níveis de peso indesejáveis e identificar novos alvos para tratar a obesidade

Foto: Divulgação/Mens Health

Consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide
Consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide

Uma equipe de neurocientistas americanos e italianos identificou uma mudança celular no cérebro que acompanha a obesidade.

As descobertas podem explicar a tendência do corpo para manter os níveis de peso indesejável, ao invés de um peso ideal, e identificar possíveis alvos farmacológicos para o tratamento da obesidade.

Os resultados foram publicados na revista Proceedings of National Academy of Sciences.

A equipe identificou uma mudança que ocorre nos neurônios no hipotálamo. A mudança envolve receptores que disparam ou inibem a liberação da orexina, peptídeo que estimula o apetite, entre outros comportamentos.

Em ratos com peso normal, a ativação desse receptor diminui a liberação de orexina. Em ratos obesos, a ativação desse receptor estimula a liberação de orexina.

“A descoberta surpreendente é que você tem uma mudança maciça de receptores de um conjunto de terminações nervosas que incidem sobre esses neurônios para outro conjunto. Antes, a ativação desse receptor inibia a secreção de orexina, agora ela promove. Isto identifica alvos potenciais, onde uma intervenção poderia influenciar a obesidade”, afirma o pesquisador Ken Mackie.

O trabalho faz parte de uma colaboração de longa data entre a equipe de Mackie e a equipe de Vincenzo Di Marzo. Ambas as equipas estudaram o sistema endocanabinóide, composto de receptores de sinalização e produtos químicos que ocorrem naturalmente no cérebro e têm semelhanças com os ingredientes ativos de cannabis, ou maconha. Este sistema neuroquímico está envolvido em uma variedade de processos fisiológicos, incluindo apetite, humor, dor, resposta ao stress e memória.

O consumo alimentar é controlado em parte pelo hipotálamo, uma parte do cérebro que regula diversos comportamentos essenciais. Como outros sistemas importantes do corpo, o consumo de alimentos é regulado por vários sistemas neuroquímicos, incluindo o sistema endocanabinóide.

Segundo Mackie, esta rede do sistema endocanabinóide é reposta durante a obesidade de modo que o consumo de alimentos corresponde à manutenção do peso atual, e não ao peso ideal de uma pessoa. Assim, uma pessoa obesa que perde peso tem dificuldade para manter o peso, conforme o cérebro sinaliza o corpo para comer mais, na tentativa de retornar ao excesso de peso.

Usando ratos, o estudo constatou que, em animais obesos, receptores canabinóides CB1 se tornaram enriquecidos nos terminais nervosos que normalmente inibem a atividade do neurônio orexina, e os neurônios orexina produziram mais endocanabinóides para ativar esses receptores. A ativação desses receptores CB1 diminuiu a inibição dos neurônios orexina, aumentando a liberação de orexina e o consumo de alimentos.

“Este estudo identifica um mecanismo para a tendência constante do corpo para retornar ao excesso de peso”, afirma Mackie.

Os pesquisadores realizaram vários experimentos com camundongos para entender como essa mudança ocorre. Eles descobriram o papel da leptina, hormônio chave feito por células de gordura que influencia o metabolismo, a fome e o consumo de alimentos. A obesidade faz com que os níveis de leptina sejam cronicamente altos, tornando as células do cérebro menos sensível às suas ações, o que contribui para o interruptor molecular que leva à superprodução de orexina.

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