Blog de Tec: Carro feito com 500 mil peças de Lego é movido a ar e chega a mais de 30km/h

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O australiano Steve Sammartino e o romeno Raul Oaida construíram um carro funcional feito com mais de 500 mil peças de Lego. Com exceção das rodas e de algumas outras peças, o veículo todo é feito com os tijolinhos coloridos da … Leia post completo no blog

 

Curiosidades na internet

Sonda chinesa chega à Lua; confira as primeiras fotos

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(Foto: reprodução)
A China lançou no último final de semana uma sonda lunar, que se tornou o primeiro robô a pousar na Lua com sucesso em quase 40 anos. E após se estabelecer por lá, a sonda Yutu já começou a mandar suas fotos.
As imagens enviadas pelo robô incluem o seu “companheiro” Chang’e-3, que auxiliou na aterrissagem da Yutu. O material também mostra fotos do solo lunar e a expectativa é que novas fotos surjam conforme o tempo passe.

Enquanto isso não acontece, confira as melhores fotos já enviadas pela Yutu:

Sonda Yutu

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Transmissão de dados via luz chega a 10 Gbit/s

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Alguns meses depois de apresentar a técnica Li-Fi de transmissão de dados, um grupo de cinco universidades britânicas mostrou que a tecnologia é prática o suficiente para entrar na agenda das tecnologias emergentes e ir para o mercado.

O termo Li-Fi é uma referência às redes wireless  atuais, em que o Wi de wireless (sem fios) é substituído pelo Li de light (luz) – Li-Fi seria, assim, uma sigla para light fidelity.

A técnica consiste em usar um aparelho, chamado modulador, para fazer com que os LEDs pisquem rapidamente, transformando seus estados ligado e desligado em 0s e 1s. Dessa forma, ocorre uma transmissão de dados sem fios por luz.

A equipe agora demonstrou velocidades de transmissão de 3,5 gigabits por segundo (Gbit/s) em cada uma das cores primárias dos LEDs (vermelho, verde e azul). Isso significa que pode-se chegar a 10 Gbit/s utilizando a iluminação por LEDs brancos em um ambiente.

li-fiO professor Harald Hass, um dos criadores da técnica Li-Fi.

A chave da tecnologia são microLEDs desenvolvidos pela equipe do professor Martin Dawson, da Universidade de Strathclyde.

Uma técnica chamada OFDM (Orthogonal Frequency Divisional Multiplexing, multiplexação ortogonal por divisão de frequência) permite que os microLEDs alterem a intensidade de sua luz vários milhões de vezes por segundo, e cada variação representa o 0 ou o 1 de um bit.

A transmissão de dados por luz é altamente promissora porque o espectro eletromagnético coberto pela luz visível é 10 mil vezes maior do que o espectro de rádio, permitindo uma largura de banda praticamente ilimitada para os padrões atuais.

Os pesquisadores já estão criando uma empresa para comercializar a tecnologia.

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Reposição de testosterona em forma de desodorante chega ao país

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Uma nova droga para repor testosterona em homens com baixos níveis do hormônio deve chegar ao Brasil no próximo mês. A novidade é o formato: o medicamento é aplicado nas axilas, como se fosse um desodorante. Hoje, existem três remédios de reposição hormonal masculina no país, todos injetáveis. Dois deles são aplicados a cada três semanas e o outro, a cada três meses.
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Já o novo medicamento, de uso tópico, deve ser usado diariamente pela manhã, depois do desodorante comum.
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Dessa forma, a droga tenta imitar a produção natural da testosterona –que tem níveis mais altos no começo do dia. Com os remédios injetáveis de longa duração, podem ocorrer picos do hormônio logo após as aplicações e níveis baixos no fim do período.
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O remédio é colocado em um aplicador usado diretamente nas axilas, o que evita que o produto entre em contato com as mãos e diminui os riscos de contaminar outras pessoas com o hormônio. A dose pode variar de acordo com a recomendação médica. Cada “bombeada” do produto tem 30 mg, e a dose máxima diária, segundo a bula, é de 120 mg. Uma unidade com 110 ml custará R$ 283,93, o que é suficiente para um mês, em média, a depender da dose indicada.
Segundo Miguel Srougi, professor titular de urologia da Faculdade de Medicina da USP, a diminuição do hormônio masculino é um processo natural que ocorre a partir dos 40 anos.
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Mas não são todos os homens que precisam do medicamento. O urologista afirma que a reposição hormonal só é indicada para homens com níveis baixos de testosterona –os valores normais vão de 300 a mil nanogramas por decilitro– e queixa de sintomas.
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De acordo com estudos, de 3% a 30% dos homens podem ter níveis baixos de testosterona. Desses, só um terço tem sintomas relacionados a essa queda e, portanto, seria candidato ao uso da reposição hormonal.
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“Há só três problemas que a reposição pode melhorar: perda de libido, perda de massa muscular e osteoporose. Há médicos que acreditam que há um ganho na memória, que a pessoa vai ficar mais bem disposta, mas não há evidências disso. É tudo ficção”, afirma Srougi.
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Segundo ele, a queda do hormônio masculino pode ter um efeito desfavorável para a saúde, mas não é responsável por problemas cognitivos decorrentes da idade. A reposição também não é um “elixir” para males como irritabilidade e insônia.
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“Há um grupo de críticos que afirma ainda que há um mercado de reposição hormonal que lucra com essa ideia. Surgiu todo um comércio em torno disso. É preciso ter cuidado na indicação”, diz.
A reposição hormonal masculina tem seus riscos. Em doses exageradas, pode causar o crescimento das mamas, toxicidade para o fígado, aumento de colesterol “ruim”, maior risco de hipertensão e apneia do sono.
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O risco de o tratamento causar câncer de próstata foi levantado e já descartado, segundo Srougi, mas, se o paciente já tiver um tumor, a droga fará com que ele cresça mais rapidamente. Por isso, é preciso descartar a hipótese da doença antes de começar o tratamento.
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O médico diz ainda que a forma de aplicação do novo medicamento, não injetável, pode aumentar o número de pessoas que farão uso indevido da testosterona, incluindo os adeptos da medicina “antiaging” (que usa hormônios para tentar atrasar o envelhecimento, sem evidências científicas).
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Bernardo Soares, diretor médico da Eli Lilly, diz que o risco existe, mas que a droga será vendida com receita. Efeitos adversos e uso fora da indicação da bula serão monitorados pela farmacêutica.
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Chega a São Paulo terapia que usa sal para combater problemas respiratórios

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A névoa branca e quatro toneladas de sal no chão e nas paredes dão à sala de haloterapia uma cara de ficção científica. “Halo”, do grego, quer dizer sal.

O tratamento consiste em sessões de 45 minutos em uma sala climatizada, onde se respira um ar salgado.

Vendida como alívio para quem tem doenças respiratórias, a terapia acabou de chegar a São Paulo com a inauguração do centro VitaSal.

A haloterapia surgiu em 1843, quando um médico polonês percebeu que a permanência em cavernas de sal melhorava a saúde respiratória. Ele criou o primeiro spa em uma caverna desse tipo na Polônia. Mais tarde, as clínicas se espalharam pelo mundo.

“As salas climatizadas reproduzem o ambiente de uma caverna”, diz Luiz Pregnaca, um dos sócios. Tirando a televisão e a iluminação colorida, até que parece. A temperatura e a umidade são controladas e partículas de sal são jogadas no ar. As paredes são revestidas com um reboco de sal.

Adriano Vizoni/Folhapress
Crianças em sessão no centro VitaSal, aberto na Vila Leopoldina, em São Paulo
Crianças em sessão no centro VitaSal, aberto na Vila Leopoldina, em São Paulo

Durante a sessão, partículas se depositam sobre a pele e dá para sentir um gostinho salgado na boca.

“A função do sal é limpar as vias respiratórias e fazer a pessoa eliminar muco. Na primeira noite ela já sente diferença”, diz Charles Finocchiaro, dono do Spa Natural do Sal, em Porto Alegre, pioneiro no Brasil.

“Os 45 minutos na sala equivalem a quatro dias na praia”, diz Pregnaca. São indicadas de cinco a dez sessões seguidas, uma por dia, para melhorar sintomas de rinite, sinusite e asma, embora uma só já dê resultado.

“Não é tratamento médico, não cura. Mas tenho clientes que reduziram o uso da bombinha e pararam de tomar remédio”, diz Finocchiaro. Ele atendeu mais de cem pessoas em sua sala em dois anos.

Outra promessa é combater o estresse com cromoterapia (as luzes da sala mudam de cor ao gosto do freguês).

A terapia com sal é contraindicada em casos de câncer, febre ou estado agudo de doença respiratória, e não interfere na pressão arterial.

“Em uma sessão a pessoa absorve no máximo 9 mg de sal. Isso não vai para a corrente sanguínea”, diz José Ervolino Neto, diretor da Spazziom, em Campinas.

O otorrinolaringologista Fabrízio Romano, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, diz que o uso do sal em tratamentos de doenças respiratórias é antigo. “Todo otorrino recomenda lavar o nariz em solução salina. Isso desincha a mucosa e ajuda a eliminar a secreção.”

Ele só não está convencido de que a haloterapia ofereça algum benefício extra em comparação a uma limpeza nasal: “Inalação e lavagem têm efeitos conhecidos e são simples de fazer em casa.”

Para o pneumologista Emilio Pizzichini, da Sociedade Brasileira de Pneumologia, inalar sal pode aumentar a inflamação nos brônquios. “Quem vai tratar uma rinite ou sinusite pode não saber que tem asma e piorar os sintomas. Não há evidências que justifiquem essa terapia.”

Finocchiaro rebate: “As críticas são por desconhecimento. Mas é claro que é um tratamento coadjuvante”.

ONDE FAZER

VitaSal : R$ 69,90 a sessão (preço promocional). Tel. 0/xx/11/2359-7263

Spazziom : R$ 68 a sessão. Tel. 0/xx/19/3396-9878

Spa Natural do Sal : R$ 75 a sessão. Tel. 0/xx/51/3374-4734

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Nintendo Wii U chega em novembro aos EUA

Acesse:http://baboo.com.br/2012/09/nintendo-wii-u-chega-em-novembro-aos-eua/

A Nintendo confirmou nesta semana durante um evento realizado em Nova York que seu novo console Wii U será lançado oficialmente na América do Norte no dia 18 de novembro.

O novo console será compatível com todos os jogos e acessórios do Nintendo Wii, o que é uma boa notícia para os donos do console.

O Nintendo Wii U estará disponível em duas versões, a Deluxe Set (32 GB de memória; US$ 349,99) e a Basic Set (8 GB de memória; US$ 299,99).

Nintendo Wii U

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Hyundai HB20 parte de R$ 31.995 com ar e direção

Acesse:http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI318661-10142,00.html

Rival do Gol chega em outubro com motores 1.0 12V e 1.6 manual ou automático

Hyundai HB20 começa a ser vendido em outubro, com preços entre R$ 31.995 e R$ 46 mil

A Hyundai revelou esta noite oficialmente o HB20, seu primeiro veículo popular fabricado no Brasil. Ele tem como principal rival o líder de vendas VW Gol, e chega ao mercado em outubro. Conforme Autoesporte já divulgou com exclusividade, o hatch será vendido a partir de R$ 31.995 na versão básica Comfort, que contará com motor 1.0 12V de 80 cv de potência a 6.200 rpm e 10,2 kgfm de torque aos 4.500 rpm.

O HB20 já traz de série ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos, computador de bordo, duplo airbag frontal, faróis com máscara negra e quadro de instrumentos luminescente (que se mantém aceso o tempo todo). A Hyundai aposta no pacote de itens para fazer frente aos rivais populares.

Fabio Aro
Modelo coreano quer rivalizar com novo Gol no estilo e nos equipamentos (foto: Fabio Aro/Autoesporte)

Na versão topo de linha, o HB20 contará com um bloco 1.6 16V DOHC CVVT de 128 cv a 6.600 rpm e 16,5 kgfm a 5.000 rpm. A cifra coloca o motor como o mais potente da categoria no mercado, conforme a empresa coreana já havia prometido. As opções de transmissões serão manual de cinco marchas e automática de quatro. Completo, seu preço ficará na faixa de R$ 46 mil.

Fabio Aro
HB20 traz “design fluido”, que chama atenção pelas curvas (foto: Fabio Aro/Autoesporte)

O nome foi uma mistura da nomenclatura do projeto (HB) com a numeração usada pela marca para os carros compactos, como o i20 vendido na Europa. Produzido na fábrica de Piracicaba, no interior paulista, o carrinho chega às lojas simultaneamente com sua estréia no Salão do Automóvel de São Paulo, no fim do mês.

Reprodução Internet
Modelo de concessionária que vendera o HB20

Concessionária própria

A Hyundai terá uma rede de concessionárias própria para vender o HB20 no Brasil e não utilizará as lojas grupo Caoa. Segundo a montadora, as revendas serão identificadas com uma moldura azul na porta principal, além da sigla HMB (de Hyundai Motor Brasil) presente ao lado do nome da concessionária. Nessas lojas serão vendidos apenas o modelo popular, enquanto os importados seguem sendo oferecidos pelo importador.

Carro com samba

O designer responsável pela criação do HB20, Casey Hyun, reforçou que o hatch foi desenvolvido para provocar alguma emoção logo à primeira vista. Até mesmo a imagem de uma passista de escola samba foi utilizada como exemplo de inspiração, apontando que a maneira como a dançarina flutua de forma atraente e provocante influenciaram no desenho do carro.

Além das inspirações nacionais, a Hyundai adotou seu já conhecido estilo de “escultura fluida”, que se apoia nos pilares de natureza, aerodinâmica e eficiência. A lateral do HB20, marcada por curvas e recortes, representa bem este estilo, que também pode ser notada na grade dianteira e nas lanternas alongadas, que o destacam em relação aos rivais.

Hyundai
Interior da versão 1.6 topo de linha

Fabio Aro
Motor 1.0 12V rende 80 cv. Interior chama atenção na qualidade do acabamento (foto: Fabio Aro/Autoesporte)

Veja o primeiro vídeo oficial do HB20:

Veja a faixa de preço em que atuam os principais rivais 1.0 do HB20
Autoesporte/ Divulgação
Preços consultados nos sites das montadoras

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