Cineasta com paralisia infantil cria animação sobre deficientes físicos

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Resumo: Profissional está financiando filme pelo Catarse

(Foto: Folha de São Paulo)

Paulo Henrique Machado é um animador de 45 anos de idade, prestes a lançar seu principal trabalho. Vitima de paralisia infantil, ele reside há 44 anos na UTI do Hospital das Clínicas.

Machado vive com o auxílio de aparelhos para respiração artificial. Dentro do hospital ele estudou, concluiu o ensino médio e se aprofundou nos conhecimentos de informática. Com cursos ministrados pelo Senac, ele aprendeu a animar e trabalhar com softwares 3D.

Agora ele pretende unir seus conhecimentos à experiência de vida para criar a série “Leca e Seus Amigos”. Voltado ao público infantil, o seriado quer mostrar como pessoas com necessidades especiais vivem e veem o mundo. “O intuito é transmitir uma mensagem de inclusão, mas não uma inclusão que vem pela vitimização, culpa ou caridade”, diz Bruno Saggese, envolvido com o roteiro e direção de arte do projeto.

O projeto terá 12 episódios, cada um com 13 minutos de duração. O cineasta procura financiamento coletivo pelo site Catarse para arrecadar, até o dia 15 de junho, R$ 120 mil. No momento, Paulo e sua equipe já conseguiram R$ 50 mil.

Com contribuições a partir de R$ 15, você obtém o link para download do piloto. Já com R$ 50, por exemplo, você recebe o link para download, e uma cópia autografada do livro ‘Pulmão de Aço – Uma Vida no Maior Hospital do Brasil’ de Eliana Zagui, jornalista companheira de quarto de Paulo Henrique.

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Livro ensina a viver em São Paulo sem carro

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Enviado por J A C A N I E L L O

“Como viver em São Paulo sem carro” traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público

Claudio Edinger

Ex-jogador Raí abandonou a direção em 2008

 “Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas, na hora do congestionamento, falo no celular, ouço música.” Raí, ex-jogador de futebol, abandonou “a direção” em 2008 e só anda por São Paulo a pé, de bicicleta ou de táxi (dependendo do trajeto). Suas experiências e de outros 11 personagens – como Maria Adelaide Amaral, Tadeu Jungle e Rita Lobo – da cena paulistana são relatadas no livro “Como viver em São Paulo sem carro”, idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. As fotografias são de Claudio Edinger e as ilustrações, de Eva Uviedo.

O lançamento será no dia 5 de julho, às 20h, no restaurante Spot. Com 81 páginas, o livro apresenta trajetos favoritos e dicas de lazer, cultura, gastronomia e de caminhos para quem se aventurar no mundo “livre de veículos”. “Tem riscos ao andar de bicicleta. Tomo muitos cuidados, o tempo todo. É preciso planejar os caminhos”, sugere o ex-jogador.

Tadeu Jungle, cineasta e videoartista, gosta de fazer tudo a pé. Ele mora nos Jardins. “Morar em um bairro mais central implica ter menos espaço em casa. Assim, tenho uma cozinha menor, mas
não me importo: saio frequentemente para jantar fora, tenho ótimos restaurantes perto de casa.” Ele revela que não conseguiu abandonar totalmente o carro, mas reduziu “a necessidade”.

Divulgação

Roteiro a pé sugerido por Tadeu Jungle no bairro Jardins, onde mora

Criadora do site Panelinha e apresentadora do Cozinha Prática (GNT), Rita Lobo procurou conciliar casa, trabalho e escola dos filhos tudo no mesmo bairro. “Quando vou de uma região da
cidade para outra, ainda uso carro ou táxi. Mas procurei organizar as coisas para que toda minha estrutura básica de vida fique dentro do bairro que escolhi para morar, os Jardins.” A dica é que o pedestre tem de ter equipamentos apropriados, como uma sandália confortável.

Liberte-se do vício

Claudio Edinger

Alexandre Frankel decidiu não renovar sua carteira de habilitação

Alexandre Frankel diz que a ideia de lançar “Como viver em São Paulo sem carro” foi para “mostrar às pessoas uma outra possibilidade”. “Andar a pé e de transporte público é cool. O chique é poder chegar rápido e não ficar horas no trânsito. Carro é um atraso de vida. Não é pecado usá-lo, mas não se pode ser dependente dele. A pessoa prejudica sua vida sem perceber que pode sair fora desse vício”, diz.

A empresa de Frankel, a Vitacon, é uma incorporadora que desenvolve projetos fundamentados em novas opções de mobilidade urbana (como o aluguel de carros e bicicletas para os moradores), em terrenos próximos a estações do metrô, procurando aproximar as pessoas de seus locais de trabalho.

O empresário acredita que este é o caminho para uma cidade com menos trânsito, menos estresse e mais horas livres para outras atividades. “O que dita regra nos nossos projetos é a mobilidade. Onde há muitos prédios comerciais colocamos residenciais e vice-versa. A lei de zoneamento de São Paulo e de grandes cidades brasileiras é um horror. As pessoas gastam de 4 a 5 horas por dia para sair da periferia e ir para o centro trabalhar.”

O empresário abandonou o carro há alguns anos e decidiu não renovar a carteira de habilitação. Levou a sede de sua empresa para o bairro onde mora e faz tudo o que pode a pé. Os filhos e a mulher também. Ele defende o modelo da cidade compacta, concebida exatamente como o lugar da diversidade social e econômica, de bairros que misturam classes sociais e atividades, de forma que todos possam ficar a curtas distâncias do trabalho. “É possível fazer esta mudança. Viver perto com qualidade.”

O livro traz ainda dados inéditos levantados em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) sobre como os moradores se relacionam com a questão da mobilidade urbana. Segundo a pesquisa, 65% dos paulistanos estariam propensos a mudar suas residências para locais perto do trabalho, desde que mantido o mesmo padrão de vida, para fugir do trânsito. O estudo também mostra que para a mesma porcentagem da população (65%), o trânsito é considerado o pior problema da cidade, à frente da poluição. “Queremos que o livro gere movimento, que as pessoas se movimentem e mudem”, diz Frankel.

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UMA CIDADE EGÍPCIA SUBMERSA HÁ 1200 ANOS

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Uma cidade egípcia submersa há 1200 anos
Como seria a cidade egípcia de Thonis-Heracleion antes de ser afundada, há cerca de 1200 anos? Esta pergunta se tornou uma obsessão para um grupo de cientistas e cineastas, que realizaram um documentário sobre a cidade submersa, que inclui uma notável reprodução em uma animação 3D. Thonis-Heracleion foi descoberta no ano 2000, no Mar Mediterrâneo, mar pelo francês Frank Goddio, um arqueólogo que liderou as escavações em Aboukir, no Egito.
Uma cidade egípcia submersa há 1200 anosDepois de retirar as camadas de argila e lama acumuladas ao longo de um milênio sobre a cidade, objetos de todos os tipos começaram a aparecer, como moedas, caixões, barcos, todos em excelente estado de conservação. Desta forma, foi possível desenvolver digitalmente uma espécie de réplica da cidade de Thonis-Heracleion, o que permitiu “voltar” ao passado e imaginar como esta cidade seria no presente.Assista ao vídeo:

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1. Tamanho da TV é o mais importante na escolha de novo aparelho

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É uma questão de proporção: quanto maior o ambiente, maior o aparelho

O tamanho da TV é o aspecto mais importante na escolha de um novo aparelho. Na verdade, tudo é uma questão de proporção. Quem possui uma sala enorme em casa não deve escolher um aparelho com tela muito pequena. Optar pela maior TV da loja se o espaço em casa for reduzido também é furada.

O mais importante é respeitar a distância razoável entre o sofá e a TV. Além de economizar dinheiro ao deixar de investir em um aparelho muito grande, você não vai limitar seu campo de visão.

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Respondemos a 10 dúvidas frequentes de quem planeja comprar uma TV
1. Qual o tamanho da tela?
2. Qual tipo de tela?
3. Vale a pena ter 3D em casa?
4. Para que serve a TV conectada?
5. Controle remoto por voz funciona?
6. Quais conexões importam?
7. Especificações são relevantes?
8. O som das TVs é bom?
9. Que cuidados devo ter na loja?
10. E, no fim, o que levar para casa?

Ou seja, não vai precisar virar a cabeça de um lado a outro para acompanhar o que acontece na tela.

Não há regra universal para definir o tamanho de TV ideal para cada situação.

O mercado oferece apenas recomendações de empresas especializadas no assunto.

Uma das mais conhecidas neste campo é a THX, criada pelo cineasta George Lucas e que se especializou em definir padrões de qualidade para salas de cinema e equipamentos de áudio e vídeo.

Para obter a melhor experiência em casa, a companhia recomenda que o ângulo entre o local do espectador e a TV tenha uma abertura frontal de 40 graus em direção à tela, como mostra o infográfico abaixo.

O cálculo sempre leva em conta o tamanho do ambiente. Em uma sala em que o usuário permanece sentado a dois metros da tela, uma TV de 46 polegadas é suficiente.

Outro ponto importante é a posição da TV em relação à visão do espectador: deve ser sempre uma linha reta dos olhos do espectador ao centro da tela do aparelho.

Uma TV muito grande instalada acima da linha normal de visão causa desconforto semelhante àquela de sentar na primeira fila no cinema.

Após horas em frente à TV, é torcicolo na certa

Editoria de Arte/Folhapress

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