Novo cabo submarino vai conectar Brasil aos Estados Unidos

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Cabo submarino

 Você entra na internet, conecta-se ao seu perfil no Facebook e tem acesso instantâneo a pessoas de todo o mundo. O que você talvez não sabe é que esse processo ultrarrápido só é possível graças a extensos cabos oceânicos que ligam cidades, países e até continentes.

O Brasil já tem quatro ligações, mas ganhará um reforço em 2015. Segundo informações do Valor Econômico, a empresa norte-americana Seaborn Networks vai investir US$ 400 milhões na construção de um cabo submarino que vai ligar os municípios de Nova Iorque e São Paulo. O percurso, que vai fazer uma pequena “escala” em Fortaleza (Ceará) terá 10,7 mil quilômetros e capacidade de transmitir 40 Terabytes por segundo.

Executivos da empresa afirmam que o novo cabo tem o objetivo de atender vários programas de internet brasileiros, como a demanda do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), as redes de telefonia móvel 4G, além do crescimento geral da infraestrutura de telecomunicações. A companhia conseguiu nesta semana um crédito junto à Agência Francesa de Crédito para a fabricação dos equipamentos, que serão produzidos pela francesa Alcatel-Lucent.

Hoje existem quatro cabos submarinos operando no Brasil. São eles: o Globonet, com extensão de 22 mil quilômetros, que era da Oi e foi vendido em julho deste ano para o BTG Pactual Infraestrutura II Fundo de Investimento e Participações; o Sam-1, com 25 mil quilômetros, da Telefônica; o SAC, com 22,2 mil quilômetros, da Global Crossing; e o Americas II, com 9 mil quilômetros, de um consórcio de empresas que inclui a Anatel. Há ainda um quinto cabo, o Atlantis II, que faz conexão do Brasil com os continentes europeu e africano.

Novos cabos submarinos estão em desenvolvimento por companhias nacionais. Em março, a América Móvel, responsável pela Claro, Embratel e Net, anunciou investimento de R$ 1 bilhão no lançamento do AMX-1, um outro cabo que vai conectar os Estados Unidos ao Brasil e países da América Central. A Telebras também estuda a instalação de um cabo de 6 mil quilômetros para conectar Fortaleza a Luanda, na Angola.

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Claro e Bradesco lançam cartão de débito para celular

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(Foto: Reprodução)
A Claro e o Bradesco lançaram nessa terça-feira, 22, um cartão pré-pago que poderá ser usado para fazer compras, pagamento de contas, transferências e até saques em dinheiro. Tudo através do telefone celular.

Batizado de Meu Dinheiro Claro, o cartão foi concebido pela MPO, joint venture entre as duas empresas, e entrará em operação de testes nas cidades cariocas de Belford Roxo, São João do Meriti e Duque de Caxias, e em Goiânia (GO).

Os usuários farão recargas no terminais Bradesco Express, enquanto os saques serão efetuados nas unidades de autoatendimento Bradesco Dia&Noite. Embora não haja taxa de adesão, o cliente para R$ 1,50 a cada transferência e R$ 5 por saque.

Os testes serão realizados até o começo de 2014 e depois a novidade será espalhada pelo país.

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Entenda o que pode mudar com uma possível venda da TIM

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tim

No começo da semana, o grupo Telefónica fechou um acordo para aumentar sua fatia na Telco, holding que controla a Telecom Italia, no que poderia garantir à empresa ser a maior acionista da Telecom Italia.

A Telefónica é uma empresa espanhola, enquanto a Telecom Italia é obviamente de capital italiano. Ainda assim, o país mais afetado pela negociação seria definitivamente o Brasil. Isso porque a Telefónica controla as operações da Vivo, enquanto a Telecom Italia controla a TIM Brasil.

Como já explicamos aqui, o acordo deve passar por uma complexa análise antitruste no Brasil antes de ser aprovado. As regras do setor de telecomunicações no nosso país não permitem a um grupo ter o controle de duas empresas que atuam na mesma região.

Qual a solução?

A Telefónica tem algumas opções para solucionar esse problema, se realmente finalizar o acordo com a Telecom Italia.

Telefonica

A primeira e óbvia seria unificar as bases de clientes das duas empresas em um único espectro (em outras palavras, se tornariam uma operadora só). O problema dessa solução é que isso poderia representar uma grande queda na qualidade do serviço, já que a base de clientes que hoje usa faixas de duas operadoras seria “afunilada” na frequência de apenas uma. Sendo assim, seria muito difícil que o governo federal aprovasse a negociação nesses termos.

Outra possível solução seria a venda da TIM Brasil para outra empresa. Ela poderia ser desmembrada e vendida em partes para Claro, Oi e até a própria Vivo. A venda da TIM Brasil seria benéfica para as três operadoras, o que poderia elevar a rentabilidade de seus serviços e trazer melhorias na qualidade e infraestrutura.

GVT e Vodafone entram na história

Existe uma terceira saída, que pode causar uma mudança bem mais radical no mercado de Telecom no Brasil: a compra da TIM e da GVT, juntas, para alguma nova operadora começar a atuar no país.

Os rumores de que a GVT estaria a venda já circulam há cerca de um ano. Contudo, o grupo francês Vivendi, que comprou em 2009 a até então nacional GVT, não conseguiu uma oferta próxima dos € 7 bilhões que gostariam para fechar negócio.

A GVT possui serviços de TV, internet e telefone fixo no Brasil, mas não atua como operadora móvel – um mercado bastante fechado e difícil de entrar para competir com as quatro grandes. Mas unificando os serviços de TIM e GVT, bem como sua base de clientes, uma nova operadora poderia começar suas operações no Brasil já como uma gigante. E a maior candidata é a britânica Vodafone.

Vodafone

Vodafone já teve outras oportunidades de investir em grandes operações no Brasil. Os britânicos foram sondados pela Anatel em leilões de faixas de frequência, mas a empresa nunca se interessou no passado. Contudo, recentemente, a Vodafone fechou uma das maiores negociações da história, com a venda da sua participação da Verizon Wireless para a operadora americana Verizon, pelo valor de impressionantes US$ 130 bilhões.

Com dinheiro sobrando caixa, os rumores são de que a empresa pode oferecer cerca de US$ 20 bilhões por TIM e GVT – 10 bilhões por cada uma. Essa ideia certamente agrada ao governo federal, que há tempos gostaria de ver uma nova concorrente no mercado de telecom brasileiro, com a esperança de que a qualidade dos serviços melhorasse.

Seja qual for o caminho tomado, a verdade é que muito provavelmente o setor de telecomunicações no Brasil está prestes a sofrer grandes mudanças. Resta saber quais serão.

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Oi e Portugal Telecom anunciam fusão

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Oi / PT Telecom

 A brasileira Oi e a operadora portuguesa Portugal Telecom assinaram um memorando de entendimentos que, na prática, sinaliza a fusão entre as duas companhias, que deverá criar uma empresa chamada CorpCo.

A CorpCo será uma holding que controlará as ações tanto da Oi quanto da Portugal Telecom, criando assim uma operadora multinacional que já nasce com 100 milhões de clientes e presença em países que, somados, totalizam 260 milhões de habitantes.

Contudo, o comunicado divulgado pela Oi garante a continuidade das marcas comerciais Oi e Portugal Telecom, o que significa que não veremos mudanças de nomes por aqui.

Números da Oi

A Oi detém hoje, segundo dados da Teleco, 41,2% do mercado brasileiro de telefonia fixa. Na telefonia celular, a fatia é de 18,6%, ficando em quarto lugar atrás de Vivo, TIM e Claro. Na banda larga, o marketshare é de 29,2% e, na TV por assinatura, de 5,2%.

Apesar de possuir uma participação grande no mercado brasileiro, a companhia possui uma dívida líquida de quase R$ 30 bilhões.

A Portugal Telecom

A PT Telecom, em 2010, comprou 22,4% das ações da Oi em uma negociação de R$ 8,4 bilhões. Anteriormente, a empresa possuía também participação na Vivo, mas vendeu sua fatia para a espanhola Telefónica, hoje dona da marca.

Sobre a fusão

Com a fusão, PT Telecom e Oi devem criar uma das 20 maiores empresas mundiais de telecomunicações, com receitas de cerca de R$ 40 bilhões.

A união deve gerar “sinergias” de R$ 5,5 bilhões. Em outras palavras, as empresas devem cortar funções e departamentos que atualmente existem nas duas empresas, e provavelmente muitos funcionários deverão ser demitidos.

A CorpCo terá ações listadas no segmento Novo Mercado da BM&FBovespa, na bolsa de Nova York e na NYSE Euronext Lisbon. A Oi será uma subsidiária integral da CorpCo, que vai incorporar a Portugal Telecom.

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Rede 3G não suportou excesso de acessos durante manifestações em São Paulo

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Durante a concentração dos manifestantes no Largo da Batata, em São Paulo, no início da noite da última segunda-feira (17), a rede 3G da região de Pinheiros ficou sobrecarregada e gerou algumas polêmicas. Alguns acreditavam em um boicote, que o sinal havia sido derrubado propositalmente, mas depois descobriu-se que realmente foi resultado de uma sobrecarga devido ao excesso de acessos simultâneos na região.

Segundo relatos de manifestantes nas redes sociais, o sinal de celular em volta do Largo da Batata começou a apresentar falhas por volta das 17h30 e continuou oscilando até às 22h, em média. Clientes das quatro principais operadoras do país — Claro, Oi, TIM e Vivo — reclamaram da situação.

Rede 3G protestos SP

Rede 3G protestos SP

A queda dificultou a comunicação entre os manifestantes, que tentavam entrar em contato com amigos para se encontrar na região. Uma mobilização nas redes sociais pedia que os moradores da região liberassem o acesso às suas redes Wi-Fi para permitir o envio de fotos, vídeos e mensagens em tempo real.

Um mapa colaborativo do #protestosbr também ajudou os manifestantes a encontrar redes Wi-Fi abertas, bem como outras informações importantes referentes a cada uma das regiões onde havia foco de protestos. O serviço permite que pessoas que estão em casa auxiliem, com informações em tempo real, aqueles que estão nas ruas.

Mapa colaborativo #protestosbrMapa colaborativo do #protestosbr (Imagem: Reprodução)

Rede 3G protestos SP

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COMPUTEX: ASUS apresenta monitor 4K de 31,5 polegadas

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ASUS

A ASUS apresentou durante a Computex seu novo monitor 4K de 31,5 polegadas, que deve chegar ao mercado norte-americano no final deste mês. O preço? US$ 3.799 (algo em torno de R$ 7.600, sem os impostos). A Computex é a maior feira de eletrônicos da Ásia, e está acontecendo esta semana na cidade de Taipei, em Taiwan.

O ASUS PQ321, como foi chamado, combina 3840 x 2160 de resolução com um painel fosco e antirreflexo de 140 ppi para trazer imagens realmente impressionantes, conforme ressalta o Engadget. A ASUS também está preparando uma versão de 39 polegadas com praticamente todas especificações (exceto a densidade de pixels) iguais.

Porém, o pessoal do The Verge atenta para um detalhe interessante em relação ao novo produto: ele apresentaria problemas para ser utilizado como um monitor, pois as placas gráficas mais comuns não apresentam capacidade para lidar com a resolução oferecida por ele.

Claro, presumimos que o público-alvo do novo display possua desktops potentes, mas mesmo assim, vale a conexão com um MacBook Pro com Retina Display, por exemplo. Apesar da presença de uma GeForce GT 650M dentro do aparelho de 16 polegadas, o melhor que se poderia fazer seria ampliar o conteúdo do laptop para a resolução 4K (uma limitação do OS X). No entanto, ao utilizar aplicações mais exigentes, como o Lightroom do Adobe, seria possível notar a baixa taxa de atualização devido às barreiras de hardware para desempenho total do monitor.

ASUS 4K 31,5Monitor ASUS 4K 31,5″ (Foto: Engadget)

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Intel afirma que processadores Haswell garantirão 50% de vida extra às baterias

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Haswell CHIP

A Intel se prepara para lançar sua próxima geração de processadores, intitulados Haswell, e promete que o componente garantirá 50% a mais de vida útil para as baterias dos laptops em comparação aos processadores Ivy Bridge. A nova linha foi desenvolvida pensando em tablets e laptops, e seu foco principal é na diminuição do consumo de energia. As informações são do PC World.

Segundo Rani Bokar, vice-presidente corporativo e gerente geral do Intel Architecture Group, o aumento da vida útil da bateria não irá comprometer o desempenho dos laptops e, tanto no modo inativo como no standby, os processadores serão capazes de aumentar a duração das baterias em até 20 vezes.

A companhia deverá lançar os processadores Haswell durante a Computex 2013, que acontece entre os dias 4 e 8 de junho em Taipei, Taiwan, e eles fazem parte da estratégia de atualização da empresa em seus componentes a cada dois anos. Os novos chipsets pretendem diminuir a lacuna existente entre tablets e laptops com melhorias na duração da bateria, em displays sensíveis ao toque e também em seu desempenho gráfico.

Os processadores Haswell conseguiram atingir melhor eficiência energética graças a uma unidade de gerenciamento de energia construída no próprio chip, que garante um ajuste dinâmico do consumo de energia em diversas partes do processador. Reguladores de voltagem também foram aplicados na arquitetura do novo modelo de chipset da Intel, que permite que eles sejam empregados em dispositivos menores, e interconectores mais rápidos ajudam o chip a transmitir dados a uma velocidade maior, reduzindo o tempo de trabalho do processador e, claro, seu consumo de energia.

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