Programa permite que usuários façam downloads ou assistam por streaming a filmes e programas de TV
A Amazon lançou nesta quarta-feira (1º) um aplicativo de vídeo para o iPad, da Apple, no mais recente esforço da maior varejista do mundo de oferecer seu conteúdo digital no maior número possível de plataformas.
O aplicativo Amazon Instant Video permite que usuários façam downloads ou assistam por streaming a filmes e programas de TV comprados ou alugados na Amazon pelo iPad. A Amazon tem mais de 120 mil vídeos para aluguel ou compra, informou.
Membros do Amazon Prime, um programa que custa US$ 79 por ano, podem assistir a mais de 20 mil vídeos sem limites, e o novo aplicativo para iPad também dá a esses clientes acesso a esse conteúdo, afirmou a companhia.
Ao tentar fornecer músicas e vídeos em formatos digitais no maior número possível de plataformas, a Amazon está replicando a estratégia que remunerou seu negócio de livros digitais para o Kindle.
É interesse da rede social incrementar seus serviços publicitários nas regiões de rápido crescimento
O Twitter confirmou nesta semana os planos de abrir um escritório no Brasil. Em encontro com jornalistas da Bloomberg em San Francisco, o presidente responsável pela receita global da companhia, Adam Bain, afirmou que a rede social está impressionada com o País. “O mercado digital no Brasil está vivo e em grande forma”, disse, ao lembrar da proximidade da Copa do Mundo e da Olimpíada de 2016, segundo reportagem publicada pela Bloomberg.
O escritório terá suas atividades voltadas para a área de vendas. É interesse da rede social incrementar seus serviços publicitários nas regiões de rápido crescimento, conforme Bain. A principal fonte de receita do Twitter hoje são os tweets patrocinados, mensagens pagas por empresas para fazer propaganda de produtos ou serviços. Elas aparecem na timeline do usuário na web e no aplicativo móvel da rede social.
O executivo do Twitter revelou à Bloomberg que, há duas semanas, a equipe dele fez contato com pessoas a serem possivelmente contratadas para a filial da empresa no Brasil. O nome da cidade que sediará o escritório não foi revelado, mas já há algum tempo circulam rumores de que a capital mineira seria a escolhida. Profissionais que trabalham no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH – TEC) afirmam ouvir essa possibilidade desde o ano passado.
A rede social tem escritórios nos Estados Unidos e no Reino Unido e uma equipe de vendas de 200 pessoas no mundo, segundo a Bloomberg. A agência de notícias lembra que a base de usuários brasileiros no Twitter cresceu 24% de janeiro a julho deste ano, somando 41,2 milhões de contas, conforme estudo da Semiocast. A empresa de pesquisa estima que o site tenha mais de 500 milhões de contas registradas.
A receita do Twitter com publicidade cresceu 213% de 2010 para 2011, quando a companhia obteve US$ 139,5 milhões, segundo a eMarketer. A expectativa da empresa de pesquisa é que o faturamento da rede social nessa área seja de US$ 259,9 milhões em 2012, o que seria estimulado pelo “crescimento internacional”. Em 2014, a receita publicitária pode alcançar US$ 540 milhões, segundo levantamento da eMarketer.
O executivo do Twitter ainda disse à Bloomberg que a empresa olha a possibilidade de se expandir para outras áreas da América Latina, como México e Chile. Hoje, os Estados Unidos é responsável por 90% do faturamento da rede social e, em 2014, ainda deverá contribuir com 83%, conforme a eMarketer.
Surge mais um capítulo da novela acerca das patentes da Apple e da Samsung. Desta vez, os advogados da empresa coreana estão acusando a companhia de Steve Jobs de ter copiado conceitos de design da japonesa Sony ao desenvolver o iPhone.
“O design ‘revolucionário’ do iPhone deriva dos desenhos de um competidor –a Sony”, lê-se no documento, feito público e apresentado para uma corte de San Jose, na Califórnia.
Imagem de um documento da Samsung utilizado em processo contra a Apple. A empresa sul-coreana diz que o iPhone teria sido inspirado em desenhos da japonesa Sony
Os advogados dizem que, em 2006, foi designada a Shin Nishibori, da Apple, a função de criar um dispositivo “como o da Sony”: “sem botões ou ornamentos em excesso, que coubesse na mão, retangular e com uma tela e com cantos arredondados.”
O responsável por apresentar os conceitos da Sony a Steve Jobs e ao designer Jonathan Ive foi o executivo da Apple Tony Fadell, à época responsável pelos iPods.
Após análises internas, o design “estilo Sony” ganhou força dentro da empresa, em detrimento de outras vertentes que eram cogitadas para o desenvolvimento do que viria a ser o iPhone.
A Samsung também teria se baseado no design da Sony para criar seus telefones, segundo o documento.
“A Apple, que vendeu seu primeiro iPhone 20 anos depois de a Samsung iniciar seus esforços em telefonia móvel, usou os exatos mesmos conceitos de design –licenciados sob domínio público– que a Samsung emprestou dos concorrentes, como a Sony.”
A Microsoft está abandonando o nome que dava à interface voltada para telas sensíveis ao toque do não lançado Windows 8, desde sua apresentação referida como Metro.
Acredita-se que a rede de varejo alemã Metro AG tenha levado a empresa americana a desistir da denominação.
Em um documento interno a que teve acesso o site The Verge”,” a Microsoft diz que a decisão envolve “discussões com um importante parceiro europeu.”
Interface Metro, do Windows 8, deve deixar de ser referida como tal pela Microsoft
A equipe do Windows está trabalhando em um termo substituto, segundo a declaração. Até que esteja pronto, os funcionários foram aconselhados a se referir à Metro como “interface de estilo Windows 8.”
A interface Metro será uma das duas disponíveis no novo sistema operacional da Microsoft –que será lançado em outubro. Ela usa blocos coloridos para mostrar inforrmações curtas e para permitir a navegação por entre os aplicativos do sistema. O tamanho avantajado dos “tijolos” facilita o uso do sistema em tablets. A outra interface disponível será a área de trabalho convencional.
Um antigo livreto da Microsoft que explica a escolha do nome, publicado pelo site “istartedsomething” diz: “Metro é o codinome para nossa linguagem visual. Nós o chamamos Metro porque ela é moderna e limpa, rápida e em movimento. É sobre conteúdo e tipografia. E é inteiramente autêntica.”
Mapeamento identificou mutação relacionada à Amaurose Congênita de Leber (ACL), que causa a perda gradual da visão em crianças
Imagem mostra núcleos de células ligadas à Amaurose Congênita de Leber. A mutação aparece em tons avermelhados, e o núcleo das células normais, azulados (Ocular Genomics Institute/Mass. Eye and Ear/Harvard Medical School)
AMAUROSE CONGÊNITA DE LEBER (ACL)
A ACL é uma doença degenerativa caracterizada pela redução da visão na infância, percebida pelos pais da criança a partir de movimentos anormais dos olhos, com oscilações repetidas e involuntárias, conhecido como nistagmo. A doença envolve, geralmente, apenas problemas na visão, mas também pode afetar outros órgãos.
Cientistas dos Estados Unidos conseguiram identificar um gene responsável por um tipo de deficiência visual hereditária, a Amaurose Congênita de Leber (ACL), que pode levar à cegueira definitiva. O estudo foi publicado na versão on-line da revista Nature Genetics.
“Os cientistas agora tem mais uma peça do quebra-cabeça para desvendar por que algumas crianças nascem com ACL e perdem a visão. A longo prazo, o objetivo é desenvolver terapias para limitar ou prevenir a perda da visão”, disse Eric Pierce, coautor e diretor de genética ocular do Instituto de Olhos e Ouvidos de Massachusetts, nos Estados Unidos.
O novo gene, identificado como NMNAT1, é o 18º já conhecido ligado à doença. Para encontrá-lo, os pesquisadores sequenciaram o genoma completo de dois irmãos que apresentavam os sintomas para ACL, mas não tinham nenhuma mutação nos 18 genes ligados à doença conhecidos até agora. “Encontramos a mutação em um gene que ninguém dizia estar associada à ACL”, disse Pierce.
Após encontrar essa mutação, os pesquisadores foram investigar, então, se ela também estava presente em outras pessoas com a mesma doença. Dos 284 portadores da ACL, 13 tinham a mesma mutação neste novo gene. Apesar de parecer pouco, esta incidência é o suficiente para relacionar a mutação à doença e ajudar a desenvolver tratamentos mais completos para quem apresentar sintomas da doença.
Nos últimos anos, a capacidade de armazenamento dos HDs aumentou bastante, mas a velocidade não sofreu avanços significativos. A limitação é do próprio conceito de disco rígido, que utiliza cabeças de leitura e gravação para fazer operações em discos magnéticos que normalmente giram a uma velocidade de 7.200 RPM. Essas partes móveis não existem numa recente solução de armazenamento, o SSD (sigla para solid-state drive ou disco de estado sólido).
Muito mais rápido que os velhos discos rígidos, o SSD está ficando cada vez mais atraente. O preço por gigabyte está diminuindo, as capacidades de armazenamento estão aumentando e as velocidades de transferência e os tempos de acesso ficaram ainda mais rápidos com a adoção de novas tecnologias.
Como funciona um SSD? Quanto custa no Brasil? A vida útil é muito curta? Vale a pena comprar um SSD? Para descobrir a resposta dessas e outras perguntas, leia os próximos parágrafos.
Como funciona?
Os SSDs mais comuns no mercado possuem dois componentes fundamentais: a memória flash e o controlador.
A memória flash guarda todos os arquivos e, diferente dos discos magnéticos dos HDs, não necessita de partes móveis ou motores para funcionar. Todas as operações são feitas eletricamente, tornando as operações de leitura e escrita mais rápidas, além de deixar o drive mais silencioso e resistente a vibrações e quedas.
O controlador gerencia a troca de dados entre o computador e a memória flash. Formado por um processador que executa diversas tarefas no drive, é um dos principais responsáveis pela performance de um SSD. O chip é capaz de gerenciar o cache de leitura e escrita de arquivos, criptografar informações, mapear partes defeituosas do SSD para evitar corrompimento de dados e garantir uma vida útil maior da memória flash.
Um controlador SandForce e oito chips de memória flash dentro do OCZ Vertex 3
O avanço tecnológico nos controladores fez com que a velocidade dos SSDs aumentasse rapidamente. Enquanto os primeiros SSDs de uso doméstico, como o Intel X25-M, atingiam velocidades de 250 MB/s para leitura e 70 MB/s para escrita, os mais recentes chegam a 555 MB/s de leitura e 520 MB/s de escrita, como o Corsair Force GT, com controlador SandForce SF-2281. A quantidade máxima de operações de escrita por segundo cresceu absurdamente, sendo 8,6 mil para o Intel X25-M de 160 GB e 85 mil para o Corsair Force GT de 180 GB.
A SandForce não revela o segredo por trás do seu controlador, mas grande parte de toda essa velocidade é resultado de uma técnica de compressão de dados. Como é necessário manipular menos dados na memória flash, uma operação de gravação de arquivo acaba se tornando mais rápida em muitos casos.
Assim como os HDs, os SSDs também possuem divisões internas. Um disco rígido possui duas divisões fundamentais: setores (menor parte física) e clusters (menor parte reconhecida pelo sistema operacional, formada por vários setores). Um SSD, por sua vez, possui páginas (menor parte física) e blocos (um agrupamento de páginas).
Vantagens e desvantagens em relação ao HD
A ausência de partes móveis, principal característica de um SSD, traz diversas vantagens. Como não é necessário mover cabeças para lá e para cá, muito menos deixar um disco girando a uma velocidade altíssima, um SSD é silencioso, possui taxas de transferência maiores, tempos de acesso menores e não sofre com usuários desastrados que derrubam coisas no chão.
As taxas de transferência dos SSDs são realmente impressionantes se comparadas com as dos HDs voltados ao uso doméstico, que geralmente ficam entre 60 MB/s e 100 MB/s. Mas é no tempo de acesso que ele brilha: enquanto um HD comum demora 10 ou 15 milissegundos para acessar um arquivo aleatório, um SSD comum faz a tarefa em 0,1 ou 0,2 milissegundo. Isso, além de resultar em um tempo de boot menor, agiliza todas as operações do sistema. Eu costumo dizer que, hoje, o maior responsável pela lentidão nos PCs é o disco rígido.
A Samsung produziu um vídeo bem legal para comparar o desempenho entre um HD e um SSD. Monitoraram o tempo de inicialização do Windows, a abertura de um arquivo PDF de 25 MB, a capacidade de suportar altas vibrações e o consumo de energia em um notebook. Confira abaixo:
A grande desvantagem dos SSDs ainda está no preço: o custo por gigabyte ainda é bem alto em comparação com os HDs, especialmente no Brasil. Pesquisando rapidamente, é possível encontrar um SSD de 120 GB por R$ 519, resultando em um custo por GB de R$ 4,32. Um HD de 500 GB pode ser encontrado por R$ 249, apenas R$ 0,50 por GB.
Memória síncrona e assíncrona
Corsair Force GT, um SSD com memória síncrona
A memória flash de um SSD pode trabalhar de dois modos: síncrona e assíncrona. Essa informação geralmente está disponível na ficha de especificações técnicas do produto, mas os usuários não dão muita importância a isso porque não há muito conteúdo sobre o assunto.
A memória síncrona é mais cara e oferece melhor desempenho para manipular dados que não podem ser comprimidos, como músicas, fotos e vídeos. Já a memória assíncrona é menos cara e não possui uma performance tão boa para gravar dados que não podem ser comprimidos.
Num teste com o CrystalDiskMark feito peloThe SSD Review, o Corsair Force GT (memória síncrona) conseguiu 504,4 MB/s de leitura de dados não comprimidos, enquanto que o Corsair Force 3 (memória assíncrona), obteve apenas 212,6 MB/s. O primeiro certamente é uma opção melhor para pessoas que trabalham com arquivos de áudio e vídeo.
Apesar de o usuário comum não perceber diferença significativa entre um SSD com memória síncrona e outro com memória assíncrona, como a diferença de preço não é tão alta, na maioria dos casos vale juntar um dinheiro a mais e comprar um SSD com memória síncrona, como o OCZ Vertex 3 e o Corsair Force GT.
Preços dos SSDs
Os preços dos SSDs no Brasil ainda não estão uma pechincha e são bastante altos principalmente em comparação com os valores adotados em lojas norte-americanas. Fizemos uma pequena pesquisa de preços para comparar alguns dos principais SSDs do mercado:
OCZ Agility 3 (120 GB)
Velocidade: 525 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 519,00
Preço nos EUA: US$ 93,90
OCZ Vertex 3 (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 599,00
Preço nos EUA: US$ 93,49
OCZ Vertex 4 (128 GB)
Velocidade: 560 MB/s (leitura) e 510 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 90.000
Preço no Brasil: R$ 639,90
Preço nos EUA: US$ 114,99
Corsair Force 3 (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 510 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 499,90
Preço nos EUA: US$ 116,99
Corsair Force GT (120 GB)
Velocidade: 555 MB/s (leitura) e 520 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 85.000
Preço no Brasil: R$ 535,00
Preço nos EUA: US$ 125,49
Intel 320 Series (120 GB)
Velocidade: 270 MB/s (leitura) e 130 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 14.000
Preço no Brasil: R$ 716,90
Preço nos EUA: US$ 149,99
Intel 520 Series (120 GB)
Velocidade: 550 MB/s (leitura) e 500 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 80.000
Preço no Brasil: R$ 822,90
Preço nos EUA: US$ 128,50
Kingston SSDNow V+200 (120 GB)
Velocidade: 535 MB/s (leitura) e 480 MB/s (escrita)
Máximo de operações de escrita de 4 KB por segundo: 55.000
Preço no Brasil: R$ 521,90
Preço nos EUA: US$ 91,99
Perguntas frequentes
A vida útil de um SSD é muito curta?
Por ser baseado em memória flash, assim como pendrives e cartões de memória, os SSDs possuem vida útil limitada pela quantidade de ciclos de escrita. E, curiosamente, com a miniaturização do processo de fabricação das memórias flash, essa quantidade está diminuindo. Convencionou-se que a memória flash dos SSDs suporta 10 mil ciclos de escrita, mas os drives mais novos possuem vida útil estimada em 3 mil ou 5 mil ciclos, segundo oAnandTech.
Mas não há motivo para pânico: você não vai detonar seu SSD novinho em folha em um ou dois anos de uso. O controlador do SSD possui uma tecnologia chamada wear leveling, que pode ser traduzida como “distribuição de uso”. Essa tecnologia evita que um mesmo bloco da memória flash seja utilizado muitas vezes. Quando um arquivo é criado ou alterado, o controlador automaticamente grava os novos dados em blocos menos utilizados.
Sabendo do wear leveling, vamos simular um cenário hipotético onde você comprou um SSD com capacidade de 120 GB e vida útil de apenas 3 mil ciclos de escrita. Por ser um usuário extremamente avançado, você é capaz de gravar 120 GB de dados todos os dias, o que nem de longe é algo normal. Fazendo as contas, isso significa que você terá pouco mais de 8 anos até que o SSD comece a falhar. Num ritmo mais normal, gravando 20 GB de dados por dia, esse tempo subiria para 49 anos. Em 49 anos, pode ser que nem você esteja funcionando.
Geralmente, os fabricantes são mais conservadores e estimam a vida útil de um SSD como sendo de 5 a 10 anos de uso intenso. A garantia de fabricantes como OCZ e Corsair no exterior é de 3 anos. Como você provavelmente já terá trocado de computador ou feito um upgrade durante esse tempo, não deverá ter problemas.
É necessário desfragmentar um SSD?
Você até pode desfragmentar um SSD, mas vai acabar gastando ciclos de escrita desnecessariamente, diminuindo a vida útil do dispositivo. Em outras palavras: não, não é necessário e muito menos recomendável praticar esse tipo de tortura com um SSD.
Como um SSD possui um tempo de acesso extremamente baixo, não há perda significativa de desempenho quando fragmentos de arquivos estão espalhados pelo disco, diferente de um HD, que sofre para mover sua cabeça de leitura para juntar várias partes de um arquivo.
Um SSD fica mais lento com o tempo?
Isso era verdade nos SSDs lançados há alguns anos, mas o problema não ocorre nos drives mais novos.
Assim como no HD, excluir um arquivo no Windows não significa que ele será apagado fisicamente do disco. Isso não seria um problema se não fosse uma limitação da memória flash: não é possível apenas regravar dados como em um HD, em que você grava por cima de um arquivo. É necessário restaurar a página do SSD ao estado original e só depois gravar o novo dado, o que acaba diminuindo o desempenho.
Também não há meios para restaurar páginas ao estado original de forma independente, é necessário apagar o bloco inteiro. Se o sistema operacional precisar apagar só uma das páginas, o controlador deverá copiar todos os dados de um bloco para um cache, restaurar os dados em outro bloco, apagar o primeiro bloco e então gravar a nova informação.
Para evitar todo esse trabalho, o controlador do SSD procura gravar dados preferencialmente em páginas vazias. O problema é que, depois de um tempo, quando todos os blocos já foram usados pelo menos uma vez, o controlador precisaria executar a tarefa sempre.
Felizmente, os novos SSDs possuem um comando chamado TRIM, utilizado pelo sistema operacional. Esse comando basicamente “adianta” o trabalho do controlador e limpa os blocos que tiveram arquivos deletados, deixando o SSD como novo. Mas há algumas limitações: o SSD deve suportar o TRIM e o sistema operacional também. Windows 7, Windows 8, Linux 2.6.28+ e OS X 10.6.8+ suportam o comando.
Vale a pena?
Se você está juntando dinheiro para fazer um upgrade no PC, vale a pena começar a pesquisar preços de SSDs. Com um disco rígido, o desempenho da máquina acaba sendo limitado em tarefas cotidianas, como abertura de programas, carregamento de jogos e qualquer outra operação que envolva leitura e escrita de dados, não importando quão rápido seu processador seja ou quanta RAM você tenha instalado – o resto dos componentes precisará esperar o lento HD fazer seu trabalho para finalmente entrar em ação.
Infelizmente, os SSDs são muito mais caros que um HD e devem continuar assim por um longo tempo. Para gastar menos e ter um retorno maior, vale a pena utilizar um SSD apenas para instalar o sistema operacional, os aplicativos e jogos mais usados e seus arquivos de trabalho. Filmes, músicas, fotos e outros arquivos gigantes podem ser armazenados num HD – ou até mesmo na nuvem.
O problema de utilizar um SSD e um HD ao mesmo tempo é que, nos notebooks, pode não haver espaço físico suficiente. Nesse caso, a recomendação para quem guarda muitos arquivos é utilizar um HD híbrido, como o Seagate Momentus XT. Esses HDs possuem uma pequena quantidade de memória flash utilizada como cache dos arquivos e programas mais acessados, o que melhora a performance geral do sistema após algum tempo de uso.
Por fim, tenha em mente que, após comprar, instalar e usar um SSD, você seguirá um caminho sem volta: após alguns dias, qualquer computador com HD parecerá lento.
Faltando algumas semanas para o lançamento do Windows 8, a Microsoft anunciou mouses e teclados desenvolvidos especialmente para facilitar o uso dos novos recursos do sistema. Um dos destaques é o Wedge Mobile Keyboard, um teclado portátil com uma capa que também funciona como apoio para tablets.
O produto com design mais esquisito é o Wedge Touch Mouse. A Microsoft apresenta o periférico como sendo um mouse ultracompacto e “pequeno o suficiente para caber no seu bolso”. Como o nome sugere, o mouse possui uma superfície sensível ao toque que pode ser utilizada como scroll vertical e horizontal, o que deve facilitar a navegação pela tela Iniciar do Windows 8.
O Wedge Touch Mouse custa US$ 69,95 e parece ser tão confortável quanto aqueles mini mouses para notebooks. O mouse não vem com receptor (a conexão é feita apenas por Bluetooth), tem tecnologia BlueTrack para funcionar em qualquer superfície e pode ser desligado automaticamente junto com o computador ou tablet para poupar bateria.
A Microsoft também mostrou um teclado bem bacana, o Wedge Mobile Keyboard. Desenvolvido especialmente para tablets, ele possui uma capa dobrável que, além de servir para proteger o teclado, também funciona como uma base de apoio para tablets. O teclado possui botões multimídia e atalhos para recursos do Windows 8, como o menu de configurações do aplicativo e o gerenciador de dispositivos. Sai por US$ 69,95 lá fora.
Outros dois produtos menos badalados foram anunciados: Sculpt Touch Mouse e Sculpt Mobile Keyboard, ambos custando US$ 49,95. O primeiro é um mouse com conexão Bluetooth e botão sensível ao toque com scroll horizontal e vertical. O outro é um teclado com design curvo que pesa pouco menos de 450 gramas e fornece teclas de atalho do Windows 8 e botões multimídia.
Microsoft Sculpt Keyboard, um teclado curvo portátil
O Microsoft Touch Mouse, lançado no começo deste ano, terá drivers atualizados para suportar os gestos do Windows 8. Será possível alternar entre aplicativos, exibir a charm bar ou dar zoom num conteúdo apenas deslizando um, dois ou três dedos sobre o mouse. Sai por US$ 79,95 lá fora e tem um preço sugerido de R$ 299 no Brasil.
Microsoft Touch Mouse e Sculpt Touch Mouse
Todos os produtos chegarão aos Estados Unidos em agosto. Os mouses e teclados ainda não têm previsão para serem lançados no Brasil, mas a Microsoft tem o costume de trazer toda a sua linha de periféricos para o país, então é provável que eles possam ser adquiridos em breve por aqui. Ah, você percebeu que a marca da Microsoft mudou?
Tá precisando de um relógio de pulso novo? Saca só que legal estes recém lançados pela Diesel! São relógios baseados nos uniformes do herói Batman e do vilão Bane do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Os relógios têm as cores e detalhes fiéis aos uniformes usados por eles no filme. Possuem LEDs para ver as horas em ambientes escuros e um design sensacional. O relógio do Bane por exemplo tem detalhes de metal na pulseira (de couro) que deixaram ele muito bacana!
Ambos possuem a imagem dos personages gravados nas costas do relógio. Gostou também? Os relógios chegarão às lojas em Novembro deste ano (2012), mas já podem ser encomendadas no site Watchismo por US$ 325 cada um.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu liberar a venda das operadoras TIM, Claro e Oi. A medida começa a valer a partir de amanhã.
A punição começou a vigorar há 11 dias e proibiu a comercialização de novos chips por uma das três maiores empresas do setor em cada Estado. A escolhida para sofrer a sanção foi a companhia com pior índice de qualidade da região.
Os critérios usados, segundo a Anatel, foram: os números de reclamações dos usuários, o percentual de chamadas em curso que foram interrompidas e de ligações que nem chegam a ser completadas.
“As empresas devem investir R$ 20 bilhões nos próximos dois anos, são investimento em qualidade”, disse o presidente da Anatel, João Rezende.
Segundo Rezende, cerca de R$ 4 bilhões são decorrentes da cautelar emitida pela agência e que suspendeu as vendas. O valor teria vindo tanto de novos investimento das empresas, quanto antecipação ou remanejamento de verba.
“Vamos trabalhar diariamente para acompanhar as melhorias”, disse o presidente da agência.
A aferição dos resultados, no entanto, será realizada de três em três meses, sendo que a primeira etapa está marcada para o dia 31 de outubro.
“Temos que ter consciência que o serviço não vai melhorar amanhã. Mas num curtíssimo prazo. No Call Center estimamos que 30 dias e, na parte de rede, de infraestrutura, serão necessários de quatro a seis meses”, completou Rezende.
“A ação da agência foi preventiva, no sentido de, se não tivéssemos feito nada, o serviço continuaria como estava há duas semanas. Os indicadores mostravam que, a médio prazo, os usuários poderiam ter um prejuízo maior”, disse Bruno Ramos, superintendente de serviços privados da Anatel.
“As empresas ainda têm capacidade de suportar novos usuários, mas queríamos com essa medida, inverter a tendência de subida no número de reclamações”, completou.
A Vivo ainda não apresentou plano de melhorias da qualidade para Anatel. Apesar de não ter sido suspensa em nenhum Estado do país, a empresa também terá de mostrar à agência que pretende investir e melhorar o atendimento ao usuário. De acordo com a agência, a empresa ainda tem tempo hábil para entregar o documento.
Se alguma das empresas não cumprir as metas de qualidade que foram propostas à agência, a operadora poderá voltar a ter a venda suspensa. A Anatel, no entanto, ainda não definiu qual será o valor de multa a ser aplicada por causa do descumprimento.
Em cada Estado, as empresas deverão seguir uma série de metas de melhorias para atender. De acordo com Bruno Ramos, superintendente de serviços privados da Anatel, esses dados estarão disponíveis no site da agência.
DESAFIOS
De acordo com o presidente do João Maria Medeiros, presidente do Sinagências (Sindicato dos Funcionários de Agências de Regulação), todos os servidores responsáveis pela fiscalização da Anatel estão participando da greve dos servidores das agências reguladoras, o que significa que não haverá pessoal para acompanhar a retomada das vendas e o cumprimento dos planos pelas operadoras.
“Nós até podemos negociar isso com o governo, mas eles precisam entrar em contato conosco e fazer o pedido. Até agora o que temos é que não haverá fiscalização”, disse.
Durante todo o período em que as vendas estiveram suspensas, a Anatel recebeu denúncias, feitas inclusive pela imprensa, de que a venda de chips continuava ocorrendo em diversas partes do país.
O superintendente de serviços privados da Anatel, Bruno Ramos, responsável pela cautelar, chegou a defender, na ocasião, que os relatos eram pontuais e que, em todo caso, a habilitação da linha pela operadora estava suspensa.
Portanto, o simples fato do consumidor ter conseguido comprar o chip não significaria que a linha seria ativada. Em caso de descumprimento, a multa seria de R$ 200 mil por dia.
PRESSÃO
Conforme a Folha antecipou, a agência pretendia comunicar a retomada das vendas até o fim desta semana.
A Anatel vinha sofrendo pressões por parte do governo, que havia estipulado prazo de 15 dias para resolver a questão, e por parte das teles, preocupadas com as vendas de aparelhos e chips para o Dia dos Pais.
A data é comemorada no próximo dia 12 e está entre as três mais importantes para o setor, ao lado do Natal e do Dia das Mães.
“É importante que a população possa ter acesso a todas as opções, para escolher melhor. Por isso, quanto mais cedo vier a liberação, melhor. Que seja, no mais tardar, nessa sexta-feira [amanhã]”, disse Eduardo Levy, diretor-executivo do Sindtelebrasil, que reúne as empresas do setor.
Em comunicado enviado mais tarde, O Sindtelebrasil citou ainda os desafios que a implatação da rede 4G, no próximo ano, trará, e a necessidade de se melhorar o ambiente legislativo nas esferas federal, estadual e municipal.
“Existem hoje mais de 250 diferentes leis municipais que atrasam e dificultam a implantação de infraestrutura, especialmente das antenas de telefonia móvel, comprometendo a prestação dos serviços”, destacou a instituição.
GABINETES
Nesta semana, os representantes das companhias passaram por todos os gabinetes dos conselheiros e apresentaram planos de metas para melhoria da qualidade dos serviços.
Sem o acompanhamento da imprensa, que não foi informada dos horários das audiências, as empresas tiveram trânsito livre para adequar os documentos aos desejos da Anatel.
A medida da reguladora exigia a aprovação prévia dos projetos antes que vendas fossem liberadas.
As três teles punidas representam 70% do mercado e teriam até o dia 17 para entregar os planos.
Em comunicados ao mercado publicado no final desta tarde, Oi e Claro informaram já estarem prontas para que suas lojas voltem a funcionar normalmente a partir de amanhã nos Estados em que foram suspensas.
A Oi disse que “considera positivo o anúncio da Anatel” e ressaltou que apresentou um plano de R$ 24 bilhões em investimentos até 2015 para as melhorias em rede a atendimento.
Já a Claro informou que “antecipou o investimento de R$ 6,1 bilhões que serão aplicados até o final de 2013 no país”, um aumento de 34%, e ressaltou que “o mercado brasileiro sempre foi prioridade para o grupo América Móvil”.
Em “Catapult King”, usuário usa catapulta para derrotar dragões e outros inimigos e resgatar uma princesa. Promoção vale até o final da semana.
Essa é para quem já terminou todas as fases das várias versões de “Angry Birds”. A Apple liberou de graça nesta semana um jogo iOS em 3D no estilo do famoso game da Rovio.
Chamado de “Catapult King”, o título lançado em jungo pela Chillingo traz uma jogabilidade parecida com “Angry Birds”, em que o usuário precisa derrubar os inimigos (incluindo dragões) para salvar a princesa por meio de arremessos de bolas com uma catapulta.
A principal diferença está no visual, que tem gráficos em 3D, e no modo de visualização, em primeira pessoa, em vez de um modo paisagem como no game de pássaros e porquinhos da Rovio
Lançada na iTunes Store brasileira no final de maio, a seção App Gratuito da Semana já trouxe softwares como Angry Birds, Cut the Rope e Pinball Arcade de forma gratuita para os usuários de aparelhos iOS no país.
Por ser um aplicativo universal, “Catapult King” é compatível com iPhone, iPad e iPod Touch, desde que esses possuam o iOS 3.2 ou versão mais recente.