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Michael Zuk, um dentista canadense, afirmou estar em condições de clonar a estrela máxima do rock mundial, de todos os tempos, John Lennon. A clonagem seria feita a partir do conteúdo genético fornecido por um dente do astro, adquirido em um leilão de objetos do ídolo.
Segundo o dentista, um fã confesso dos Beatles, as possibilidades de clonar John Lennon são tão palpáveis como clonar um animal. Naturalmente o custo da empreitada não sairia barato, entretanto o dentista diz que ressuscitar o famoso musico e devolve-lo ao mundo seria o investimento mais inteligente de sua existência.
Na verdade, o próprio dente já adquiriu um status de celebridade, saindo em turnê pelo mundo e participando de múltiplos projetos de caridade, na maioria destinados na luta contra o câncer.
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Já imaginou ficar meses sem ver o Sol nascendo? Ou melhor: já imaginou ficar meses sem ver o Sol de maneira alguma? Meses de escuridão, de frio total. Esse lugar existe e é usado por cientistas para testar níveis de resistência e de estresse em simulações de viagens espaciais.
Estamos falando da Antártida, cujo inverno registra temperaturas de incríveis 80° C negativos. Os poucos moradores desse freezer gigante passam meses isolados, sem poder sair de casa, simplesmente – nem mesmo para comprar comida. É uma espécie de hibernação forçada.
A imagem que você vai ver a seguir é do momento em que o primeiro nascer do Sol, desde maio, aconteceu. A imagem foi registrada pela Agência Espacial Europeia, no último dia 22 – o local que aparece na foto é a base Concórdia, centro de estudos e experiências científicas. O que você achou da imagem?
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A NASA tem uma longa história na exploração espacial, tendo atingido seu auge durante a Guerra Fria. Agora, a agência está tentando se livrar de equipamento sobressalente que possui, herança dos programas descontinuados Apollo e Space Shuttle. Três bases móveis para lançamento de foguetes estão sendo vendidas em um leilão. Dessa maneira, quem der o maior lance terá que levar o equipamento para casa literalmente, já que a NASA deixou claro que o vencedor do leilão terá que mover as bases compradas por conta própria.
O problema é que essas bases foram construídas nos anos 1960 para o programa Apollo e depois adaptadas para o Space Shuttle na década seguinte. Com o fim dessas iniciativas, a agência não deve mais se aproveitar do equipamento.
Entre os possíveis compradores estão duas empresas privadas dos EUA, SpaceX e Blue Origin. Essas duas companhias tem ambições de mandar missões tripuladas comercialmente para o espaço. Dessa maneira, ter estruturas de lançamento como essas já prontas seria um ótimo negócio para qualquer uma delas. Ambas estão ainda interessadas em um dos sítios de lançamentos da agência estatal, justamente o maior e mais próximo da Linha do Equador, o Launch Complex 39.
Não há detalhes sobre outros interessados na compra das bases móveis da NASA, mas acredita-se que governos estrangeiros talvez possam se interessar pelo equipamento.
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Os táxis seriam robotizados, conforme reporta o jornalista Amir Efrati, escrevendo para Jessica Lessin. À princípio, condutores acompanhariam os carros por questões de segurança, mas com o tempo eles seriam dispensados.
Em 2012 o Google rodou algumas cidades norte-americanas para discutir sobre a criação de um serviço desses. Embora a empresa queira vender os veículos ao consumidor doméstico, colocá-los nas ruas em frotas pode ajudar a dar visibilidade ao produto, além de atestar que ele é seguro.
Além disso, o Google fez um investimento de US$ 258 milhões no Uber, aplicativo de solicitação de táxis – o que corrobora com as especulações. Foi, segundo o TechCrunch, a maior aposta do Google Ventures até hoje.
A ideia de fabricação própria seria uma forma de fazer pressão sobre as grandes montadoras para que adotem o sistema de direção da companhia – algo que o Google fez no passado para forçar fabricantes de smartphones a apostar no Android.
Enquanto isso, a empresa também corre para legalizar a tecnologia, nos Estados Unidos. Nevada, Califórnia, Flórida e Washington DC já liberaram (saiba mais).
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A Definetz, organização alemã sem fins lucrativos, quer disponibilizar desfibriladores por meio de drones espalhados pelo país. Assim, qualquer pessoa que tenha um ataque cardíaco ficaria apto a receber tratamento médico rapidamente graças a esses robôs voadores.

Desfibriladores por meio de drones
Na última semana, a empresa anunciou o Defikopter, um conceito de robô produzido juntamente com a Height Tech, que desenvolve drones, para levar desfibriladores à locais por meio da localização de GPS e com ligação a um aplicativo para smartphone.
A Definetz diz que o Defikopter, que foi desenvolvido nos últimos três meses, pode viajar em um raio de 10 quilômetros e voar a pelo menos 70 Km/h. Enquanto as companhias anunciaram o projeto, não há informações ainda de quando ele será lançado ou colocado à venda. E se um aplicativo para smartphone será disponibilizado para o público.
Há, porém, alguns pontos a serem considerados. Caso seja fabricado e colocado à venda, um equipamento desses teria um custo aproximado de 26 mil dólares. Além disso, se funcionasse apenas com o aplicativo, a pessoa que teve o ataque cardíaco só poderia ser ajudada com um pedido de resgate por alguém que tenha o app instalado no smartphone.
Além disso, a lei alemã alega que robôs voadores podem voar apenas com a supervisão de seres humanos.
De qualquer forma, se o projeto funcionar, será necessário um grande trabalho para fazer com que as pessoas tenham ciência da existência desse sistema de emergência. Além de ser preciso mudanças na leis em relação aos equipamentos voadores sem vigilância de pessoas.
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Diferentes brechas de segurança encontradas nos sites do Banco do Brasil, do Bradesco, do serviço de pagamentos Moip e da Boa Vista Serviços (administradora do cadastro de devedores SCPC) expuseram recentemente dados privados de milhões de pessoas.
Os problemas foram descobertos pelo analista de sistemas Carlos Eduardo Santiago, 21, que os demonstrou à Folha após ter sido ignorado pelas empresas. “Ao Moip, à Boa Vista e ao Bradesco, relatei as questões há cerca de um ano.”
“Descobri o erro do Banco do Brasil no dia 8, mesma data de quando avisei a empresa por meio do SAC, mas fui ignorado. Decidi, então, verificar as outras falhas, e elas ainda existiam”, conta.
A seção de seguros residenciais da agência virtual do Banco do Brasil permitia, até a quinta-feira passada, que qualquer pessoa com acesso à área (cliente segurado pelo banco ou em posse desses dados) visualizasse CPF, nome, endereço, telefone, e-mail, agência e número da conta de outro segurado, por meio de uma simples alteração no código, que pode ser visualizado com qualquer navegador moderno –não demanda ferramenta ou conhecimento avançados.
Segundo Santiago, o número de clientes do Banco do Brasil que foram expostos pelo erro é de 1,85 milhão, estimativa com base na sequência do código dos documentos disponíveis durante pelo menos duas semanas.
Contatada pela Folha na quinta, a companhia solucionou a falha no mesmo dia.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Banco do Brasil disse que “o problema não teve associação com qualquer tipo de transação financeira” e que, por isso, “não trouxe risco para os clientes.”
Um grande número de boletos bancários gerados pelo Bradesco está visível e expõe informações de clientes do banco, como CPF, nome, endereço, agência e número da conta, além do valor e do estabelecimento do pagamento em questão.
Consultada, a companhia disse que esse sistema “é utilizado há mais de dez anos e o banco nunca registrou fraude ou problema de clientes.”
A brecha permite que os documentos sejam encontrados até por meio de uma pesquisa no Google e consiste em uma URL aberta (um link de internet desprotegido). Falha semelhante foi verificada no site do Moip, que presta serviços de pagamento on-line para diversas empresas, e permitia ver o mesmo tipo de dado.
O link desprotegido, que é hospedado pelo Moip, continua disponível, mas a empresa diz não ter responsabilidade sobre ele. “As URLs dos boletos em questão foram disponibilizadas pelos próprios vendedores em seus sites.”
Em sua página, a companhia diz processar 300 mil transações virtuais por mês
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Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/08/130822_video_astronomia_escocia_fl.shtml
Nuvens noctilucentes e aurora boreal filmadas por Maciej Winiayczyk
Um astrônomo amador captou dois fenômenos raros no céu da Escócia.
Maciej Winiayczyk esperava apenas filmar as nuvens no ctilucentes, que são formadas por minúsculos cristais de gelo e só podem ser vistas nas noites de verão, em locais próximos aos polos.
Essas nuvens brilham quando iluminadas pelo Sol, que já está abaixo do horizonte.
Para a surpresa do Winiayczyk, no meio da filmagem a aurora boreal se uniu às nuvens noctilucentes, formando um espetáculo de luz.
A aurora boreal ocorre devido ao contato dos ventos solares com o campo magnético do planeta.
O astrônomo amador espera que sua filmagem seja ser útil para campos da pesquisa científica que estudam como esses dois fenômenos podem interagir.
Ele conta que gravou as imagens das 22h às 3h e só parou quando a memória da câmera ficou cheia.
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