
Durante anos, o alongamento foi tratado como etapa obrigatória antes de qualquer exercício. Hoje, a ciência mostra que o efeito depende principalmente de como ele é feito…
Alongamento antes do treino: saiba como impacta seu desempenho nos exercícios

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Que atire a primeira pedra quem nunca revirou os olhos na hora de fazer os exercícios de aquecimento antes do treino – especialmente naqueles dias em que o horário está bem apertado. A ideia de adicionar cinco minutos extras para preparar o corpo parece uma perda de tempo para muitas pessoas, porém pular essa etapa é um erro…
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Trace chega como projeto interessante ao Kickstater para atender a demanda de aplicativos e dispositivos para medir gastos de calorias e também o progresso em geral nas atividades físicas. A novidade do gadget é de servir não só para quem corre ou pedala.
Trace tem um design portátil e bonito (Foto: Divulgação)O produto é um pequeno acessório que pode ser acoplado a diversas superfícies com o adesivo semelhante ao utilizado pela câmera GoPro, de fácil colocação e remoção, para monitorar todos os importantes dados de skatistas, surfistas e atletas em geral que encontrem alguma superfície para acoplá-lo.
O Trace funciona com conectividade Bluetooth e envia os dados das práticas esportivas para aplicativos móveis de Android ou iOS. Serão disponibilizados três apps quando o produto for lançado: um para surfe, um para skate e um para snowboard, que são os principais focos da plataforma. Em cada um, há particularidades interessantes de acordo com o esporte praticado.
Veja o vídeo do projeto que é apresentando no Kickstarter:
Curiosidades na internet
Os smartphones e tablets fazem uso do que chamamos de tela sensível ao toque, que pode ser controladas pelo contato dos dedos com o display. Porém, existem dois tipos de telas touch: as chamadas resistivas e as capacitivas. Vamos esclarecer como é composto cada tipo de display e mostrar os prós e contras de cada um, para que você não tenha dúvidas na hora de escolher qual dispositivo comprar.
O iPhone 4S utiliza uma tela capacitiva de alta qualidade (Foto: Allan Melo /TechTudo)Tela resistiva
As telas resistivas possuem menor precisão no reconhecimento do toque, já que são compostas por várias camadas. A superfície frontal é de plástico, resistente a riscos, com material condutor do lado interno. Abaixo, vem uma segunda camada que geralmente é de vidro, mas por vezes é feita de plástico rígido. Conforme pressionamos a tela, estas camadas fazem contato que informam ao sistema qual sua posição em coordenadas.
Existem alguns tipos de telas resistivas que também suportam medir a intensidade do toque. Esse tipo de tela oferece uma precisão de até 80% e tem a necessidade de ser calibrada sempre que possível, uma vez que o material sofre desgaste que muda a tensão aplicada pelo toque. Grande parte dos telefones mais antigos de touchscreen são de tela resistiva.
Na prática, as telas resistivas precisam que o usuário pressione com força para que o aparelho possa dar uma resposta. Com isso, o desempenho dos dispositivos com a tecnologia são inferiores, já que eles são piores para navegação e principalmente para atividades mais complicadas, como jogos.
Funcionamento de uma tela com a tecnologia resistiva (Foto: Reprodução/PC Pro)Tela capacitiva
Como o próprio nome sugere, é um tipo de tela que usa um capacitor, com duas placas separadas por um isolante (que pode ser o ar). Assim que o dedo toca esse tipo de tela, um capacitor monitorado pelo sistema informa exatamente onde foi acionado, atráves de uma troca de elétrons. E é por causa dessa troca que canetas stylus comuns não funcionam nesse tipo de tela, apenas as especiais e o próprio dedo.
Uma das grandes vantagens do display capacitivo é conseguir trabalhar com as informações de vários toques ao mesmo tempo, o que possibilita ao dispositivo reconhecer movimentos diferenciados, como a pinça. A precisão dessa tela pode chegar a 100% e é de alta durabilidade.
As telas capacitivas estão presentes na maior parte dos dispositivos mais modernos, e costumam ter um tempo de resposta muito pequeno e uma usabilidade bem confortável. Porém, dependendo do modelo do aparelho, a tela pode ter desempenhos melhores ou piores.
Telas capacitivas são mais sensíveis ao toque dos dedos (Foto: Reprodução/PC Pro)Qual escolher?
As telas resistivas são mais antigas, já que os primeiros dispositivos com tela touch utilizavam a tipo de tecnologia. Mas não significa que ela seja necessariamente ultrapassada ou desaconselhável, dependendo do seu uso. Se você necessita de precisão utilizando qualquer caneta stylus, por exemplo, o display resistivo pode ser uma escolha sensata. Além disso, aparelhos com este tipo de tela podem custar até metade do preço de modelos capacitivos.
Porém, em questão de conforto, velocidade de resposta e durabilidade, a tela capacitiva leva grande vantagem. Além de serem multi-toque (reconhecendo mais de dois dedos ao mesmo tempo), nos displays capacitivos não há necessidade de fazer força para que o aparelho reconheça seus movimentos, bastando um leve deslize. Além disso, os dispositivos que fazem uso da tecnologia capacitiva costumam ser mais finos.
Curiosidades na internet
Vírus e outros tipos de malwares já são problemas conhecidos por quem utiliza os computadores. Porém, as ameaças, antes restritas aos desktops e notebooks, têm agora um novo alvo: o seu smartphone. Em número crescente, esses aplicativos atrapalham o desempenho dos gadgets e tentam roubar dados pessoais dos usuários. Mas será que os vírus de celular agem igual aos de computadores? O TechTudo foi atrás da resposta.
Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)Diferenças entre infecções de computadores e de smartphones
Nos computadores, os programas são executados em diferentes níveis de seguranças dentro de camadas de atividades. Os mais importantes rodam em ambientes mais seguros e menos acessíveis do sistema operacional, já os menos essenciais ficam em um local mais exposto e sujeito à alterações.
É justamente na camada mais vulnerável que grande parte dos malwares começam a ser executados, podendo enviar cópias e estender suas ações a outros aplicativos, também situados neste grau de segurança. Já os programas mais agressivos conseguem burlar os níveis de segurança do sistema e se enraizar nas camadas importantes podendo comprometer o desempenho do computador e colocar em risco todo o seu funcionamento.
Enquanto isso, o processo de infecção é bastante diferente nos smartphones. Os sistemas Android e iOS possuem arquitetura com somente duas camadas: uma mais restrita, com as principais execuções e os apps nativos do sistema, e outra onde estão as informações, arquivos e programas baixados pelo usuário.
Quando um malware infecta um smartphone, suas ações irão se restringir ao nível mais exposto, limitando-se aos dados dos usuários e, raramente, tendo acesso às funções vitais do sistema. Porém, aparelhos desbloqueados via jailbreak ou root aumentam o risco de que malwares, mesmo inofensivos, comprometam as funções essenciais do sistema.
Infecções ocorrem através da troca de dadosComo acontecem as infecções?
Atualmente, para contaminar seu smartphone com estas “pragas digitais” basta estar conectado a internet ou receber arquivos maliciosos por transmissões via bluetooth, SMS e MMS. Qualquer método que receba dados de outro aparelho é uma porta de entrada para estes programas danosos. A maneira mais segura para se utilizar o celular ainda é no “Modo Offline”.
Grande parte dos malwares para celulares encontram-se nas próprias lojas oficiais de aplicativos, como a Google Play. No entanto, um relatório recente mostrou que essas ameaças começaram a circular via spams. Alguns desses programas, uma vez baixados, roubam seus dados e alteram configurações do sistema, com a possibilidade de enviar cópias de si mesmo ou de outros malwares por diferentes meios de transmissão de dados.
As consequências de um smartphone infectado
Um dos primeiros sintomas da presença de um malware, tanto em smartphones quanto computadores, é o comprometimento do desempenho do sistema. Devido às operações desses aplicativos nocivos, o processamento de dados do sistema passa a ter um maior gasto de memória, o que acaba por deixar o sistema mais lento, propenso a erros e congelamentos.
Outro indício de “contágio” é o aumento significativo da transmissão de dados pela rede, além do envio de SMS, MMS, e-mails e outras mensagens pela internet sem o conhecimento dos usuários.
Essas duas características são comportamentos padrões de malwares. Como foram desenvolvidos para roubar e transmitir dados, sejam eles imagens, contatos, relatórios de navegação na web e até informações bancárias, esses softwares acabam comprometendo o funcionamento de seu smartphone.
Malware mais nocivos, no entanto, podem atrapalhar a performance do seu celular, interromper ou impedir ligações, podendo ainda contaminar outros aparelhos. Esses apps maliciosos são capazes também de transmitir mensagens, executar aplicativos, destruir o sistema operacional, aumentar o consumo da bateria de seu aparelho e até danificar o hardware.
O Android é uma das plataformas mais vulneráveisComo se prevenir?
A primeira coisa a ser feita para manter o celular a salvo de aplicativos nocivos é estar atento aos dados enviados e recebidos pelo aparelho. Procure se assegurar sempre se os downloads tem uma procedência segura, observando comentários sobre comportamentos suspeitos e reclamações.
Os malwares também pode estar camuflado em vídeos, músicas, aplicativos e fotos enviadas por e-mails, SMS, MMS e em transmissões via Bluetooth. Portanto, confirme o conteúdo com a pessoa que lhe enviou o arquivo, antes de abri-lo.
Além desses cuidados, é bom ter em seu smartphone um bom antivírus para garantir que seu sistema está seguro e evitar futuras infecções. Nas lojas de aplicativos online, há uma boa quantidade de diferentes antivírus gratuitos, que poderão ser muito uteis na proteção de seu aparelho.
Como os smartphones são dispositivos desenvolvidos para transmitir e receber informações de forma intensa, estes aparelhos se tornaram ambientes muito mais vulneráveis a vírus e malwares do que os computadores. Por isso, mantenha-se informado a respeito de novos tipos de infecções e sobre o funcionamento de seu smartphone. Caso seu celular esteja apresentando algum comportamento suspeito, instale ou troque seu antivírus e, se o problema continuar, leve-o a assistência técnica.
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A Intel se prepara para lançar sua próxima geração de processadores, intitulados Haswell, e promete que o componente garantirá 50% a mais de vida útil para as baterias dos laptops em comparação aos processadores Ivy Bridge. A nova linha foi desenvolvida pensando em tablets e laptops, e seu foco principal é na diminuição do consumo de energia. As informações são do PC World.
Segundo Rani Bokar, vice-presidente corporativo e gerente geral do Intel Architecture Group, o aumento da vida útil da bateria não irá comprometer o desempenho dos laptops e, tanto no modo inativo como no standby, os processadores serão capazes de aumentar a duração das baterias em até 20 vezes.
A companhia deverá lançar os processadores Haswell durante a Computex 2013, que acontece entre os dias 4 e 8 de junho em Taipei, Taiwan, e eles fazem parte da estratégia de atualização da empresa em seus componentes a cada dois anos. Os novos chipsets pretendem diminuir a lacuna existente entre tablets e laptops com melhorias na duração da bateria, em displays sensíveis ao toque e também em seu desempenho gráfico.
Os processadores Haswell conseguiram atingir melhor eficiência energética graças a uma unidade de gerenciamento de energia construída no próprio chip, que garante um ajuste dinâmico do consumo de energia em diversas partes do processador. Reguladores de voltagem também foram aplicados na arquitetura do novo modelo de chipset da Intel, que permite que eles sejam empregados em dispositivos menores, e interconectores mais rápidos ajudam o chip a transmitir dados a uma velocidade maior, reduzindo o tempo de trabalho do processador e, claro, seu consumo de energia.
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O sistema operacional Android já é o mais utilizado do mundo mobile. De tanto armazenar informações, imagens, aplicativos e todo tipo de mídia, os smartphones e tablets tornam-se sobrecarregados e, muitas vezes, têm seu desempenho comprometido. Para resolver esse problema, a AVG Technologies lançou uma solução gratuita que otimiza a memória e a bateria dos dispositivos móveis com sistema operacional Android: o AVG Tune Up.
As funcionalidades do app contam com um “eliminador” de tarefas, que desativa as que estão em andamento e interferem na estabilidade do sistema. Além disso, ele economiza a bateria e possui um gerenciador de armazenamento de dados, para que o usuário monitore o uso da memória do aparelho. Assim, o AVG Tune Up para Android garante que o dispositivo funcione de forma mais fluida, com menor possibilidade de travamentos ou lentidão no processamento.
“Muitos aspectos da nossa vida já estão ligados aos smartphones ou tablets, como a interação com amigos, armazenamento de dados, edição de arquivos e conexão com a internet. Por isso, é frustrante quando a bateria acaba repentinamente, o aparelho trava por várias tarefas estarem sendo executadas simultaneamente ou perdemos compromissos em decorrência de problemas com o dispositivo, por exemplo. Com o AVG Tune Up é possível utilizar ferramentas inteligentes para otimizar o desempenho do aparelho e evitar que seu mal funcionamento atrapalhe nosso dia a dia”, explica Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG no Brasil e colunista de Segurança da Informação do Canaltech.
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A equipe de pesquisadores da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), responsável pelo carro capaz de circular por ruas sem precisar de um motorista, exibido ontem (22) no programa ‘Mais Você’, na Rede Globo, afirma que não houve uma falha mecânica, e sim uma falha humana no caso do atropelamento da apresentadora Ana Maria Braga ao vivo.
O projeto do veículo sem motorista foi desenvolvido pelo Laboratório de Computação de Alto Desempenho (LCAD) da UFES, e tem o objetivo de proporcionar maior mobilidade para pessoas com deficiências física e visual. Os pesquisadores garantem que o carro, em um futuro próximo, poderá também ser controlado por ondas cerebrais e ajudar que pessoas com deficiências de fala possam dirigir.
No caso do programa matutino, a equipe afirma que um de seus membros teria se esquecido de puxar o freio de mão do veículo e ele desceu, já que estava localizado em uma rua íngreme e não estava operando no modo automático. A porta do passageiro atingiu Ana Maria Braga nas costas, arremessando-a ao chão e fazendo com que a apresentadora levasse cinco pontos na boca. “No modo automático o carro fica parado em ladeiras. No momento do acidente, no entanto, ele estava no modo manual e se comportou como um carro qualquer”, afirmou o pesquisador do LCAD Cayo Fontana. “Foi uma falha 100% humana”.
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