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  • Fim de semana terá tempestade solar

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1121378-fim-de-semana-tera-tempestade-solar.shtml

    A previsão do tempo galáctica informa: o fim de semana será de tempestades solares.

    Entre sábado e domingo, a Terra será bombardeada por radiação e partículas carregadas oriundas de erupções no Sol. Embora sejam potencialmente danosas, os cientistas dizem que, dessa vez, não é preciso se preocupar.

    Nasa/France Presse
    Imagem da Nasa mostra erupção solar ocorrida em 7 de março 2012, classificada como uma das maiores dos últimos anos
    Imagem da Nasa mostra erupção solar ocorrida em 7 de março 2012, classificada como uma das maiores dos últimos anos

    O evento foi classificado como “de menor dano potencial”. Mesmo assim, os responsáveis por linhas de energia e empresas aéreas já foram notificados.

    Juha-Pekka Luntama, especialista em clima espacial da Agência Espacial Europeia, afirmou que que os operadores de navegação “certamente verão alguma coisa, mas eles provavelmente encontraram maneiras de lidar com qualquer problema” decorrente da tempestade que se aproxima.

    As ejeções de massa coronal são fenômenos normais, que variam em frequência e intensidade conforme o ciclo de mais ou menos 11 anos de atividade solar. Agora, o astro está “despertando” de um período de baixa atividade e começando um período em que as erupções acontecem com maior frequência. O ápice deve acontecer em 2012.

    As tempestades solares não são motivo de alerta pelo risco de machucar diretamente alguém. As grandes vítimas da fúria solar são os equipamentos eletrônicos.

    Entre outras coisas, as tempestades solares conseguem provocar danos na rede elétrica, além de sistemas de GPS e de satélites.

    Em Québec, no Canadá, uma forte erupção solar derrubou o sistema de transmissão de energia elétrica, deixando quase 6 milhões de pessoas sem luz em 1989.

    LADO BRILHANTE
    Se as tempestades solares são muito ruins para os equipamentos, elas podem fornecer verdadeiros espetáculos para os olhos.

    Conforme as partículas carregadas bombardeiam a Terra, elas podem provocar um espetáculo de luzes e cores nas proximidades dos polos. São as chamadas auroras.

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  • Estudo revela mecanismo que faz câncer se espalhar

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1121721-estudo-revela-mecanismo-que-faz-cancer-se-espalhar.shtml

    Uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo brasileiros do Hospital A.C. Camargo (SP), pode ter dado um passo importante para bloquear o insidioso processo por meio do qual o câncer se espalha pelo organismo.

    Eles mostraram que uma espécie de bolha microscópica, que lembra uma “minicélula”, é capaz de carregar as sementes de um novo tumor para partes distantes do corpo, preparando essas áreas para receber a doença.

    Se for possível bloquear a ação dessas “bolhas”, os médicos teriam em mãos uma defesa importante contra a metástase, como é conhecido o espalhamento do câncer pelo organismo do doente.

    A quantidade e o conteúdo das “minicélulas” também poderiam trazer pistas importantes sobre a gravidade de determinado câncer e sobre a resistência do tumor a medicamentos, explica a bioquímica Vilma Martins, pesquisadora do A.C. Camargo. “Pode ser uma ferramenta muito poderosa para os oncologistas”, afirma ela.

    Martins assina um estudo sobre o tema que acaba de ser publicado na revista científica “Nature Medicine”. A equipe de cientistas, coordenada por David Lyden, da Faculdade Médica Weill Cornell, em Nova York, identificou sinais intrigantes do papel das “bolhas” -conhecidas tecnicamente como exossomos- num câncer que costuma afetar a pele, o melanoma.

    UM CORPO QUE SAI

    Os termos gregos que formam a palavra “exossomo” podem ser traduzidos exatamente da maneira acima: “um corpo que sai” da célula, como uma espécie de mensageiro, de acordo com o que pesquisas recentes mostram. “É uma área de pesquisa bastante nova”, diz Martins.

    Os exossomos se formam no interior das células e apresentam uma membrana composta por uma camada dupla de gordura -exatamente como a membrana das células “verdadeiras” (veja quadro).

    Em seu interior, podem carregar vários tipos de molécula, inclusive material genético. Atravessam com facilidade a membrana das células e levam essa carga para outras células. “Parece um método eficiente de sinalização celular”, explica Martins.

    O problema é que, como mostrou o trabalho da bioquímica e seus colegas, essa sinalização pode ser facilmente usada para o mal. Em pessoas com melanoma, por exemplo, os exossomos produzidos carregam uma quantidade maior de proteínas ligadas ao câncer quando o tumor da pessoa é mais grave.

    Quando injetadas em camundongos junto com células tumorais, as “minicélulas” facilitaram a formação de tumores, carregando substâncias que ajudam a recrutar células formadoras de vasos sanguíneos.

    É que os cientistas apelidam de “criação de nicho” para o tumor: um local cheio de nutrientes trazidos pelos vasos para que o vilão possa crescer. E os vasos também ficam mais permeáveis -o que facilitaria a penetração das células tumorais. O desafio, agora, é aprender a bloquear o processo.

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  • Cientistas criam chip para que pessoas com deficiência possam voltar a andar

    Acesse:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-criam-chip-para-que-pessoas-com-deficiencia-possam-voltar-a-andar,900995,0.htm

    Segundo grupo de pesquisadores da USP de São Carlos, aparelho seria implantado em parte externa do córtex cerebral e comandaria os movimentos por meio de um exoesqueleto

    Em Avatar, filme dirigido por James Cameron, o ex-fuzileiro Jake Sully (interpretado por Sam Worthington) é paraplégico. Mas, quando decide participar do Programa Avatar, suas conexões neurais o conectam a um avatar e então o ex-fuzileiro consegue andar. No filme, isso só ocorre quando o cérebro de Sully consegue controlar, de forma virtual, o seu avatar no belo mundo de Pandora.

    À medida que um campo magnético fora da cabeça chega perto do chip, ele vai se energizar - Agência Brasil
     À medida que um campo magnético fora da cabeça chega perto do chip, ele vai se energizar

    No mundo real, apesar de muitos estudos científicos sobre o tema, ainda não é possível fazer uma pessoa com as limitações de Jake Sully voltar a andar. Mas cientistas brasileiros estimam que isso pode começar a ocorrer em 2030. A ideia de pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, é que um chip seja implantado na parte mais externa do córtex cerebral. Quando for ativado, esse dispositivo poderá comandar os movimentos de uma pessoa com deficiência física por meio de um exoesqueleto (espécie de esqueleto artificial feito de metais resistentes).

    “À medida que um campo magnético mantido fora da cabeça se aproximasse desse chip, ele iria se energizar e passaria a ler e enviar os comandos do cérebro para fora, utilizando essa mesma energia”, explicou em entrevista à Agência Brasil Mario Alexandre Gazziro, professor do Departamento de Ciência da Computação da USP.

    O mecanismo está em estudo por um grupo de pesquisadores de São Carlos, do qual participa Gazziro. A pesquisa está sendo desenvolvida em parceria com a Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, com a participação do professor Stephen Saddow. “Certamente essa é a solução mais promissora para fazer com que, por meio de esqueletos mecânicos ou robotizados, paraplégicos e pessoas com outras deficiências voltem a andar de novo”, disse o professor da USP.

    Atualmente, segundo ele, o que existe em termos de experimento nesse sentido é a instalação de eletrodos no cérebro. “O que se faz é colocar o eletrodo dentro do cérebro, diretamente, nos experimentos. Não está disponível comercialmente nem aprovado pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, lembrou Gazziro.

    O novo chip, no entanto, funcionaria de forma semelhante ao sistema implantado no personagem Neo, do filme Matrix, mas sem o uso de um fio. “Imagine que aquela conexão na cabeça que é feita neles [personagens do filme] seria feita só de se chegar próximo [à cabeça]. Esta é a nossa proposta: uma interface em que colocamos um chip dentro do cérebro e ‘conversamos’ com o chip só de chegarmos próximo [a ele]”, disse.

    Além do chip sem fio, uma condição para que um paraplégico volte a andar, nessa situação, será o desenvolvimento de exoesqueletos. “Precisará ter um exoesqueleto, um esqueleto para movimentar perna e braço. Esse exoesqueleto teria uma antena, escondida embaixo do cabelo. O chip seria colocado em uma região específica do córtex. E a pessoa aprenderia a usar aquele membro eletrônico. Seria como aprender a andar de novo”, explicou o professor. Segundo Gazziro, a tecnologia de criação do exoesqueleto está bem encaminhada.

    A pesquisa, que será desenvolvida no instituto durante três anos, pretende focar no desenvolvimento de chips sem fio e de baixo consumo. Eles serão feitos com material biocompatível, como o carbeto de silício, que, segundo a equipe de pesquisa coordenada por Saddow, tem a propriedade necessária para desenvolver uma interface cerebral.

    “É um chip especificamente desenhado para ser interligado ao córtex motor. O que fazemos aqui é uma complementação do estudo do professor Miguel Nicolelis [que pretende construir um exoesqueleto robótico, comandado diretamente pelo cérebro, para que pessoas com paralisia voltem a andar], que tem conhecimento das pesquisas feitas em São Carlos. O que fazemos é propor uma solução para tirar o fio que atualmente seria usado em uma interface cerebral”, disse o professor.

    O estudo está dividido em duas partes. A primeira aborda a questão da biocompatibilidade, que já foi resolvida pela universidade norte-americana. A outra, considerada um gargalo no mundo científico, trata da redução do consumo de energia pelo chip, o que ficará a cargo dos pesquisadores da USP. “Em parceria com o pessoal do sul da Flórida, estamos desenvolvendo novas técnicas para baixar o consumo do chip de forma que, nos próximos quatro ou cinco anos, consigamos ter um com pouca energia conseguindo funcionar dentro do cérebro”, disse o professor.

    Depois de desenvolvido, o chip de baixo consumo será testado em ratos. “Nossa estimativa é que isso [implantar o chip em ser humano com sucesso] possa vir a se tornar corriqueiro no dia a dia em torno de 2030. O processo de validação para humanos leva mais de dez anos. Estamos com o plano de terminar nossos chips entre 2018 e 2020. A partir daí, serão mais dez anos de estudos clínicos para poder validar para uso comercial”, explicou.

    O estudo, denominado ‘Interface Neural Implantável’, foi aprovado pelo programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, e tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “Atualmente temos R$ 250 mil, que acabaram de ser aprovados. E estamos pleiteando mais R$ 2 milhões nos próximos anos. Mas, como vamos usar a fábrica de chip experimental da Flórida, esses R$ 250 mil já vão ser suficientes para fazer os primeiros. Não estamos com carência de recursos. Para cumprir essa meta para os primeiros chips, esse orçamento já cobre. Mas estamos pedindo mais orçamento para aprimorar e construir processos de fabricação industrial aqui”, disse Gazziro.

    Além de possibilitar que, no futuro, pessoas com deficiência possam voltar a andar, o projeto pretende impulsionar a pesquisa e a indústria nacional. “Se esse projeto for bem administrado, mantendo a propriedade intelectual e fazendo a transferência para a indústria, ajudará não só as pessoas, mas a indústria médica no país. O interessante seria dar incentivo para que empresas nacionais, via incubadoras, fabricassem esses sistemas, podendo gerar renda [para o país]”, destacou o professor.

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  • EUA quer implantar nanotecnologia no corpo de soldados

    Acesse:http://hypescience.com/eua-quer-implantar-nanotecnologia-no-corpo-de-soldados

    Tratar doenças em soldados, durante guerras, é mais complicado do que cuidar de pacientes civis em uma cidade. Nas cercanias de locais de conflito, os médicos ficariam muito agradecidos se recebessem uma mãozinha da nanotecnologia em seu trabalho.

    Pois este momento parece ter chegado: no último dia 15, a Agência de Projetos de Pesquisa de Defesa Avançada (DARPA, na sigla em inglês), do governo dos EUA, anunciou a intenção de instalar mini robôs-médicos no organismo dos militares.

    Historicamente, as guerras registram mais mortes por doenças em combate do que propriamente pelas batalhas em si. O objetivo da DARPA é criar um sensor que monitore a saúde dos soldados e dê diagnósticos precisos antes que a má saúde represente uma baixa nas fileiras do exército.

    Ainda em 2012, os pesquisadores esperam lançar um protótipo para testes deste dispositivo, que é focado na interação com nanopartículas do corpo. O aparelho será de utilidade para evitar cirurgias, já que alguns locais onde as forças armadas dos EUA têm atuado (como o Iraque, por exemplo) estão a centenas de quilômetros de um centro hospitalar capacitado para procedimentos complicados. Muitos soldados americanos têm voltado para casa por este motivo.

    Em uma meta de longo prazo, os cientistas idealizam que este mecanismo sirva não apenas para fazer diagnósticos, mas também para auxiliar nos tratamentos. Para cumprir esta finalidade, já estão em planejamento alguns testes do aparelho em funcionamento no corpo de animais.

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  • Carros irão ligar para resgate em caso de acidente

    Acesse:http://www.vocesabia.net/curiosidades/carros-irao-ligar-para-resgate-em-caso-de-acidente/

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    Parlamento Europeu aprovou resolução para que, a partir de 2015, carros novos sejam equipados com tecnologia para ligação automática para serviços de resgate.

    Em 2015, o Parlamento Europeu quer que todos os carros novos alertem automaticamente os serviços de emergência em caso de um acidente, por meio de um serviço conhecido como eCall.

    O Parlamento aprovou uma resolução neste sentido, e pediu à Comissão Europeia a criação da lei.

    A introdução do eCall, projetado para automaticamente ligar para o número de emergência europeu 112 quando um carro bate, permitiria que os serviços de resgate chegassem mais rápido, salvando até 2,5 mil vidas por ano e reduzindo a gravidade dos ferimentos de 10% a 15% por cento, de acordo com o Parlamento.

    A chamada pode ser disparada por sensores a bordo, tais como os do airbag, ou por qualquer ocupante do carro por meio de um botão.

    Dispositivo que será implantando nos carros novos

    Os sistemas eCall também usarão satélites e localização via antenas para determinar a posição do carro acidentado. Com base nisso, o sistema entra em contato com o centro de emergência mais próximo, e também vai enviar um conjunto mínimo de dados (MSD), que inclui a hora, a direção em que o veículo estava viajando, identificação do carro, indicação se a chamadal foi acionada automatica ou manualmente e informações sobre um eventual prestador de serviços. Enviar os dados extras ajuda a reduzir mal-entendidos e a eliminar barreiras linguísticas entre os ocupantes do veículo e o operador, defende a proposta.

    O sistema não deve ser utilizado para monitorar os movimentos de uma pessoa ou determinar sua localização, a menos que ela tenha sido envolvido em um acidente, diz o texto.

    A idéia do eCall está em pauta desde 2003, e a Comissão Europeia assinou um acordo com montadoras e empresas de tecnologia em 2005 para equipar os carros novos com o sistema eCall a partir de 2009. No entanto, a adoção voluntária falhou e até agora apenas 0,4% dos automóveis europeus estão equipados com o sistema, disse o Parlamento. É por isso que os deputados pediram urgência à Comissão Europeia para a criação de uma lei, e para estender no futuro o sistema a outros veículos, como ônibus, motocicletas e caminhões.

    Os deputados disseram que o serviço deve ser gratuito para todos os condutores na Europa. Um dispositivo eCall deve custar cerca de 125 dólares quando implementado em todos os veículos, de acordo com um documento no site da Comissão Europeia. A Comissão espera que o eCall pode também ser explorado comercialmente, por exemplo, para sistemas de seguro avançados, rastreamento de veículos roubados e pedágios.

    A implantação completa do sistema eCall exige a cooperação entre as autoridades públicas, empresas de automóveis e operadoras de telefonia móvel. Se ele for obrigatório, as montadoras terão de equipá-lo em todos os carros novos, e os Países da UE terão de atualizar seus sistemas de chamada de emergência em conformidade com as normas da tecnologia.

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  • Smartphone Galaxy conduz Samsung a lucro recorde de US$ 5,9 bilhões

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1116178-smartphone-galaxy-conduz-samsung-a-lucro-recorde-de-us-59-bilhoes.shtml

    A disparada nas vendas do celular inteligente Galaxy levou a Samsung Electronics a um lucro trimestral recorde de US$ 5,9 bilhões, mas a gigante da tecnologia sul-coreana está preocupada com os efeitos da crise da dívida na Europa sobre a demanda em seu maior mercado para televisores e eletrodomésticos.

    Os smartphones Galaxy provavelmente ampliaram vantagem diante dos modelos rivais oferecidos pela Apple e Nokia, apesar de uma escassez de componentes causada pela demanda superior à esperada pelo novo modelo S 3.

    Olivia Harris/Reuters
    Mulher segura um Galaxy S 3 depois do lançamento do smartphone em Londres
    Mulher segura um Galaxy S 3 depois do lançamento do smartphone em Londres

    Embora as vendas de celulares superiores às projeções venham conquistando as manchetes e tenham alimentado crescimento mais de duas vezes superior ao esperado dos lucros da empresa, outras áreas, como as de chips e bens eletrônicos de consumo, estão enfrentando preços baixos e demanda fraca, bem como fraqueza do euro, que reduz os lucros repatriados.

    Em um sinal de que a crise na zona do euro preocupa os conselhos de empresas de todo o mundo, executivos da Samsung afirmaram esta semana que o grupo estava trabalhando em um plano de contingência.

    “A Europa é nosso maior mercado para bens eletrônicos de consumo e podemos ter de iniciar cortes de custos e aumentar os preços de produtos caso o euro caia abaixo de seu nível atual”, disse um executivo que pediu que seu nome não fosse mencionado.

    “Nossos celulares inteligentes estão vendendo muito, com alguns canais de venda reportando crescimento de 40% a 60%, mas isso distorce a perspectiva operacional mais ampla, que é desafiadora devido à fraqueza da economia mundial e do euro”, disse.

    O euro caiu em cerca de 5% diante do won sul-coreano, de abril para cá, e em cerca de 8% nos 12 últimos meses, para sua cotação mais baixa em dois anos.

    Nas estimativas sobre os resultados do segundo trimestre, divulgadas na sexta-feira, a Samsung, que tem valor de mercado de US$ 170 bilhões e é a maior fabricante mundial de televisores, celulares inteligentes e chips de memória DRAM, previu que seu lucro operacional saltou 79%, para 6,7 trilhões de wons ante o mesmo período de 2011, o que confirma a previsão média de 23 analistas pesquisados pela Reuters.

  • Receita vai fiscalizar pelo menos 200 mil declarações do IR

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1078947-receita-vai-fiscalizar-pelo-menos-200-mil-declaracoes-do-ir.shtml

    SPFW 2012

    A Receita Federal informou que pretende fiscalizar pelo menos 200 mil declarações do Imposto de Renda neste ano. Quem não prestar contas direito ao Fisco pode cair na malha fina.

    A Receita espera receber 25 milhões de declarações em 2012.

    A omissão ou declaração incorreta dos rendimentos ocupa o topo da lista de razões para a malha fina. Quem tem mais de um emprego não deve esquecer de informar todos os rendimentos, ainda que parte desse dinheiro não tenha o desconto do IR direto na fonte.

    Veja especial sobre o Imposto de Renda

    O mesmo vale para os rendimentos dos dependentes. Neste ano, por exemplo, a dedução por dependente é de até R$ 1.889,64.

    Em 2011, foram intimados 158 mil contribuintes com indícios de infração praticados na declaração.

    Na tentativa de reduzir o imposto a pagar ou aumentar o valor restituído, muitos contribuintes inventam despesas, filhos e tentam incluir como gastos médicos no Imposto de Renda idas a salões de beleza e estadia em spas.

    Uma das duas principais razões para retenção de declarações, as despesas médicas são as que costumam reunir as malandragens mais bizarras –a outra razão é a divergência de informações sobre rendimentos.

    ABSURDOS

    No ano passado, a malha fina do IR reteve declarações de contribuintes que tentaram deduzir despesas com clínicas e médicos veterinários e até com salões de beleza. As explicações são tão esdrúxulas quanto as tentativas de enganar o Leão: houve até contribuinte que tratava os cães como filhos e que queria tê-los como dependentes.

    O auditor Luiz Monteiro, da Receita Federal, diz que também é comum encontrar contribuintes que tentam declarar doação feita ao Fundo da Criança e do Adolescente, sem que o dinheiro tenha sido repassado.

    Ele afirma que os absurdos têm diminuído, assim como o número de declarações retidas, porque é possível acompanhar a situação da declaração pelo site da Receita. Com isso, o contribuinte pode checar se as informações que repassou foram colocadas sob suspeita.

    A dez dias do encerramento do prazo, balanço da Receita aponta a entrega de 12 milhões de declarações –o que representa 48% do total esperado.

    É obrigado a declarar o contribuinte que recebeu rendimentos cuja soma foi superior a R$ 23.499,15 em 2011, o que corresponde a R$ 1.807,63 por mês, incluindo o décimo terceiro salário. Também deve declarar quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil.

    Deve ainda preencher a declaração quem recebeu, em qualquer mês de 2011, ganho de capital em alienações de bens ou direitos; realizou operações em Bolsas de valores, de mercadorias, de futuros ou semelhantes; ou teve receita bruta superior a R$ 117.495,75 com atividade rural, entre outras situações.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Com informações da Agência Brasil

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  • Back-End Engineers são os heróis anônimos da indústria de tecnologia

    Acesse:http://pandodaily.com/2012/04/11/back-end-engineers-are-the-unsung-heroes-of-the-tech-industry/

    Designers e desenvolvedores de front-end receber todo o crédito. Eles são os únicos que produzem as mudanças mais facilmente visíveis ao seu serviço ou produto favorito. A maioria dos clientes nem sequer perceber que existem inúmeros engenheiros se esforçam em centros de dados, trabalhando em infra-estruturas e por trás do véu, correções, a fim de colocar alguns dos seus sonho apresenta uma realidade. E isso é uma vergonha.

    A experiência de usar um pedaço de tecnologia não se baseia apenas no olhar ea sensação de que parte, também é baseada em quão bem – e  como , período – ele funciona. Infelizmente, estas porcas e parafusos são difíceis de mercado, apesar do impacto que eles têm sobre a experiência global.

    Há um tipo especial de raiva reservada para aqueles momentos em que o iPhone diz que você não pode baixar um aplicativo porque é mais 50MB de tamanho. O limite anterior – 20MB – era controlável, então você acha que algo 2,5 vezes o tamanho seria fácil de trabalhar, mas não é. Por quê? Por causa do novo iPad e os gráficos Retina que os desenvolvedores tem que incluir em suas aplicações.

    Ou, em vez considerar a descrença e frustração que usuários do iPhone 4S sentiu quando eles usaram seu novo telefone para um dia inteiro. Talvez tenha sido um bug com o iOS 5, ou talvez fosse o processador A5, ou talvez fosse uma piada cruel que está sendo jogado pelos deuses da bateria. Nós não sabemos a causa exata, mas o 4S tem uma bateria bem mais curto em comparação com seu irmão gêmeo quase idêntico, o iPhone 4.

    Que fixa as questões acima certamente melhorar a experiência de usar um produto da Apple, ou o inferno, qualquer produto, se os termos foram alterados. Mas a questão é esta: Como é que a empresa deveria fazer algum dinheiro fora de melhorar algo que os consumidores não vão entender?

    É difícil explicar aos consumidores porque a bateria em um telefone durar mais do que a bateria em outro telefone. Tudo o que importa é o fato de que eles perderam um telefonema de sua tia-avó Susan, porque tinha jogado meia hora de Angry Birds e assistiram a um vídeo do YouTube única. Tente explicar para alguém, porque não é possível baixar um jogo no seu iPhone, e ver a expressão em seu rosto enquanto você lhes disser que é por causa de algo que é usado por um dispositivo que  não está mesmo preocupado com . Em seguida, abaixar, porque alguma coisa vai acabar sendo jogado.

    Fixação de qualquer um desses problemas vai proporcionar um benefício real e tangível, mas eles não são imediatamente visíveis. Em um mundo onde os especialistas de tecnologia estavam reclamando que o iPhone 4S parecia o iPhone da geração anterior, e que a exibição de atualização iPad Retina não é digno, é impossível negar que parece assunto. Se alguém pensa que o aumento da exposição em apenas  um acordo de exibição não é um grande e recomenda esperar até a próxima geração (que, aliás, acontece  a cada geração ), como essa pessoa reage a um dispositivo que “apenas” aumenta a vida útil da bateria?

    Este é o ato de equilíbrio que a Apple e outras empresas de tecnologia precisam realizar para construir grandes produtos. Para cada consumidor que usa um recurso é necessário que haja melhorias feitas a dezenas de itens que o consumidor nunca mesmo pensa. A pessoa comum ser animado ao ouvir sobre a Apple a construção de um novo centro de dados, ou chegando com uma nova forma de comprimir as imagens ou gerenciar os downloads de aplicativos? Provavelmente não, mas eles estão definitivamente empolgados com iCloud ou ser capaz de  finalmente  baixar um app measly pouco.

    Daqui para frente, vamos ver empresas muito mais centradas na construção de infra-estrutura para o consumo voltados para mercadorias. Eles podem não ser a próxima empresa grande que todos e sua mãe conhece, mas eu tenho certeza que vamos acabar percebendo o trabalho que eles fizeram, mesmo que não lhes dar crédito por isso.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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  • iOS precisa de um novo começo

    Acesse:http://pandodaily.com/2012/04/12/ios-needs-a-fresh-start/

    Em 2007, a Apple mudou a maneira como pensamos sobre telefones com touchscreen para o seu iPhone.Agora, essa tecnologia pode ser encontrada em todos os lugares em cada transportadora em todo o mundo. Mas não é apenas o hardware que fez do iPhone um sucesso, o software fez a sua parte também. Ela costumava ser chamado de “iPhone OS”, até 2010, quando a empresa renomeou “IOS” para tornar as coisas mais simples e também unificar o iPad, iPhone e iPod touch.

    Agora é 2012 e as coisas progrediram bastante desde iOS 3.2 lançado com a volta iPad original em abril de 2010. Primeiro veio iOS 4.0 em junho de 2010, seguido pela versão iPad deste software em novembro do mesmo ano – até então, as coisas tinham sido trazidos para a versão 4.2.1 através da placa.

    iOS 4 foi provavelmente o lançamento mais importante na história do sistema operacional, uma vez que finalmente trouxe a capacidade multitarefa muito necessária.Junto com ele veio o iPhone 4 realmente impressionante com a sua exibição Retina bonito. O desenho era elegante, os jornalistas elogiaram a tela Retina cristalina, e que apenas tinha um problema de Antennagate, mas isso tudo passou agora com a 4S.

    Tudo isso é um progresso incrível para um SO que começou com apenas um dispositivo, mas as coisas estão ficando um pouco mais lotado com cada lançamento.

    A atualização mais recente versão do iOS, por exemplo, adicionou muitas características interessantes como o iCloud, o Centro de Notificação, Newsstand, lembretes, IMessage, e muitos outros para o número superior a 200 total. Infelizmente, uma coisa que eu notei nessa revisão é que a tela inicial está começando a ficar completo com aplicativos muitas ações – 25, para ser exato.

    Eu acho que é a Apple deu tempo o sistema operacional um redesenho bom que não adiciona novos recursos, mas refina as que existem atualmente. Eles devem passar e realmente dar uma boa olhada no código que está fazendo backup do sistema operacional, aperfeiçoando-o até que as coisas são impecáveis. É hora de ver algumas mudanças drásticas na interface do usuário – afinal, ele foi cinco versões desde que foi introduzido e não um lote inteiro mudou nesta área.

    Como você pode muito bem sabe, o Google lançou recentemente uma revisão muito boa de seu sistema operacional Android, que mudou muitas das funções básicas de forma dramática. Eles trouxeram os recursos queridos de Honeycomb – Versão 3.0 do Android, que era apenas para comprimidos – para smartphones. Eu realmente gosto do que eles fizeram com ele, e isso me fez pensar sobre o que a Apple tem feito ultimamente. A resposta foi “Não muito, realmente.” Claro, eles adicionaram muitas funcionalidades solicitadas pelos usuários e melhorado no que eles têm atualmente, mas a cada poucos anos é tempo para algo mais do que simplesmente um “OS melhorada.” As pessoas querem algo diferente .

    Com iOS 6, eu espero ver mais do que apenas um recurso adições e melhorias no sistema operacional atual, tal como está. Eu gostaria de ver uma melhor integração de todo iCloud (que estão atualmente fazendo isso com leão de montanha, que é bom), uma quase completa interface de atualização, uma loja melhor App que não é apenas uma página dentro de um aplicativo, uma completamente re-imaginado tela inicial que tem algumas capacidades expandidas, e muito, muito melhor multitarefa para responder a essa do Android 4.0.

    Eu acho que o maior desses desejos é a tela inicial. Mesmo que um redesign seria incrível, eu prefiro ver uma forma completamente nova para abrir aplicativos. Algo simples como o que ele tem agora, mas não é tão simples que ele precisa mais do que isso. É preciso haver uma melhor maneira de entrar e sair de aplicativos rapidamente, e não apenas no iPad – falo dos gestos que a Apple integrados no dispositivo. Seria realmente bom ver alguns gestos no iPhone, e algo parecido com o webOS foi combinado com Android seria o começo direita. Não, não é original, mas eles poderiam pelo menos começar com um beta usando isso.

    Quando eu disse que as coisas estavam um pouco cheia, eu realmente quis dizer isso. Eu usei um iPad por cerca de seis meses e depois comprei recentemente um iPhone novo.Talvez eu esteja muito acostumado com a tela maior, mas o dispositivo parece tão pequeno para mim. Eu não acho que é apenas o tamanho da tela, dado que parece que o SO é muito espremidos juntos. Precisamos de um exame diferente de como a tela inicial opera. Algo original, que é similar ao que temos agora, mas não é muito semelhante.

    Além disso, mesmo que eu não mencionar acima, Notificação de Centro precisa de ajuda.Por um lado, é uma réplica exata do que o Android tem, o que não é bom. Quero dizer, realmente, é a Apple que estamos falando – pense em algo único!

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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  • BYOD é imparável. As empresas inteligentes devem criar aplicativos

    Acesse:http://gigaom.com/2012/04/08/byod-is-unstoppable-smart-companies-must-build-apps/

    O Traga seu próprio dispositivo de movimento (BYOD) ganhou impulso irrefreável. E, graças à crescente mercado app móvel, os funcionários têm expectativas elevadas para essas ferramentas. Eles querem uma experiência de usuário atraente sob medida para seus aparelhos. Em outras palavras, as empresas precisam investir na construção de aplicativos, período.

    Durante as minhas duas décadas de trabalho em empresas de TI, tenho observado a revolução cliente-servidor, a explosão da Internet ea arquitetura orientada a serviços (SOA) boom. Apesar de toda a agitação em torno de nuvem e de dados grandes, acredito móvel irá dominar empresa de TI de transformação durante a próxima década e ajudar a moldar as outras duas tendências. Nossa empresa, Layer 7 Technologies , e concorrentes como Apigeee Mashery , estão fornecendo soluções de gerenciamento de API para apoiar a integração móvel para o mercado consumidor app. Acredito que BYOD irá estimular uma demanda cada vez maior para API de gerenciamento para lidar com aplicações corporativas móveis.

    Eu vi algumas empresas tentam cortar cantos, empurrando seus aplicativos existentes baseados em navegador da empresa para fora para dispositivos móveis, e os retornos não são encorajadores. Uma empresa de eletrônicos Camada 7 trabalhou com queria criar um aplicativo multi-plataforma móvel para seus empregados, mas descobriu que seus tokens de segurança web foram truncados em iPhones. Uma companhia aérea com quem trabalhamos lançou seu aplicativo para o iPhone em primeiro lugar e não conseguiu obter tração, porque a interface do usuário imitou seus back-end telas verdes. Essas empresas limitaram-se por não tirar partido das características únicas de dispositivos móveis, e os empregados tinham interesse em usar os aplicativos desajeitados.

    Estes são contos de advertência, mas eles têm finais felizes. Ambas as empresas acabaram investindo na experiência do usuário. E reutilizando grande parte de sua infra-estrutura empresarial existente, ainda salvou um monte de dinheiro. A empresa de eletrônicos fixado o seu protocolo de segurança móvel sem substituir seus servidores de controle de acesso. E a companhia reescreveu seu aplicativo móvel para ser mais user-friendly sem alterar o aplicativo empresa back-end. Ambas as empresas combinaram seus ativos empresariais existentes com uma solução de gerenciamento API para criar móvel-friendly APIs. Essas APIs alimentado os aplicativos móveis com segurança adequada, confiabilidade e desempenho.

    Redesenhar as fronteiras entre as camadas lógicas, apresentação e dados

    Estes exemplos sinalizar uma mudança na empresa de TI. Durante a explosão da Internet, aplicações liquidada em três níveis: lógica de apresentação e dados. Por causa das tecnologias que permitam, as linhas entre a apresentação e camadas lógicas freqüentemente borradas, e uma fronteira difícil foi criado entre as camadas de lógica e dados. Por exemplo, um aplicativo web para o processamento de pedidos podem incluir medidas de lógica de negócio no código do navegador, deliberadamente ou por acidente (se os códigos mesmo desenvolvedor ambos os tiers). Com o movimento empresarial móvel, acho que as camadas permanecerá o mesmo.

    No entanto, creio que a ênfase avassaladora na experiência do usuário combinado com o impacto da nuvem de dados e grandes agora borrar a linha entre a lógica e os dados, ea fronteira entre apresentação e lógica se tornará muito mais completo. Aquela fronteira de concreto tem um nome: é a API. Esse processo de ordem agora precisa estar disponível na web e para uma variedade de dispositivos móveis, de modo que a camada de lógica pode ser acessível a todos os canais através da API.

    A fronteira API é o novo perímetro de segurança

    Como dispositivos móveis pessoais não pode ser confiável da mesma forma que um PC desktop empresa detida e gerida poderia ser, na fronteira API concreto é também o novo perímetro de segurança. Por estas razões, um proxy API empresa que fornece acesso seguro e multi-canal para as camadas de lógica e os dados serão valiosos.

    Esse proxy API desempenha um papel dicotômica. Ele abre e facilita a integração com a empresa APIs, e reforça as políticas que verificam a identidade do usuário e controle de acesso aos recursos de back-end e dados. Devido à personalidade mista de dispositivos BYOD – negócios e lazer – sem mensagem de solicitação de API pode ser confiável sem rodeios. Identidade deve ser verificada com qualquer número de diretores – app, dispositivo do usuário final – e ponderados em relação aos bens solicitados.

    A proposição de valor do proxy API aumenta drasticamente se ele é capaz de mapear entre o protocolo de segurança de escolha no mundo móvel, OAuth , ea infra-estrutura de segurança existente na empresa. Web single sign-on soluções são demasiado pesado para dispositivos móveis, mas as suas políticas subjacentes e infra-estrutura pode ser reutilizado neste contexto. O proxy API é a chave para colmatar o fosso entre as necessidades de integração e segurança dos dispositivos móveis e os serviços empresariais existentes e comprovadas e políticas.

    As empresas estão usando o proxy API no cerne da sua solução de gerenciamento de API para integração de aplicativo móvel segura com seus sistemas corporativos. A empresa de saúde trabalhamos com queria oferecer um aplicativo baseado em iPad para coletar os dados de seus membros. A empresa estava muito preocupado com a privacidade dos dados e controle de acesso. Através do proxy, eles foram capazes de superar as exigências da indústria de segurança e reutilizar facilmente seus aplicativos empresariais para iniciar o aplicativo.

    Uma abordagem desenvolvedor orientado para a integração

    Impulsionada pela BYOD, as empresas também estão seguindo as tendências de consumo de aplicativos e oferecer portais API onde os desenvolvedores podem descobrir quais são as APIs disponíveis na empresa, como se conectar a eles, e como estabelecer contratos que incluem quotas, custos e níveis de serviço. Acredito que esta abordagem desenvolvedor orientado para a integração é uma mudança refrescante do estado atual e SOA vai ajudar a melhorar a agilidade global da TI corporativa.

    Empresas e líderes de TI que estão lutando com ou sem dispositivos pessoais deve ser permitido na rede de sua empresa devem abraçar esta mudança. Não há interrompê-lo, ele já está aqui. E há uma grande alta para BYOD além da satisfação do empregado. As pessoas tratam os seus dispositivos pessoais móveis como uma extensão de si mesmos. A produtividade dos funcionários melhora a cada nova tarefa que pode realizar em seu brinquedo favorito e uma tonelada de custos podem ser salvos, mediante a redução da burocracia e processamento manual, em geral.

    Se as empresas a transformar as suas preocupações para descobrir como envolver os funcionários de campo com aplicações que a resolução de 1080p e alavancar a conectividade LTE, eles podem ter certeza de que através de uma gestão API eles terão uma solução que cumpre a promessa e protege contra as ameaças do futuro móvel , agrega valor imediato para o presente, e aproveita os investimentos do passado.

    Matt McLarty é vice-presidente de soluções de cliente para Layer 7 Technologies , fornecedora de soluções de gestão API. Antes de Layer 7, Matt levou vendas técnicas para IBM middleware de integração de aplicativos e trabalhou extensivamente como um arquiteto corporativo na indústria de serviços financeiros.

    Imagem cedida por  usuário do Flickr  Robert Agthe.

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