Óculos especiais para médicos permitem ver por baixo da pele

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(Foto: reprodução)
Um novo gadget desenvolvido pela empresa americana Evena Medical pode solucionar o velho problema da enfermeira que não encontra a veia na hora do exame de sangue. A proposta do Eyes-On Glasses é permitir ao usuário ver claramente os vasos sanguíneos do paciente através da sua pele antes de dar a agulhada.
O óculos de raio-X da Evena não se aplica apenas a esta situação, mas é uma daquelas que serão resolvidas com o produto. A tecnologia é similar a outros produtos da empresa, que, no entanto, são grandes demais e pouco práticas. O Eyes-On Glasses permitiriam uma utilização mais simples e eficaz, de forma bastante parecida com o Google Glass.”Estudos mostram que 40% das injeções intravenosas requerem múltiplas tentativas para localizar e acessar a veia. Isso desperdiça o tempo dos profissionais, atrasa a terapia e causa desconforto e instaisfação do paciente”, explica Frank Balll, presidente e CEO da Evena Medical. Ele aponta que o produto poderia ser usado até mesmo em ambientes clínicos complicados, como neonatal pediátrico.

A tecnologia empregada nos óculos de raio-X é da Epson. Com isso, o gadget coleta imagens em três dimensões. Ele pode diferenciar frequências de infravermelho, que identificam a quantidade de oxigênio do sangue para identificar a veia.

O produto funciona como um óculos de realidade aumentada, que sobrepõe a imagem gerada pelos óculos com a realidade. Ele possibilita o armazenamento de fotos capturadas no procedimento e as imagens podem ser enviadas para uma equipe médica via Wi-Fi ou Bluetooth.

A expectativa é que ele seja lançado já no primeiro trimestre de 2014. Confira o vídeo que mostra como ele funciona logo abaixo:

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Projeto quer transportar iceberg para fornecer água à população

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Projeto quer transportar iceberg para fornecer água para população

Georges Mougin tem uma ideia diferente do usual. Ele quer transportar um iceberg de milhões de toneladas, da costa do Canadá, até as Ilhas Canárias, um arquipélago que fica na Espanha. Há 40 anos este homem dedica a vida aos icebergs, aquelas placas gigantes de gelo soltas no oceano. Como fundador da Iceberg Transport International (ITI), empresa responsável por transportar estes pedaços de gelo entre 1975 e 1981, o objetivo agora é maior: fornecer água para a população com o uso de icerbergs.

Projeção e simulação 3D de alta tecnologia

Para que isso aconteça, diferente de 40 anos atrás, Mougin conta com a tecnologia atual, que também na geografia e oceanografia avançou ano a ano. Graças a uma parceria com a empresa francesa especializada em projeção 3D e tecnologias do futuro Dassault Systemes, ele conseguiu montar sua equipe para dar continuidade ao seu trabalho.

Composta de engenheiros, oceanógrafos, geógrafos e especialistas em criação e modelagem 3D e mundos virtuais, ele finalmente teve uma projeção para que seu sonho se torne realidade.

Com a ajuda de um drone submarino que estudou todas as medidas do iceberg escolhido para o transporte, a Dassault Systemes conseguiu reproduzir com um alto nível de realismo o objeto de gelo. Com isso, a empresa criou um mundo virtual em torno do objeto e o projetou em três telas enormes, que podem ser analisadas com óculos especiais 3D.

Projeto quer transportar iceberg para fornecer água para população

Mougin e sua equipe, portanto, puderam analisar de perto todos os detalhes do objeto para viabilizar a viagem de milhares de toneladas pelo oceano atlântico. E a vantagem que a companhia oferece é justamente essa. Diferente de algumas décadas no passado, a ideia não poderia ser de fato viabilizada, por oferecer grandes riscos. Com a tecnologia atual e a projeção 3D criada pela Dassault Systemes, foi possível testar a ideia inovadora. E com uma simulação da realidade para que a equipe descobrisse de daria certo ou não.

O início de uma grande empreitada

Depois de muita pesquisa e análise na textura, peso, medidas, tamanho e aspectos físicos gerais do iceberg, a equipe usou também a tecnologia para cobrir o objeto. Uma espécie de manta sintética que ajuda o iceberg a manter sua temperatura e não derreter até chegar a seu destino final.

No final do teste, a Georges Mougin e sua equipe na Dassault Systemes conseguiram concluir a simulação com sucesso. Mesmo com especulações de tempestades marinhas durante o trajeto e até a quebra do iceberg, ele chegaria a seu destino. Como o barco viajaria em uma velocidade média de 1,5 Km/h, levaria quatro meses para o projeto ser completado.

Projeto quer transportar iceberg para fornecer água para população

Solução permanente

As contas finais revelaram que seriam gastos cerca de 4 mil litros de gasolina para que a viagem fosse realizada. Esta quantidade, porém, se tornaria em 4 milhões de litros de água para a população das Ilhas Canárias.

Como a principal fonte de água do local é conseguida por extração de sal da água do oceano, este processo torna a produção muito cara e que gasta muita energia elétrica, além de poluir os oceanos da região. O que torna a água do local em algo raro e não para todos. Uma das soluções, portanto, seria o uso do projeto de Mougin.

O próximo passo para ele, portanto, é conseguir colocar a missão em prática, já que a Dassault Systemes, com seu mundo virtual, conseguiu provar que essa ideia, até então um tanto utópica, é possível de ser realizada.

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Câmera Aware2, que faz cliques com 300 MP, entra em fase de testes

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A companhia americana Aqueti está desenvolvendo um projeto audacioso: uma câmera com resolução de 300 megapixels, chamada Aware2. A ideia é baseada em outro projeto, que criou uma máquina ainda mais potente – 50 gigapixels – mas voltada a popularizar a tecnologia e torná-la mais acessível.

Protótipo de câmera tem capacidade de fazer fotos de 300 megapixels (foto: Divulgação)Protótipo de câmera Aware2 tem capacidade de fazer fotos de 300 megapixels (Foto: Divulgação)

O protótipo da Aware2 pesa 24 kg e possui cerca de 160 microcâmeras, cada uma com um sensor de 14 megapixels. Cada uma delas pode capturar imagens de 2,24 gigapixels em modo RAW. Em seguida, elas são agrupadas em uma foto menor.

As fotos têm um efeito panorâmico semelhante ao do olho humano, mas com capacidade de zoom semelhante a uma teleobjetiva. A câmera ainda enfrenta alguns problemas no tempo de exposição e foco, mas seus criadores afirmam que a qualidade é semelhante a das DSLRs encontradas no mercado.

Câmera de 300 megapixels faz fotos panorâmicas (foto: Divulgação)Câmera Aware2 de 300 megapixels faz fotos panorâmicas (Foto: Divulgação)

 

A Aware2 foi usada em testes recentemente durante o aniversário da cidade de Edenton, na Carolina do Norte. A empresa planeja fazer uma tour pelo estado nos próximos meses para testar a capacidade da câmera e está juntando recursos através do Kickstarter.

Segundo a Aqueti, os próximos modelos terão cerca de um terço do tamanho do protótipo, mas o preço dela continua alto – comparável ao de uma câmera de televisão. A companhia acredita que elas serão alugadas para cobrir eventos e comemorações especiais.

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Reatech: novidades tecnológicas inundam maior feira de acessibilidade do Brasil

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reatech

Começou nesta quinta-feira a 12ª edição da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), a maior do setor no país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui atualmente cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

Com foco nas principais inovações tecnológicas do setor, o evento também traz novos produtos, serviços, palestras, seminários, desfiles e shows.  Participam empresas dos setores automobilístico, financeiro, indústria, turismo, lazer, animais treinados, equipamentos especiais e até agências de emprego, que reúnem mais de sete mil vagas voltadas às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A primeira impressão ao se entrar na feira é a de chegar a um evento como o conhecido Salão do Automóvel, em São Paulo, com grandes stands de montadoras como Fiat, Ford, Honda e Nissan mostrando seus modelos adaptáveis de veículos. No setor de adaptação veicular para pessoas com mobilidade reduzida, como cadeirantes, a Cavenaghi apresentou novidades como o Chair Topper, uma espécie de braço e maleiro robótico que pode ser colocado sobre o teto de qualquer carro de passeio e é capaz de pegar e guardar uma cadeira de rodas dobrada sozinho e de forma automática.

Chair Topper é capaz de pegar e dobrar uma cadeira de rodas sozinho O Turnout + Carony transforma o carona em uma verdadeira cadeira de rodas Observer é uma cadeira 4x4 que se locomove em terrenos "off-road" Adaptador LG2004 permite que cadeiras de rodas subam até escadas Lyric: aparelho de audição fica invisível dentro do ouvido da pessoa Linha Cronos se conecta a qualquer aparelho eletrônico via Bluetooth Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo
Chair Topper é capaz de pegar e dobrar uma cadeira de rodas sozinho O Turnout + Carony transforma o carona em uma verdadeira cadeira de rodas Observer é uma cadeira 4x4 que se locomove em terrenos "off-road" Adaptador LG2004 permite que cadeiras de rodas subam até escadas Lyric: aparelho de audição fica invisível dentro do ouvido da pessoa Linha Cronos se conecta a qualquer aparelho eletrônico via Bluetooth Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo Braille Brailliant BI: teclados sobem e descem de acordo com o conteúdo

Chair Topper é capaz de pegar e dobrar uma cadeira de rodas sozinho slideshow lupa

“Além de liberar espaço no carro, ele garante autonomia, porque muitas vezes o cadeirante consegue se transferir sozinho de sua cadeira para o carro sem ajuda, mas para guardar a cadeira no carro, muitos passam por um problema”, explica Carlos Cavenaghi, desenvolvedor da solução. Segundo ele, o sistema aumenta a altura do carro em 60 centímetros, mas não influencia na largura. Outra novidade é o Turnout + Carony, uma espécie de banco de carro adaptado, que funciona como um banco de passageiros comum que pode ser transformado em uma cadeira de rodas sobre uma base móvel com pneus e motor com autonomia própria.

Inovações no setor e cadeiras de rodas para todos os tipos de necessidades é o que não falta na feira. Para pessoas que desejam se locomover em terrenos “off-road”, como areia e terra, a importadora Performance apresentou o Observer Unlimited, uma verdadeira cadeira de rodas 4×4, com quatro pneus, motor com autonomia de 35 km e capacidade de andar sobre qualquer tipo de terreno. Desenvolvido na Rússia, o equipamento pode ser ainda conectado via Bluetooth a smartphones para comandar a direção pelo aparelho.

A empresa também expôs o adaptador LG 2004, que permite que qualquer cadeira de rodas comum seja montada com travas de segurança sobre ele e, utilizando duas lagartas semelhantes às de tanques de guerra, suba lances de escada sem problemas. “Os dentes da esteira prendem no degrau e, com o atrito da borracha, sobem e descem tranquilamente e com toda segurança”, afirma o representante Giovanni Segantin.

Outro setor que não ficou sem novidades foi o de aparelhos auditivos para pessoas com perda de audição. Apelidado de “lentes de contato para o ouvido”, o Lyric, do centro auditivo Phonak, é um novo dispositivo trazido da Suíça que fica completamente inserido dentro do canal auditivo da pessoa, a quatro milímetros do tímpano, completamente invisível para quem olha a orelha do usuário. O aparelho também é o primeiro do país com uso prolongado, possui vida útil de quatro meses e pode ser utilizado 24 horas por dia, sem a necessidade de retirar, por exemplo, no banho. “A vantagem dele ficar tão próximo do tímpano é que ele aproveita toda a anatomia da orelha. Então todas as características acústicas que normalmente os aparelhos auditivos externos convencionais perdem, ele não perde”, explica a fonoaudióloga Ana Luiza Cavalieri.

Ao comprar o serviço, que é vendido em pacotes anuais, o usuário ganha direito de até sete trocas do Lyric. As únicas restrições de uso são ao pular de pára-quedas ou realizar mergulhos de profundidade, já que a mudança brusca de pressão pode deslocar o aparelho no ouvido. Pacientes com diabetes ou que passaram por tratamentos radioterápicos também têm restrição.

Se a preferência é por conectividade, a empresa brasileira Oto-Sonic apresentou a linha Chronos de aparelhos auditivos, capazes de se conectarem em qualquer dispositivo via Bluetooth, como celulares, televisores (através de um conector especial), MP3, GPS, notebooks e até tablets, entregando o som diretamente no ouvido do usuários. “Você faz o pareamento. Quando escuta seu telefone tocar, por exemplo, basta apertar um botão no dispositivo para começar a falar, sem ter que pegar o telefone, saber onde ele está na bolsa. Você ouve, claramente, a voz dentro do seu ouvido”, afirma Elisabetta Radini, fonoaudióloga e coordenadora do departamento de audição da Oto-Sonic.

Todas as funções podem ser controladas através de um pequeno controle remoto, que pode ficar pendurado no pescoço do usuário, e traz opções para aumentar e diminuir o volume, por exemplo. Cada aparelho Chronos permite o pareamento com até oito dispositivos diferentes, e funciona a uma distância de até dez metros do emissor do som.

Para pessoas com deficiência visual, e usuários de computadores e smartphones com softwares de voz, o Instituto Laramara lançou os novos assistentes para leitura em braile Braille Brailliant BI, que funcionam como teclados com sinais em braile que sobem e descem de acordo com o conteúdo escrito na tela do computador ou celular. Os teclados estão disponíveis em três versões, de 80, 40 e 32 centímetros, sendo que as duas últimas também possuem um teclado para digitação em braile e podem se conectar a celulares com Android e iOS via Bluetooth. “Eles são indicados para empresas bancárias que tenham funcionários como programadores cegos, para usuários surdo-cegos ou até para quem viaja muito e queira escrever algo em braile”, explica o técnico em tecnologia assistiva da Laratec, Leonardo Gleison.

Localizado na Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, a Reatech conta com 300 expositores do setor público e privado em uma área de 35 mil km². A expectativa é que mais de 50 mil visitantes circulem pelo local até o próximo domingo (21), quando o evento se encerra. A entrada é gratuita. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do evento.

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