O FUTURO CHEGOU BEM RÁPIDO! MONTE SEU SUPER CARRO ESPORTE EM CASA!

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A empresa alemã EDAG resolveu antecipar o futuro em alguns anos. Para isso, projetou umcarro que poderia revolucionar a indústria automobilística. A empresa criou o protótipo de um chassi que poderia ser construído com a utilização de uma impressora 3D. Atualmente, a EDAG trabalha no aprimoramento do desenho para que a montagem seja feita de uma única vez, ou seja, sem a necessidade de montagem de peças individuais. Os executivos da empresa alemã, no entanto, advertem: serão necessários alguns anos a mais para a conclusão do projeto.  A produção completa do chassi só será uma realidade após superarem alguns obstáculos técnicos. Só então o protótipo estaria disponível.

  E, para não perder a chance, algumas montadoras como a Koeniggseg, renomadas por seu investimento em tecnologia, já começaram a estudar e interpretar o conceito desenvolvido pela EDAG.   Uma das vantagens do processo é a imensa redução de custos, tanto na fabricação do carro, quanto nas peças de reposição. A técnica adotada pela EDAG foi uma versão modificada da Modelagem por Deposição de Material Fundido, e poderá ser utilizada com fibra de carbono para que a estrutura seja ao mesmo tempo leve e resistente.

  

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Tecido que permite medir o pulso de quem o usa é fabricado no Japão

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O denominado “hitoe” é um tecido feito de nanofibras cobertas com resina com uma alta condutividade elétrica, o que o torna suficientemente sensível para detectar os sinais vitais do usuário e realizar um acompanhamento das condições de saúde, explicou a Toray através de um comunicado.

Yoshikazu Tsuno/AFP
Modelo usa peça feita com o tecido inteligente "hitoe" fabricado pela japonesa Toray
Modelo usa peça feita com o tecido inteligente “hitoe” fabricado pela japonesa Toray

Por sua vez, o gigante da telefonia NTT revelou que pretende de maneira complementar lançar no final de ano um serviço que combine as peças elaboradas com o tecido, com aplicativos de celular, onde serão lidas as medições realizadas.

A Toray, multinacional japonesa especializada em tecidos e fibras, explicou que o lançamento destas peças responde ao “crescente interesse entre os japoneses sobre assuntos de saúde e melhora da qualidade de vida”.

A empresa detalhou que este tecido pode ser lavado de forma repetida e é suficientemente durável para usar no trabalho ou enquanto se faz esporte.

O comunicado da empresa não especificou o tipo de peça que será lançada no mercado.

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Slackline: saiba mais sobre o esporte

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O Slackline é um novo esporte que desafia o praticante a se equilibrar em uma espécie de corda bamba. 

Os brasileiros estão sempre em busca de esportes diferentes para praticar e conquistar um bom condicionamento físico. Recentemente, eles foram cativados pelo Slackline.

647314 Slackline saiba mais sobre o esporte 1 Slackline: saiba mais sobre o esporte

O QUE É O SLACKLINE?

Slackline é um esporte no qual o principal objetivo consiste em manter o equilíbrio sobre uma fita de nylon, que costuma ser estreita e flexível. Para aumentar o grau de dificuldade, o praticante do esporte pode fazer manobras sobre a fita.

prática do Slackline começou em meados da década de 80, nos campos de escalada do Vale de Yosemite, nos Estados Unidos. Os escaladores faziam pausas nas atividades típicas para utilizar o equipamento em outros fins, como é o caso das fitas de escaladas.

O Slackline, também chamado de corda bamba, é constantemente comparado ao cabo de aço usado pelos equilibristas de circo. A fita utilizada no esporte tem cerca de fita de 15 metros e 50mm de largura. A montagem do equipamento é muito simples: basta esticar a fita elástica entre dois pontos que podem ser duas árvores. A altura da instalação varia de 30 cm a 1 m do chão.

647314 Slackline saiba mais sobre o esporte Slackline: saiba mais sobre o esporte

Os benefícios do Slackline são físicos e mentais. A atividade diminui o estresse, ajuda aqueimar calorias, melhora o equilíbrio emocional, proporciona consciência corporal, aprimora o potencial de concentração, melhora o autocontrole, fortalece a musculatura, desenvolve habilidades motoras e tonifica diversas partes do corpo.

Pessoas de 5 a 80 anos podem praticar o Slackline. A atividade vem conquistando principalmente os surfistas, skatistas e escaladores, pois é considerada uma forma divertida de treinar para outras modalidades esportivas.

É possível encontrar na internet lojas especializadas na comercialização de equipamentos para praticar Slackline, como as fitas específicas, os protetores de árvores e a catraca de segurança. Netshoes, Loja Nerea e Universo Slackline já fazem sucesso com as vendas.

MODALIDADES DE SLACKLINE

647314 Slackline saiba mais sobre o esporte 2 Slackline: saiba mais sobre o esporte

No Brasil, o Slackline é normalmente praticado na praia, contando com a ajuda de dois coqueiros. No entanto, existem outras modalidades do esporte que fazem sucesso pelo mundo a fora, como o Highline (alturas superam 5 metros), Longline (fita mais longa, proporcionando uma distância de 20 metros), Waterline (fita instalada sobre um ambiente com água), Jumpline (praticante executa giros e saltos) e Trickline (posições estáticas).

No início, o Slackline se revela um esporte bem complicado, que testa principalmente o domínio sobre o corpo.  A prática, no entanto, faz com que o indivíduo melhore o seu desempenho sobre a fita. Na medida em que o grau de dificuldade aumenta, pode ser necessário o uso de equipamentos de segurança para que não haja riscos de lesões.

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Computadores acoplados ao corpo despontam como tendência para o futuro

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Os computadores pessoais estão mudando de cara. Em um futuro nem tão distante, eles não ficarão sobre a mesa ou dentro do bolso. Os dispositivos assumirão a forma de roupas, joias, acessórios e até tatuagens.

Soa como filme de ficção científica, mas atualmente empresas, universidades e hackers trabalham para desenvolver uma classe chamada de computadores vestíveis (conhecidos em inglês como “wearables”).

Apresentação de protótipo do Google Glass durante o Google I/O, evento para desenvolvedores
Apresentação de protótipo do Google Glass durante o Google I/O, evento para desenvolvedores

O primeiro passo para a popularização foi dado pelo Google em abril, quando anunciou que está trabalhando em óculos futuristas.

O acessório roda Android, tem processador e memória, sensores de GPS, câmera digital e uma pequena tela, que exibe informações diretamente para os olhos do usuário.

“Os vestíveis serão a norma”, disse à “Wired” Babak Parviz, um dos responsáveis pelo projeto. Antes do Google, o pesquisador trabalhava na Universidade de Washington na criação de uma lente de contato capaz de exibir informações transmitidas pela internet, que chegou a ser testada em coelhos.

Outros gigantes também estão de olho nesse mercado. No começo de julho, a Apple registrou patentes de óculos futurísticos. Na mesma semana, a Olympus anunciou um produto parecido. Ele se conecta via Bluetooth ao celular e exibe informações.

A Nokia foi mais longe e registrou a patente de uma tatuagem eletrônica que vibra quando há ligações telefônicas ou mensagens SMS.

Já disponíveis no mercado, alguns produtos voltados para o esporte são roupas e pulseiras. A Adidas, por exemplo, vende uma espécie de sutiã com sensores embutidos que captam batimentos cardíacos e calorias perdidas. As informações são enviadas para o smartphone.

Em janeiro,durante a CES, maior feira de eletrônicos do mundo, diversas empresas apresentaram produtos, como jaquetas e relógios com computadores integrados.

“Acredito que os vestíveis serão populares entre sete e dez anos”, diz Patrick Moorhead, presidente da consultoria Moor Insights and Strategy. “Será quando as pessoas que podem pagar por eletrônicos básicos poderão comprar vestíveis.”

Atualmente, a categoria é estudada e implementada em situações especiais, como na reabilitação de deficientes ou como acessório militar. Forças especiais do Exército americano já usam óculos que exibem informações, como localização.

O foco para o consumidor final deverá ser a comunicação e o entretenimento. Imagine como a vida melhoraria se os seus óculos identificassem alguém que você conhece mas não lembra de onde (como fazia o personagem de Arnold Schwarzenegger em “O Exterminador do Futuro”).

“Vestíveis são o último passo antes de computadores implantados, que atualmente têm difícil aceitação”, diz Moorhead.

NO BRASIL

O desenvolvimento de vestíveis no Brasil se concentra nas universidades e visa principalmente a recuperação de funções biológicas, como fala, visão e locomoção.

Um dos projetos do tipo está sendo desenvolvido na USP de São Carlos. Trata-se de um chip implantado no córtex cerebral que vai comandar um exoesqueleto, uma espécie de armadura, para fazer deficientes voltarem a andar.

Mario Alexandre Gazziro, um dos pesquisadores do projeto, tem outro protótipo na área: armas de fogo que disparam só quando em contato com um chip implantado sob a pele ou embutido em luvas.

Rachel Zuanon, fundadora de uma empresa especializada em vestíveis, criou uma espécie de colete para jogar usando sinais neurofisiológicos. Se o jogador está muito agitado, a vestimenta vibra para exigir sua concentração.

“NeuroBodyGame”, porém, não está à venda e tem caráter artístico.

“A estabilização da economia brasileira deve criar demandas por produtos estruturados pelas tecnologias digitais e ubíquas”, diz Luisa Paraguai, professora de pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi e artista responsável por instalações com computadores vestíveis.

A arte nesse campo levou o trabalho de Ricardo Nascimento para exposições no exterior. Entre os projetos está um vestido com sensores e caixas de som embutidos que exploram a música de Taiwan.

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