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  • Pesquisadores desenvolvem pílulas com sensores para monitorar pacientes PUBLICIDADE

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1300381-pesquisadores-desenvolvem-pilulas-com-sensores-para-monitorar-pacientes.shtml

    NICK BILTON
    DO “NEW YORK TIMES

    The New York TimesParecem comprimidos comuns, alongados e um pouco menores que vitaminas diárias. Mas, se o seu médico prescrevê-los num futuro não muito distante, poderá haver uma reviravolta num antigo clichê: “Tome dois desses computadores digeríveis, e eles me mandam um e-mail pela manhã”.

    Enquanto a sociedade luta contra problemas de privacidade relacionados a computadores vestíveis como o Google Glass, cientistas, pesquisadores e algumas start-ups já preparam a próxima e mais intrusiva onda da computação: aparelhos digestíveis e sensores minúsculos alocados dentro de comprimidos.

    Embora esses dispositivos ainda não estejam disponíveis ao público, algumas pessoas já os engolem para monitorar dados de saúde e compartilhá-los, pela internet, com um médico. E existem ainda protótipos de aparelhos miúdos que podem fazer coisas como abrir as portas do carro ou preencher campos de senha.

    Para trabalhadores de profissões extremas, como viagem ao espaço, várias versões dessas pílulas já são usadas há algum tempo. Mas, no próximo ano, o médico da sua família –se ele for adepto à tecnologia– poderá tê-las em seu kit de medicina.

    Dentro desses comprimidos estão pequenos sensores e transmissores. Você os engole com água, leite, o que preferir. Depois disso, eles seguem ao estômago e percorrem o intestino intactos.

    “Você irá –voluntariamente, devo dizer– tomar uma pílula que você pensa ser um medicamento, mas na verdade é um robô microscópico que irá monitorar seus sistemas” e transmitir o que está acontecendo pela rede, disse Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, numa conferência da companhia no último outono. “Se eles fizerem a diferença entre a vida e a morte, você vai querer tomá-los.”

    Uma das pílulas, feita pela Proteus Digital Health, uma pequena empresa em Redwood City, na Califórnia, não precisa de bateria. No seu caso, o corpo é a fonte de energia. Assim como uma batata pode acender uma lâmpada, a Proteus adicionou magnésio e cobre em cada lado de seu sensor, de forma que os ácidos estomacais gerem energia suficiente para fazê-lo funcionar.

    Quando a pílula da Proteus atinge o fundo do estômago, envia os dados coletados para um aplicativo de celular. O computador pode monitorar o comportamento do uso dos medicamentos (“A Vovó já tomou seu remédio hoje? A que horas?”) e como o corpo do paciente está reagindo aos remédios. Ele também detecta os movimentos da pessoa e seu padrão de descanso.

    Executivos da empresa, que arrecadaram, recentemente, US$ 62,5 milhões (R$ 141 mi) de investidores, acreditam que essas pílulas vão ajudar pacientes com problemas físicos e neurológicos. Pessoas com dificuldades relacionadas ao coração poderiam monitorar o fluxo sanguíneo e a temperatura corporal; aqueles com problemas no sistema nervoso, incluindo esquizofrenia e mal de Alzheimer, poderiam monitorar seus sinais vitais em tempo real.

    A Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) aprovou o comprimido da Proteus na ano passado.

    Uma pílula chamada CorTemp, feita pela HQ Inc., em Palmetto, na Flórida, tem uma bateria interna e transmite, em tempo real, a temperatura do corpo enquanto percorre o interior do paciente.

    Bombeiros, jogadores de futebol, soldados e astronautas tem usado esses dispositivo, para que seus empregadores os monitorem e se certifiquem de que seus corpos não superaqueçam. Lee Carbonelli, chefe de marketing da HQ, disse que a companhia esperava ter, no ano que vem, uma versão para o público que se comunicasse com um app para smartphones.

    Gerações futuras dessas pílulas poderiam ser ferramentas de conveniência.

    No mês passado, Regina Dugan, vicepresidente sênior do grupo de tecnologia avançada da Motorola, exibiu um exemplo desse uso –junto com tatuagens de identificação de frequências de rádio que grudam à pele como adesivos– na conferência D:All Things Digital.

    Tendo a pílula em seu corpo, você poderá ter acesso ao seu smartphone sem a necessidade de digitar uma senha. Porque, em vez disso, você será a senha. Sente no carro e ele será ligado. Toque a maçaneta da porta de casa e ela será destravada automaticamente. “Seu corpo se tornará um token de autenticação, disse Dugan.

    Mas, se as pessoas estão preocupadas com privacidade por causa da ascensão dos computador vestíveis, espere só até elas descobrirem os computador digestíveis.

    “Essa é apenas outra daquelas tecnologias que nos trazem opções maravilhosas e terríveis ao mesmo tempo”, disse John Perry Barlow, cocriador da Electronic Frontier Foundation, um grupo de advocacia especializado em privacidade.

    “A vantagem é que há um grande número de coisas que você quer saber sobre si mesmo numa base contínua, especialmente se você é diabético ou sofre de alguma outra doença. A desvantagem é que a operadora do seu plano de saúde poderá saber todo o funcionamento do seu corpo.”

    E se esse minúsculo computador dentro de você fosse hackeado? Digamos que isso seria um problema.

    Existe ainda uma última pergunta para essa pílula. Depois que ela faz seu trabalho, passando pelo estômago e pelo intestino, o que acontece? “Ela atravessa o seu corpo naturalmente em 24 horas”, disse Carbonelli, da HQ. Mas, como cada pílula custa US$ 46 (R$ 104), “algumas pessoas escolhem recuperá-la e reciclá-la.

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  • Pesquisadores do MIT criam sistema capaz de ver através das paredes

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Pesquisadores-do-MIT-criam-sistema-capaz-de-ver-atraves-das-paredes/

    Se você ficou preocupado com os problemas envolvendo a privacidade de muitas pessoas com o anúncio do Google Glass, imagine o que um sistema capaz de ver através das paredes não pode fazer! Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema capaz de ver através das paredes com a ajuda de uma rede Wi-Fi, o Wi-Vi. As informações são do PC World.

    O Wi-Vi pode ser construído em um smartphone ou outros dispositivos móveis e ser usado em missões de busca ou resgate e até por agentes da lei, como informa a professora do MIT Dina Katabi, que desenvolveu o sistema em parceria com seu orientando Fadel Abid. Dina acredita que consumidores comuns também poderão vir a usar o sistema para sua segurança, como, por exemplo, em casos em que pessoas acham que estão sendo seguidas em ruas escuras.

    Por enquanto, você não precisa se preocupar com outras pessoas que já tenham a capacidade de acompanhar tudo que você faz em seu quarto, por exemplo, já que o display do Wi-Vi tem resolução muito baixa e funciona apenas como um sensor e não como uma espécie de raio-X com muitos detalhes. Dina e seu aluno já trabalham para melhorar a resolução das imagens captadas pelo sistema e garantem que, em um futuro próximo, ele será capaz de mostrar detalhes de rostos. Mas a professora afirma que, como todas as novas tecnologias, teremos que entender como e para quais fins o Wi-Vi deverá ser usado.

    O Wi-Vi funciona através do envio de ondas de rádio via Wi-Fi e que têm suas frequências medidas, ou seja, o sistema opera de forma semelhante a radares e sonares, mas sem o custo, tamanho e frequência restrita que estes sistemas têm. Toda vez que as ondas de rádio refletem em um objeto, sua forma e composição afetam diretamente a retransmissão do mesmo sinal. Mas, quando o Wi-Fi reflete em uma parede, a maior parte do sinal é refletida para fora da parede, e apenas uma pequena porção dela é capaz de refletir as pessoas que estão do outro lado.

    Wi-ViFoto: Divulgação

    Para contornar essa situação, o Wi-Vi transmite dois sinais distintos de Wi-Fi, sendo um o inverso do outro. Assim, quando um sinal atinge um objeto fixo, o outro o elimina. Mas, devido à forma como os sinais estão codificados, ele não são capazes de se anular mutuamente quando se deparam com objetos em movimento, o que faz com que os reflexos de uma pessoa em movimento sejam visíveis, apesar da parede que separa o objeto do Wi-Vi.

    O projeto do Wi-Vi, graças ao seu tamanho e preço, pode ser implantado em dispositivos menores, como é o caso dos smartphones. “Todos os componentes que utilizamos são os normalmente usados em um dispositivo portátil Wi-Fi”, explicou Dina Katabi. E com sua tecnologia subjacente, os pesquisadores afirmam que o sistema não comprometeria o desempenho da bateria dos aparelhos móveis.

    Entre as variadas funções do Wi-Vi, os pesquisadores destacam seu uso por policiais durante operações de captura para evitar emboscadas e no resgate de vítimas em caso de desabamentos. O sistema também poderia ser facilmente aplicado em consoles para permitir que os usuários continuem jogando mesmo em outra sala, além de servir para monitorar a atividade de crianças e até idosos dentro de casa.

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  • Google confirma: Glass terá sistema de som transmitido pelos ossos, sem fones

    Acesse:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/04/google-confirma-glass-tera-sistema-de-som-transmitido-pelos-ossos-sem-fones.html

    O Google enfim revelou as especificações completas do Google Glass, e com ele uma surpresa ainda inédita no mercado: a gigante das buscas usará um sistema de áudio baseado na transdução por condução. Através das hastes dos óculos, o som será transmitido para o ouvido do usuário por meio de microvibrações em determinados ossos de sua cabeça, sem usar nenhum tipo de alto-falante.

    Google Glass (Foto: Divulgação)Google Glass usará sistema de som sem alto-falantes (Foto: Divulgação)

    A divulgação aconteceu nesta segunda-feira (15), em conjunto com a produção das primeiras unidades e a disponibilização da documentação da Mirror API para desenvolvedores.

    Além da surpresa do áudio, a tela montada a frente do olho do usuário também chamou atenção. Serão 640 x 360 pixels de resolução que, em proporção, equivaleria a um monitor de 25 polegadas de alta definição colocado a 2,5 metros de distância do espectador.

    Junto a isto, os recursos multimídia dos óculos incluem uma câmera de 5 megapixels para fotos, com possibilidade de gravar vídeos em 720p. Já a capacidade de armazenamento total é de 16 GB, dos quais 12 GB serão utilizáveis e sincronizados com o serviço de nuvem da Google. Para se conectar a Internet, ele usará o padrão 802.11 b/g ou o Bluetooth pareado a outros dispositivos.

    Segundo o Google, os óculos será compatível com qualquer celular que possua Bluetooth, mas seu funcionamento pode variar de acordo com cada aparelho. Os recursos de SMS e GPS, por exemplo, só serão possíveis através do aplicativo “MyGlass Companion”, que requer Android 4.0.3 ou superior.

    Para sustentar todos estes recursos, a bateria terá duração de um dia “de uso típico”, segundo o Google. A companhia lembra, nessa especificação, que recursos como Hangouts e gravação de vídeos podem pedir um uso mais intenso da bateria, que será recarregada via cabo microUSB.

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  • Dirigir com Google Glass pode render multa e até apreensão do carro

    Acesse:http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/dirigir-com-google-glass-pode-render-multa-e-ate-apreensao-do-carro-20130311.html

    Brasil não tem legislação sobre o tema, mas pode usar mesmo princípio dos DVDs veiculares

    glassReprodução/YouTube

    Vídeo do Google mostra o Glass em ação, até mesmo em um carro — mas nos olhos do passageiro, é claro

    Se você adquirisse um Google Glass amanhã, provavelmente iria testar a novidade onde quer que você fosse. Assim como fazemos quando uma nova categoria de aparelhos chega ao mercado — lembra-se daquela primeira TV de plasma, que era atração turística para vizinhos e amigos? Pois é. Só que estes óculos podem ter um “efeito colateral” que ninguém havia pensado até então: ser uma distração ao volante e causar acidentes de carro.

    Para quem ainda não conhece o Glass: ele filma, tira fotos, acessa a internet, faz buscas no Google, acessa mapas e faz traduções, entre outros serviços, como mostrar a previsão do tempo e o relógio. Mas parte destas funções exige projetar imagens na própria lente do óculos, obstruindo uma pequena parte da visão.

    Nada que comprometa sua visão, como você pode ver na imagem acima. Mas pode, teoricamente, atrapalhar parcialmente o que o motorista enxerga e, mais importante, prender a atenção, como um smartphone prende. E será que isso prejudica o controle do carro?

    Como o Glass ainda nem está disponível para testes — e muito menos chegou ao mercado — não é possível (ainda) reproduzir a situação para ver quais os riscos reais. E, como afirma o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) ao R7, também não foi feita legislação sobre o tema, que é novidade.

    — Assim como ocorreu com os aparelhos de DVD veiculares, este dispositivo deverá ser objeto de estudo por parte das Câmaras Temáticas do Denatran para, posteriormente, ser apresentado aos conselheiros do Contran para regulamentar a questão. Mas não se fala em prazo.

    No entanto, se alguém fosse flagrado dirigindo com um Google Glass hoje, “estaria sujeito às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro”, explica o órgão. Seriam quatro artigos, mais precisamente.

    Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas indicadas em cada artigo, além das punições previstas no Capítulo XIX.
    Parágrafo único. As infrações cometidas em relação às resoluções do CONTRAN terão suas penalidades e medidas administrativas definidas nas próprias resoluções.

    Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:
    Infração – leve;
    Penalidade – multa.

    Art. 231. Transitar com o veículo:
    c) qualquer objeto que possa acarretar risco de acidente:
    Infração – gravíssima;
    Penalidade – multa;
    Medida administrativa – retenção do veículo para regularização;

    Art. 252. Dirigir o veículo:
    VI – utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular;
    Infração – média;
    Penalidade – multa.

    As infrações vão de leve à gravíssima — atualmente, o valor das penalidades varia da casa dos R$ 42,56, se for leve e com desconto, até R$ 957,70, caso o valor seja multiplicado por cinco, em casos mais graves. Mas o valor ainda não está definido, porque ninguém se deparou com a situação (até agora).

    Além da possível apreensão do seu carro, é claro.

    afpsergey

    O Google, por outro lado, mantém todo o sigilo que pode em relação aos óculos. Apenas os chefões da empresa aparecem usando — Sergey Brin e Larry Page, os dois fundadores, circulam com ele e fazem inveja aos humanos comuns. Os fãs de tecnologia escutam rumores sobre os óculos há cerca de um ano, mas ele continua guardado “a sete chaves”.

    A campanha publicitária já começou: os óculos foram usados em um desfile no Fashion Week de Nova York, celebridades já o colocaram e, principalmente, uma página na internet para o projeto foi inaugurada (google.com/glass/start/). Além disso, foi publicado um vídeo mostrando como é, de fato, usar o Google Glass. Confira:

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  • Google Glass deve chegar ao mercado ainda em 2013

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/google/Google-Glass-deve-chegar-ao-mercado-ainda-em-2013/

    Sergey Brin

    Finalmente o Google Glass deve começar a ser vendido no mercado, e por menos de US$ 1.500 (cerca de R$ 3 mil). Segundo fontes do site CNET, o tão esperado gadget do gigante da tecnologia deve dar as caras ainda em 2013.

    Quando liberou uma versão dos óculos para desenvolvedores, o Google disse que ele deveria ser lançado em sua versão final apenas em 2014, mas parece que o processo foi adiantado. Essa notícia coincide com os rumores recentes de que a empresa está planejando abrir algumas lojas de varejo para apresentar seus produtos.

    Leia também: Rumor: Google estaria planejando o lançamento de lojas físicas

    O CNET ainda afirma que o Google Glass possuirá conexões Bluetooth (para Androids e iPhones), Wi-Fi, 3G e 4G – quando conectadas a um smartphone. O Google também planeja lançar atualizações mensais para os primeiros usuários a fim de refinar a experiência inicial.

    Agora, a empresa de Mountain View lançou uma página na web para que pessoas interessadas no produto realizem uma inscrição até a próxima quarta-feira (27).

    Os candidatos devem usar o Google+ ou Twitter para dizer o que fariam se tivessem o Glass, e as mensagens devem começar com a hashtag # ifihadglass. Os “exploradores” que forem selecionados devem pagar os US$ 1.500 para receber o Google Glass e participar de uma experiência em Nova York, São Francisco ou Los Angeles.

    Na última semana o Google divulgou um vídeo em seu canal oficial do YouTube que mostra como o Glass funciona e qual a sensação de quem utiliza o acessório. A empresa garante que as imagens abaixo foram gravadas com seu novo dispositivo:

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