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Veja como Google Glass pode trazer independência a quem tem Parkinson

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O Google ainda não liberou o Glass para o público em geral, mas há bastante tempo vem colocando os óculos inteligentes nas mãos de quem pode descobrir as mais variadas finalidades para o produto. O pessoal da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, encontrou uma boa razão para apostar na novidade.

Com uma série de aplicativos personalizados, eles conseguiram transformar o Glass em um apoio para quem sofre com o mal de Parkinson, tornando essas pessoas mais independentes.

Conforme explica o Engadget, o Glass envia alertas sutis para lembrar os pacientes sobre a hora de tomar medicações e suas próximas consultas médicas. Também os lembra de falar e engolir, para evitar que salivem em excesso.

Os sensores de movimento dos óculos são usados para evitar que a pessoa “congele”, exibindo pistas visuais que os ajuda a desbloquear o cérebro e recuperar o fluxo de pensamento.

O projeto ainda está em estágio inicial e, como não se sabe ao certo quando o Glass será lançado de fato, fica difícil prever quando ele poderá ser usado para ajudar quem tem Parkinson. Mas os pesquisadores continuam trabalhando para desenvolver aplicações que atendam a necessidades específicas de voluntários.

Assista: Conheça o RING, o anel gadget que controla tudo

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A tecnologia pessoal avança de forma indiscutível, e uma das principais tendências do momento são os aparelhos pessoais conhecidos como wearables, uma expressão americana que se refere a tudo aquilo que podemos vestir, como o Google Glass ou os relógios inteligentes da Sony.

A última novidade foi apresentada pela Logbar, a empresa que começou a desenvolver o protótipo de um anel inteligente em 2013, atualmente em fase de captação de recursos para financiar o produto final. Trata-se de um pequeno aparelho que concentra todos os comandos para smartfones, relógios inteligentes, tablets e computadores.

Dele, pode-se comandar a redação de e-mails, fazer pagamentos online e controlar eletrodomésticos em casa, desde que estejam programados. A tecnologia, financiada pela plataforma Kickstarter, é facilitada por um software dentro do anel, capaz de interpretar os diferentes movimentos do dedo de quem o utiliza.

Por ser um acessório de uso pessoal, o sistema de notificações para comunicação com o usuário será feito por luzes LED e vibrações. Com o movimento de um dedo será possível enviar ou receber mensagens de texto, fazer compras, desenhar e postar comentários nas redes sociais.

A conexão entre os diferentes dispositivos sob comando do RING utilizará tecnologia Bluetooth. O RING é compatível com os sistemas operativos iOS e Android, e sua comercialização deverá ocorrer a partir de junho de 2014.

Curiosidades na internet

Google revela lentes de contato inteligentes para pessoas com diabetes

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O Google anunciou um novo dispositivo para ser utilizado nos olhos. Diferente do Google Glass, as lentes de contato inteligentes oferecem uma funcionalidade muito mais séria e útil, pois é feita com propósitos médicos.

Google revela lentes de contato inteligentes para pessoas com diabetes

Google e as lentes de contato inteligentes

Portanto, se você acha que trata-se de um aparato no estilo “homem biônico”, está errado. De acordo com o blog oficial do Google, as lentes de contato inteligentes permitem que as pessoas possam medir seu nível de glicose no sangue ao lacrimejar, via um sensor que se comunica com um microchip sem fio.

Resumindo, serve para as pessoas com diabetes monitorar, de forma mais efetiva, o seu nível de glicose.

“Estamos testando protótipos que podem gerar uma leitura a cada segundo. Nós também estamos investigando o potencial para que isso sirva como um alerta para o usuário, por isso estamos explorando e integrando pequenas luzes LED que podem acender para indicar que os níveis de glicose cruzaram acima ou abaixo de certos limites”, publicou o blog oficial.

A empresa diz que pretende encontrar parceiros para ajudar a levar as lentes de contato inteligentes para o mercado, juntamente com a criação de aplicativos que mostrará a informação do nível de glicose recolhidas para o paciente ou médico.

Não há informação ainda de quando as lentes serão disponibilizadas para o público.

Vale lembrar que a Microsoft já pesquisa esse tipo de lentes de contato há alguns anos, junto da Universidade de Washington. As pesquisas da empresa incluem também o uso das lentes para ajudar diabéticos a conferirem o nível de glicose no sangue, como você poe conferir no vídeo abaixo.

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Óculos e lentes de contato inteligentes dão visão acima da capacidade humana

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Tecnologia foi apresentada ao público da CES 2014

Lentes inteligentes podem deixar o Google Glass para trásReprodução/Mashable

Foi-se o tempo em que as lentes de contato corrigiam o mau funcionamento da visão. Literalmente de olho nos avanços da tecnologia, empresas do setor de óculos e lentes de contato estão criando produtos que não só corrigem, mas potencializam a vista do homem.

Durante a feira de tecnologia CES 2014, em Las Vegas, que ocorre desde terça-feira (7) e vai até sexta-feira (10), por exemplo, a iOptik apresentou suas lentes capazes de melhorar o foco do olho humano. Com elas, uma pessoa é capaz de enxergar as impressões digitais quando coloca o dedo a uma curta distância dos olhos.

Segundo a empresa, a qualidade e capacidade da visão vai além do comum quando lentes e óculos são usados juntos.

Isso porque a tecnologia dos óculos conta com painéis planos e microprojetores que exibem aplicativos e telas de visualização nos óculos, como um Google Glass. Os óculos se ajustam às condições das lentes de contato.

Durante a CES nesta quinta-feira (9), um porta-voz da iOptik falou sobre os desafios as empresas do ramo.

Dá uma olhada na visão que a iOptik pode te darDivulgação

— Muitas empresas estão tentando fazer isso com hardwares no momento, e há limitações: há um campo de visão pequeno. O Google Glass equivale a seu smartphone perto de você. O sistema da iOptik é seis vezes a resolução dele e 20 vezes a área (campo de visão). É como olhar para a projeção de uma televisão gigante, e você pode ver muito mais.

A visão inteligente, como a do Google Glass, pareceria muito mais um óculos de mergulho se a tecnologia funcionasse dentro do dispositivo (como a lente de contato), segundo o porta-voz durante a apresentação. Segundo ele, ao ajustar o iOptik, o usuário tem a impressão de que está usando óculos normais.

— Esperamos que esta tecnologia possa substituir seu smartphone futuramente.

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Lente de contato de realidade aumentada será demonstrada na CES

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(Foto: reprodução)

A CES começa na semana que vem e, como já é de costume, promete contar com que há de mais incrível no mercado de tecnologia. Um dos produtos que promete ser um dos destaques da feira tem o potencial de deixar o Google Glass no chinelo: lentes de contato de realidade aumentada, da empresa americana Innovega.
A empresa mostrará no evento a iOptik, que são uma reimaginação da experiência de dispositivos de vestir na cabeça, como o Glass, com a capacidade de trazer uam experiência mais imersiva do que o concorrente do Google.

Infelizmente, as lentes não funcionam sozinhas e não geram imagens por conta própria. Elas também necessitam dos óculos da Innovega, que se assemelha muito mais a um par de óculos tradicional do que o Glass. Eles produzem as luzes que são capturadas pela lente para produzir a imagem.

Segundo a CNET, a utilização dos óculos em companhia das lentes permite que o usuário foque em objetos próximos e distantes, o que é problemático quando imagens panorâmicas são colocadas a poucos centímetros dos olhos. Com o conjunto, seria possível projetar a mídia com sobreposição, solucionando o problema.

O protótipo será mostrado na CES, mas o lançamento não deve acontecer tão cedo, já que as lentes da empresa ainda não estão aprovados para vendas. O CEO Stephen Willey, no entanto, não acredita que isso deva ser um grande problema, já que lentes de contato já foram aprovadas muitas vezes, com designs diferentes, revela ele à CNET.

O vídeo de demonstração da iOptik pode ser conferido abaixo:

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Concorrente do Google Glass entra em pré-venda por R$ 7,5 mil

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Após o anúncio dos óculos inteligentes do Google, diversas empresas também estão lançando gadgets similares. É o caso da Meta, que criou um gadget com realidade aumentada, chamado metaPro AR, que já entrou em pré-venda por meio do seu site oficial, custando “somente” US$ 3 mil – ou seja, aproximadamente R$ 7,5 mil.

Óculos tem tecnologia avançada (Foto: Divulgação)Óculos tem tecnologia avançada (Foto: Divulgação)

O metaPro é um pouco maior do que o iPhone, e tem um visual mais estiloso, lembrando óculos do estilo “aviator”. Ele possui um processador Intel i5 de 1,5 GHz e 4 GB de RAM para processamento de suas tarefas. Porém, para conseguir ter todo este poder, claro, o óculos precisa de um pequeno acessório.

Ao contrário do Google Glass, que atua por si próprio, o gadget da Meta precisa ser ligado a um pequeno computador, por meio de um fio, que deve ser colocado, por exemplo, em um bolso da calça do usuário. A empresa revela que, em breve, irá adotar o wireless nos gadgets, mas não para este primeiro momento.

A princípio, a companhia diz esperar que os óculos sejam utilizados pelos usuários dentro de casa. Até o momento, fala-se em dois aplicativos que estão sendo desenvolvidos para o metaPro. Um deles é um jogo de ação e o outro uma ferramenta para médicos terem a oportunidade de visualizar informações vitais dos pacientes.

A pré-venda dos óculos já começou, e vai até julho, quando as primeiras unidades dele serão enviadas para os consumidores. O metaPro AR tem tela 3D HD, Câmera, áudio digital, sensor de movimento e lentes Zeiss.

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Primeira multa por dirigir usando o Google Glass é aplicada nos EUA

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Google Glass

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O fato, um tanto quanto inusitado, aconteceu com a desenvolvedora Cecilia Abadie, quando ela diriga usando seu Google Glass por San Diego, na Califórnia. Segundo a desenvolvedora, que usou seu perfil no Google+ para contar o ocorrido, ela trafegava acima da velocidade permitida na autoestrada e, quando abordada pelo policial, pensou que a multa seria por esse motivo.

“Um policial acabou de me parar e me deu uma multa por usar o Google Glass enquanto dirigia! A frase diz exatamente isso: ‘dirigindo com monitor visível para o motorista (Google Glass)’. É ilegal dirigir com o Google Glass na cabeça ou esse policial está errado? Qualquer conselho legal será agradecido! Isso aconteceu na Califórnia. Vocês conhecem outros Glass Explorers que tenham levado uma multa parecida em qualquer outro lugar dos EUA?”, desabafou na publicação.

Ao que tudo indica, o oficial enquadrou Abadie na lei de trânsito de número 27602 da Califórnia. Nela, o Estado proíbe os motoristas de assistirem a vídeos enquanto dirigem:

“Uma pessoa não deverá dirigir um veículo motorizado caso um receptor de televisão, um monitor de vídeo, uma TV, uma tela de vídeo ou qualquer outra forma de exibição de conteúdo televisivo ou sinal de vídeo que exiba entretenimento ou aplicações de negócios opere e esteja localizado no veículo motorizado em ponto à frente do encosto do assento do motorista ou esteja visível para o motorista”.

De acordo com Abadie, o gadget estava desligado no momento em que dirigia e a multa foi aplicada e, claramente, isso não seria suficiente para puní-la. O fato é que, inocente ou culpada, a desenvolvedora parece ter sido a primeira pessoa a receber uma multa de trânsito por usar o Google Glass enquanto dirigia.

O julgamento do caso deverá acontecer em janeiro.

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Óculos especiais para médicos permitem ver por baixo da pele

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(Foto: reprodução)
Um novo gadget desenvolvido pela empresa americana Evena Medical pode solucionar o velho problema da enfermeira que não encontra a veia na hora do exame de sangue. A proposta do Eyes-On Glasses é permitir ao usuário ver claramente os vasos sanguíneos do paciente através da sua pele antes de dar a agulhada.
O óculos de raio-X da Evena não se aplica apenas a esta situação, mas é uma daquelas que serão resolvidas com o produto. A tecnologia é similar a outros produtos da empresa, que, no entanto, são grandes demais e pouco práticas. O Eyes-On Glasses permitiriam uma utilização mais simples e eficaz, de forma bastante parecida com o Google Glass.”Estudos mostram que 40% das injeções intravenosas requerem múltiplas tentativas para localizar e acessar a veia. Isso desperdiça o tempo dos profissionais, atrasa a terapia e causa desconforto e instaisfação do paciente”, explica Frank Balll, presidente e CEO da Evena Medical. Ele aponta que o produto poderia ser usado até mesmo em ambientes clínicos complicados, como neonatal pediátrico.

A tecnologia empregada nos óculos de raio-X é da Epson. Com isso, o gadget coleta imagens em três dimensões. Ele pode diferenciar frequências de infravermelho, que identificam a quantidade de oxigênio do sangue para identificar a veia.

O produto funciona como um óculos de realidade aumentada, que sobrepõe a imagem gerada pelos óculos com a realidade. Ele possibilita o armazenamento de fotos capturadas no procedimento e as imagens podem ser enviadas para uma equipe médica via Wi-Fi ou Bluetooth.

A expectativa é que ele seja lançado já no primeiro trimestre de 2014. Confira o vídeo que mostra como ele funciona logo abaixo:

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Google lança projeto que visa prolongar a vida humana

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O Google deposita grande parte de seus esforços em inovação. E depois de lançar o Google Glass e o Project Loon, que oferece internet por meio de balões, a empresa revelou outro projeto. É o Calico, uma empresa subsidiária do Google que pretende prolongar a vida humana.

Google lança projeto que visa prolongar a vida humana

Calico pretende prolongar a vida humana

O anúncio oficial desta nova empresa não conta com muito detalhes. Apenas que ela tem foco em procurar a saúde e bem-estar. Principalmente em relação ao envelhecimento e doenças associadas. Larry Page, o CEO do Google, é citado no comunicado da empresa, e ele espera que eles possam “melhorar milhões de vidas” com os esforços na área de saúde e biotecnologia.

Quem será o responsável pela Calico é Arthur D. Levinson, que foi CEO da Genentech, empresa estadunidense de biotecnologia. Levinson também é um dos membros da diretoria da Apple.

“Para muitos de nossos amigos e familiares, a vida foi interrompida ou a sua qualidade de vida é muitas vezes inexistente. Art é um dos loucos que acha que não tem que ser dessa maneira. Não há ninguém mais adequado para liderar esta missão e estou animado para ver os resultados”, disse Tim Cook, CEO da Apple.

Não há informações ainda de quanto de investimento o Google aposta na Calico

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Apple desenvolve bateria flexível e smartwatch pode estar a caminho

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iwatch

Os rumores sobre um possível smartwatch da Apple já existem há alguns meses e ficam cada vez mais próximos de se tornarem fatos. Nesta semana, foi divulgada uma patente da Apple que traz o projeto de uma bateria flexível que serviria tanto para relógios inteligentes quanto para dispositivos flexíveis.

O documento oficial, divulgado pela United States Patent and Trademark Office, órgão responsável pelas patentes norte-americanas, mostra um sistema formado por diversas  smartwatchunidas por uma camada laminada. Para juntá-las, um adesivo especial seria usado.

Uma bateria assim poderia ser utilizada em dispositivos de qualquer formato e não teria sua função prejudicada caso dobrada – o que acontece hoje nas baterias convencionais

Apple cria bateria flexível

Fonte: Reprodução/USTPO

O lançamento de um smartwatch poderia colocar a Apple de volta à briga por produtos inovadores – o último grande lançamento foi o iPad. Além disso, com o Google Glass, a categoria dos dispositivos de vestir é um nicho a ser explorado.

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Pesquisadores desenvolvem pílulas com sensores para monitorar pacientes PUBLICIDADE

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NICK BILTON
DO “NEW YORK TIMES

The New York TimesParecem comprimidos comuns, alongados e um pouco menores que vitaminas diárias. Mas, se o seu médico prescrevê-los num futuro não muito distante, poderá haver uma reviravolta num antigo clichê: “Tome dois desses computadores digeríveis, e eles me mandam um e-mail pela manhã”.

Enquanto a sociedade luta contra problemas de privacidade relacionados a computadores vestíveis como o Google Glass, cientistas, pesquisadores e algumas start-ups já preparam a próxima e mais intrusiva onda da computação: aparelhos digestíveis e sensores minúsculos alocados dentro de comprimidos.

Embora esses dispositivos ainda não estejam disponíveis ao público, algumas pessoas já os engolem para monitorar dados de saúde e compartilhá-los, pela internet, com um médico. E existem ainda protótipos de aparelhos miúdos que podem fazer coisas como abrir as portas do carro ou preencher campos de senha.

Para trabalhadores de profissões extremas, como viagem ao espaço, várias versões dessas pílulas já são usadas há algum tempo. Mas, no próximo ano, o médico da sua família –se ele for adepto à tecnologia– poderá tê-las em seu kit de medicina.

Dentro desses comprimidos estão pequenos sensores e transmissores. Você os engole com água, leite, o que preferir. Depois disso, eles seguem ao estômago e percorrem o intestino intactos.

“Você irá –voluntariamente, devo dizer– tomar uma pílula que você pensa ser um medicamento, mas na verdade é um robô microscópico que irá monitorar seus sistemas” e transmitir o que está acontecendo pela rede, disse Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, numa conferência da companhia no último outono. “Se eles fizerem a diferença entre a vida e a morte, você vai querer tomá-los.”

Uma das pílulas, feita pela Proteus Digital Health, uma pequena empresa em Redwood City, na Califórnia, não precisa de bateria. No seu caso, o corpo é a fonte de energia. Assim como uma batata pode acender uma lâmpada, a Proteus adicionou magnésio e cobre em cada lado de seu sensor, de forma que os ácidos estomacais gerem energia suficiente para fazê-lo funcionar.

Quando a pílula da Proteus atinge o fundo do estômago, envia os dados coletados para um aplicativo de celular. O computador pode monitorar o comportamento do uso dos medicamentos (“A Vovó já tomou seu remédio hoje? A que horas?”) e como o corpo do paciente está reagindo aos remédios. Ele também detecta os movimentos da pessoa e seu padrão de descanso.

Executivos da empresa, que arrecadaram, recentemente, US$ 62,5 milhões (R$ 141 mi) de investidores, acreditam que essas pílulas vão ajudar pacientes com problemas físicos e neurológicos. Pessoas com dificuldades relacionadas ao coração poderiam monitorar o fluxo sanguíneo e a temperatura corporal; aqueles com problemas no sistema nervoso, incluindo esquizofrenia e mal de Alzheimer, poderiam monitorar seus sinais vitais em tempo real.

A Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) aprovou o comprimido da Proteus na ano passado.

Uma pílula chamada CorTemp, feita pela HQ Inc., em Palmetto, na Flórida, tem uma bateria interna e transmite, em tempo real, a temperatura do corpo enquanto percorre o interior do paciente.

Bombeiros, jogadores de futebol, soldados e astronautas tem usado esses dispositivo, para que seus empregadores os monitorem e se certifiquem de que seus corpos não superaqueçam. Lee Carbonelli, chefe de marketing da HQ, disse que a companhia esperava ter, no ano que vem, uma versão para o público que se comunicasse com um app para smartphones.

Gerações futuras dessas pílulas poderiam ser ferramentas de conveniência.

No mês passado, Regina Dugan, vicepresidente sênior do grupo de tecnologia avançada da Motorola, exibiu um exemplo desse uso –junto com tatuagens de identificação de frequências de rádio que grudam à pele como adesivos– na conferência D:All Things Digital.

Tendo a pílula em seu corpo, você poderá ter acesso ao seu smartphone sem a necessidade de digitar uma senha. Porque, em vez disso, você será a senha. Sente no carro e ele será ligado. Toque a maçaneta da porta de casa e ela será destravada automaticamente. “Seu corpo se tornará um token de autenticação, disse Dugan.

Mas, se as pessoas estão preocupadas com privacidade por causa da ascensão dos computador vestíveis, espere só até elas descobrirem os computador digestíveis.

“Essa é apenas outra daquelas tecnologias que nos trazem opções maravilhosas e terríveis ao mesmo tempo”, disse John Perry Barlow, cocriador da Electronic Frontier Foundation, um grupo de advocacia especializado em privacidade.

“A vantagem é que há um grande número de coisas que você quer saber sobre si mesmo numa base contínua, especialmente se você é diabético ou sofre de alguma outra doença. A desvantagem é que a operadora do seu plano de saúde poderá saber todo o funcionamento do seu corpo.”

E se esse minúsculo computador dentro de você fosse hackeado? Digamos que isso seria um problema.

Existe ainda uma última pergunta para essa pílula. Depois que ela faz seu trabalho, passando pelo estômago e pelo intestino, o que acontece? “Ela atravessa o seu corpo naturalmente em 24 horas”, disse Carbonelli, da HQ. Mas, como cada pílula custa US$ 46 (R$ 104), “algumas pessoas escolhem recuperá-la e reciclá-la.

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Pesquisadores do MIT criam sistema capaz de ver através das paredes

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Se você ficou preocupado com os problemas envolvendo a privacidade de muitas pessoas com o anúncio do Google Glass, imagine o que um sistema capaz de ver através das paredes não pode fazer! Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema capaz de ver através das paredes com a ajuda de uma rede Wi-Fi, o Wi-Vi. As informações são do PC World.

O Wi-Vi pode ser construído em um smartphone ou outros dispositivos móveis e ser usado em missões de busca ou resgate e até por agentes da lei, como informa a professora do MIT Dina Katabi, que desenvolveu o sistema em parceria com seu orientando Fadel Abid. Dina acredita que consumidores comuns também poderão vir a usar o sistema para sua segurança, como, por exemplo, em casos em que pessoas acham que estão sendo seguidas em ruas escuras.

Por enquanto, você não precisa se preocupar com outras pessoas que já tenham a capacidade de acompanhar tudo que você faz em seu quarto, por exemplo, já que o display do Wi-Vi tem resolução muito baixa e funciona apenas como um sensor e não como uma espécie de raio-X com muitos detalhes. Dina e seu aluno já trabalham para melhorar a resolução das imagens captadas pelo sistema e garantem que, em um futuro próximo, ele será capaz de mostrar detalhes de rostos. Mas a professora afirma que, como todas as novas tecnologias, teremos que entender como e para quais fins o Wi-Vi deverá ser usado.

O Wi-Vi funciona através do envio de ondas de rádio via Wi-Fi e que têm suas frequências medidas, ou seja, o sistema opera de forma semelhante a radares e sonares, mas sem o custo, tamanho e frequência restrita que estes sistemas têm. Toda vez que as ondas de rádio refletem em um objeto, sua forma e composição afetam diretamente a retransmissão do mesmo sinal. Mas, quando o Wi-Fi reflete em uma parede, a maior parte do sinal é refletida para fora da parede, e apenas uma pequena porção dela é capaz de refletir as pessoas que estão do outro lado.

Wi-ViFoto: Divulgação

Para contornar essa situação, o Wi-Vi transmite dois sinais distintos de Wi-Fi, sendo um o inverso do outro. Assim, quando um sinal atinge um objeto fixo, o outro o elimina. Mas, devido à forma como os sinais estão codificados, ele não são capazes de se anular mutuamente quando se deparam com objetos em movimento, o que faz com que os reflexos de uma pessoa em movimento sejam visíveis, apesar da parede que separa o objeto do Wi-Vi.

O projeto do Wi-Vi, graças ao seu tamanho e preço, pode ser implantado em dispositivos menores, como é o caso dos smartphones. “Todos os componentes que utilizamos são os normalmente usados em um dispositivo portátil Wi-Fi”, explicou Dina Katabi. E com sua tecnologia subjacente, os pesquisadores afirmam que o sistema não comprometeria o desempenho da bateria dos aparelhos móveis.

Entre as variadas funções do Wi-Vi, os pesquisadores destacam seu uso por policiais durante operações de captura para evitar emboscadas e no resgate de vítimas em caso de desabamentos. O sistema também poderia ser facilmente aplicado em consoles para permitir que os usuários continuem jogando mesmo em outra sala, além de servir para monitorar a atividade de crianças e até idosos dentro de casa.

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Google confirma: Glass terá sistema de som transmitido pelos ossos, sem fones

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O Google enfim revelou as especificações completas do Google Glass, e com ele uma surpresa ainda inédita no mercado: a gigante das buscas usará um sistema de áudio baseado na transdução por condução. Através das hastes dos óculos, o som será transmitido para o ouvido do usuário por meio de microvibrações em determinados ossos de sua cabeça, sem usar nenhum tipo de alto-falante.

Google Glass (Foto: Divulgação)Google Glass usará sistema de som sem alto-falantes (Foto: Divulgação)

A divulgação aconteceu nesta segunda-feira (15), em conjunto com a produção das primeiras unidades e a disponibilização da documentação da Mirror API para desenvolvedores.

Além da surpresa do áudio, a tela montada a frente do olho do usuário também chamou atenção. Serão 640 x 360 pixels de resolução que, em proporção, equivaleria a um monitor de 25 polegadas de alta definição colocado a 2,5 metros de distância do espectador.

Junto a isto, os recursos multimídia dos óculos incluem uma câmera de 5 megapixels para fotos, com possibilidade de gravar vídeos em 720p. Já a capacidade de armazenamento total é de 16 GB, dos quais 12 GB serão utilizáveis e sincronizados com o serviço de nuvem da Google. Para se conectar a Internet, ele usará o padrão 802.11 b/g ou o Bluetooth pareado a outros dispositivos.

Segundo o Google, os óculos será compatível com qualquer celular que possua Bluetooth, mas seu funcionamento pode variar de acordo com cada aparelho. Os recursos de SMS e GPS, por exemplo, só serão possíveis através do aplicativo “MyGlass Companion”, que requer Android 4.0.3 ou superior.

Para sustentar todos estes recursos, a bateria terá duração de um dia “de uso típico”, segundo o Google. A companhia lembra, nessa especificação, que recursos como Hangouts e gravação de vídeos podem pedir um uso mais intenso da bateria, que será recarregada via cabo microUSB.

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Dirigir com Google Glass pode render multa e até apreensão do carro

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Brasil não tem legislação sobre o tema, mas pode usar mesmo princípio dos DVDs veiculares

glassReprodução/YouTube

Vídeo do Google mostra o Glass em ação, até mesmo em um carro — mas nos olhos do passageiro, é claro

Se você adquirisse um Google Glass amanhã, provavelmente iria testar a novidade onde quer que você fosse. Assim como fazemos quando uma nova categoria de aparelhos chega ao mercado — lembra-se daquela primeira TV de plasma, que era atração turística para vizinhos e amigos? Pois é. Só que estes óculos podem ter um “efeito colateral” que ninguém havia pensado até então: ser uma distração ao volante e causar acidentes de carro.

Para quem ainda não conhece o Glass: ele filma, tira fotos, acessa a internet, faz buscas no Google, acessa mapas e faz traduções, entre outros serviços, como mostrar a previsão do tempo e o relógio. Mas parte destas funções exige projetar imagens na própria lente do óculos, obstruindo uma pequena parte da visão.

Nada que comprometa sua visão, como você pode ver na imagem acima. Mas pode, teoricamente, atrapalhar parcialmente o que o motorista enxerga e, mais importante, prender a atenção, como um smartphone prende. E será que isso prejudica o controle do carro?

Como o Glass ainda nem está disponível para testes — e muito menos chegou ao mercado — não é possível (ainda) reproduzir a situação para ver quais os riscos reais. E, como afirma o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) ao R7, também não foi feita legislação sobre o tema, que é novidade.

— Assim como ocorreu com os aparelhos de DVD veiculares, este dispositivo deverá ser objeto de estudo por parte das Câmaras Temáticas do Denatran para, posteriormente, ser apresentado aos conselheiros do Contran para regulamentar a questão. Mas não se fala em prazo.

No entanto, se alguém fosse flagrado dirigindo com um Google Glass hoje, “estaria sujeito às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro”, explica o órgão. Seriam quatro artigos, mais precisamente.

Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas indicadas em cada artigo, além das punições previstas no Capítulo XIX.
Parágrafo único. As infrações cometidas em relação às resoluções do CONTRAN terão suas penalidades e medidas administrativas definidas nas próprias resoluções.

Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança:
Infração – leve;
Penalidade – multa.

Art. 231. Transitar com o veículo:
c) qualquer objeto que possa acarretar risco de acidente:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – retenção do veículo para regularização;

Art. 252. Dirigir o veículo:
VI – utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular;
Infração – média;
Penalidade – multa.

As infrações vão de leve à gravíssima — atualmente, o valor das penalidades varia da casa dos R$ 42,56, se for leve e com desconto, até R$ 957,70, caso o valor seja multiplicado por cinco, em casos mais graves. Mas o valor ainda não está definido, porque ninguém se deparou com a situação (até agora).

Além da possível apreensão do seu carro, é claro.

afpsergey

O Google, por outro lado, mantém todo o sigilo que pode em relação aos óculos. Apenas os chefões da empresa aparecem usando — Sergey Brin e Larry Page, os dois fundadores, circulam com ele e fazem inveja aos humanos comuns. Os fãs de tecnologia escutam rumores sobre os óculos há cerca de um ano, mas ele continua guardado “a sete chaves”.

A campanha publicitária já começou: os óculos foram usados em um desfile no Fashion Week de Nova York, celebridades já o colocaram e, principalmente, uma página na internet para o projeto foi inaugurada (google.com/glass/start/). Além disso, foi publicado um vídeo mostrando como é, de fato, usar o Google Glass. Confira:

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Curiosidades na internet

Google Glass deve chegar ao mercado ainda em 2013

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/google/Google-Glass-deve-chegar-ao-mercado-ainda-em-2013/

Sergey Brin

Finalmente o Google Glass deve começar a ser vendido no mercado, e por menos de US$ 1.500 (cerca de R$ 3 mil). Segundo fontes do site CNET, o tão esperado gadget do gigante da tecnologia deve dar as caras ainda em 2013.

Quando liberou uma versão dos óculos para desenvolvedores, o Google disse que ele deveria ser lançado em sua versão final apenas em 2014, mas parece que o processo foi adiantado. Essa notícia coincide com os rumores recentes de que a empresa está planejando abrir algumas lojas de varejo para apresentar seus produtos.

Leia também: Rumor: Google estaria planejando o lançamento de lojas físicas

O CNET ainda afirma que o Google Glass possuirá conexões Bluetooth (para Androids e iPhones), Wi-Fi, 3G e 4G – quando conectadas a um smartphone. O Google também planeja lançar atualizações mensais para os primeiros usuários a fim de refinar a experiência inicial.

Agora, a empresa de Mountain View lançou uma página na web para que pessoas interessadas no produto realizem uma inscrição até a próxima quarta-feira (27).

Os candidatos devem usar o Google+ ou Twitter para dizer o que fariam se tivessem o Glass, e as mensagens devem começar com a hashtag # ifihadglass. Os “exploradores” que forem selecionados devem pagar os US$ 1.500 para receber o Google Glass e participar de uma experiência em Nova York, São Francisco ou Los Angeles.

Na última semana o Google divulgou um vídeo em seu canal oficial do YouTube que mostra como o Glass funciona e qual a sensação de quem utiliza o acessório. A empresa garante que as imagens abaixo foram gravadas com seu novo dispositivo:

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