Peixe com rosto “humano” é eleito o animal mais feio do mundo; veja foto

Acesse:http://f5.folha.uol.com.br/bichos/2013/09/1341028-peixe-com-rosto-humano-e-eleito-o-animal-mais-feio-do-mundo-veja-foto.shtml

DE SÃO PAULO

O Psychrolutes marcidus, espécie de peixe que habita as profundezas do oceano Pacífico, foi eleito o animal mais feio do mundo.

O blobfish (peixe gota), como é chamado em inglês, cuja aparência lembra um rosto humano, ganhou um concurso realizado na internet com mais de 3 mil participantes.

O concurso foi promovido pela Ugly Animal Society (Sociedade dos Animais Feios), com o objetivo de chamar atenção para as espécies pouco visíveis e conhecidas, mas que fazem seu papel no ecossistema.

O blobfish é capaz de suportar a pressão das grandes profundezas do oceano e tem sido vítima de pesca.

Reprodução
Blobfish, eleito o animal mais feio do mundo
Blobfish, eleito o animal mais feio do mundo

 

Curiosidades na internet

No Ceará, cabra nasce com rosto “humano

Acesse:http://www.megacurioso.com.br/bizarro/37850-no-ceara-cabra-nasce-com-rosto-humano-.htm

O animal não sobreviveu. Esse é o sétimo caso de animais nascidos com alterações genéticas no intervalo de dois dias, na mesma fazenda.

No Ceará, cabra nasce com rosto "humano"

Você acreditaria se alguém dissesse que viu uma cabra recém-nascida com um rosto estranho, com traços humanos? Pois é. É difícil mesmo saber se isso é verdade, mas o fato é que a notícia foi divulgada há alguns dias e está circulando em vários portais de notícias e curiosidades.

Tudo começou quando Raimundo Pereira, um agropecuarista de Deputado Irapuan Pinheiro, no Ceará, divulgou uma foto perturbadora de um filhote de cabra que nasceu em sua fazenda. O animal tem uma aparência bastante incomum, fato que está chamando a atenção de especialistas em animais e curiosos de plantão.

De acordo com Pereira, esse foi o sétimo animal nascido com alguma anomalia genética em sua fazenda num intervalo de dois dias, coisa que nunca tinha acontecido anteriormente. Todos os animais que nasceram com essas alterações acabaram morrendo. E aí, você já tinha visto isso antes?

Curiosidades na internet

Cientistas conseguem criar mini-cérebro humano em laboratório

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/37181/37181

(Foto: Reprodução)
Cientistas do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena realizaram um feito interessante. Em uma placa de Petri, eles conseguiram criar um cérebro em miniatura em laboratório utilizando células-tronco.
Segundo o artigo da revista científica Nature, os biólogos foram capazes de recriar pequenos pedaços 3D de tecido que se assemelham ao cérebro de um feto de 9 semanas de idade. Seu tamanho fica entre 3 e 4 milímetros.Embora não esteja completamente desenvolvido, o modelo do cérebro já apresenta regiões claras do órgão verdadeiro, como o cortex dorsal e uma retina ainda não amadurecida.

Segundo Juergen Knoblich, coordenador do estudo, as partes do cérebro estão corretamente organizadas, mas não estão conectadas. Ele compara o experimento a “um carro com motor e rodas, mas o motor está no teto. O carro nunca andaria, mas você ainda poderia ver como funciona este motor”, explica ele.

O estudo, segundo os cientistas, é usar estes cérebros criados em laboratório para estudar doenças como a esquizofrenia e o autismo. Cérebros de animais não levaram a estudos conclusivos por serem muito pouco similares aos dos humanos.

Como nota o CNET, cientistas já criaram outras partes do corpo a partir de células-tronco, como um rim e tecido cardíaco, mas nunca algo tão complexo como o cérebro humano. Segundo a Popular Science, a criação é a mais complexa criação in vitro da história.

Curiosidades na internet

Cientistas criam tecnologia que multiplica capacidade de armazenamento em DVD

Acesse:http://www.techmestre.com/cientistas-criam-tecnologia-que-multiplica-capacidade-de-armazenamento-em-dvd.html

Projeto ainda está em fase de testes e muda forma como se armazena dados no disco.

Cientistas do Centro de Microfotônica da Universidade de Swinburne, na Austrália, desenvolveram um novo tipo de disco laser capaz de gravar até 1 petabyte de dados em um DVD convencional. A única mudança é a forma como os dados são gravados no disco convencional.

A tecnologia funciona devido a diminuição no tamanho das porções de dados que um laser convencional realiza para gravar. Os dados gravados tem o tamanho aproximado em 10 mil vezes menos que um fio de cabelo humano.

A novidade está em fase de testes, e ainda não há previsão para sua chegada ao mercado. A intenção é tornar o DVD utilizável por um bom tempo, já que tem sido deixado de lado por conta do Blu-ray. Os cientistas ainda esperam que não seja necessário o uso de equipamentos específicos para leitura da nova tecnologia.

Nova tecnologia promete multiplicar capacidade de armazenamento em DVD
curiosidades na internet

Projeto prevê robôs com mente humana

Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1293181-projeto-preve-robos-com-mente-humana.shtml

É difícil imaginar um dia em que as ideias propostas por Dmitry Itskov, 32, multimilionário russo e ex-magnata da mídia on-line, não parecerão implausíveis e inviáveis. Chamada de Iniciativa 2045, em alusão ao ano em que Istkov espera que o projeto esteja finalizado, sua ideia prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seja possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade.

Seria uma cópia digital da mente de uma pessoa em um portador não biológico -uma versão de uma pessoa integralmente senciente, que poderia viver por centenas ou milhares de anos.

No entanto, Istkov conseguiu a atenção e, em alguns casos, o apoio entusiasmado de figuras altamente respeitadas da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), além de líderes em campos como a genética molecular e as neuropróteses. Cerca de 30 palestrantes dessas e de outras disciplinas vão participar da segunda edição anual do Congresso sobre o Futuro Global 2045, marcado para 15 e 16 de junho no Lincoln Center, em Manhattan.

Brandon Thibodeaux/The New York Times
David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov
David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov

Os participantes ouvirão pessoas como Roger Penrose, professor emérito de física matemática na Universidade Oxford que pode ser visto no site 2045.com com uma videochamada sobre a “natureza quântica da consciência”, e George M. Church, professor de genética na Escola Médica de Harvard, cujo vídeo no site é sobre “a extensão da gama de saúde cerebral”. Como esses vídeos sugerem, cientistas dão passos pequenos e constantes em direção à fusão humano-máquina. O futurista Ray Kurzweil, hoje diretor de engenharia do Google, argumentou no livro “The Singularity is Near”, de 2005, que a tecnologia avança exponencialmente e que “a vida humana será transformada irreversivelmente”, a tal ponto que não haverá diferença entre “o humano e a máquina ou entre a realidade física e a realidade virtual”.

Os avanços tecnológicos não pararam desde que Kurzweil escreveu o livro –como a criação de computadores capazes de derrotar humanos em partidas (como Watson, da IBM, vencedor do programa “Jeopardy”), até uma tecnologia que monitora as batidas do coração de jogadores de games e possivelmente seu grau de excitação (é o caso do novo Kinect), passando por ferramentas digitais para portadores de deficiências (como implantes cerebrais que podem ajudar tetraplégicos a movimentar braços robóticos).

Acadêmicos parecem enxergar Istkov como alguém sincero e bem-intencionado. Eles consideram que, se ele quer liderar a torcida global em favor de áreas em que cientistas geralmente trabalham na obscuridade, ótimo. Pergunte a participantes na conferência 2045 se os sonhos de Istkov poderão virar realidade algum dia. Você ouvirá desde um “pode ser” até frases de grande entusiasmo.

“Sou contra dizer que alguma coisa é impossível, a não ser que ela viole as leis da física”, responde o professor Church, acrescentando, a respeito de Istkov: “Só acho que seus planos contêm muitos pontos sem linhas que os interliguem. Não constituem um mapa do caminho real.”

“Isso não é mais improvável do que o que se viu no início dos anos 1960 com a chegada dos transplantes de fígado e rins”, opinou Martine A. Rothblatt, fundadora da United Therapeutics, empresas de biotecnologia que fabrica produtos cardiovasculares. “Na época, as pessoas acharam que era uma maluquice total. Hoje cerca de 400 p genética molecular e as neuroprótesesessoas fazem esses transplantes por dia.”

Istkov diz que vai investir pelo menos parte de sua fortuna em qualquer start-up que promova sua visão -ele afirma que, até agora, já gastou US$ 3 milhões de seu próprio dinheiro-, mas seu objetivo principal com o projeto 2045 não é enriquecer. Ele acha que seus avatares não apenas podem acabar com a fome mundial -porque uma máquina precisa de manutenção, não de comida-, mas também inaugurar uma era mais pacífica e espiritualizada.

“Precisamos mostrar que estamos aqui para salvar vidas”, explicou. “Para ajudar os deficientes, curar doenças e criar a tecnologia que nos permita, no futuro, responder a algumas questões existenciais. Como, por exemplo, o que é o cérebro, o que é a vida, o que é a consciência e, finalmente, o que é o Universo.”

Istkov passou sua infância em Bryansk, cidade situada a 370 km a sudoeste de Moscou. Seu pai era diretor de teatro musical e sua mãe professora primária. Ele estudou na Academia Russa Plekhanov de Economia, onde conheceu seu futuro sócio comercial, Konstantin Rykov. Em 1998, Rykov fundou uma e-zine cujo título era um palavrão em inglês. Istkov começou a trabalhar na e-zine no ano seguinte. Eles criaram o tarakan.ru, blog sobre a internet russa, e um jornal on-line, o Dni.ru. Seguiram-se sites de games e outros jornais on-line, além de uma revista impressa, uma editora de livros e um canal de televisão na internet.

Aos 25 anos de idade, Istkov começou a apresentar os sintomas de uma crise de meia-idade. Ele previu as coisas que poderia lamentar quando chegasse à velhice: os instrumentos musicais que não teria aprendido a tocar e os livros que não teria lido. De repente, o tempo de vida médio de cerca de 80 anos lhe pareceu muito pouco. Quanto mais contemplava o mundo, mais lhe parecia que tudo estava errado.

“Olhe para isto”, explicou, abrindo seu laptop e começando a exibir slides com uma estatística dolorosa após outra: quase 1 bilhão de pessoas no mundo estão passando fome. Quarenta e nove países estão envolvidos em conflitos militares. Dez por cento das pessoas no mundo têm deficiências físicas. E assim por diante.

Istkov calcula que precisamos mudar nosso modo de pensar ou dar às nossas mentes a chance de “evoluír”. Para que isso possa acontecer, porém, precisamos de um novo paradigma do que significa ser humano. Isso requer uma transição para um mundo em que a maioria das pessoas não seja obrigada a se dedicar às questões básicas da sobrevivência.

Assim surgiu a ideia dos avatares. As leis da oferta e da demanda continuam presentes na utopia de Istkov. Ele presume que, a partir do momento em que a produção de avatares crescer, o custo deles cairá. Também prevê que as organizações humanitárias, que hoje se dedicam a alimentar, vestir e curar os pobres, passarão a se dedicar à meta de fabricar e distribuir corpos saudáveis, ou seja, máquinas.

Por enquanto, a simples aquisição de uma cabeça robótica com aparência natural já custa muito. Algo que Istkov descreve como a cabeça mecânica mais sofisticada da história -uma réplica do próprio Istkov do pescoço para cima- está sendo construído em Plano, no Texas, sede da Hanson Robotics. A empresa foi fundada por David Hanson, doutor em artes e engenharia interativas.

“A maioria das cabeças robóticas tem 20 motores”, comentou Hansen. “As minhas possuem 32. Esta terá 36. Assim, mais expressões faciais, simulando todos os principais grupos de músculos.”

A expectativa ainda mais surpreendente é que, enquanto Istkov estiver em outra sala, sentado diante de uma tela com sensores para captar cada movimento seu, a cabeça será capaz de reproduzir suas expressões e sua voz. “Ele está controlando o robô e controlando seus gestos, sua expressão e sua fala com sua voz, em tempo real”, diz Hanson.

Istkov vê sua iniciativa futurista como uma finalidade em si mesma para hoje. “Nossos líderes buscam a estabilidade”, declarou. “Não temos algo que una a humanidade inteira. Essa iniciativa vai inspirar as pessoas.”

Será que as pessoas querem realmente viver para sempre? Se sim, gostariam de passar essa eternidade num “portador não biológico”? O que acontecerá com o cérebro de uma pessoa depois que ele for descarregado no robô? E com seu corpo? Se você pudesse escolher quando adquirir um corpo avatar, qual seria a idade ideal para fazê-lo? Avatares podem transar?

Essas são apenas algumas das dezenas de perguntas levantadas pela Iniciativa 2045. Por sinal, Istkov diz que avatares podem fazer sexo, sim, porque “um corpo artificial pode ser projetado para receber qualquer tipo de sensação”.

Se ele atingir seu objetivo, ficará na história como o visionário arrojado cujo dinheiro e garra redefiniram a vida e encontraram soluções para alguns dos problemas mais renitentes do mundo. Se fracassar, a palavra “tresloucado” com certeza figurará em seu obituário.

Curiosidades na internet

Enquanto não temos teletransporte, ficamos com a telepresença

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/gadgets/Enquanto-nao-temos-teletransporte-ficamos-com-a-telepresenca/

beam

Por enquanto, o teletransporte ainda é algo fora da nossa realidade, mas em compensação a telepresença é um negócio em expansão. Redes sem fio de alta velocidade já permitem que muita gente consiga realizar atividades remotas, como reuniões, por exemplo. Pensando em fugir das pequenas telas e aumentar a sensação de presença, a empresa Suitable Technologies criou o Beam, que é capaz de fornecer uma experiência de telepresença de alta fidelidade.

Durante o festival norte-americano South by Southwest (ou simplesmente SXSW), que aconteceu entre 8 e 17 de março no Texas, EUA, a empresa desfilou sua tecnologia capaz de levar a presença física de alguém para qualquer parte do mundo, sem que ela saia do aconchego do seu lar.

Uma tela de 17 polegadas permite simular o tamanho real do rosto humano, enquanto a estrutura possui 1,58m de altura para dar a sensação do comprimento do corpo humano. O cérebro da máquina é um Intel Core i3 de 1.3GHz, capaz de se mover graças a uma dupla de motores elétricos impulsionados por uma bateria de carro integrada e a velocidade máxima que o dispositivo de presença remota pode atingir é de 1,5m/s.

BeamImagem: Reprodução / Suitable Technologies

Duas câmeras HD grande angular permitem uma consciência visual completa. Seis microfones matriz com redução de ruído e cancelamento de eco oferecem um áudio completo e de qualidade, enquanto um poderoso alto-falante embutido permite que um usuário ouça o outro.

A conectividade acontece por meio de quatro antenas WiFi (duas de 2,4 GHz e duas de 5GHz) para garantir uma conexão sólida em todos os momentos. O Beam já está disponível no mercado e custa US$ 16 mil (cerca de R$ 32 mil).


Curiosidades na internet