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  • Microsoft apura mira contra parceiros fabricantes de computadores

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1110268-microsoft-apura-mira-contra-parceiros-fabricantes-de-computadores.shtml

    The New York TimesMais ou menos quando o iPad foi lançado, dois anos atrás, os executivos da Microsoft descobriram com algum espanto até onde a Apple estava disposta a ir a fim de garantir vantagem para um de seus produtos.

    A Microsoft descobriu via fontes setoriais que a Apple havia adquirido grandes volumes de alumínio de alta qualidade de uma mina na Austrália a fim de produzir a estrutura que caracteriza seu iPad.

    Os executivos se espantaram com a disposição da Apple de percorrer toda a cadeia de suprimento a fim de garantir materiais inovadores para o iPad, e de, depois de fazê-lo, tentar garantir toda a oferta desses suprimentos disponível no mercado.

    Os executivos da Microsoft estavam preocupados porque os fabricantes de computadores pessoais não pareciam fazer esse mesmo tipo de aposta, disse um ex-funcionário da Microsoft, sob condição de anonimato.

    O incidente foi um dos muitos, nos últimos anos que gradualmente convenceram a Microsoft a criar um tablet próprio, exibido pela primeira vez na semana passada. A decisão foi a prova mais contundente do atrito que existe entre a Microsoft e seus parceiros fabricantes de computadores.

    SURFACE NO FIM DO TÚNEL

    É a primeira vez em quase quatro décadas de história da companhia que ela venderá hardware de computação diretamente, concorrendo com os fabricantes de computadores que são os maiores clientes de seu sistema operacional Windows.

    Para os fabricantes de hardware, o mercado de computadores vêm sendo um desafio há muito tempo, porque a Microsoft e a Intel, fabricante dos microprocessadores que acionam a maioria dos computadores, costumam ficar com a maior parte dos lucros do setor, deixando apenas uma fatia magra para os fabricantes.

    Estes pagam taxas salgadas de licenciamento à Microsoft pelo Windows, o que os pressiona a fabricar computadores pelo menor custo possível, usando componentes genéricos.

    Divulgação
    Surface e capas Touch Cover, de 3 mm de espessura; a Type Cover, de 5 mm, é mais próxima de teclados de PC
    Surface e capas Touch Cover, de 3 mm de espessura; a Type Cover, de 5 mm, é mais próxima de teclados de PC

    Isso limita sua capacidade para assumir os riscos de inovação de hardware que ajudaram a definir o iPad. Além disso, com o iPad, a Apple provou que existem vantagens significativas para o projeto combinado de hardware e software. Em empresas separadas, com cada qual seguindo suas prioridades, integrar hardware e software pode se provar mais complicado.

    “Existe uma estrutura de parceria na qual os parceiros não têm oxigênio para serem inovadores”, disse Lou Mazzuchelli, executivo de um fundo de capital para empreendimentos e ex-analista de tecnologia. “Acredito que a Microsoft estava encurralada. Se não agissem logo, a vantagem da Apple se tornaria grande demais e recuperar o atraso se provaria quase impossível.”

    Steven Guggenheimer, vice-presidente da Microsoft, afirmou em comunicado que os parceiros da hardware da empresa não haviam influenciado sua decisão de criar um tablet próprio. “A Microsoft tem imenso respeito por nossos parceiros de hardware e pela inovação que propiciam no ecossistema do Windows”, afirmou o executivo. “Esperamos com ansiedade pela gama incrível de novos aparelhos que eles estão criando para o Windows 8.”

    ÁGUA E ÓLEO –OU QUASE ISSO

    Uma das melhores ilustrações de como a Microsoft chegou à decisão de criar seu novo tablet, o Surface, é o relacionamento ocasionalmente conflituoso que mantém com a Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores. Antes mesmo do anúncio do iPad, no começo de 2010, os executivos da Microsoft estavam cientes de que os computadores estavam à beira de uma transformação, adotando telas de toque para controle em lugar de teclados e mouses.

    Joe Klamar/France Presse
    Surface nas mãos do CEO da Microsoft, Steve Ballmer
    Surface nas mãos do CEO da Microsoft, Steve Ballmer

    Uma década antes, Bill Gates, o presidente do conselho da Microsoft, havia introduzido um predecessor do iPad, chamado Tablet PC, mas o produto, fabricado por empresas de hardware, não era muito eficiente. Foi um fiasco.

    Em 2007, o iPhone abriu os olhos do setor de tecnologia para as possibilidades de aparelhos portáteis com telas de toque. A Microsoft incluiu algumas capacidades primárias de controle por toque no Windows 7, sistema operacional lançado em 2009, ainda que poucos usuários dispusessem de computadores que pudessem empregar esses recursos.

    Com a intensificação dos boatos quanto ao lançamento do iPad pela Apple, HP e Microsoft estavam correndo para criar um novo tablet, cujo protótipo Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, exibiu durante uma palestra na feira de eletrônica Consumer Electronics Show, em Las Vegas, em 6 de janeiro de 2010.

    “A FÉ DESAPARECEU”

    Mas quando chegou a hora de produzir o aparelho em sua forma definitiva, o tablet da HP –mais tarde batizado HP Slate 500–, começou a mudar para pior, de acordo com o antigo funcionário da Microsoft e com um antigo executivo da HP que trabalhou no projeto e também pediu anonimato. Embora o visual inicial do projeto tenha impressionado muita gente nas duas empresas, o produto terminou “completamente arruinado” quando a divisão industrial da HP começou a encomendar os componentes industriais do aparelho, disse o ex-funcionário da Microsoft.

    No final do processo, da HP tinha um tablet espesso, com um processador Intel que gerava aquecimento acessivo, e o software e o hardware da tela não funcionavam bem juntos, causando demora sempre que um usuário tentava usar a tela de toque. “Seria como dirigir um carro que não faz a curva quando você gira o volante”, disse o ex-executivo da HP.

    Divulgação
    HP Slate 2, sucessor do problemático Slate 500
    HP Slate 2, sucessor do problemático Slate 500

    Essa espécie de problema era inaceitável, especialmente depois que Steve Jobs, então presidente-executivo da Apple, mostrou o primeiro iPad, atraindo resenhas muito positivas, apenas três semanas antes da apresentação do aparelho da HP.

    A Microsoft trabalhou com outros parceiros de hardware a fim de desenvolver produtos capazes de concorrer com o iPad, mas encontrou desacordos quanto a design e preços. “A fé desapareceu”, da parte da Microsoft quanto aos seus parceiros de hardware, de acordo com outro antigo executivo da empresa. Entre os profissionais decepcionados estava Steven Sinofsky, o poderoso presidente da divisão Windows.

    A HP ficou furiosa com a Microsoft por esta não fazer o suficiente para desenvolver um software Windows mais adaptado a aparelhos dotados de telas de toque. Os executivos se queixaram de que o software para o teclado virtual do Windows 7 não funcionava bem, e que os ícones na tela eram pequenos demais para que fosse possível digitá-los.

    A Microsoft se recusou a dedicar recursos significativos para ajudar a HP, em parte porque a empresa estava dedicando sua energia ao Windows 8, uma nova versão de seu sistema operacional que estava sendo desenvolvida especificamente para acionar aparelhos equipados com telas de toque.

    Um outro antigo funcionário da HP afirmou que a empresa e outros fabricantes de computadores precisavam de mais inovação da parte da Microsoft. Ele disse que os fabricantes de computadores consideram as taxas de licenciamento pagas pelo Windows como subsídio à pesquisa e desenvolvimento da Microsoft, um investimento que lhes permitiria desenvolver produtos lucrativos.

    Henry Gomez, porta-voz da HP, se recusou a comentar.

    HP SE AVENTURA NO SOFTWARE

    Em abril de 2010, a HP tentou uma jogada audaciosa a fim de adquirir maior controle sobre o software que aciona seus produtos, tomando o controle da Palm, produtora do sistema operacional WebOS para aparelhos móveis, por US$ 1,2 bilhão. Um fator importante na decisão foram os repetidos atrasos da Microsoft no lançamento de um novo sistema operacional para smartphones, o que paralisava parceiros como a HP, de acordo com um dos antigos funcionários da empresa.

    Reprodução/wibozi.com
    Telas do webOS, sistema da Palm, adquirida pela HP, utilizado em tablets de pouco sucesso
    Telas do webOS, sistema da Palm, adquirida pela HP, utilizado em tablets de pouco sucesso

    Mas as vendas fracas do tablet e celulares inteligentes equipados com o WebOS condenaram esse esforço ao fracasso. (O fato de a HP ter demitido dois presidentes-executivos ao longo desse período, por motivos não relacionados a esses produtos, também influenciou a situação negativamente). A empresa colocou o WebOS no mercado como software de fonte aberta, mas não produz mais aparelhos que o utilizem. No ano passado, a companhia chegou a considerar a cisão de sua divisão de computadores, mas desistiu rapidamente da ideia.

    Diante desse panorama, a Microsoft começou a investir mais no desenvolvimento de hardware próprio na categoria tablet, ainda que no final de 2010 não tivesse decidido se venderia o aparelho diretamente ou o licenciaria para outros fabricantes, disse o antigo funcionário da Microsoft.

    Alguns observadores do setor de tecnologia continuam a acreditar que a Microsoft deixará de lado a fabricação e venda direta de seu tablet tão logo consiga persuadir outras companhias de hardware a produzir bons aparelhos. “Acho que assim que eles fizerem esse segmento pegar no tranco, planejam ganhar dinheiro como sempre fizeram –licenciando software”, disse Michael Cusumano, professor de administração de empresas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

    INSPIRADOS PELA APPLE

    Inspirada pelas ações da Apple com relação ao alumínio, a Microsoft começou a estudar atentamente materiais que pudessem ser usados para criar uma carcaça inovadora para um tablet. Os membros da equipe Windows optaram pelo magnésio, um metal leve que funcionou bem nos testes, de acordo com o ex-funcionário da Microsoft.

    Na semana passada, a empresa dedicou porção significativa de seu evento de lançamento do novo tablet a descrever a carcaça de magnésio do Surface, definida como forte e resistente a arranhões, de acordo com o antigo executivo da Microsoft. “É um revestimento único”, disse Sinofsky, erguendo o aparelho cinzento em suas mãos.

    Tradução de Paulo Migliacci

    Divulgação
    Carcaça do Surface é feita de magnésio, ao contrário de concorrentes como o iPad, que usa alumínio
    Carcaça do Surface é feita de magnésio, ao contrário da de concorrentes como o iPad, que usa alumínio

    Curiosidades na internet

  • Google lança Chrome e Google Drive para iPhone e iPad

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1111975-google-lanca-chrome-e-google-drive-para-iphone-e-ipad.shtml

    O Google lançou nesta quinta (28) versões do navegador Chrome e do aplicativo de arquivos em nuvem Drive para o iOS –o sistema operacional de iPhone, iPad e iPod touch.

    Segundo a empresa, os aplicativos estarão disponíveis na loja App Store, da Apple, “ao longo do dia”.

    O Chrome, que já tem versões para Windows, Mac e Linux, havia ganhado também edição para Android em fevereiro.

    Divulgação
    Chrome, que tinha versão para Android (foto), chega ao iOS
    Chrome, que tinha versão para Android (foto), chega ao iOS

    CHROME, O POPULAR

    Durante a apresentação, realizada no segundo dia do evento Google I/O, Sundar Pichai, vice-presidente sênior de Chrome e aplicativos, afirmou que o Chrome é o browser mais popular do mundo, com 310 milhões de usuários ativos. Segundo dados do site Statcounter, o Chrome assumiu o posto no final de maio, ao ultrapassar o Internet Explorer.

    Foi enfatizada a capacidade que o navegador tem de sincronizar informações entre as versões para todos os dispositivos, chamada Chrome Sync.

    “Já sabemos que o Chrome Sync é fantástico, mas agora é hora de vocês verem algo novo [versão para iOS do navegador]”, disse Brian Rakowski, vice-presidente do desenvolvimento do Chrome, durante o anúncio.

    DRIVE OFF-LINE

    O serviço de sincronização de arquivos Google Drive, lançado em abril, tinha até agora versões para Windows, Mac e Android.

    O lançamento da versão para iOS é acompanhado do anúncio de melhorias no uso do serviço, como a melhor capacidade de lidar com situações em que não há conexão à internet.

    A partir de agora, será possível usar off-line o Drive (ou o Docs, nas contas em que não foi feita a transição de um serviço para o outro). Os documentos alterados durante a falta de conexão são automaticamente atualizados quando o usuário estiver on-line novamente.

    Reprodução
    Google Docs passa a permitir visualização e edição de documentos sem conexão à internet
    Google Docs passa a permitir visualização e edição de documentos sem conexão à internet

    Curiosidades na internet

  • Adobe anuncia descontinuação do Flash Player para Android

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1112447-adobe-anuncia-descontinuacao-do-flash-player-para-android.shtml

    A Adobe, dona do software de animação para web Flash, anunciou que futuras versões do sistema Android, inculindo a 4.1, anunciada na quarta (27), não terão suporte ao Flash Player.

    O Flash é usado para vídeos, jogos e animações na internet. Atuais usuários do Android devem instalar o programa, disponível na Google Play, até o dia 15 de agosto.

    “Não prosseguiremos o desenvolvimento e o teste do Flash Player para esta nova versão do Android e suas opções disponíveis de navegadores. Não haverá implementação certificada do Flash Player para o Android 4.1”, afirmou a empresa em comunicado.

    O Android é o sistema operacional do Google para tablets e smartphones. A versão 4.1 (Jelly Bean) deve ser lançada em meados de julho, junto com o tablet Nexus 7.

    Divulgação
    Imagem da Adobe que enaltece o suporte de Flash no Android; versão do sofware será descontinuada
    Imagem da Adobe que enaltece o suporte de Flash no Android; versão do sofware será descontinuada

    A Adobe havia anunciado em novembro último passaria a “focar” sua plataforma Flash, responsável por grande parte da publicidade e dos jogos presentes na internet, a browsers de computadores –em detrimento de dispositivos móveis.

    O YouTube, por exemplo, usa tecnologia Flash para reprodução de vídeos –apesar de o site estar disponível para Android por meio de aplicações dedicadas.

    NEM IPHONE, NEM ANDROID

    O iOS, sistema de iPad e iPhone, nunca teve suporte à plataforma.

    Em 2009, Steve Jobs, então presidente-executivo da Apple, disse que o Flash era “insuficiente” para interfaces de toque, além de causar descarregamento mais rápido da bateria.

    O Flash surgiu na década de 1990 e ganhou a atual denominação em 1996, quando foi adquirido pela Macromedia.

    A empresa, por sua vez, foi comprada pela Adobe em 2005, companhia que passou a deter e desenvolver o Flash. Atualmente, o Flash Player está disponível na versão 11.

    O programa para desenvolvimento de objetos da plataforma, chamado Flash Professional, está na versão CS6.

    Alguns entusiastas do sistema Android já defenderam sua compatibilidade ao Flash como uma das principais vantagens em relação ao iOS.

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  • Aqui estão os primeiros Comerciais do Samsung Galaxy S III

    Acesso:http://techcrunch.com/2012/06/21/here-are-the-first-samsung-galaxy-s-iii-commercials/

    Prepare-se para ser atacado por Samsung Galaxy S manchas III visitantes. É a maior lançamento da empresa de telefonia móvel do ano eo telefone está lançando para as transportadoras agora.Samsung encontrou grande sucesso com manchas do Samsung Galaxy S ad II que usaram situações da vida real para mostrar suas forças contra o iPhone. Espere mais das vezes, isso mesmo ao redor.Afinal, por desviar-se uma estratégia que levar a venda de 28 milhões de unidades?

    Estes são os dois primeiros pontos de anúncios embora mais provavelmente em seu caminho. O Galaxy S III deveria bater AT & T na semana passada, T-Mobile e Sprint hoje com a versão da Verizon lançamento, em 09 de julho.

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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  • Qual é o papel de Cingapura no Ecossistema asiática Tech?

    Acesse:http://pandodaily.com/2012/06/21/what-is-singapores-role-in-the-asian-tech-ecosystem/

    Evitei Cingapura por tantos anos. Eu sempre vi isso como uma sonolenta cidade com leis ridículas de goma . Eu sentia que não havia necessidade de um centro regional para a Ásia, quando os países da região tiveram essas diferentes dinâmicas de mercado e cultura. Ao mesmo tempo, eu passei muitos anos estudando e trabalhando na China e na Ásia viajar, e eu cansei de ver os empreendedores usam a cultura chinesa como um proxy para um modelo de negócio, onde traduzindo um serviço Web para a China foi mais importante do que começar do zero e inovando ao usuário uma experiência nova.

    Na semana passada, quando estava me preparando para minha primeira viagem para Cingapura, encontrei-me aquecendo a localização estratégica de Singapura, ea idéia de ser um lugar para os empresários para desbloquear oportunidades em seus super-crescimento nos países vizinhos. Eu não tinha idéia de como eu iria testar essa hipótese, mas ao invés de vasculhar revistas de economia, antes de deixar Nova York eu assisti episódio de Anthony Bourdain de Cingapura no Netflix (obrigado pela rec Michael Hynd ).

    Esse episódio  me deu uma olhada em uma bem-sucedida, se low-tech plataforma chamado de “centros de alimentação Hawker.” centros de Cingapura ambulantes são grandes un-ar-condicionado, áreas de propriedade da cidade dedicado real, onde alta qualidade dos alimentos, mais barato é servido a partir de um unbelievablly bem-embalados barracas. Tipos de alimentos servidos incluem indiana, chinesa, malaio, tailandês e vietnamita. Cingapurianos não têm escrúpulos utilizam especiarias e molhos de diferentes culturas em seus pratos, e os pratos que dão suporte a mais experimentação, arroz de galinha, por exemplo, são os grandes vencedores. Esse traço simples da criatividade na mistura de culturas em um espaço público foi a minha primeira dica que, apesar de sua natureza babá-ist, Cingapura pode ter o tipo de aspirações agnóstico culturalmente que são fundamentais para as sociedades empresariais.

    A maioria das pessoas pensa sobre Cingapura, em comparação com Hong Kong.Americanos zombaram Cingapura, porque não é economicamente  laissez faire  como Hong Kong. Os modelos da cidade de Singapura vs Hong Kong será discutido por muitos anos, e eu até fiz uma aula de comparar as cidades de Booth, mas as comparações diretas pode ser perigoso.

    Em particular demasiado centrada nas estatísticas de população em cada cidade não é a maneira de medir a potência de um hub empreendedorismo. Hamish mencionou em seupost sobre Hong Kong que há 1,8 celulares por pessoa na cidade. Da mesma forma, Cingapura teve o maior número de iPhones per capita desde 2010. Numa região como a APAC, onde há países flyover em vez de viaduto estados (sim, eu olhar para a Ásia como um nova-iorquino, e estou arrependido Camboja), as cidades assumem um papel muito mais forte no ecossistema de inicialização na medida em que mais influenciam comportamento nos territórios vizinhos. Ao invés de olhar para o acesso aos recursos naturais ou se uma cidade é um centro financeiro, as cidades de hoje são olhados como se eles são lugares onde as melhores ideias vêm, e se essas idéias podem se tornar quente o suficiente para gerar um novo comportamento em outros lugares.

    Identidade única de Cingapura é como uma cidade, e cidades como centros de empreendedorismo são a tendência. Por exemplo, eles dizem que o Vale do Silício está “avançando para SF”. Mayor de Nova Iorque de Prefeitos, Michael Bloomberg foi trotando em volta de lugares como Cingapura de tarde  enquanto ele tenta criar uma ‘web’ de prefeitos supermetropolis para capacitar as cidades a trocar idéias. O mundo da tecnologia tem seus próprios prefeitos e para a Ásia em particular, eu estou falando deRichard Robinson  de Pequim e Joffe Ben  de Cingapura.

    Vi Ben última segunda-feira no Echelon  logo após ele julgou rodadas de inicialização noarranque da Ásia Jacarta . Notei também que Richard Robinson foi moderadora no arranque da Ásia, o mesmo papel que teve no TechCrunch Disrupt Pequim no final do ano passado. Esses prefeitos tecnologia estão apresentando ao mundo novos inovadores em lugares improváveis. No Echelon, Startup Ásia, e TechCrunch Disrupt Pequim havia um bom número de idéias copycat. Mas para ser justo, há ainda alguns de vez em quando no Tech NY meetup. Se Singapura vai ser o hub para a Ásia, as suas tendências babá de estado pode realmente ajudar, como há uma necessidade de cobertura blog de tecnologia regionais para acabar com entusiasmo sobre startups copycat em cada mercado asiático.

    Historicamente, Cingapura construiu a sua posição no mundo em ventos alísios. Quando os ventos sopraram a partir da China, a cidade iria ser preenchido com o chinês, e da mesma forma quando as monções mudou os ventos vêm do Oceano Índico, os índios eram o evento principal. Hoje, Cingapura ainda se beneficia com essas mudanças no mercado. Se você conversar com os estrangeiros em Cingapura agora eles dizem que eles usavam para se concentrar muito na China. Agora eles dizem que você pode esquecer China, todo o negócio novo está vindo de Jacarta, onde é muito mais fácil para começar negócios feito, onde o crescimento da Web móvel e é espetacular. Eles lamentam que eles geralmente não estão gastando bastante tempo cultivando negócios na Índia. O crescimento inversamente proporcional em cada mercado significa que é sempre quente, em Cingapura.

    Claro que a esperança pode virar um romance, e posição de Cingapura pode ser exagerada. No meu caminho de casa, eu li um artigo do New York Times sobre o ativismo de Cingapura que implicava Cingapura está se tornando uma sociedade politicamente mais aberto, mas a verdade é que eu não tenho idéia se isso é realmente o caso. The New York Times é famoso por explodir pequenas histórias que mostram uma visão esperançosa da democracia em um bolso de outra forma não democrática do mundo. Da mesma forma, apenas porque Cingapura tem uma comunidade de capital de risco mercantilista que está sempre tentando empurrar o ecossistema para a frente, pode não ser o caso que está fazendo Cingapura no vale da Ásia.

    Na Singapore passado olhou para os mercados do primeiro mundo para investimentos, e tem investido em muitas partidas dos EUA e da UE, o meu incluído. Mas agora está atingindo os três grandes “locais” dos mercados a que tem laços culturais, Índia, Indonésia e China. Por exemplo, uma sociedade empresarial com sede em Cingapura chamado ACE abriu um capítulo em Pequim na semana passada. O que seria interessante para mim é ver que os novos prefeitos de tecnologia são a partir de Singapura e se eles estão tendo alguma sorte exportar uma marca de Cingapura de empreendedorismo, assim como Golden Gate Ventures ‘ Vinnie Lauria  foi capaz de trazer o brilho do Vale do Silício para Cingapura.

    Para qualquer cidade que se considera parte do mundo do empreendedorismo, a questão fundamental é saber se pode transformar o calor de tal forma que o novo comportamento suas empresas criar influencia o resto do mundo. Se há uma cidade que sabe como lidar com o calor, é um presente.

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  • Reportagem de capa TEMPO pergunta “Quanto tempo vai levar a Apple a China lucrar tão generosamente em suas margens?

    Acesse:http://9to5mac.com/2012/06/21/time-cover-story-asks-how-long-will-china-allow-apple-to-profit-so-handsomely-on-its-shores/

    Como você pode ver na imagem acima, a revista TIME história de capa que chega às bancas amanhã, tanto para os EUA e edições internacional é intitulado, “Made in China: Por que o futuro da Apple depende o maior mercado do mundo”. Embora observando o aumento das vendas do iPhone na China, Taiwan e Hong Kong contribuído grandemente para lucro da Apple recorde de 39.200 milhões dólares e (7900 milhões dólares para a Grande China) informou em abril, as perguntas TIME Hannah Beech, “Quanto tempo mais é que um governo cada vez mais nacionalista permitir estrangeira empresas como a Apple para lucrar tão generosamente nas suas costas? “A história completa intitulado” O Culto da Apple na China “é disponível para assinantes TEMPO aqui . Um trecho está abaixo:

    A grande maioria dos chineses não estão em pé de guerra sobre condições de trabalho nas fábricas de fornecedores da Apple. Um cluster de suicídios por parte dos trabalhadores da Foxconn um par de anos atrás provocou uma cobertura muito mais no Ocidente do que na China …. No entanto, Foxconn mantém assinar novos trabalhadores, apesar de muitas outras empresas se queixam de escassez de trabalho, como jovens chineses cada vez mais evitar o trabalho de fábrica. (Apple mantém programas educacionais para os trabalhadores em fábricas de fornecedores.) … Mesmo depois de todas as críticas da Foxconn, os suicídios, os acidentes industriais, a punição horas de jovens chineses ainda querem fazer um trabalho de dispositivos da Apple …

    Relação … da Apple com a República Popular incorpora algumas das mais brilhantes oportunidades da economia global, mas também seus dilemas mais espinhosos. Um gigante de tecnologia norte-americana deve decidir o quanto de adaptar as suas práticas em uma terra distante. Se a Apple representam o melhor do Ocidente no Reino Médio, ou deve estar em conformidade com a maneira menos saudável China Inc. opera? Do lado da China, quanto tempo mais é que um governo cada vez mais nacionalista permite que empresas estrangeiras como a Apple para lucrar tão generosamente em suas margens? Apanhado no meio de 1,3 bilhão de chineses cuja labuta nas fábricas e gosto por produtos de luxo vai ditar o futuro do mercado mundial.

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  • Explosão de Galaxy S 3 na Irlanda preocupa Samsung

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1108119-explosao-de-galaxy-s-3-na-irlanda-preocupa-samsung.shtml

    Um usuário do fórum “Boards.ie” relatou no site a explosão do seu aparelho Galaxy S 3, smartphone da Samsung, enquanto dirigia.

    Reprodução/Boards.ie
    Samsung Galaxy S 3 de Dylan Kershaw explode na Irlanda e preocupa companhia
    Samsung Galaxy S 3 de Dylan Kershaw explode na Irlanda e preocupa companhia

    Dylan Kershaw, estudante de Dublin (Irlanda), conta que o telefone estava no suporte do Galaxy S 3 para automóveis, quando uma súbita e branca chama se iniciou no aparelho e foi sucedida por um estouro audível.

    Kershaw, registrado no “Boards.ie” como dillo2k10, postou imagens do celular danificado no fórum.

    Em resposta ao ocorrido, a Samsung escreveu em seu blog oficial : “As imagens enviadas para a web mostram um Galaxy S 3 que aparentemente teve danos relacionados a sobreaquecimento na parte inferior do aparelho.”

    “A Samsung está ciente do ocorrido e vai iniciar as investigações assim que o smartphone em específico for recebido. Findada a investigação, daremos mais detalhes. Estamos levando isso a sério.”

    Não é o primeiro relato do tipo com smartphones. Em 2009, um dono de iPhone ficou ferido após o seu aparelho, de terceira geração, explodir dentro do carro.

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  • Chevrolet Sonic, os primeiros carros da GM para Iphone Siri “olhos livres” de recursos

    Acesse:http://9to5mac.com/2012/06/19/chevy-sonic-spark-to-be-the-first-cars-out-of-gm-to-sport-siris-eyes-free-feature/

    Durante seu keynote de abertura da Worldwide Developers Conference, a Apple anunciou Siri ganharia um novo “olhos livres” característica como parte de iOS 6. Olhos Livre permite montadoras incluir um botão em seus automóveis que permite aos motoristas para iniciar Siri para enviar mensagens, fazer chamadas, a criação de lembretes, o lançamento de aplicativos, e acessando uma enorme quantidade de informações de dentro do carro sem pegar o aparelho. A Apple revelou nove montadoras adotará olhos livres, mas deu a informação não existe mais. Esta noite, GM Autoridade relatado que a GM seria um dos primeiros a incluir a tecnologia em seus automóveis. A empresa está começando com seu Chevy Spark e Sonic, que são dois compactos, com um orçamento em mente. A publicação não poderia fornecer uma data exata de chegada para a tecnologia em veículos da GM, mas deve estar disponível no próximo ano.

    O Spark e Sonic agora apresentam MyLink Chevy, que permite aos motoristas para conectar o seu carro com qualquer smartphone. Tem cerca de 60 comandos, o que não é muito, mas Siri definitivamente poderia adicionar uma longa lista de comandos para aqueles que têm um dispositivo iOS.

    Olhos livres deve assemelhar-se como os outros de mãos-livres pacotes trabalhar em automóveis.Um botão de olhos livres serão incluídos no volante, assim os usuários podem ativar e falar com qualquer iPhone ou iPad que está conectado por Bluetooth. Siri vai fazer todo o trabalho de processamento.

    As outras nove montadoras anunciados como parceiros incluem BMW, Mercedes, Land Rover, Jaguar, Audi, Toyota, Chrysler e Honda.

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  • Mudanças de Apple e Google transformam serviços de mapas

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1105542-mudancas-de-apple-e-google-transformam-servicos-de-mapas.shtml

    FERNANDA EZABELLA
    ENVIADA ESPECIAL A SAN FRANCISCO

    A corrida por um dos tesouros mais preciosos do Vale do Silício esquentou com o anúncio de um forte competidor: a Apple também quer o filão dos mapas on-line.

    Em meio a novos produtos, a empresa mostrou na semana passada em San Francisco as primeiras imagens de seu aplicativo de cartografia e geolocalização para dispositivos móveis.

    Encerrando uma parceria de cinco anos, o serviço que era fornecido pelo Google será substituído pelo Mapas no iOS 6, a próxima versão do sistema operacional para iPhone e iPad.

    Rivais no mercado móvel, as duas empresas inauguram outro campo de batalha. O Google é o líder do serviço e, com investimentos de oito anos, detém mais de 70% do mercado nos EUA.

    Porém, metade das pessoas que acessam mapas do Google tem aparelhos da Apple, segundo o jornal “Wall Street Journal”.

    A importância da cartografia on-line vai além do uso básico de navegação. O aplicativo é o cenário virtual, na ponta do dedo do usuário, para um universo de possibilidades de comércio local, propagandas e coleta de dados.

    GOOGLE VOADOR

    O Google, prevendo o movimento da Apple, se pronunciou uma semana antes, para lembrar que cobre mais de 180 países, além de interiores de aeroportos e shopping centers, com ajuda de aviões próprios, carros e bicicletas. Aproveitou também para anunciar algumas melhorias, como imagens em 3D e funcionamento off-line.

    Já a Apple mostrou o Flyover, uma ferramenta do serviço de mapas que mostra imagens como se o usuário sobrevoasse o local.

    Além disso, o assistente virtual Siri, ainda indisponível em português, estará ligado à cartografia on-line para sugerir rotas sem trânsito.

    Na conferência em San Francisco, o grilo falante da Apple foi questionado se “faltava muito” para chegar a um destino. “Relaxa, faltam 14 minutos”, respondeu o Siri.

    “É uma solução de mapeamento feita do zero. Nós vamos fazer nossa cartografia. Vamos cobrir o mundo”, disse Scott Forstall, responsável pela área de software da Apple, que em anos recentes adquiriu ao menos três companhias especializadas em mapas e fez parceira com a holandesa TomTom (líder de navegação para veículos).

    QUEM PAGA A CONTA?

    O domínio cartográfico do Google começou a ganhar resistência no final de 2011, quando a empresa resolveu estender suas taxas de uso a sites menores, que começaram a procurar alternativas.

    A principal tem sido o OpenStreetMap, serviço de mapas ao estilo da Wikipédia, com criação coletiva e 500 mil usuários cadastrados. A rede social Foursquare foi uma das empresas que deixou o Google Maps.

    Outras também estão se reorganizando. Especula-se que a Nokia passará a responder pelos mapas do Windows Phone 8, o sistema operacional móvel da Microsoft.

    A jornalista FERNANDA EZABELLA viajou a convite da Apple.

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  • A Apple parceria com a TomTom para o novo Maps app

    Acesse:http://9to5mac.com/2012/06/11/apple-partnering-with-tomtom-for-data-in-new-maps-app/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+9To5Mac-MacAllDay+%289+to+5+Mac+-+Apple+Intelligence%29

    Atualização de 12 de maio:  TomTom confirmou à Reuters hoje que “o seu acordo global com a Apple cobre mapas e informações relacionadas”, mas se recusou a comentar mais sobre as especificidades do negócio.

    Engadget  acaba de postar as imagens  acima por um informante anônimo que dizia estar executando um iOS beta desenvolvedor 6 no iPhone 4S. Parece que a Apple está, pelo menos, obter alguns dados para a sua aplicação de mapas novos através de uma parceria com a TomTom.Como observado no relatório, a lista de imagens “outros” ao lado TomTom, mas não lista de empresas específicas. Não está claro exatamente quais dados ou serviço da Apple TomTom está usando. Como  apontado  pelo The Verge, a Apple está creditando OpenStreetMap para os dados no novo aplicativo. A empresa também usado OpenStreetMap  no passado para o iPhoto .

    Obs.: Caso haja erros de português e de concordância são devido a este texto ter sido traduzido “automaticamente” pelo serviço de tradução on-line gratuito que traduz instantaneamente textos e páginas da web.

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