A série, baseada na saga literária de Elle Kennedy, acompanha Hannah Wells e Garrett Graham em uma história de falso namoro que vai muito além do que parece. Mas quem já leu os livros sabe que a adaptação não é uma cópia fiel da obra original, e isso é completamente normal, afinal, o que funciona no papel nem sempre funciona na tela…
Como uma assistente da Vogue transformou bastidores em fenômeno cultural e por que Miranda Priestly continua sendo uma das figuras mais complexas do cinema contemporâneo…
Já está se preparando para Bienal do Livro Rio 2023? Em uma edição especial para celebrar seus 40 anos, o evento literário acontece entre os dias 1 e 10 de setembro no Riocentro, no Rio de Janeiro, com atividades imersivas, conversas com autores, experiências para fãs de diferentes nichos do entretenimento, debates literários e muito mais em 200 horas de programação…
Nos créditos iniciais de Duna a primeira coisa que chama atenção é o título “Duna – Parte um” , afinal, em nenhum momento o marketing do filme usou tal título. Porém, não há título melhor para definir o mais novo filme de Denis Villeneuve, a adaptação homônima do livro de Frank Herbert: […]
A vencedora da edição de 2021 do Big Brother Brasil, Juliette Freire, entrou de forma oficial para o livro dos recordes, o Guinnes World Records, após sua publicação atingir um milhão de curtidas de forma mais rápida. […]
Famoso na década de 1980, o desenhista Daniel Azulay, 66, voltou com suas aulas para crianças. Mas, em vez de estampar seu rosto na TV, ele agora ensina seus traços na internet.
Ele é um dos idealizadores do Diboo, curso online de desenho voltado para o público infantil.
“A ideia é que o curso ajude crianças que, assim como eu, não têm formação acadêmica, mas querem aperfeiçoar o desenho. Quem sabe até fazer disso uma profissão”, diz Azulay.
Na sua opinião, porém, a internet deve ser usada com moderação. “Com a internet, as crianças nunca tiveram tantas alternativas que ajudam a desenvolver a inteligência. Mas, sem supervisão, elas podem ficar o dia inteiro sem fazer nada de útil.”.
Daniel Azulay foi o criador da “Turma Lambe-Lambe” e apresentador de um programa de TV dos anos 80 que ensinava crianças a desenhar e pintar
O desenhista carioca criou a Turma do Lambe-Lambe e nas décadas de 1970 e 1980 apresentou, ao lado de seus personagens, um programa de TV que ensinava técnicas de ilustração e dava dicas de como construir brinquedos com o lixo doméstico.
Azulay conta que sua paixão pelo desenho começou cedo: “Minha mãe dizia que eu ficava lambuzando a chupeta e passando pelas paredes”. Aos 13 anos, ele aprendeu o básico em um curso de desenho por correspondência e nunca mais parou.
As aulas do curso online são divididas em 20 fases, incluindo temas como fundo do mar, corpo humano, caricaturas e dinossauros. As opções de assinatura vão de R$ 29,99 a R$ 39,99 por mês.
No ano que vem, a Turma do Lambe-Lambe completa 40 anos e, entre os planos de Azulay, estão a produção de um documentário, um livro e um musical sobre os personagens.
Obra foi lançada em 1965 e possui textos que não podem ser identificados por olhos humanos.
Imagine qual seria a sua curiosidade ao se deparar com um livro de apenas 2 cm² e 1 mm de espessura. Certamente, você ficaria com muita vontade de descobrir o que está sendo dito nele — e não precisa se sentir culpado, pois a sensação seria a mesma para a grande maioria das pessoas. Mas como fazer para ler algo assim? Apenas com os olhos humanos seria impossível.
Na Universidade de Iowa (Estados Unidos), um livro com as dimensões que foram mencionadas anteriormente foi encontrado em uma biblioteca que reúne mais de 4.000 obras em miniatura. A bibliotecária responsável pelo encontro afirma que ele estava na caixa de “microminiaturas”, sendo ainda menor do que os outros itens que estariam na mesma coleção.
Só era possível identificar a capa, que mostra uma cruz dourada em meio a uma superfície vermelha. Com isso, havia grandes chances de o pequeno livro ser uma versão reduzida de uma bíblia, mas a bibliotecária Colleen Theisen queria ir além. Como informa o The Atlantic, Theisen recebeu a ajuda de Giselle Simón para colocar a obra em um microscópio da Biblioteca de Iowa, conseguindo identificar qual era a editora do livro.
Fonte da imagem: Reprodução/The Atlantic
Com isso, conseguiram chegar ao nome da Toppan Printing. Rastreando e cruzando informações, conseguiram descobrir que o livro foi lançado na Feira Mundial de Nova York de 1965. Mas ele não era uma obra independente, pois fazia parte de um conjunto com uma versão maior do mesmo texto: o primeiro capítulo do Gênesis (livro da Bíblia) Anglicana. escrito pelo Rei James para a igreja Anglicana.
“Como viver em São Paulo sem carro” traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público
Claudio Edinger
Ex-jogador Raí abandonou a direção em 2008
“Eu sou mais feliz desde que parei de guiar. Sou mais leve, não tenho de me preocupar onde parar o carro, não penso em multas, na hora do congestionamento, falo no celular, ouço música.” Raí, ex-jogador de futebol, abandonou “a direção” em 2008 e só anda por São Paulo a pé, de bicicleta ou de táxi (dependendo do trajeto). Suas experiências e de outros 11 personagens – como Maria Adelaide Amaral, Tadeu Jungle e Rita Lobo – da cena paulistana são relatadas no livro “Como viver em São Paulo sem carro”, idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. As fotografias são de Claudio Edinger e as ilustrações, de Eva Uviedo.
O lançamento será no dia 5 de julho, às 20h, no restaurante Spot. Com 81 páginas, o livro apresenta trajetos favoritos e dicas de lazer, cultura, gastronomia e de caminhos para quem se aventurar no mundo “livre de veículos”. “Tem riscos ao andar de bicicleta. Tomo muitos cuidados, o tempo todo. É preciso planejar os caminhos”, sugere o ex-jogador.
Tadeu Jungle, cineasta e videoartista, gosta de fazer tudo a pé. Ele mora nos Jardins. “Morar em um bairro mais central implica ter menos espaço em casa. Assim, tenho uma cozinha menor, mas
não me importo: saio frequentemente para jantar fora, tenho ótimos restaurantes perto de casa.” Ele revela que não conseguiu abandonar totalmente o carro, mas reduziu “a necessidade”.
Divulgação
Roteiro a pé sugerido por Tadeu Jungle no bairro Jardins, onde mora
Criadora do site Panelinha e apresentadora do Cozinha Prática (GNT), Rita Lobo procurou conciliar casa, trabalho e escola dos filhos tudo no mesmo bairro. “Quando vou de uma região da
cidade para outra, ainda uso carro ou táxi. Mas procurei organizar as coisas para que toda minha estrutura básica de vida fique dentro do bairro que escolhi para morar, os Jardins.” A dica é que o pedestre tem de ter equipamentos apropriados, como uma sandália confortável.
Liberte-se do vício
Claudio Edinger
Alexandre Frankel decidiu não renovar sua carteira de habilitação
Alexandre Frankel diz que a ideia de lançar “Como viver em São Paulo sem carro” foi para “mostrar às pessoas uma outra possibilidade”. “Andar a pé e de transporte público é cool. O chique é poder chegar rápido e não ficar horas no trânsito. Carro é um atraso de vida. Não é pecado usá-lo, mas não se pode ser dependente dele. A pessoa prejudica sua vida sem perceber que pode sair fora desse vício”, diz.
A empresa de Frankel, a Vitacon, é uma incorporadora que desenvolve projetos fundamentados em novas opções de mobilidade urbana (como o aluguel de carros e bicicletas para os moradores), em terrenos próximos a estações do metrô, procurando aproximar as pessoas de seus locais de trabalho.
O empresário acredita que este é o caminho para uma cidade com menos trânsito, menos estresse e mais horas livres para outras atividades. “O que dita regra nos nossos projetos é a mobilidade. Onde há muitos prédios comerciais colocamos residenciais e vice-versa. A lei de zoneamento de São Paulo e de grandes cidades brasileiras é um horror. As pessoas gastam de 4 a 5 horas por dia para sair da periferia e ir para o centro trabalhar.”
O empresário abandonou o carro há alguns anos e decidiu não renovar a carteira de habilitação. Levou a sede de sua empresa para o bairro onde mora e faz tudo o que pode a pé. Os filhos e a mulher também. Ele defende o modelo da cidade compacta, concebida exatamente como o lugar da diversidade social e econômica, de bairros que misturam classes sociais e atividades, de forma que todos possam ficar a curtas distâncias do trabalho. “É possível fazer esta mudança. Viver perto com qualidade.”
O livro traz ainda dados inéditos levantados em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) sobre como os moradores se relacionam com a questão da mobilidade urbana. Segundo a pesquisa, 65% dos paulistanos estariam propensos a mudar suas residências para locais perto do trabalho, desde que mantido o mesmo padrão de vida, para fugir do trânsito. O estudo também mostra que para a mesma porcentagem da população (65%), o trânsito é considerado o pior problema da cidade, à frente da poluição. “Queremos que o livro gere movimento, que as pessoas se movimentem e mudem”, diz Frankel.
As crianças estão aprendendo cada dia mais cedo como usar dispositivos eletrônicos, mas isso pode ser perigoso e até mesmo custar muito caro para os pais. Confira algumas dicas para proteger o dispositivo iOS das pequenas e ágeis mãozinhas dos seus filhos, e também os seus filhos dos riscos de uma internet por vezes perigosa.
Protegendo o cartão de crédito
Já vimos por aí alguns casos onde crianças estouraram o limite do cartão de crédito dos pais por meio de compras realizadas em lojas de aplicativos. Uma boa maneira de proteger seu cartão desses gastos indesejados é usar a configuração de conta no iTunes a seu favor. Vincular seu dispositivo a uma conta sem um método de pagamento definido pode ajudar. Confira como criar uma conta no iTunes sem um cartão de crédito vinculado a ela:
Abra o iTunes no seu desktop e encontre um aplicativo gratuito qualquer na App Store.
Clique no botão de compra e selecione “Criar ID Apple” na caixa de diálogo que será aberta.
Digite as informações que forem solicitadas – endereço de e-mail, senha e perguntas de segurança. Lembre-se de escolher uma senha que seu filho não seja capaz de adivinhar.
Na tela “Escolha uma forma de pagamento”, selecione a opção “Nenhum” e informe seu endereço.
Depois, basta seguir o restante das instruções para configurar o seu ID Apple.
Código de acesso e Restrições
Muitas pessoas já utilizam esse recurso em seu dispositivo móvel, afinal é uma questão de segurança geral, e não apenas contra crianças. Para definir uma senha de acesso para o seu iPhone ou iPad, vá até Ajustes > Geral > Bloqueio por Código, e defina uma senha de quatro dígitos que será solicitada para a tela do aparelho ser desbloqueada.
Outra boa opção para o controle parental é restringir o acesso a determinados aplicativos do aparelho. Para isso basta ir até Ajustes > Geral > Restrições e selecionar “Ativar Restrições” e insira seu código. No topo da tela de restrições existe uma lista de aplicativos que podem ser restritos, entre eles a câmera, o Safari, iTunes etc. Basta selecionar aqueles que deseja “desligar” e assim eles não aparecem em sua tela inicial. Além disso, o recurso permite restringir acesso a determinados tipos de conteúdo (Filmes, Apps, Livros, Podcasts etc).
Remova suas contas
Antes de entregar um dispositivo iOS na mão dos seus filhos é interessante realizar uma limpeza em suas configurações. É interessante remover contas de e-mail que estejam configuradas no aparelho, bem como contas de redes sociais, iCloud etc. Para realizar a remoção de contas de e-mail e redes sociais, basta ir até o menu “Ajustes” e selecione a conta que deseja remover. Role a barra até a opção “Apagar conta”.
Aplicativos que envolvam compras também devem ser evitados, como o PayPal e eBay, por exemplo, mas vale lembrar que apps como o ‘Find My iPhone’ devem sempre permanecer ativos, pois eles permitem bloquear e localizar o dispositivo em caso de perda ou roubo.
Uma editora japonesa decidiu quebrar o atual recorde do menor livro do mundo no Guiness Book – o recordista atual possui 0,99 milímetros de espessura – e lançou um título com 22 páginas e espessura de 0,75 milímetros, o que impede que a obra seja lida a olho nu. As informações são do jornal A Folha de S. Paulo.
“Os minúsculos caracteres e ilustrações de flores estão impressos perfeitamente e podem ser vistos com uma lupa”, afirmou o porta-voz da editora Toppan Printing sobre o livro intitulado ‘Flores da Estação’. O livro é tão pequeno que ele consegue ser menor do que o buraco de uma agulha comum.
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