Acesse:http://www.techmestre.com/novo-virus-comeca-a-se-proliferar-por-contas-de-e-mail.html
Malware começou a circular esta semana – vítimas devem alterar dados cadastrados em suas contas.
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Malware começou a circular esta semana – vítimas devem alterar dados cadastrados em suas contas.
Malware também prejudica diversos aspectos no sistema operacional, incluindo a impossibilidade de limpeza na máquina.
A empresa de segurança Bitdefender anunciou a descoberta de um novo vírus que visa roubar dados dos usuários no Facebook. Este é enviado por e-mail, alegando ser uma mensagem de voz enviada por algum amigo da rede social.
O endereço de e-mail e mensagem são exatamente as usadas por padrão para esse tipo de envio. Ao clicar no link para ouvir a falsa mensagem, a vítima realiza o download do malware. Uma vez instalado, ele rouba dados e prejudica todo o funcionamento do sistema operacional da máquina, incluindo a impossibilidade de limpeza (exceto por formatação).
Além disso, o vírus encaminha mensagens maliciosas para a lista de contato da vítima. Os arquivos possuem extensão “clp” e ficam alojados na pasta Windows System32.
Como evitar vírus de mensagens de voz do Facebook?
A recomendação para não se tornar vítima da ação é manter os softwares de antivírus atualizados no computador. Além disso, caso receba e-mails de fontes duvidosas, evite abri-los. Se tiver dúvidas em relação a mensagens enviadas por amigos, pergunte-os anteriormente se de fato a enviaram para não ter surpresas desse gênero.
Curiosidades na internet

A empresa de segurança McAfee patenteou uma nova tecnologia que visa impedir o público de acessar filmes e músicas online que sejam pirateados. O sistema é capaz de detectar e bloquear o acesso a conteúdos ilegais de qualquer site. Quem trouxe a notícia à tona foi o site TorrentFreak.
A tecnologia de bloqueio de conteúdo pode ser integrada à barra de ferramentas do SiteAdvisor, da própria McAfee e, essencialmente, cria uma espécie de lista negra que compila os endereços de sites com conteúdo pirata espalhados pela web. Assim, ele oferece aos usuários sugestões alternativas para comprar legalmente o conteúdo que ele está procurando.
Imagem: Reprodução / TorrentFreak
Com essa atitude, a empresa sem dúvidas se tornará a “melhor amiga” dos detentores de direitos autorais do mundo, já que eles tentam há anos e a todo custo dificultar a vida de usuários que acessam conteúdo ilegal online. De acordo com a McAfee, há muitas razões para os consumidores e as empresas se preocuparem com o download de conteúdo ilegal, que vão desde os riscos legais até ameaças de malware e vírus.
“Um dos principais motivos de preocupação é a possível violação de um direito de propriedade intelectual e as potenciais ramificações de custos associados a essa violação. A segunda grande preocupação poderia se relacionar a potenciais ameaças causadas por algumas distribuições não autorizadas. Por exemplo, não é incomum que uma distribuição não autorizada de material na Internet inclua conteúdo nocivo”, explicou a empresa de segurança ao TorrentFreak.
Apesar da patente divulgada pelo site, ainda não se sabe se existem planos concretos e datados para a implantação do novo sistema, mas a opção mais provável é que ele seja adicionado aos produtos de segurança já existentes no portfólio da McAfee.
Curiosidades na internet

Especialistas da Kaspersky Lab estão realizando uma investigação desde 2011 para estudar ataques direcionados contra empresas privadas em todo o mundo. No percurso, eles se depararam com uma campanha de espionagem virtual focada em empresas do setor de games online.
De acordo com o relatório divulgado pela equipe da empresa de segurança, os responsáveis por essas atividades são hackers de um grupo chinês chamado ‘Winnti’. Essa organização cibercriminosa ataca empresas da indústria de jogos desde 2009, e continua em atividade. O principal objetivo do grupo é roubar códigos fonte para projetos de jogos online, bem como certificados digitais de fornecedores de software. Como se não bastasse, o trabalho de espionagem do Winnti ainda visa descobrir como a infraestrutura de rede (incluindo a produção de servidores de jogos) está configurada, além de conhecer os novos desenvolvimentos, ideias conceituais, design, etc.
Em 2011, um cavalo de Troia atingiu um grande número de usuários finais em todo o mundo, e um ponto em comum entre eles era o fato de todos serem jogadores online. Depois que a infecção se alastrou, empresas de segurança descobriram que a fonte do malware era o servidor oficial da empresa de jogos, e houve até uma desconfiança de que a ideia era espionar seus clientes. Puro engano. Mais tarde, uma investigação mostrou que o programa malicioso foi distribuído para os clientes por acidente, pois na verdade os cibercriminosos queriam mesmo espionar a própria empresa de games.
A partir dessa investigação, a Kaspersky conseguiu descobrir a atividade do grupo Winnti e acompanhá-la mais de perto. O que a empresa de segurança descobriu foi que eles tinham como foco infectar empresas de desenvolvimento de softwares que produziam jogos online no sudeste da Ásia. Porém, ao aprofundar as pesquisas, foram descobertos ataques nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, China, Rússia, Peru e até mesmo no Brasil.
A investigação continua em andamento, e, apesar de o foco do grupo de hackers ser a espionagem industrial, os especialistas também conseguiram identificar três esquemas de monetização usados pelos cibercriminosos:
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.oficinadanet.com.br/post/10370-atencao-tomem-cuidado-com-links-maliciosos-do-skype
Cuidado com os links maliciosos do Skype, principalmente aquele que pede que você crie uma botnet Bitcoin com os PCs infetados, esses links tem sido clicados 2,7 vezes por segundo

Para fisgar esses usuários, os links prometem mostrar uma foto ou um vídeo interessante; ai que ocorre o perigo, pois clicado no link o mesmo instala no computador da vítima um malware que transforma a maquina do usuário em escravo capaz de gerar moedas virtuais que se convertem numa alternativa mais popular ao pagamento físico na internet.
Mas o que ocorre após a instalação deste malware? Logo após a instalação nada, o usuário ira sentir alguns dias após o clik, pois o malware necessitará de grande parte da capacidade de processamento da maquina, o que tornará a mesma mais lenta, instável ou até mesmo inutilizável.
De acordo com a Kaspersky Lab, esses links maliciosos foram espalhados em dois grandes momentos; o primeiro no mês de março e o segundo nas últimas semanas, atingindo vários países da Europa, entre eles, Alemanha, Espanha e Itália.
A campanha ganhou força quando essas chamadas Bitcoins tiveram uma ligeira alta em sua taxa de câmbio, alcançando o maior índice de valor histórico no último dia 05 de abril, quando chegou a custar US$ 132 por moeda.
Sem poderem ser descobertos, pois a Bitcoin implica em anonimato completo, a botnet Bitcoin se tornou em uma excelente fonte de rendimentos para o seu proprietário, declarou a Kaspersky Lab em um comunicado enviado a imprensa.
Curiosidades na internet

As pequenas e médias empresas (PMEs) precisam dedicar-se a diversas atividades para desenvolver seus negócios. O crescimento da empresa se torna prioridade, e a segurança de seus dados e da rede não recebe a atenção merecida. As PMEs estão diante de um ambiente repleto de ameaças virtuais e de exigências de regulamentações e normas.
Os cibercriminosos continuam a concentrar sua atenção em pequenas e médias empresas por considerá-las alvos mais fáceis que as grandes corporações. Os golpistas sabem que as empresas de menor porte têm recursos limitados para lidar com a segurança da informação e, desta forma, direcionam seus ataques para essas organizações.
Assim sendo, as PMEs passaram a ser um alvo fácil e com dados valiosos, já que muitas delas prestam serviços e oferecem produtos a grandes empresas e ao setor público e, portanto, é provável que também trafeguem alguns dados dessas organizações. Com o rápido crescimento dos vírus, dos golpes de phishing e das violações de dados, as PMEs necessitam de medidas para se protegerem e permanecerem à frente dos cibercriminosos.
A McAfee, em seu último relatório trimestral sobre ameaças, identificou que os malwares atingiram a marca de 100 milhões de amostras em 12 meses e as violações de bancos de dados tiveram recorde histórico.
O nível de segurança de que as PMEs precisam depende do porte e da natureza da empresa; já a maneira de gerenciar essa segurança depende da preferência por adquirir ou contratar prestação de serviços de segurança, de gerenciá-la internamente com equipe de TI própria ou delegar a um provedor de serviços especializado em segurança.
A necessidade de segurança atual de uma PME pode ser a de manter ou reforçar a proteção contra malware, spyware, spam e uma infinidade de outras ameaças e vulnerabilidades. No entanto, as necessidades de negócios das PMEs se concentram na eficiência, no desempenho e na proteção sem obstáculos, com menos tempo, esforço e investimento da sua parte. Essas empresas podem aliar essas características com uma solução na nuvem que pode acompanhar o crescimento de seus negócios e proporcionar a proteção de que precisam, sem as complicações de gerenciamento que, muitas vezes, acompanham um projeto de TI de grande porte.
Confira um vídeo, em português, sobre dicas e soluções de proteção a pequenas e médias empresas, preparado pela McAfee
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.baboo.com.br/2012/12/novo-malware-realiza-ataques-contra-terminais-de-venda/
Em um relatório divulgado nesta semana pela firma de segurança Seculert, foi descoberto um novo malware que realiza ataques contra terminais de vendas.

O malware, denominado Dexter tem infectado diversos terminais de venda ao redor do mundo, são mais de 40 países infectados, sendo 30% dos terminais localizados nos EUA e 19% no Reino Unido. A empresa não comentou sobre uma possível proliferação em território brasileiro.
Como funcionam os ataques contra terminais de venda
O Dexter funciona da seguinte forma: primeiro o hacker o coloca dentro do terminal de venda, seja fisicamente ou remotamente. Assim que o usuário insere os dados de seu cartão de crédito ou débito, o malware os intercepta e envia para um servidor localizado na república das Scheiles, no oceano índico. Os hackers então iniciam o processo de decriptação, possivelmente para clonar o seu cartão.
Este malware funciona até então em computadores com Windows XP, Home server, Server 2003 e Windows 7, a firma não revelou todos os detalhes acerca do funcionamento do Dexter.
Outros malwares tem sido encontrados nos mais diversos programas, um dos mais recentes é o divulgado pela Kapersky Security Labs. Ele ataca servidores que utilizam o Linux como banco de dados para websites.

Os usuários Android acabam de receber uma boa notícia. O Google afirmou nesta semana que a versão 4.2 (Jelly Bean) do Android possui recursos de identificação e bloqueio de aplicativos com malwares, evitando assim que seus usuários tenham o sistema facilmente infectado por vírus.
“Agora, os dispositivos com Android 4.2 e Google Play instalados têm a opção de usar o Google como um verificador de aplicativos. Iremos verificar aplicações potencialmente prejudiciais, não importa a partir de onde elas foram instaladas”, afirmou em postagem no Google+ Michael Morrissey, membro da equipe de segurança do Android.
Segundo informações do Student News, o novo sistema é capaz de escanear e verificar a autenticidade de aplicativos de fontes desconhecidas, ou seja, desde aplicativos baixados pelo próprio usuário até os disponíveis em lojas de terceiros.

Uma vez que o usuário optar pelo novo sistema, todos os aplicativos que forem instalados serão escaneados a procura de sinais de presença de malwares. Outra característica interessante é que, ao contrário dos antivírus, o sistema também funciona na nuvem.
O sistema capta o código do aplicativo que está sendo instalado e envia para uma central de verificação. Todo o processo leva apenas alguns segundos e não afeta o tempo total de download da aplicação. Caso encontre algum malware, o sistema irá alertar o usuário sobre o risco de continuar com a instalação e, somente em algumas situações, irá impedir a instalação do aplicativo suspeito.
Além disso, o recurso presente na nova versão do Android também identifica os aplicativos que estão tentando enviar mensagens de texto para servidores externos, algo que pode custar caro para o bolso do usuário. Se for identificado o aplicativo-vilão, o Google alerta o usuário.
Curiosidades na internet
A ESET, fornecedora de soluções de segurança, acaba de identificar um novo ataque virtual direcionado a usuários de um dos maiores bancos brasileiros. Os cibercriminosos desenvolveram um código malicioso – identificado como um Trojan Win32/Spy.Banker.YJS – que se instala na máquina do usuário e é executado assim que o computador acessa o internet banking da entidade financeira.
Na prática, quando o usuário digita o endereço do internet banking, caso o mesmo não esteja utilizando o Internet Explorer (IE), a página fecha de forma automática e emite um aviso de que aquele endereço só pode ser acessado pelo IE. E, uma vez que o internauta consegue entrar na página, o malware inicia a captura das informações bancárias e dos dados pessoais.
O Win32/Spy.Banker.YJS direciona o usuário para uma página falsa do internet banking, na qual solicita uma série de informações pessoais do usuário e do cartão de débito do cliente.


Após o usuário digitar todas as informações na página falsa, o código malicioso envia um e-mail ao cibercriminoso com o resumo de todos os dados digitados.
Uma particularidade desse golpe é que o mesmo utiliza um certificado eletrônico roubado, da Comodo, uma entidade certificadora real. Isso permite que o malware se propague por servidores sem que seja detectado pela maioria das ferramentas de segurança.
“Apesar da complexidade desse golpe, os usuários podem evitá-lo tomando alguns cuidados básicos. Por exemplo, ao perceber que não é comum que a página do internet banking só rode no Internet Explorer”, pontua Camillo Di Jorge, country manager da ESET Brasil. “Além disso, todas as vezes que as pessoas vão digitar suas informações pessoais na internet devem assegurar-se que as páginas são confiáveis e utilizam endereços que comecem por ‘https’, o que não acontece no caso desse golpe voltado a atacar clientes desse grande banco brasileiro”, complementa.
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