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Samsung lança serviço de streaming de músicas para linha Galaxy

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(Foto: Divulgação)
A Samsung agora tem seu próprio “iTunes Radio”, chamado Milk. O produto, anunciado nesta sexta-feira, 7, dá acesso a um acervo musical gratuito, sem qualquer anúncio publicitário e ainda dispensa logins.

O Milk só funciona em alguns modelos da família Galaxy: S4, S3, Note 3, Note 2, Mega e S4 Mini. Em abril, quando o S5 chegar ao mercado, já terá acesso ao serviço também.

De acordo com a Samsung, no Milk há mais de 200 estações dentro de 9 gêneros. Graças a uma parceria firmada com a Slacker, o serviço conta com 13 milhões de músicas.

Os usuários podem navegar por estilo, nome do artista, álbum ou música e criar suas próprias estações.

A novidade só está disponível na Google Play para usuários em alguns países, e a Samsung não informou quando e se o aplicativo funcionará no Brasil.

Curiosidades na internet

Mega bloqueia primeiro sistema de buscas por conteúdo pirata dentro de sua base

Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/internet/Mega-bloqueia-primeiro-motor-de-busca-por-conteudo-pirata/

mega

O novo serviço de compartilhamento de conteúdo de Kim DotCom, Mega, bloqueou o primeiro motor de busca por arquivos piratas em seu sistema nesta quinta-feira (31). A ferramenta foi criada por usuários anônimos do serviço e era capaz de indexar todos os arquivos compartilhados no Mega, o que poderia tornar ainda mais fácil de se encontrar conteúdos protegidos por direitos autorais. As informações são do Mashable.

Em menos de 24 horas, o motor, intitulado Mega-Search.me, foi bloqueado e o site não está mais disponível. “Devido a um script desenvolvido pelo Mega para deletar todos os arquivos indexados no Mega-Search, o motor está temporariamente indisponível. Uma solução para corrigir este problema deve ser lançada em breve”, afirma a mensagem em francês publicada na página do motor.

Ainda não se sabe quem são os autores do motor, apenas que ele entrou no ar e foi registrado no dia 20 de janeiro – mesmo dia do lançamento oficial do Mega. Como os arquivos presentes no Mega são criptografados, acredita-se que o Mega-Search utilizou uma técnica bem simples de crowdsourcing, ou seja, alguns usuários colaboraram com o motor informando o nome e o link dos arquivos que armazenavam em sua nuvem no Mega.

Ira Rothken, advogado de Kim DotCom, informou à imprensa que o Mega não tem nenhum envolvimento com o motor de busca criado pelos usuários. E ainda segundo informações do The Next Web, a maioria dos arquivos indexados pelo Mega-Search.me era de cópias piratas de filmes, músicas, jogos e software.

Curiosidades na internet

Kim Dotcom lança Mega e promete muitos serviços gratuitos na web

Acesse:http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/01/kim-dotcom-lanca-mega-e-promete-muitos-servicos-gratuitos-na-web.html

Acabou o mistério. Neste domingo (20), foi lançado o Mega, novo site de Kim Dotcom, fundador do extinto Megaupload, com serviços premium e muitos outros gratuitos. O portal entrou em serviço às 6h48 (horário local, 15h48 do sábado em Brasília), exatamente um ano após as forças de segurança da Nova Zelândia invadirem a mansão de Dotcom em Auckland, obedecendo a um comando do FBI.

Novo Mega, site de Kim Dotcom, promete revolucionar armazenamento em nuvem (Foto: Reprodução / Mega)Mega, site de Kim Dotcom, promete revolucionar o
armazenamento em nuvem (Foto: Reprodução)

Com 50GB iniciais de armazenamento online grátis, o Mega vai muito além dos 5GB gratuitos oferecidos pelo Drive (Google), ou dos 7GB do SkyDrive (Microsoft). O Dropbox, outro concorrente, oferece apenas 2GB. O Mega conta ainda com três opções de assinatura mensal: Pro I, por €9,99 (para 500GB), Pro II, por €19,99 (para 2TB), e Pro III por €29,99 (para até 4TB). Em reais os valores são R$ 27, R$ 54 e R$ 81.

Parecido com os concorrentes no modelo de negócio, o Mega chama a atenção em vários outros aspectos e promete revolucionar o setor de nuvem. Sua interface é simples e oferece uma ferramenta de arrastar e soltar para fazer o upload de arquivos. Extremamente rápidos, o upload e o download são processados diretamente na plataforma online do Mega, pelo próprio site, sem o uso de softwares adicionais.

É possível ainda compartilhar pastas inteiras, gerar links de download e enviar para os contatos, entre outras ações, em poucos cliques, num simples gerenciador de nuvem.

Ainda em versão beta, o Mega tem muito a melhorar. Na lista de atualizações pós-lançamento se encontram ambições como acesso móvel, ferramentas de processamento de texto e planilhas estilo Office, mensagens instantâneas, calendário e muito mais. Está previsto também para o Mega o suporte a outras línguas além do inglês.

Mais seguro e mais rápido

Baseado em criptografia, o serviço ficou também mais seguro e à prova de disputas de por direitos autorais. O objetivo é não repetir os erros do Megaupload.com, fechado em janeiro de 2012 pelo governo americano, numa caça às bruxas contra a pirataria digital.

O usuário terá seus arquivos criptografados de forma local antes que sejam enviados aos servidores do serviço. Isso quer dizer que o Mega não é responsável pelo que armazena já que não sabe do que se tratam os pacotes enviados pelos usuários – sejam eles fotos e arquivos pessoais ou músicas, filmes, livros ou conteúdo protegido por direitos autorais.

Mas como o Mega não sabe? Simples: o Mega não tem a chave necessária para “descriptografar” os arquivos. Apenas o dono, que enviou os pacotes, tem o acesso. Ao Mega restam apenas pastas trancadas, e cabe ao usuário controlar o acesso a elas.

Tal medida de segurança sugere que, mesmo cooperando com a lei ou mediante ações judiciais, a empresa pouco possa fazer quando forem solicitados os dados dos usuários. Diferente de serviços rivais, o Mega não tem conhecimento dos arquivos, não consegue abri-los e, mesmo que os entregue para autoridades, haverá dificuldade para decifrá-los.

Múltiplos datacenters

A criptografia dos arquivos interfere também na velocidade de acesso ao que já foi enviado ao Mega. Antes, serviços como o Megaupload operavam com datadcenters gigantes, que costumavam ser caros. Graças à criptografia, é possível conectar um grande número de parceiros de hospedagem em todo o mundo, sem se preocupar com violações de privacidade. “Nossos servidores vão estar mais perto de nossos clientes e a transferência de dados será mais rápida”, defende o Mega, na nova página do serviço.

Novo Mega, site de Kim Dotcom, lança novo modelo de armazenamento grátis em nuvem (Foto: Reprodução / Mega)Novo Mega, site de Kim Dotcom, lança novo modelo de armazenamento grátis em nuvem (Foto: Reprodução / Mega)

A Instra Corporation, uma investidora do Mega que fornece hospedagem, disse em um comunicado que está preparada para suportar os acessos diante da forte demanda. Brian Clarkson, CEO da Instra, disse que, durante a fase de lançamento, a empresa dará o apoio técnico necessário no dia a dia as operações, até que o serviço se estabilize.

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