Você já sentiu aquela vibração no pescoço do gatinho enquanto o acariciava? Até quem nunca colocou um gato no colo já deve ter ouvido o barulho de motor que eles fazem. Esse barulho, em conjunto com a vibração, são os famosos “ronrons” dos bichanos. Mas por que os gatos ronronam? Qual o significado do ronronar felino?…
Um raro Lamborghini está sendo leiloado em site especializado em artigos de luxo. Só existem duas unidades do esportivo
Modelo é equipado com motor 5.2 a gasolina de 461 cv
O site de leilões James Edition, especializado em artigos de luxo, está anunciando um raro Lamborgini Sogna pelo equivalente a R$ 7,58 milhões (2,3 milhões de euros). Lançado em março de 1991 no Salão de Genebra, o esportivo da marca vem equipado com um motor 5.2 a gasolina de 461 cv, potência enviada para as rodas traseiras por uma caixa manual de cinco velocidades. Com essa configuração, alcança a máxima de 325 km/h.
Uma das principais curiosidades do raríssimo modelo é que ele não foi construído pela Lamborghini, mas sim pela empresa Art&Tech, que, na época de lançamento do modelo, anunciou uma série limitada a dois ou três anos. No entanto, apenas duas unidades do foram construídas, e uma delas sem motor, o que faz do Sogna anunciado o único capaz de realmente rodar por aí com seu comprador disposto a desembolsar a quantia.
Uma luva sem fio foi desenvolvida no Georgia Tech – Centro de Música e Tecnologia, nos EUA – para ensinar os usuários a tocar piano e, além disso, melhorar a sensibilidade e mobilidade das mãos de pessoas que sofreram danos na medula espinhal, segundo pesquisadores.
O estudante de graduação Kevin Huang, a professora Ellen Yi-Luen Do e o professor Thad Starner fazem parte do projeto “Piano Touch”, que utiliza uma luva equipada com pequenos sensores de vibração para ajudar os usuários a aprender a tocar músicas em um teclado.
O dispositivo chamado “Mobile Music Touch” trabalha ao lado de um computador e um teclado. Graças a ele, pacientes que sofreram traumas na medula há mais de um ano já apresentam bom desenvolvimento. Segundo a líder do projeto, Tanya Markow, os resultados foram além de suas expectativas, já que alguns pacientes conseguiram, inclusive, sentir a textura de suas roupas pela primeira vez após o trauma.
Quando uma música está programada em um computador, smartphone ou MP3 Player, o usuário aprende a tocá-la atráves de pistas táteis (que vibram na região dos dedos que devem pressionar as teclas) e visuais (que acendem as notas corretas nas teclas). Com o tempo, os usuários começam a memorizar as músicas e expandem seus repertórios.
Neste estudo, alguns participantes foram instruídos a praticar com a luva por 30 minutos, três vezes por semana, e também utilizar o aparelho por duas horas diárias, durante cinco dias na semana, para sentirem suas vibrações. Outros participantes praticaram as músicas e fizeram suas tarefas do dia-a-dia sem usar a luva.
Os pesquisadores avaliaram os participantes com vários testes de sensibilidade, e também segurando objetos, para mensurar o progresso. O resultado foi satisfatório: aqueles que usaram a luva ao piano apresentaram melhoras estatisticamente significantes.
Tanya Markow diz que as melhorias poderiam ser o resultado de uma atividade renovada no córtex sensorial da mão, que leva ao disparo do estímulo ao córtex motor cerebral. Tudo isso era uma reação de gatilho causada pelas vibrações na luva. Ainda não está claro se utilizar a luva fora do piano melhora os resultados. Para isso, mais pesquisas necessitam ser feitas e Markow pretende utilizar ressonância magnética para incluir resultados funcionais na próxima etapa.
Cientistas do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena realizaram um feito interessante. Em uma placa de Petri, eles conseguiram criar um cérebro em miniatura em laboratório utilizando células-tronco.
Segundo o artigo da revista científica Nature, os biólogos foram capazes de recriar pequenos pedaços 3D de tecido que se assemelham ao cérebro de um feto de 9 semanas de idade. Seu tamanho fica entre 3 e 4 milímetros.Embora não esteja completamente desenvolvido, o modelo do cérebro já apresenta regiões claras do órgão verdadeiro, como o cortex dorsal e uma retina ainda não amadurecida.
Segundo Juergen Knoblich, coordenador do estudo, as partes do cérebro estão corretamente organizadas, mas não estão conectadas. Ele compara o experimento a “um carro com motor e rodas, mas o motor está no teto. O carro nunca andaria, mas você ainda poderia ver como funciona este motor”, explica ele.
O estudo, segundo os cientistas, é usar estes cérebros criados em laboratório para estudar doenças como a esquizofrenia e o autismo. Cérebros de animais não levaram a estudos conclusivos por serem muito pouco similares aos dos humanos.
Como nota o CNET, cientistas já criaram outras partes do corpo a partir de células-tronco, como um rim e tecido cardíaco, mas nunca algo tão complexo como o cérebro humano. Segundo a Popular Science, a criação é a mais complexa criação in vitro da história.
Um homem da Hungria criou um carro totalmente de madeira e impressionou a todos que já puderam chegar perto dele. Com um motor antigo de um Fiat 126 (criado na Polônia), volante de um Mercedes-Benz e estruturas montadas pelo próprio criador do projeto, o carro ficou realmente interessante. Istvan Puskas afirma que levou cerca de quatro meses para conseguir concluir o projeto (no início de maio), que foi iniciado perto do Natal.
Puskas tem 51 anos e trabalha como agricultor. Ele decidiu realizar o projeto porque o inverno longo atrasou os trabalhos no campo e sua esposa o encorajou bastante a não ficar parado. O carro não pode ser registrado oficialmente, mas a polícia local não vê problemas em deixar que Puskas dirija seu veículo de madeira por pequenas vias de seu vilarejo.
Para o jornal Telegraph, Istvan Puskas disse que vai tentar vender o carro para conseguir fundos para seu próximo projeto: um carro de três rodas. Ele disse também: “Eu não tenho onde colocá-lo, não tenho garagem, não tenho nada. Ele pode ser bom para colecionadores, para alguém que goste de nostalgia, para alguém que goste de dirigir devagar.”.
A impressão tridimensional avança a cada dia e a Nasa, que já tinha investido em uma impressora de pizzas, decidiu usar a tecnologia em máquinas mais pesadas. A agência espacial norte-americana informou ter concluído testes envolvendo um motor de foguete.
O motor injetor do foguete foi inteiro feito por meio de uma impressora 3D.
Os testes foram realizados em parceria com a Aerojet Rocketdyne, em Cleaveland. A Nasa realizou uma série de disparos de oxigênio líquido e de hidrogênio gasoso na montagem do foguete para demonstrar que é possível fabricar componentes altamente críticos usando essa nova tecnologia.
A Aerojet projetou e fabricou o injetor com um método que utiliza feixes de laser de alta potência para derreter e fundir pós metálicos finos em estruturas tridimensionais. Ou seja, imprimiram em 3D usando materiais pesados.
Michael Gazarik, da Nasa, disse em nota que a agência pode, no futuro, usar a tecnologia para imprimir peças em 3D em missões no espaço, o que economizaria tempo e tornaria a tarefa mais fácil de ser executada.
Levaria mais de um ano para se produzir o injetor testado em Cleaveland, por exemplo, sendo que a impressora o fez em apenas quatro meses.
Modelo chega ao mercado indiano e é projetado para homens e mulheres.
A Honda anunciou em evento na Índia o seu novo scooter. Batizado como Activa-I, o modelo tem a capacidade de rodas 60 Km com 1 litro de combustível. Com um motor de 110 cilindradas e 8 cavalos de potência, o veículo se configura simples mas muito usual.
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A Activa-I tem 1,76 m de comprimento e 0,7 m de largura, com rodas de 10 polegadas. Ela é projetada para homens e mulheres, e traz um porta objeto abaixo do console central e do baú sob o assento, que é capaz de levar 18 litros em objetos.
A Toyota revelou, na madrugada desta sexta-feira, na Califórnia, Estados Unidos, a 11ª geração do sedã Corolla, o carro mais vendido do mundo. A apresentação do novo Corolla acontece dias depois de a fabricante revelar algumas imagens de detalhes do modelo – sem mostrar o desenho completo, é claro, mas com o objetivo de atrair a atenção para o seu lançamento. Nos EUA, o carro custará a partir de 16.230 dólares (cerca de 34.500 reais). Não há data definida para a chegada ao Brasil.
De acordo com a montadora, a nova geração do sedã é baseada no protótipo Corolla Furia, exibido publicamente pela primeira vez em janeiro, durante o Salão de Detroit, nos EUA. O estilo remete à nova geração do utilitário esportivo compacto RAV4, que começou a ser vendido no Brasil recentemente. Na parte frontal chama a atenção a ampla grade trapezoidal e os faróis afilados integrados à estreita grade. A lateral se caracteriza pela linha de cintura elevada e pela aera envidraçada menor que a do Corolla atual. Os espelhos retrovisores externos tem formato triangular. A traseira é elevada e as lanternas invadem a tampa do porta-malas.
Já a cabine exibe linhas mais conservadoras. O volante conta com botões nos raios e o painel traz uma tela de LCD. De acordo com a Toyota, a distância entre-eixos aumentou 100 milímetros, passando para 2,70 metros. Com isso, o espaço interno cresceu e a distância entre o encosto do banco dianteiro para o assento traseiro ganhou 75 mm. O novo Corolla mede 4,64 m de comprimento, 1,77 m de largura e 1,45 m de altura. Em relação à atual geração, ele é 99 mm mais longo, 16 mm mais largo e 10 mm mais baixo. O peso total do modelo é 1.315 quilos.
O Corolla 2014 será oferecido em quatro versões de acabamento: L, LE, S e LE Eco. As três primeiras virão com um motor de quatro cilindros, 1.8 litro, com 132 cavalos de potência; enquanto a LE Eco trará o mesmo 1.8, com 140 cv. Há várias opções de transmissão. Dependendo da versão, o sedã poderá ser equipado com caixa manual de seis marchas (L e S), ou automática CVTI-S de sete velocidades (LE, LE Eco e S) e outra automática, de quatro marchas, para a opção de entrada L.
Ainda segundo a montadora, o novo Corolla é capaz de rodar 17,2 quilômetros com 1 litro de combustível. A lista de equipamentos de série inclui na opção básica oito airbags, conectividade Bluetooth para telefone móvel. As versões superiores agregam ainda teto solar, tela sensível ao toque, chave inteligente e botão de acionamento do motor.
As versões do novo Toyota Corolla
Motor de quatro cilindros, 1.8 litro, com 132 cavalos de potência
A Apple deve trazer mudanças para os consertos de iPhones no Brasil. Um e-mail enviado às assistências técnicas autorizadas do país indica que a companhia norte-americana assumirá o reparo dos aparelhos vendidos pelas operadoras brasileiras. A medida representaria uma alteração na atual política de trocar um modelo danificado por um novo.
iPhones danificados podem não ser mais
substituidos pela Apple (Foto: Divulgação)
No e-mail, um homem, que se identifica como João Meneghel, afirma que assumiu a responsabilidade pelo setor de assistência técnica da Apple do Brasil e envia recomendações para mudanças que devem ocorrer no conserto dos aparelhos. Na prática, a companhia não deverá mais trocar um aparelho danificado por um novo, mas sim fazer o reparo do componente defeituoso.
E-mail enviado às assistências da Apple confirmaria novas políticas de conserto da empresa (foto: Reprodução/Apple Insider)
As novas regras estariam agendadas para entrar em vigor a partir do próximo semestre e apontam que a empresa deve descontinuar a prática de substituir aparelhos. A Apple já teria capacidade de reparar alto-falantes, receptores, botões, bateria e o motor de vibração dos iPhones. Além desses, a companhia espera incluir telas, câmeras e circuitos lógicos nesta lista nos próximos meses. Desta forma, ela espera economizar cerca de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 2 bilhões) por ano.
Projeto está em fase inicial, mas pode gerar energia para celulares ou até mesmo alimentar corações artificiais no futuro.
Alunos da Universidade Rice, nos Estados Unidos, desenvolveram um tênis capaz de gerar eletricidade a partir dos passos dados por quem os usa. O projeto fez parte do desafio da Cameron International, o qual tinha por objetivo levantar ideias de como fornecer energia a partir de atividades humanas. .
Batizado de PedoPower, o protótipo é acoplado na sola do calçado, trazendo consigo uma espécie de alavanca. Esta é acionada cada vez que o pé entra em contato com o solo, fazendo com que um conjunto de engrenagens conectadas a um motor preso na lateral do sapato comecem a girar.
O projeto inicial ainda se apresenta como um aparelho grande e deselegante. Apesar disso, os estudantes esperam ajustá-lo e, além de reduzirem seu tamanho, melhorar o potencial energético.
O principal objetivo é usar o PediPower para carregar eletrônicos, como celulares, por exemplo. Existe ainda a possibilidade de gerar energia para corações artificiais, marcapassos e outros aparelhos médicos no futuro.
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