Implante de eletrodos na coluna devolve movimentos a paralítico

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Movimento eletrodo pernas

Uma nova tecnologia está sendo testada na Universidade de Louisville, em Kentucky, nos EUA, para devolver os movimentos de algumas partes do corpo a pessoas com paralisia. Por meio de eletrodos posicionados na região lombossacral da coluna, um paciente conseguiu estimular os nervos para recuperar parcialmente os movimentos das pernas.

“O implante devolve o que, em pessoas saudáveis, seria chamado de potencial de descanso da espinha dorsal, a atividade elétrica que mantém a espinha alerta, mas que enfraquece com a falta de uso em pessoas paralisadas. Assim que conseguimos restaurar artificialmente este ímpeto elétrico, a espinha ‘acorda’, registra a intenção do cérebro para mexer as pernas e depois a converte em movimentos para os neurônios”, detalha um artigo médico.

Os 16 eletrodos utilizados nos testes não conferem bom nível de precisão, o que resulta em movimentos bruscos e desastrados. Os cientistas estudam aumentar este número para 27, visando um controle que possa até devolver a habilidade de andar. Além da recuperação do movimento nas pernas, os pacientes disseram ter recuperado funções sexuais, da bexiga e do reto.

Veja abaixo as reações do paciente: 

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Macaco consegue controlar os movimentos de outro com o pensamento

Acesse:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/02/140219_macaco_controle_cerebro_rb.shtml

Macaco consegue controlar braço de outro com pensamento (SPL)Tecnologia ainda dá seus primeiros passos, mas é avanço importante para contornar danos da medula espinhal

Cientistas americanos anunciaram ter conseguido fazer com que um macaco controle os movimentos do braço de outro com o pensamento.

Leituras do cérebro do primeiro macaco, chamado de mestre, foram usadas como guia para estimular eletricamente a medula espinhal do segundo macaco, chamado de avatar. Assim, o mestre pôde comandar os movimentos do avatar.

A equipe de cientistas espera que o método seja aperfeiçoado para permitir que pessoas paralíticas readquiram o controle de seus corpos. Danos à medula espinhal podem interromper o fluxo de informações entre o cérebro e o corpo e impedir uma pessoa de andar ou se alimentar sozinha. Os pesquisadores buscam contornar esse dano com a ajuda de máquinas.

Publicados na Nature Communications, os resultados do estudo foram descritos como “um passo importante” rumo a essa meta.

Conexão cerebral

Na pesquisa, cientistas da Escola de Medicina de Harvard se recusaram a provocar a paralisia de um macaco por considerar a atitude injustificável. Em vez disso, usaram dois macacos: um mestre e um avatar, que foi sedado para simular os efeitos da paralisia.

Um chip foi implantado no cérebro do mestre para monitorar qualquer atividade cerebral que envolvesse mais de cem neurônios. Durante o treinamento, os movimentos do mestre foram relacionados a padrões da atividade elétrica gerada por seus neurônios.

Por sua vez, o avatar teve 36 eletrodos implantados em sua medula espinhal. Testes foram realizados para verificar como o estímulo provocado por diferentes combinações de eletrodos afetava seus movimentos.

Só então os macacos foram conectados um ao outro para que as leituras cerebrais de um gerassem movimentos no outro em tempo real. O avatar segurava um controle que comandava um cursor em uma tela enquanto o líder pensava em mover este cursor para cima e para baixo.

Em 98% dos testes, o mestre conseguir controlar os movimentos do braço do avatar.

“Nossa esperança é obter um movimento totalmente natural”, disse o pesquisador Ziv Williams à BBC. “Acho que teoricamente é possível, mas para chegar a esse ponto serão necessários esforços adicionais e exponenciais”.

Para Williams, mesmo a menor capacidade de realizar movimentos novamente mudaria drasticamente a qualidade de vida de pessoas paralíticas.

Realidade ou ficção?

Cena do filme Avatar (AP)Continue lendo…clique aqui…

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Cientistas criam robô que ‘aprende’ emoções com humanos

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Robô. Crédito: Projeto Feelix GrowingRobô foi programado para reagir como criança de dois anos

Cientistas britânicos e de outros países europeus estão criando um robô que seria capaz de “aprender” emoções ao interagir com seres humanos.

O protótipo, batizado de Nao, foi programado para se comportar como uma criança de 2 anos.

Segundo a equipe de cientistas responsável pelo androide, o que distingue Nao de outros robôs em desenvolvimento no mundo é sua capacidade de aprender emoções, expressá-las e, interpretando sinais, perceber emoções nas pessoas.

Um dos objetivos do projeto é desenvolver o protótipo até um ponto em que ele possa ser usado para fazer companhia para crianças diabéticas em hospitais.

Bebês e Chimpanzés

O robô Nao foi programado para aprender a interagir e responder a humanos da mesma forma que uma criança. Ele incorpora os mesmos códigos de comportamento e de expressão que bebês aprendem em suas interações sociais e emocionais com outras pessoas.

Por exemplo, quando está triste, Nao abaixa a cabeça e contrai os ombros. Quando está alegre, ergue os braços e levanta a cabeça para pedir um abraço.

O protótipo foi criado a partir da observação de como bebês chimpanzés e humanos e os adultos que cuidam deles formam laços afetivos.

Assim como os bebês dessas duas espécies, Nao também é capaz de desenvolver uma preferência por uma das pessoas que cuidam dele.

Ele foi programado para se adaptar às ações e estados de humor dos humanos que cuidam dele e se torna mais ligado ao indivíduo que interage com ele de maneira particularmente apropriada ao seu tipo de personalidade e necessidades de aprendizado.

À medida que aumentam o número de interações, a quantidade de respostas adequadas ao temperamento de Nao e a dedicação do humano ao robô, mais forte se torna o vínculo entre a máquina e o indivíduo e também o nível de aprendizado do robô.

Feelix

As pesquisas com o protótipo integram o projeto europeu Feelix Growing (anagrama formado, entre outras, pelas palavras inglesasFeelInteract e Express (“Sentir, Interagir, Expressar”, em tradução literal).

O trabalho é liderado pela especialista em computação Lola Cañamero, da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, em colaboração com universidades e empresas de robótica europeias.

O robô é capaz de expressar raiva, medo, tristeza, felicidade, excitação e orgulho. Ele fica visivelmente perturbado se a pessoa responsável por ele deixa de confortá-lo quando ele enfrenta uma situação estressante.

“Este comportamento é baseado no que uma criança pequena faz”, disse Cañamero. “Também é muito semelhante à forma como chimpanzés e outros primatas não humanos desenvolvem vínculos com os adultos responsáveis por eles.”

Segundo a equipe, esta é a primeira vez que modelos de formação de vínculos observados em primatas humanos e não humanos são usados para programar robôs que desenvolvem emoções a partir de interação com humanos.

“Estamos trabalhando em códigos de linguagem não verbal, e as emoções são reveladas por meio de posturas físicas, gestos e movimentos do corpo em vez de expressões faciais e verbais”, acrescentou Cañamero.

A ideia, no entanto, é que os robôs que servirão de acompanhantes para as crianças diabéticas nos hospitais sejam capazes de combinar comunicação verbal e não verbal para interagir com elas, tornando-se cada vez mais adaptados ao seu perfil individual.

O objetivo da equipe é que o robô não apenas auxilie no tratamento como também contribua para o bem estar emocional e social da criança.

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Pré-venda do Google TV

Acesse:http://www.mundodastribos.com/pre-venda-do-google-tv.html

Com a pré-venda iniciada na última semana, o Google TV permite ao usuário acessar os principais serviços do Google e outras ferramentas pelo televisor.
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Já pensou em levar para o seu televisor alguns dos serviços disponíveis na internet? Saiba que isso é possível através de ferramentas como o Google TV, lançando em maio de 2010 e que acaba de chegar ao Brasil com o aparelho Internet Player Sony (NSZ-GS7). A novidade deve disputar espaço com outro produto semelhante, a Apple TV, que está por aqui desde 2011.
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Sobre o Google TV532965 Pré venda do Google TV Pré venda do Google TV

Para utilizar a plataforma, basta conectar o set top box a sua televisão através da porta HDMI e começar a acessar os serviços do Google, como Chrome, Youtube, Gmail, entre outros, e aplicativos online, como a Google Play, que já oferece itens customizados para a tela grande.

Ele vem com um controle remoto para ajudar na navegação e ampliar suas possibilidades de uso, teclado e sensor de movimentos. Além disso, você pode assistir TV ao vivo (aberta ou fechada) ao mesmo tempo em que acessa as redes sociais e realiza outras atividades.

532965 Pré venda do Google TV1 Pré venda do Google TV

Incialmente, a Sony e o Google terão como parceiros de conteúdo algumas emissoras (Record, SBT, Globo, Band), portais da internet (IG e UOL), canais de previsão do tempo (Climatempo) e serviços online (Netflix e Crackle). Parceiros globais, como Kontrol TV, Filarmônica de Berlim, Blip TV, DailyMotion e CNET TV também estão incluídos. A previsão é de que sejam feitas novas parcerias futuramente, ampliando as opções de entretenimento e utilidade para a ferramenta.

Outro recuso disponível no Google TV é o aplicativo SocialLife, que permite a configuração de diversos perfis de redes sociais no set-top box protegidos por senha. Enfim, são vários utilitários disponíveis no aparelho para levar muito mais praticidade aos consumidores.

Pré-venda o Google TV

532965 Pré venda do Google TV2 Pré venda do Google TV

pré-venda da plataforma Google TV através do Internet Player Sony no Brasil começou na última semana. O modelo, que está disponível por R$899, só poderá ser encontrado em lonas varejistas e também no e-commerce da companhia japonesa a partir do dia primeiro de novembro.

O equipamento, que começou a ser vendido nos Estados Unidos em julho, também está disponível em outros países, como Canadá, Austrália, França, Alemanha, México, Reino Unido e Holanda. Apesar de não ter feito muito sucesso lá fora, a expectativa é de que ele agrade os consumidores brasileiros, especialmente aqueles com perfil high-tech.

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