Acesse:http://www.techmestre.com/rapaz-implanta-fones-de-ouvido-na-orelha.html
Ideia é evitar utilizar aparelhos externos para escutar músicas.

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Ideia é evitar utilizar aparelhos externos para escutar músicas.

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Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/1239458-veja-dicas-para-nao-estourar-seu-plano-3g.shtml
Para não estourar seu plano de dados do smartphone ou do tablet, evite, no 3G, ver vídeos e ouvir músicas em serviços on-line, como o YouTube e o Rdio, e use redes wi-fi sempre que possível.
Adotar um navegador de web econômico, como o Opera Mini, também ajuda.
Disponível para Android e iOS, o browser gratuito conta com uma tecnologia de compressão que, segundo a empresa, pode reduzir o gasto com dados em até 90%.
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O Android, a partir da versão 4.0, permite monitorar os dados consumidos por cada aplicativo instalado. Quando o limite do seu pacote de dados (500 Mbytes, por exemplo) é atingido, a ferramenta desativa a conexão 3G até o fim do ciclo mensal.
Para acessar o recurso, vá a Configurações e selecione Utilização de dados.
Uma solução ainda mais completa é o Onavo Count, disponível para Android e iOS.
Como o Android dá permissões mais amplas aos aplicativos de terceiros do que o iOS, a versão para o sistema do Google é mais completa: além de monitorar a quantidade de dados usados por cada aplicativo diária, semanal e mensalmente, mostra alertas depois que um app é instalado, informando se ele é “fominha” demais ou não.
É possível ainda, no Onavo para Android, restringir ao wi-fi aplicativos que consomem muitos dados.
Outras opções para Android são o 3G Watchdog e o My Data Manager.
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Tema de especiais na TV, livros, relançamentos de discos e um musical de sucesso recente –visto por mais de 250 mil pessoas–, Tim Maia (1942-1998) deve chegar também ao cinema.
A cinebiografia do cantor, que completaria 70 anos ontem, tem previsão de ser lançada no verão de 2014.
Dirigido por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”, 2008) e com produção da RT Features, o longa “Tim Maia” teve as filmagens reagendadas para abril do ano que vem.
Segundo o ator Robson Nunes, que interpretará o cantor da adolescência até o período em que ele volta dos Estados Unidos, onde viveu no começo dos anos 1960, o atraso do longa se deve a problemas de patrocínio.
“Fizemos a preparação entre novembro e dezembro do ano passado, eu e Babu Santana, que viverá o Tim já famoso. Vamos ter de retomar o processo”, diz.
À Folha o produtor Rodrigo Abreu Teixeira afirma que o filme passou por um “ajuste no orçamento”.
“Estamos trabalhando com um valor mais realista para o projeto ir para frente. O mercado brasileiro é caro e não consegue viabilizar as produções. Não concordo com os preços praticados aqui.”
“Tim Maia” teve aprovado na Ancine (Agência Nacional do Cinema) inicialmente a captação de R$ 12,8 milhões. O produtor não revela o novo custo do filme.
“Todos os números relacionados ao cantor, em qualquer mídia, foram um estouro. Tenho certeza de que o filme irá bem também”, afirma.
Baseado no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia” (Objetiva, 2007), de Nelson Motta, o longa tem roteiro de Mauro Lima e de Antonia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”, de 2011).
A história passará por cinco décadas da vida de Sebastião Rodrigues Maia. Há filmagens previstas no Rio e em Nova York.
Para Nelson Motta, a importância do cantor na música brasileira “é do tamanho do peso dele [risos]”. “Objetivamente, estão aí o livro, o teatro, o filme, os discos. Suas músicas sendo regravadas, uma referência obrigatória para as novas gerações”.
Chama o síndico!
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Outra questão abordada na pesquisa foi em relação às soluções para armazenamento, compartilhamento e backup dos dados
São Paulo – A explosão do uso das redes sociais está mudando o comportamento do internauta com relação à segurança das informações que ele mesmo publica na internet. É o que mostra um levantamento global realizado pela F-Secure (www.f-secure.com) com 6,4 mil usuários de banda larga em 14 países, incluindo o Brasil.
Enviar e receber arquivos (documentos, fotos, vídeos, músicas) por meio das redes sociais é uma das formas mais comuns de compartilhar conteúdos, isso para 50% dos entrevistados no mundo. Nos mercados emergentes esse percentual é ainda maior. No Brasil, 61% dos internautas consideram importante trocar arquivos por meio dessa plataforma e na Índia já são 76%.
No entanto, a preocupação com a segurança está cada vez mais presente, já que 86% dos entrevistados no Brasil afirmaram se preocupar com a privacidade quando publicam informações pessoais nas redes sociais. Mais de 80% disseram ter receio sobre as pessoas que podem ter acesso a fotos e vídeos nessas plataformas. A maior preocupação se dá entre pessoas na faixa etária de 45 a 60 anos.
Apesar de 75% dos internautas brasileiros considerarem o conteúdo mais importante do que o dispositivo em si (hardware), mantê-los protegidos ainda não é uma tarefa bem-sucedida para 74% dos brasileiros, os quais afirmaram já ter perdido conteúdos importantes, como fotos, vídeos, documentos e e-mails.
Outra questão abordada na pesquisa foi em relação às soluções para armazenamento, compartilhamento e backup dos dados. O meio mais utilizado para compartilhar arquivos ainda é o e-mail (81%), seguido das redes sociais (68%). Já para manter uma cópia dos arquivos, o HD externo (59%) ainda é a forma mais comum. No caso do Brasil, 20% dos usuários já utilizam uma solução de backup ou armazenamento online, contra 14% da média mundial. No que diz respeito à sincronização de conteúdos entre os dispositivos, a maioria dos entrevistados respondeu que utiliza uma conexão USB entre os equipamentos.
Mundialmente, 61% das pessoas confiam mais em seu provedor de banda larga do que em empresas globais como o Dropbox e o Google para armazenar e proteger seus conteúdos pessoais.
“Esse amplo estudo identificou pontos interessantes sobre o comportamento do usuário na internet. Uma das principais conclusões é que, felizmente, as pessoas estão mais conscientes em relação ao risco inerente de ter conteúdos pessoais trafegando na internet. Por isso a proteção contra vírus, malwares e outras ameaças cibernéticas continua sendo crucial. A novidade é que agora os internautas estão procurando formas mais seguras e eficazes para armazenar e sincronizar seus arquivos entre os vários dispositivos que possuem e também para compartilhar o conteúdo online, em qualquer lugar e a qualquer hora”, explica Ascold Szymanskyj, vice-presidente de operações de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.
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