Agora é possível verificar online e gratuitamente se seu nome está sujo

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Finalmente os consumidores poderão realizar uma consulta online e gratuita ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), em que é possível saber se existe alguma restrição em seu nome. Até então o serviço só era realizado pessoalmente ou mediante pagamento para empresas não oficiais de consulta.

Para verificar se está com o nome sujo na praça, basta entrar no site do Portal Boa Vista Consumidor Positivo, selecionar a opção ‘Consulta de Débito’ e, caso ainda não possua cadastro no site, realizar a inscrição rapidamente. A novidade foi possível graças a uma iniciativa da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC.

Consultar nome sujo no SPC

O novo serviço online – menos burocrático – ajuda os consumidores a descobrir por meio de alguns cliques quais são as empresas que devem procurar para acertar seus débitos e regularizar sua situação. Isso elimina a necessidade de contratar empresas terceirizadas, por exemplo, para realizar o serviço.

Inclusive, o próprio ‘Portal Boa Vista Consumidor Positivo’ traz dicas de renegociação de dívidas com educação financeira por meio da página ‘Acertando suas Contas‘. Existem diversas outras dicas interessantes no site para manter as contas em dia e evitar que seu nome acabe sujo; vale a pena conferir.

Curiosidades na internet.

Saiba como impedir que aplicativos puxem seus dados do Facebook

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/39095/39095

(Foto: Reprodução)
Quando alguém cria uma conta no Facebook, automaticamente concorda em compartilhar informações pessoais não só com a rede social, mas também com outros serviços. Os dados são oferecidos de bandeja a aplicativos usados por outras pessoas, como, por exemplo, o polêmico Lulu.

Muitas pessoas aceitam as condições sem saber que elas existem. Assim, nome, foto, orientação política e sexual, idade, aniversário e outras informações podem ser expostas e compartilhadas com empresas e internautas desconhecidos.

Mas há como evitar que isso aconteça. Nas configurações de privacidade do Facebook, é possível impedir que a rede social divida seus dados com plataformas alheias sem seu devido conhecimento. Veja como:

1. Abra o Facebook, vá em “Configurações” e clique em “Configurações de Privavidade”;

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2. Vá a “Aplicativos”;

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3. Clique em “Aplicativos usados por outras pessoas”, desmarque todas as caixas e então confirme em “Salvar Alterações.

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Agora é possível verificar online e gratuitamente se seu nome está sujo

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Finalmente os consumidores poderão realizar uma consulta online e gratuita ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), em que é possível saber se existe alguma restrição em seu nome. Até então o serviço só era realizado pessoalmente ou mediante pagamento para empresas não oficiais de consulta.

Para verificar se está com o nome sujo na praça, basta entrar no site do Portal Boa Vista Consumidor Positivo, selecionar a opção ‘Consulta de Débito’ e, caso ainda não possua cadastro no site, realizar a inscrição rapidamente. A novidade foi possível graças a uma iniciativa da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC.

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Google usará nome e foto de internautas nas publicidades

Acesse:http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/38186/38186

(Foto: Reprodução)

O Google entrou na onda do Facebook e passará a usar as imagens de seus usuários como se eles estivessem recomendando lugares e serviços a outros internautas. Os Termos de Serviço da empresa serão atualizados dentro de um mês.

Nome, foto, comentários e até o que a pessoa marcar com +1 poderão ser usados. Só familiares e amigos verão as recomendações, e quem tiver menos de 18 anos não terá informações exploradas. “Esta atualização dos nossos Termos de Serviço não altera, de forma alguma, as pessoas com quem o usuário compartilhou coisas no passado ou sua capacidade de controlar com quem deseja compartilhar coisas no futuro”, promete a empresa.

O usuário pode escolher se quer ou não ajudar anunciantes se associando ao que eles estiverem oferecendo. Basta acessar as “Recomendações compartilhadas” (aqui) e desativar a opção, mas isso só o exclui das propagandas, pois seus dados continuam sendo usados em produtos da empresa – como Google Play.

De acordo com o Google, internautas serão beneficiados com a exploração da experiência de seus contatos. No buscador, no Maps, no Play etc., a pessoa economizaria tempo ao saber a opinião dos mais próximos.

“Por exemplo, os amigos do usuário podem ver que, na página de uma banda no Google Play, ele avaliou um álbum com 4 estrelas. E o +1 com que o usuário marcou sua padaria local favorita pode ser incluído em um anúncio que a padaria veicula usando os serviços da Google.”

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Brechas em sites do Bradesco e do Banco do Brasil expõem milhões de clientes

Acesse;http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/08/1331286-brechas-em-sites-do-bradesco-e-do-banco-do-brasil-expoem-milhoes.shtml

Diferentes brechas de segurança encontradas nos sites do Banco do Brasil, do Bradesco, do serviço de pagamentos Moip e da Boa Vista Serviços (administradora do cadastro de devedores SCPC) expuseram recentemente dados privados de milhões de pessoas.

Os problemas foram descobertos pelo analista de sistemas Carlos Eduardo Santiago, 21, que os demonstrou à Folha após ter sido ignorado pelas empresas. “Ao Moip, à Boa Vista e ao Bradesco, relatei as questões há cerca de um ano.”

“Descobri o erro do Banco do Brasil no dia 8, mesma data de quando avisei a empresa por meio do SAC, mas fui ignorado. Decidi, então, verificar as outras falhas, e elas ainda existiam”, conta.

A seção de seguros residenciais da agência virtual do Banco do Brasil permitia, até a quinta-feira passada, que qualquer pessoa com acesso à área (cliente segurado pelo banco ou em posse desses dados) visualizasse CPF, nome, endereço, telefone, e-mail, agência e número da conta de outro segurado, por meio de uma simples alteração no código, que pode ser visualizado com qualquer navegador moderno –não demanda ferramenta ou conhecimento avançados.

Segundo Santiago, o número de clientes do Banco do Brasil que foram expostos pelo erro é de 1,85 milhão, estimativa com base na sequência do código dos documentos disponíveis durante pelo menos duas semanas.

Contatada pela Folha na quinta, a companhia solucionou a falha no mesmo dia.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Banco do Brasil disse que “o problema não teve associação com qualquer tipo de transação financeira” e que, por isso, “não trouxe risco para os clientes.”

Um grande número de boletos bancários gerados pelo Bradesco está visível e expõe informações de clientes do banco, como CPF, nome, endereço, agência e número da conta, além do valor e do estabelecimento do pagamento em questão.

Consultada, a companhia disse que esse sistema “é utilizado há mais de dez anos e o banco nunca registrou fraude ou problema de clientes.”

A brecha permite que os documentos sejam encontrados até por meio de uma pesquisa no Google e consiste em uma URL aberta (um link de internet desprotegido). Falha semelhante foi verificada no site do Moip, que presta serviços de pagamento on-line para diversas empresas, e permitia ver o mesmo tipo de dado.

O link desprotegido, que é hospedado pelo Moip, continua disponível, mas a empresa diz não ter responsabilidade sobre ele. “As URLs dos boletos em questão foram disponibilizadas pelos próprios vendedores em seus sites.”

Em sua página, a companhia diz processar 300 mil transações virtuais por mês

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Novo termo de uso do Instagram diz que fotos de usuários podem ser vendidas para publicidade

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A decisão da companhia comprada pelo Facebook causou revolta nos usuários

 

instagram (Foto: Reprodução)Novos Termos de Uso do Instagram causaram revolta entre os usuários. (Foto: Reprodução)

 

A rede de compartilhamento de fotos Instagram fez algumas mudanças em seus Termos de Uso e revoltou os usuários da rede. Em um post em seu blog oficial, a companhia diz que a partir de 16 de janeiro as fotos tiradas por usuários podem ser usadas em anúncios no próprio Instagram e no Facebook, sem necessidade de pedir permissão aos autores. A mudança foi decidida pelo Facebook, que em setembro comprou o Instagram por US$ 1 bilhão. Os usuários descontentes com a novidade estão postando fotos fazendo gestos obscenos e segurando cartazes com os dizeres “Venda isso, Zuckerberg”, em referência ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.

Entre os itens mais polêmicos está a declaração de que o usuário dá ao Instagram “uma permissão mundial não exclusiva, totalmente paga e livre de royalties” para que a companhia use, modifique e apague as fotografias postadas. Em outro tópico, o Instagram diz que o conteúdo pode ser usado em publicidade sem necessidade de avisar – ou pagar – o autor das imagens. “Para nos ajudar a oferecer conteúdo interessante pago, patrocinado ou promoções, você concorda que empresas ou outras entidades podem nos pagar para exibir o seu nome, imagem, fotos (juntamente com todos os metadados associados), e/ou ações que você faz em relação ao conteúdo pago, patrocinado ou promoções, sem qualquer compensação para você”. Os anúncios que usam fotos de usuários do Instagram também não precisam ser identificados como publicidade.

Com a mudança na política de privacidade, muitos usuários estão deixando a rede. A revistaWired publicou um guia que ensina como baixar suas fotos e deletar sua conta. Aplicativos como o Instaport fazem o download de todas as imagens em um único arquivo compactado. “Depois, basta deletar rapidamente a sua conta e fingir que você nunca ouviu falar do filtro Lo Fi. E procurar outra rede social para compartilhar as fotos de suas refeições e de seus pés com os amigos”, escreveu o autor, Roberto Baldwin.

The Atlantic publicou um artigo em seu site em que diz que é sempre melhor usar um aplicativo pago do que aderir às redes sociais gratuitas. “Companhias como o Instagram precisam se vender porque elas não têm um modelo de negócios sustentável. E, quando elas são vendidas, elas podem ser fechadas ou fazer parte de uma máquina de publicidade como o Facebook”, diz o artigo.

Entre as outras mudanças implementadas está a idade mínima para usar o aplicativo. A partir de janeiro, usuários precisam ter pelo menos 13 anos e os menores de 18, garantir que estão usando o serviço com permissão dos pais ou responsáveis.

E você? Está no Instagram? Pretende seguir os tutorais para baixar suas fotos e dizer adeus à rede?

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