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  • Dazz Bluetooth, o fone de ouvido para quem odeia fios

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    DAZZ DONE BLUETOOTH

    Fones com conexão bluetooth ainda são um pouco raros aqui no Brasil, mas oferecem o máximo de praticidade para quem detesta ter fios espalhados por qualquer lugar. Em um cenário ideal, um usuário pode utilizar um notebook com um mouse sem fio e escutar músicas com um fone de ouvido Bluetooth sem ter que conectar um cabo sequer.

    O fone de ouvido da Dazz que recebemos para teste se encaixa nesse cenário, sendo capaz de se conectar facilmente a qualquer aparelho que possua conexão Bluetooth, bastando apenas parear os dois. Em nossos testes, conseguimos conectar o fone a smartphones, laptops e a um mp4 com com conexão Bluetooth.

    A qualidade de áudio não surpreende, mas também não desaponta, reproduzindo qualquer tipo de música sem destaques especiais. É possível utilizá-lo como um fone de ouvido convencional graças ao cabo P2 incluso na embalagem. Reparamos uma sensível melhora na qualidade do som e possibilidade de escutar músicas com um volume maior.

    Algo que nos fez bastante satisfeitos foi o isolamento sonoro desse modelo da Dazz. O formato aberto não sugere nenhum tipo de recurso parecido, o que nos deixou surpresos positivamente. O isolamento só não é melhor devido ao formato das conchas, que são retas e não acompanham o formato do ouvido, o que deixa parte do som escapar.

    Confira fotos do gadget:

    DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH DAZZ DONE BLUETOOTH
    DAZZ DONE BLUETOOTH

    DAZZ DONE BLUETOOTH slideshow lupa

    Não entendemos a escolha de um formato reto, pois embora não cause desconforto com o uso prolongado, não é anatômico, ou seja, não dá para “prender” o fone na cabeça. Qualquer movimento pode fazê-lo cair, e tal característica acaba se tornando um ponto negativo para quem pretende utilizá-lo em movimeto. Mesmo caminhando na rua, tivemos que nos policiar para não mexer a cabeça bruscamente, senão o fone certamente iria cair.

    O fone pode não ser recomendado para o usuário em movimento, no entanto, portabilidade não é um problema. Além de ser dobrável, diminuindo pela metade o seu tamanho dentro da mochila, o Dazz traz uma bolsa para transporte, o que certamente o protege contra pancadas e aumenta a sua durabilidade.

    O carregamento da bateria interna é feito com um cabo USB-P2 e demora algumas horas para terminar. Não gostamos do fato de não podermos utilizar o fone enquanto ele está carregando, fato que pode ser um ponto negativo também para muitos usuários. A bateria interna durou cerca de 7 horas e meia de reprodução contínua, o que consideramos abaixo do esperado. O ideal para esse tipo de gadget seria 14 horas ou mais, afinal não podemos utilizá-lo enquanto está carregando.

    Nos controles do fone podemos aumentar/diminuir o volume e trocar de faixas. É possível atender ligações também, mas como o Dazz não traz microfone embutido, esse recurso acaba sendo inviável na prática, pois temos que tirar o smartphone do bolso e da mochila de qualquer forma.

    Conclusão

    O modelo Dazz Bluetooth que recebemos pode ser encontrado por cerca de R$ 249 no mercado brasileiro, preço dentro da média para a categoria de fones de ouvido sem fio, mas consideravelmente caro por suas limitações. A baixa duração da bateria aliada ao fato de não podermos utilizá-lo enquanto está carregando tornam-se grandes pontos fracos, tornando o aparelho pouco prático para pessoas que passam o dia inteiro fora de casa.

    A qualidade de áudio é aceitável, nem boa nem ruim; ao mesmo tempo que reproduz diferentes frequências sem problemas, ouvidos mais exigentes podem sentir falta do destaque em agudos e graves. O público alvo do Dazz Bluetooth fica restrito a pessoas que trabalham na frente do PC e não gostam de ficar tirando o fio de cima do teclado toda hora. Entretanto, ele não é recomendável para quem pretende utilizá-lo como companheiro do smartphone.

    Vantagens

    • Preço dentro do esperado;
    • Qualidade aceitável de áudio;
    • Portátil e com bolsa de transporte.

    Desvantagens

    • Bateria com baixa autonomia;
    • Não é possível utilizá-lo enquanto está carregando (nem via cabo);
    • Não fica firme na cabeça.

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  • Qual o melhor serviço de streaming de música para brasileiros? Compare

    Acesse:http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/04/qual-o-melhor-servico-de-streaming-de-musica-para-brasileiros-compare.html

    Os serviços de streaming de música chegaram com tudo à Internet e contam com uma adesão cada vez maior em todos os cantos do mundo. Se por um lado muitos sites que oferecem canções legalmente e têm uma grande base de usuários, como o Spotify, não estão disponíveis no Brasil, há uma variedade de boas plataformas que são compatíveis com os usuários brasileiros. Confira o comparativo entre os serviços.

    Rdio – Talvez o mais famoso da lista, o Rdio chegou ao Brasil no fim de 2011 a partir de uma parceria com a operadora Oi. Hoje, oferece um catálogo vasto, que tem 18 milhões de canções. Ele tem três planos diferentes: R$ 8,99 para reprodução em computadores, R$ 14,99 para streaming também em dispositivos móveis e R$ 22,99 em um plano família, que disponibiliza duas assinaturas ilimitadas.

    Rdio é uma plataforma completa (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Rdio é uma plataforma completa (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

    Além da sincronização com dispositivos móveis e do catálogo recheado de sucessos, o Rdio oferece um sistema de “rede social” em que é possível interagir com seus amigos e conhecer novas músicas, além de atualizações com inserção de canções toda semana, parada de sucessos, destaque para lançamentos, criação e assinatura de playlists, além de compartilhamento de sua coleção com a lista de amigos.

    Com uma interface moderna, possibilidade de conexão via Facebook e ainda um período de testes de 14 dias sem qualquer custo, o Rdio é uma das melhores opções do ramo. Os usuários brasileiros apaixonados por música podem ter certeza de que o serviço pode ser uma ótima opção para ter acesso ao melhor do streaming musical em qualquer lugar do mundo com seu PC, tablet ou telefone celular com acesso à Internet.

    Grooveshark – Um dos mais tradicionais e antigos serviços de streaming de músicas do mercado, o Grooveshark está online desde 2007 e um de seus grandes pontos positivos fica por conta de não exigir um cadastro para aproveitar seu conteúdo. Basta acessar seu site, escolher uma música e ouvir. De graça. Simples e rápido.

    Grooveshark pode ser usado como um YouTube de músicas (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Grooveshark pode ser usado como um YouTube de músicas (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

    Caso você queira se cadastrar no serviço, obviamente terá alguns benefícios, como criar listas de reprodução, salvar músicas favoritas e também reprodução em celulares – caso seja assinante de um plano que oferece este recurso. Há ainda integração com diversas redes sociais e reprodução de músicas sem a exibição de anúncios.

    O plano com acesso completo às funcionalidades do Grooveshark custa US$ 9 (cerca de R$ 18) mensais ou US$ 90 (aproximadamente R$ 180) anuais. Com esta assinatura, é possível customizar seu perfil, acessar o app do serviço, ter acesso prioritário à equipe de ajuda e espaço ilimitado para armazenar músicas e playlists.

     TIM Music– A operadora de telefonia móvel TIM lançou um serviço de streaming musical que está disponível somente para clientes da própria empresa. Os assinantes dos planos Pré, Infinity Controle, Liberty, Liberty Controle, Liberty Controle Express e TIM Beta são os que têm acesso à ferramenta, que tem um aplicativo móvel para o sistema Android, onde estão disponíveis vários recursos.

    TIM oferece aplicativo para o streaming de músicas (Foto: Divulgação)TIM oferece aplicativo para o streaming de músicas (Foto: Divulgação)

    O TIM Music não precisa de cadastro e tem um valor cobrado direto com uma dedução dos créditos ou uma cobrança na conta de telefone do usuário. Ele dá sete dias de teste gratuito, não cobra pelo tráfego de dados e, depois, passa a custar R$ 0,50 por dia para quem é cliente Infinity e R$ 9,90 mensais para os demais usuários. Para quem tem uma linha da TIM, vale a pena conferir.

    O catálogo também é bastante variado e tem muitas músicas de artistas do Brasil e do mundo. No app TIM Music, inclusive, é possível não só armazenar músicas e criar playlists como também usar o Shazam para identificar canções que estejam tocando na rua e você queira baixar, além do Meu DJ, que tem sugestões de listas prontas de acordo com seu gosto musical.

    Xbox Music – O serviço de música do console da Microsoft é uma outra opção que muita gente no Brasil pode usar. A assinatura pode ser feita por R$ 14,90 por mês ou então em pagamento anual, de R$ 149. O serviço disponibiliza o seu acesso ilimitado, inclusive em modo offline, a milhões de músicas no PC, Xbox 360 e Windows Phone.

    Xbox tem serviço de música mais limitado (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Xbox tem serviço de música mais limitado (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

    Além do streaming, o Xbox Music Pass oferece acesso a muitos videoclipes. Entre seus recursos diferenciados estão o armazenamento em nuvem, o Smart DJ para indicação de playlists e as promessas de grandes melhorias para o futuro, como uma rede social e uma expansão da plataforma.

    Infelizmente, porém, o serviço tem algumas restrições de uso no país, como o streaming livre para PCs. No Xbox 360, o Music Pass só permite a transmissão por streaming e requer uma assinatura Xbox LIVE Gold. Mas caso você use muito o seu console Xbox e queira ouvir música nele, esta talvez seja uma boa escolha.

    Deezer – O último serviço da lista é o Deezer, que tem o maior catálogo do ramo, com 20 milhões de músicas, além de rádios personalizadas, compartilhamento de informações, reprodução offline e compatibilidade com dispositivos móveis. Tudo isso, é claro, dependendo do plano que você escolher.

    Deezer oferece catálogo mais vasto da lista (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Deezer oferece catálogo mais vasto da lista (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

    No plano gratuito, você só tem direito a reprodução ilimitada durante seis meses e depois é limitado a duas horas por mês. No premium, que custa R$ 8,90, é possível ouvir música ilimitada no PC ou Mac, sem anúncios, em alta qualidade, e com acesso a um recurso de mesa de mixagem para criar suas próprias listas personalizadas.

    O plano mais completo, porém, é o premium+, com o valor de R$ 14,90. Este tem tudo o que seu antecessor também possui mais a compatibilidade com smartphones e tablets e a possibilidade de reproduzir as músicas mesmo sem conexão à Internet. É um dos mais recomendados serviços e disputa mercado com o Rdio.

    Conclusão – Obviamente, cada usuário tem a sua preferência. No entanto, uma análise de cada serviço permite chegar a conclusão de que o Rdio e o Deezer são os que têm mais condições de atender a um grande público do Brasil. Ambos têm catálogos bem variados, diversos recursos extras e preços relativamente acessíveis.

    O Grooveshark, por sua tradição, também merece ser levado em consideração, mas a impressão que dá é que ele foi superado pelos serviços mais novos. A decepção, claro, fica por conta do Xbox Music, que está disponível no Brasil, porém com restrições bem significativas, como a falta do streaming para PC.

    O serviço da TIM é uma grata surpresa, porém, só funciona com os clientes da operadora. Caso você seja assinante de um plano compatível, é uma boa testar este serviço – apesar de ele estar disponível somente no celular e não em multiplataformas, como o Rdio e o Deezer.

    Claro que outros serviços bem esperados no Brasil mas ainda não disponíveis, como o Spotify e o Google Play Music, podem ser os próximos sucessos entre os oferecedores de streaming no país. Mas por ora, estas são as principais opções do mercado.

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  • GVT planeja levar o telefone fixo ao celular por meio de aplicativo

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/telecom/GVT-planeja-levar-o-telefone-fixo-ao-celular-por-meio-de-aplicativo/

    GVT

    Depois de anunciar seus planos para a criação de uma rede Wi-Fi pública até junho deste ano, a operadora GVT anunciou que planeja levar os recursos do telefone fixo para o celular por meio de um aplicativo em 2013. Com isso, os clientes da operadora poderão usar sua linha residencial diretamente no seu aparelho móvel e em qualquer lugar.

    Ricardo Sanfelice, diretor de marketing e produtos da GVT, afirmou em entrevista ao site Telesíntese que todos os clientes da empresa poderão utilizar o recurso, que permitirá que os usuários realizem e recebam ligações com telefone fixo no seu celular em redes 3G e Wi-Fi.

    “O telefone fixo da GVT poderá ser levado para qualquer lugar. Qualquer cliente da GVT poderá entrar em uma app store, baixar o aplicativo, no qual ele vai acessar o telefone fixo. Por exemplo: se ele estiver usando uma rede 3G ou uma rede Wi-Fi, quando for fazer uma ligação telefônica o aplicativo pergunta se quer fazer via rede móvel ou via a linha fixa da GVT”, explicou Sanfelice.

    CelularA empresa planeja lançar o aplicativo ainda este ano

    A empresa acredita que seus usuários irão economizar nas chamadas, pois não precisarão utilizar a rede convencional de sua operadora móvel para realizar ligações para números fixos, por exemplo. No entanto, especialistas acreditam que se o plano da GVT vingar, quem não vai ficar muito contente com o aplicativo serão as outras operadoras.

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