Avó com rosto de adolescente surpreende internautas

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Imagem mostrando três gerações da família repercute na web – tente acertar qual é a avó.

Uma imagem que circula nas redes sociais chinesas mostrando três gerações de uma família vem causando discussão entre os internautas. Na imagem, eles questionam qual das dúvida que aparecem é a avó.
Kazuko Inoue é uma mulher fascinante de 42 anos, que já venceu concursos de beleza no ano passado. Ela aparece junto de suas duas filhas e de seus três netos, mostrando que está em plena forma.
Avó com rosto de adolescente surpreende internautas
A reação dos internautas sobre a foto é de espanto, e normalmente custam para identificar quem é a avó em questão.  E você, acertou quem era a avó? Se ainda está na dúvida, veja em nossa galeria abaixo:
 

Curiosidades na internet

Cientistas desenvolvem «detector de mentiras» para redes sociais

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Cientistas desenvolvem «detector de mentiras» para redes sociais

Um projecto que envolve várias universidades e empresas europeias está a desenvolver um detector de mentiras para verificar rumores que circulam em fóruns online e em redes sociais.
O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma conta ou perfil de uma rede social foi criada apenas para espalhar informações falsas.

Os dados analisados incluirão publicações no Twitter, comentários em fóruns sobre temas relacionados com questões de saúde e comentários públicos no Facebook.

O objectivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efectiva a novos acontecimentos.

O projecto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso das redes sociais durante os conflitos de Londres em 2011.
Segundo os especialistas, os rumores online serão classificados em quatro tipos:

Especulação – como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros
Controvérsia – como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo
Má informação – se uma informação falsa é disseminada sem intenção
Desinformação – se uma informação falsa é disseminada intencionalmente
«Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as redes sociais fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem», disse Kalina Bontcheva, líder do projecto na Universidade de Sheffield.

«Mas as redes sociais também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é verdade do que é mentira com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade numa dada situação.»

O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar  sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos e bots – contas que publicam automaticamente em redes sociais. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se esta foi criada apenas para disseminar rumores falsos.

Conversas em redes sociais serão analisadas para ver como evoluem. Fontes serão verificadas numa tentativa de confirmar se a informação é verdadeira ou não. «Apenas o texto será analisado», disse Bontcheva. «Não analisaremos imagens, não temos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente.»
Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos num «painel visual» para que as pessoas possam verificar se um rumor se sustenta.

A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. «Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas», disse Bontcheva.

Chamado de Pheme, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projecto envolve cinco universidades – Sheffield, Warwick, King’s College London, Saarland, na Alemanha, e Modul, em Viena – e durará três anos. Quatro empresas – Atos, iHub, Ontotext e Swissinfo – também participam.

No final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.

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Hackers miram redes sociais e smartphones em novos ataques

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Smartphone

As mídias sociais se tornaram os principais alvos de hackers, e os dispositivos móveis estão expandindo ainda mais a área de atuação desses criminosos. Com o crescente aumento da frequência e do alcance de violações de dados, é mais importante do que nunca voltar aos fundamentos básicos de segurança online.

O alerta foi feito pela IBM, que divulgou seu relatório X-Force 2013 que traz uma análise do cenário de segurança de TI durante os seis primeiros meses do ano, e tenta ajudar as organizações a compreender melhor os riscos que correm. O relatório aponta que os ataques contra empresas estão ficando cada vez mais sofisticados, e alguns deles se mostraram oportunistas, explorando aplicações web vulneráveis a Injeção de SQL, mais conhecida através do termo americano SQL Injection – um tipo de ameaça que aproveita falhas em sistemas que interagem com bases de dados via SQL.

Outros ataques bem sucedidos aconteceram devido a uma violação básica de confiança entre o usuário final e sites ou perfis de redes sociais que ele pensava ser legítimo e seguro. “As mídias sociais tornaram-se um novo playground para os golpistas”, disse Kevin Skapinetz, diretor de programa de estratégia de produtos para sistemas de segurança da IBM. Os criminosos exploram relações de confiança, por meio das redes sociais ou spam com aparência profissional, por exemplo, para enviar links maliciosos que parecem ter sido enviados por amigos ou pessoas que seguem a vítima nas redes sociais.

Os criminosos estão vendendo contas em sites de redes sociais, algumas delas pertencentes a pessoas reais cujas credenciais foram comprometidas, outras delas criadas para parecer realista e criar uma teia de conexões. No mínimo, essas contas servem para inflar determinadas páginas de “likes” ou falsificar comentários, embora usos mais maliciosos podem servir para realizar atividades criminosas – o que pode ser equivalente a uma identidade online falsa.

A capacidade de um único ataque influenciar as ações de milhões de pessoas em tempo real é alarmante. Os atacantes estão mirando os usuários e abusando de sua confiança, aproveitando a psicologia por trás do comportamento nas mídias sociais.

Ataques redes sociais

Dispositivos móveis na mira dos hackers

Os dispositivos móveis também estão se tornando um ímã para hackers. “Apesar de as vulnerabilidades móveis continuarem crescendo a um ritmo acelerado, ainda as vemos como uma pequena porcentagem das vulnerabilidades gerais relatadas no período”, explica o relatório da IBM.

O que pode estar piorando o cenário de infecção de gadgets móveis é a proliferação desse tipo de dispositivo no local de trabalho graças à grande adoção do Bring Your Own Device (BYOD) – que pode se tornar um pesadelo para as empresas.

O relatório da IBM também observou que ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) estão sendo usados para mais do que apenas interromper o serviços de seus alvos. Os ataques estão sendo utilizados como uma forma de distração, permitindo que os atacantes violem outros sistemas da empresa. “Os criminosos derrubam um site, colocam as pessoas de TI focadas em uma determinada direção, amarram seus recursos ao ataque DDoS, enquanto uma violação mais sofisticada é realizada e ninguém está prestando atenção”, explica Marc Gaffan, cofundador da Incapsula.

Nos últimos anos, também presenciamos um crescimento explosivo de dispositivos Android no mercado, e os criminosos também estão atentos a essa área de crescimento. Como o número de usuários de celulares que operam Android se expande rapidamente, os criadores de malwares também aumentaram seus esforços proporcionalmente para não perder essa grande oportunidade. O fato de apenas 6% dos dispositivos com sistema operacional móvel do Google estar rodando uma versão mais recente do Android (pelo menos a 4.2) também ajuda a aumentar a proliferação de ataques.

Ao todo, o estudo da IBM analisou 4.100 novas vulnerabilidades de segurança e 900 milhões de novas páginas e imagens nos primeiros seis meses de 2013.

curiosidades na internet.

Redes sociais mudam a dinâmica da busca por empregos

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Da BBC Brasil em São Paulo

Atualizado em  30 de agosto, 2013 – 05:23 (Brasília) 08:23 GM
Foto: ReutersRedes sociais trazem mudanças tanto para empregadores quanto para candidatos em potencial

O paulista Marcus Aurélio Kouyomdjian trabalhava em uma concessionária de veículos quando seu perfil profissional, postado na rede social LinkedIn, chamou a atenção de uma grande loja de produtos veterinários.

Ele não estava procurando emprego na época, “mas quando veio o convite para o processo seletivo, pensei: Vou ver o que acontece”, conta à BBC Brasil.

Marcus Aurélio acabou aceitando o novo emprego. E recomendou a seu filho mais velho, Pedro, que também levasse seu currículo às redes sociais. Pedro, um engenheiro de 25 anos, tampouco pensava em mudar de emprego, mas recebeu uma proposta interessante e acabou aceitando uma vaga como coordenador de obras.

As redes sociais estão trazendo mudanças às dinâmicas de busca de empregos, tanto para profissionais como os Kouyomdjian quanto para empregadoras, apontam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para começar, o contato entre Marcus Aurélio e Pedro e as empresas que os contrataram só ocorreu graças às redes sociais. Nos EUA, esse fenômeno foi batizado de “procurar emprego passivamente” (“passive job seeking”) – ou seja, alguém que não estava ativamente atrás de um novo trabalho pode acabar aceitando uma oferta atraente que tenha a ver com seu perfil e seus interesses.

“As redes sociais quebraram paradigmas (no processo) de contratações”, diz à BBC Brasil Milton Beck, diretor de soluções de talento da rede social profissional LinkedIn, que tem 13 milhões de usuários no Brasil e 238 milhões no mundo. A rede usa algoritmos para cruzar pré-requisitos de vagas disponíveis como perfil dos profissionais cadastrados, de acordo com sua experiência e características postadas online.

Segundo Beck, 70% dos usuários não estão no LinkedIn em busca de empregos, mas sim para manter-se visíveis, fazer contatos e participar de grupos de interesse.

“Eles já estão empregados, mas se surgir uma oportunidade de crescimento profissional, estão abertos a conversas. Antes das redes sociais, essas pessoas não estavam acessíveis em grande escala para as empresas que buscam contratá-los.”

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Redes sociais devem ser usadas com cuidado

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Jovem de 16 anos, morador da cidade de São Paulo, foi assaltado após postar nas redes sociais informações sobre sua situação financeira e expor bens.

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Postar o local do encontro com a galera no Twitter, adicionar a foto do seu carro novo no Facebook ou mencionar no Orkut atitudes rotineiras do seu dia-a-dia, pode parecer normal para usuários das redes sociais. Porém, para um jovem de 16 anos, morador da cidade de São Paulo, expor certas informações pessoais na internet motivou que um colega de classe encomendasse um assalto a sua casa. De acordo com a delegada que investiga o caso, Fabiana Salermo, o garoto que teve a residência roubada, gostava de mostrar nas redes sociais os seus bens, o que motivou os assaltantes.
Especialistas em segurança na internet acreditam que cerca de 70% pessoas das pessoas que utilizam sites de relacionamento não conhecem as ferramentas de segurança oferecidas pelos provedores dos portais. Tanto no Facebook, quanto no Orkut é possível bloquear certas informações do seu perfil, liberando somente para as pessoas que você adiciona como amigo. Já no Twitter, que trabalha com uma sistemática diferenciada, é possível impor algumas regras para que as pessoas possam seguir as sua página, como por exemplo, exigir que o candidato a seguidor seja amigo de alguma pessoa que já te segue.
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Outro problema apontado pelos especialistas é que as pessoas tratam o mundo virtual como algo fora da sua realidade. Uma prova disso é que as pessoas não abrem a porta de sua casapara um estranho, mas muitos adicionam pessoas nas redes sociais que não conhecem. Além disso, é desnecessário expor informações como telefone de contato e situação financeira em que vive.  Caio Castro, por exemplo, cometeu um engano no Facebook e divulgou o seu celular pessoal. Quando começou a receber ligações de pessoas que não conhecia descobriu o erro e logo o corrigiu, mas já era tarde demais, o ator teve que alterar o número do telefone. Para evitar situações de excesso de exposição da sua imagem, tome as mesmas medidas de segurança seguidas no seu dia-a-dia para não despertar o olhar atento dos bandidos.
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Rumores de greve geral na 2.ª-feira circulam na internet

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CARLA ARAÚJO – Agência Estado

Rumores de que haverá uma grande paralisação no País começaram a circular nesta semana nas redes sociais na internet. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo e a Polícia Militar (PM) ainda não possuem nenhum tipo de estratégia ou esquema especial por conta do burburinho virtual. A página do grupo AnonymousBrasil, que possui mais de um milhão de seguidores, tem compartilhado banners com a “chamada” para protestos às 17 horas, em todas as cidades do País.

De acordo com a assessoria da SSP, não há “até o momento” nenhuma informação de passeata ou protestos na segunda-feira. A assessoria da PM também afirmou que “como não há nada de concreto e confirmado, ainda não foi estabelecido nenhum esquema especial de segurança”.

O Movimento Passe Livre (MPL) em São Paulo, que promoveu sete protestos na capital paulista desde o dia 6, afirmou no dia 21 feira que não convocaria novas manifestações na cidade. Além disso, há diversos avisos de usuários do Facebook pedindo boicote à suposta greve e alertando que a paralisação seria convocada por “oportunistas”. Muitos criticam que o primeiro evento no Facebook denominado “Greve Geral”, que chegou a ter milhares de seguidores e fazia referência ao ato de segunda-feira, teria sido feito por um internauta ligado a questões como a defesa do porte de armas. A falta de liderança explícita dos atos é o que tem causado incertezas sobre a ua realização.

Metrô

O Sindicato dos Metroviários da capital divulgou uma nota nesta sexta-feira afirmando que não participará de nenhuma paralisação na segunda-feira e que essa mobilização não tem caráter oficial. Segundo o sindicato, “diante da falsa informação que circula nas redes sociais sobre uma possível greve geral, marcada para o dia 1.º de julho, segunda-feira, os metroviários, que desde abril tem participado de toda as mobilizações pela redução das tarifas dos transportes coletivos, informam que não vão parar no dia 1.º”. A entidade afirma ainda que a categoria fará uma assembleia na quinta-feira, 4, para discutir como será a participação dos metroviários no Dia Nacional de Luta, marcado para o dia 11, pelos sindicatos e centrais sindicais.

CUT

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) já havia divulgado nota na segunda-feira, 24, afirmando que “nem a CUT nem as demais centrais sindicais, legítimas representantes da classe trabalhadora, convocaram greve geral para o dia 1.º de julho”. Conforme a CUT, a convocação para a suposta greve “surgiu numa página anônima do Facebook e é mais uma iniciativa de grupos oportunistas, sem compromisso com os/as trabalhadores/as, que querem confundir e gerar insegurança na população”, diz o comunicado.

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Como trocar livros pela internet

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Renove a sua prateleira de livros fazendo trocas com leitores de todo o Brasil e também do exterior, através de sites e redes sociais especializados no assunto.

Se você é fã de leitura e quer renovar a sua estante de livros, uma boa dica é trocar aquelas obras que já estão há um bom tempo na prateleira, servindo apenas para acumular poeira, por outras que vão lhe trazer novos conhecimentos.

605942 como trocar livros pela internet Como trocar livros pela internet

Resultado de uma compra compulsiva, de um presente do qual você não gostou ou de um estilo que não lhe agrada, sempre há aquele livro que fica esquecido na prateleira. Para se desfazer dele, muita gente tenta negociá-lo com proprietários de sebos, mas nem sempre o valor oferecido por eles chega perto da quantia desejada.

Surge então a alternativa de trocá-lo com alguém, e para facilitar esse intercâmbio, tem crescido bastante a troca de livros pela internet, realizada através de sites especializados no assunto ou por meio das redes sociais.

Quais são: 100 melhores livros de todos os tempos

Sites para trocar livros

605942 como trocar livros pela internet 1 Como trocar livros pela internet

Existem diversas opções de sites para trocar livros, que reúnem pessoas de todas as regiões do Brasil e até do exterior, como:

– LivraLivro: o LivraLivro possui milhares de usuários cadastrados, oferecendo livros para trocar. Totalmente gratuito, o único custo é a postagem do livro nos Correios, que pode variar de R$ 3,00 a R$ 8,00. Basta se cadastrar e montar uma lista com as obras que possui para trocar e outra contando os títulos que quer obter.

Assim que alguém solicita um dos seus livros, você o envia e recebe um ponto, que poderá ser usado para pedir outro livro em troca.

– Trocando Livros: com funcionamento similar ao anterior, esse site para a troca de livros também se baseia no sistema de pontuação. O cadastro é gratuito.

– BookMooch: o diferencial desse site é que ele reúne leitores de outros países, tornando-se uma boa opção para quem está procurando por livros estrangeiros e que são difíceis de encontrar no Brasil. O cadastro também é gratuito e o sistema de trocas é o da pontuação.

Trocar livros pelas redes sociais

605942 como trocar livros pela internet 2 Como trocar livros pela internet

Há também quem prefira utilizar as redes sociais para trocar livros. Nesse caso, algumas das opções são:

– Skoob: outra opção muito usada por quem tem interesse em trocar livros pela internet, o Skoob tem funcionamento similar a uma rede social, já que permite adicionar contatos ao seu perfil, trocar mensagens, participar de grupos de discussão e, é claro, oferecer e solicitar livros para trocar.

Saiba mais: Como trocar livros no Skoob

– Página Virada: o Facebook também conta com páginas especiais para a troca de livro, como é o caso da Página Virada. Basta postar as informações dos livros que possui e daqueles que quer em troca, negociando diretamente com outros usuários interessados

 

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