Tag: robótica

  • Criador do Android agora vai trabalhar com robótica

    Acesse:http://www.baboo.com.br/hardware/criador-android-agora-vai-trabalhar-com-robotica/

    Parece que não é só a Amazon que está com o foco no futuro ao revelar planos de realizar entregas com robôs. De acordo com o jornal New York Times, o Google está trabalhando para criar uma nova geração de robôs. E uma das pessoas responsáveis por isso é o criador do Android, sistema operacional mobile da companhia.

    Criador do Android agora vai trabalhar com robótica

    Criador do Android vai liderar pesquisas com robôs no Google

    Andy Rubin, que era chefe da divisão Android, agora trabalha para desenvolver robôs com tecnologia de ponta. Essas máquinas, no entanto, não são direcionadas para os consumidores – ao invés disso, eles devem servir como apoio para fábricas, como na montagem de dispositivos eletrônicos.

    Rubin comentou em entrevista ao New York Times que esses esforços do Google  já tem cerca de dez anos. A empresa adquiriu secretamente empresas de robótica nos Estados Unidos e Japão, as quais oferecem tecnologia capaz de criarem robôs móveis. O engenheiro disse que os sensores e software ainda serão desenvolvidos, mas a parte de movimentação e hardware já está solucionada.

    Google agora monta uma equipe de robótica que ficará em Palo Alto, com um escritório no Japão. Rubin já começou a contratar pessoas.

    Larry Page, o CEO da empresa, comentou que está empolgado com o novo projeto.

    “Sua última grande aposta, Android, começou como uma ideia maluca que acabou colocando um supercomputador em centenas de milhões de bolsos. Ainda é muito cedo para isso, mas eu não posso esperar para ver o progresso”, diz Page.

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  • Copa do Mundo de 2014 vai ter segurança robótica

    Acesse:http://noticias.seuhistory.com/copa-do-mundo-de-2014-vai-ter-seguranca-robotica

    O tempo regulamentar está passando rapidamente para a organização brasileira, encarregada da Copa do Mundo de 2014. Entre a construção e a remodelação de dezenas de estádios, o governo brasileiro, juntamente com a Confederação Brasileira de Futebol, decidiu concentrar o foco na questão da segurança, que estrategicamente terá o apoio de modernos e poderosos robôs.

    Após a assinatura de um contrato multimilionário com a empresa fabricante do iRobot, contratada para entregar o equipamento pronto ainda no final deste ano, o Comitê Organizador contará com diferentes tipos de aparelhos robotizados autônomos e de controle remoto, para garantir a vigilância, detecção e desativação de explosivos, além de um suporte a segurança preventiva tanto dentro, como fora dos estádios.

    Com uma importante agenda para o país, como anfitrião de um dos eventos esportivos mais importantes do mundo, os robôs policiais, sobre cujos modelos ainda não se sabe nenhum detalhe, prestarão um serviço fundamental a partir deste mesmo ano, durante a Copa das Confederações e esperamos que continuem até os Jogos Olímpicos de 2016, excelente desempenho.

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  • Projeto prevê robôs com mente humana

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/06/1293181-projeto-preve-robos-com-mente-humana.shtml

    É difícil imaginar um dia em que as ideias propostas por Dmitry Itskov, 32, multimilionário russo e ex-magnata da mídia on-line, não parecerão implausíveis e inviáveis. Chamada de Iniciativa 2045, em alusão ao ano em que Istkov espera que o projeto esteja finalizado, sua ideia prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seja possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade.

    Seria uma cópia digital da mente de uma pessoa em um portador não biológico -uma versão de uma pessoa integralmente senciente, que poderia viver por centenas ou milhares de anos.

    No entanto, Istkov conseguiu a atenção e, em alguns casos, o apoio entusiasmado de figuras altamente respeitadas da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), além de líderes em campos como a genética molecular e as neuropróteses. Cerca de 30 palestrantes dessas e de outras disciplinas vão participar da segunda edição anual do Congresso sobre o Futuro Global 2045, marcado para 15 e 16 de junho no Lincoln Center, em Manhattan.

    Brandon Thibodeaux/The New York Times
    David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov
    David Hanson, fundador da Hanson Robotics, trabalha em um modelo robótico da cabeça de Dmitry Itskov

    Os participantes ouvirão pessoas como Roger Penrose, professor emérito de física matemática na Universidade Oxford que pode ser visto no site 2045.com com uma videochamada sobre a “natureza quântica da consciência”, e George M. Church, professor de genética na Escola Médica de Harvard, cujo vídeo no site é sobre “a extensão da gama de saúde cerebral”. Como esses vídeos sugerem, cientistas dão passos pequenos e constantes em direção à fusão humano-máquina. O futurista Ray Kurzweil, hoje diretor de engenharia do Google, argumentou no livro “The Singularity is Near”, de 2005, que a tecnologia avança exponencialmente e que “a vida humana será transformada irreversivelmente”, a tal ponto que não haverá diferença entre “o humano e a máquina ou entre a realidade física e a realidade virtual”.

    Os avanços tecnológicos não pararam desde que Kurzweil escreveu o livro –como a criação de computadores capazes de derrotar humanos em partidas (como Watson, da IBM, vencedor do programa “Jeopardy”), até uma tecnologia que monitora as batidas do coração de jogadores de games e possivelmente seu grau de excitação (é o caso do novo Kinect), passando por ferramentas digitais para portadores de deficiências (como implantes cerebrais que podem ajudar tetraplégicos a movimentar braços robóticos).

    Acadêmicos parecem enxergar Istkov como alguém sincero e bem-intencionado. Eles consideram que, se ele quer liderar a torcida global em favor de áreas em que cientistas geralmente trabalham na obscuridade, ótimo. Pergunte a participantes na conferência 2045 se os sonhos de Istkov poderão virar realidade algum dia. Você ouvirá desde um “pode ser” até frases de grande entusiasmo.

    “Sou contra dizer que alguma coisa é impossível, a não ser que ela viole as leis da física”, responde o professor Church, acrescentando, a respeito de Istkov: “Só acho que seus planos contêm muitos pontos sem linhas que os interliguem. Não constituem um mapa do caminho real.”

    “Isso não é mais improvável do que o que se viu no início dos anos 1960 com a chegada dos transplantes de fígado e rins”, opinou Martine A. Rothblatt, fundadora da United Therapeutics, empresas de biotecnologia que fabrica produtos cardiovasculares. “Na época, as pessoas acharam que era uma maluquice total. Hoje cerca de 400 p genética molecular e as neuroprótesesessoas fazem esses transplantes por dia.”

    Istkov diz que vai investir pelo menos parte de sua fortuna em qualquer start-up que promova sua visão -ele afirma que, até agora, já gastou US$ 3 milhões de seu próprio dinheiro-, mas seu objetivo principal com o projeto 2045 não é enriquecer. Ele acha que seus avatares não apenas podem acabar com a fome mundial -porque uma máquina precisa de manutenção, não de comida-, mas também inaugurar uma era mais pacífica e espiritualizada.

    “Precisamos mostrar que estamos aqui para salvar vidas”, explicou. “Para ajudar os deficientes, curar doenças e criar a tecnologia que nos permita, no futuro, responder a algumas questões existenciais. Como, por exemplo, o que é o cérebro, o que é a vida, o que é a consciência e, finalmente, o que é o Universo.”

    Istkov passou sua infância em Bryansk, cidade situada a 370 km a sudoeste de Moscou. Seu pai era diretor de teatro musical e sua mãe professora primária. Ele estudou na Academia Russa Plekhanov de Economia, onde conheceu seu futuro sócio comercial, Konstantin Rykov. Em 1998, Rykov fundou uma e-zine cujo título era um palavrão em inglês. Istkov começou a trabalhar na e-zine no ano seguinte. Eles criaram o tarakan.ru, blog sobre a internet russa, e um jornal on-line, o Dni.ru. Seguiram-se sites de games e outros jornais on-line, além de uma revista impressa, uma editora de livros e um canal de televisão na internet.

    Aos 25 anos de idade, Istkov começou a apresentar os sintomas de uma crise de meia-idade. Ele previu as coisas que poderia lamentar quando chegasse à velhice: os instrumentos musicais que não teria aprendido a tocar e os livros que não teria lido. De repente, o tempo de vida médio de cerca de 80 anos lhe pareceu muito pouco. Quanto mais contemplava o mundo, mais lhe parecia que tudo estava errado.

    “Olhe para isto”, explicou, abrindo seu laptop e começando a exibir slides com uma estatística dolorosa após outra: quase 1 bilhão de pessoas no mundo estão passando fome. Quarenta e nove países estão envolvidos em conflitos militares. Dez por cento das pessoas no mundo têm deficiências físicas. E assim por diante.

    Istkov calcula que precisamos mudar nosso modo de pensar ou dar às nossas mentes a chance de “evoluír”. Para que isso possa acontecer, porém, precisamos de um novo paradigma do que significa ser humano. Isso requer uma transição para um mundo em que a maioria das pessoas não seja obrigada a se dedicar às questões básicas da sobrevivência.

    Assim surgiu a ideia dos avatares. As leis da oferta e da demanda continuam presentes na utopia de Istkov. Ele presume que, a partir do momento em que a produção de avatares crescer, o custo deles cairá. Também prevê que as organizações humanitárias, que hoje se dedicam a alimentar, vestir e curar os pobres, passarão a se dedicar à meta de fabricar e distribuir corpos saudáveis, ou seja, máquinas.

    Por enquanto, a simples aquisição de uma cabeça robótica com aparência natural já custa muito. Algo que Istkov descreve como a cabeça mecânica mais sofisticada da história -uma réplica do próprio Istkov do pescoço para cima- está sendo construído em Plano, no Texas, sede da Hanson Robotics. A empresa foi fundada por David Hanson, doutor em artes e engenharia interativas.

    “A maioria das cabeças robóticas tem 20 motores”, comentou Hansen. “As minhas possuem 32. Esta terá 36. Assim, mais expressões faciais, simulando todos os principais grupos de músculos.”

    A expectativa ainda mais surpreendente é que, enquanto Istkov estiver em outra sala, sentado diante de uma tela com sensores para captar cada movimento seu, a cabeça será capaz de reproduzir suas expressões e sua voz. “Ele está controlando o robô e controlando seus gestos, sua expressão e sua fala com sua voz, em tempo real”, diz Hanson.

    Istkov vê sua iniciativa futurista como uma finalidade em si mesma para hoje. “Nossos líderes buscam a estabilidade”, declarou. “Não temos algo que una a humanidade inteira. Essa iniciativa vai inspirar as pessoas.”

    Será que as pessoas querem realmente viver para sempre? Se sim, gostariam de passar essa eternidade num “portador não biológico”? O que acontecerá com o cérebro de uma pessoa depois que ele for descarregado no robô? E com seu corpo? Se você pudesse escolher quando adquirir um corpo avatar, qual seria a idade ideal para fazê-lo? Avatares podem transar?

    Essas são apenas algumas das dezenas de perguntas levantadas pela Iniciativa 2045. Por sinal, Istkov diz que avatares podem fazer sexo, sim, porque “um corpo artificial pode ser projetado para receber qualquer tipo de sensação”.

    Se ele atingir seu objetivo, ficará na história como o visionário arrojado cujo dinheiro e garra redefiniram a vida e encontraram soluções para alguns dos problemas mais renitentes do mundo. Se fracassar, a palavra “tresloucado” com certeza figurará em seu obituário.

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  • Microsoft registra patente de tecnologia que permite dar abraços a distância

    Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/geek/Microsoft-registra-patente-de-tecnologia-que-permite-dar-abracos-a-distancia/

    abraçando almofada

    Aproximar cada vez mais o mundo virtual da realidade é uma proposta em que muitos têm investido. A Microsoft não quer ficar de fora, e já tratou de patentear uma espécie de travesseiro capaz de dar abraços a distância. A patente se refere a uma espécie de “resposta tátil com telepresença”, o que se resume na tentativa de usar dispositivos conectados para proporcionar interações físicas com quem está distante.

    O documento registrado pela Microsoft inclui abraços, apertos de mão, escrever em uma lousa entre outros tipos de ações que podem ser detectadas e transformadas na tal resposta tátil. Alguns games já utilizam essas respostas táteis em seus controles, que se limitam a vibrações, mas a Microsoft pretende ir muito além disso e explorar uma forma de comunicação robótica mais íntima.

    A patente descreve, por exemplo, como seria um aperto de mão com a nova tecnologia. Caso alguém agite vigorosamente o dispositivo em uma das extremidades, a vibração é sentida pelo outro com a força aplicada por quem deu o “aperto de mão virtual”.

    Além disso, a Microsoft explica que a tecnologia não se limita apenas a vibração – ela também pode incluir fricção tátil, estímulo elétrico, tridimensional, mudança de temperatura, movimento, ruído, pressão, textura, e mais uma série de respostas sensíveis.

    Será que essa onda de “abraços virtuais” vai pegar?

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  • Design: montadoras propõem soluções para os carros de polícia do futuro

    The Highway Patrol Cop Of The Future

    A feira Los Angeles Auto Show, que será aberta nesta quinta-feira (29) em Los Angeles, Estados Unidos, é muito famosa por seu desafio de design que coloca as principais montadoras do mundo para pensar soluções para o futuro. Neste ano, o evento propôs a criação de novas opções de veículos para as forças policiais. As informações são do Popsci.

    O tema do desafio sobre a patrulha policial nas rodovias em 2025 fez com que empresas como GM, BMW, Subaru e Honda soltassem sua imaginação e apresentassem soluções muito interessantes. No entanto, as diferentes criações concordam em alguns quesitos: no futuro, o mundo será tomado por engarrafamentos, espaços superlotados e, acima de tudo, por veículos automatizados.

    Com base neste cenário futurístico, as empresas automotivas criaram soluções pautadas nas evoluções da robótica, que poderão ser primordiais para que o trabalho dos agentes seja mais produtivo e econômico. Algumas criações propõem soluções simples como é o caso da GM, que expõe um veículo que comporta até três passageiros e se movimenta com base em uma nova tecnologia da empresa de propulsão elétrica, intitulado ‘Volt Squad’.

    Já o Drone Squad, da Honda, pode ser tripulado ou não e faz a patrulha e coleta de dados do trânsito como se fosse parte do grupo de inteligência do Exército norte-americano. Ou seja, em 2025, o trabalho da polícia será cada vez mais autonômo e controlado a distância a partir de uma central. O sistema criado pela Honda é composto por um veículo tripulado que poderá ser utilizado como uma base operacional móvel e controlar até duas motocicletas não tripuladas, chamadas de Moto Drones.

    Carros de polícia do futuroDrone Squad, da Honda

    As motos e o carro poderão ser utilizados para perseguir e parar os infratores, ou até participar de diversas ações policiais, com uma tecnologia aprimorada nos carros de polícia e também com seus robôs-moto auxiliares.

    O projeto da BMW é similar. O E-Patrol será o carro ultra-tecnológico tripulado da polícia no futuro e para desenvolver o projeto, os pesquisadores avaliaram as possíveis condições do trânsito da cidade de Los Angeles em 2025, indicando que será repleto de automóveis mais velozes e mais tráfego. Com base nisso, o sistema do E-Patrol será capaz de coordenar veículos de duas rodas não tripulados e até drones aéreos, que serão capazes de perseguir carros em alta velocidade, coletar informações e redirecioná-las ao centro policial.

    Carros de polícia do futuroE-Patrol, da BMW

    Essencialmente, uma dupla de policiais poderia realizar o trabalho de uma equipe completa de agentes e coordenar até a ação de um helicóptero a partir de uma interface de usuário única, que permitirá a manipulação de um sistema inteiro por apenas um agente.

    A indústria automotiva ainda precisará desenvolver veículos e tecnologias de autonomia robótica para que esses projetos cheguem às ruas até 2025. Mas, se tudo se cumprir como o planejado pelas companhias, os motoristas poderão receber suas multas de trânsito diretamente de robôs e não mais de agentes policiais humanos.

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