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  • Oito alimentos que parecem saudáveis, mas não são

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    Nem todos os alimentos tidos como saudáveis são uma boa opção para emagrecer ou evitar doenças relacionadas à alimentação

    Juliana Santos
    Barrinhas de cerealBarrinhas de cereais estão entre os alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem (Thinkstock)
    “Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote” — Luciano Giacaglia, endocrinologista

    Trocar uma lata de refrigerante por uma de chá é mais saudável? Depende. Ao contrário do que pode parecer, os chás de lata podem ter tanto açúcar quanto refrigerantes. Esse é apenas um exemplo de como alguns produtos “enganam”. Muitos deles, associados não só à perda de peso, mas a uma alimentação saudável, possuem diversas substâncias que podem causar doenças, como açúcar, gordura ou sal em excesso.

    A principal culpada pela presença de substâncias “indesejáveis” em alimentos supostamente saudáveis é a industrialização dos alimentos. “Devemos tomar muito cuidado com aquilo que precisamos abrir a tampa ou tirar do pacote”, é o que costuma dizer a seus pacientes o endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

    No processo de industrialização, além de sal, açúcar e gordura, são adicionadas diversas substâncias químicas para realçar sabor e fazer o produto durar mais tempo, muitas das quais ainda não se sabe bem que efeito podem ter a longo prazo no organismo. “Todo alimento industrializado, por mais que pareça natural, sofreu processos que promovem modificações e acarretam perda de nutrientes”, explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein.

    Não é necessário, porém, ser radical e retirar da dieta todos os alimentos industrializados. “O problema é tornar isso um hábito e substituir todos os produtos naturais por industrializados”, explica Cláudia Cozer, endocrinologista e coordenadora do Núcleo Avançado de Obesidade e Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês. Conheça alguns desses alimentos que parecem saudáveis, mas não são as melhores opções para perder peso ou mesmo cuidar da saúde.

    8 alimentos que parecem sau

    Sucos de caixinha

    Trocar o refrigerante por suco é um hábito que muita gente busca seguir, mas nem todos os sucos são assim tão saudáveis. Os sucos de caixinha contêm uma quantidade grande de açúcar, e mesmo as versões light ainda apresenta muitos conservantes (que podem prejudicar o funcionamento do intestino) e, em alguns casos, grandes quantidades de sódio. Muitas vitaminas presentes nas frutas são perdidas durante o processo de industrialização. Alguns fabricantes fazem a adição de vitaminas depois, mas mesmo assim a proporção não é a mesma dos sucos naturais. Sucos de polpa são um pouco mais interessantes nesse sentido, porque o processo de congelamento da fruta gera uma perda menor de vitaminas.

    Os sucos naturais são a melhor opção, mas também é preciso ter cuidado. A principal perda na hora de fazer o suco de fruta são as fibras, que são importantes para a função intestinal. “Se for tomado rapidamente, de 30 a 60 minutos depois de ser feito, o suco natural preserva grande parte das vitaminas”, explica Celso Cukier, nutrólogo do hospital Albert Einstein. Fazer o suco de manhã para servir no almoço, portanto, não é o ideal. Apesar de ser natural, o suco de frutas ainda pode apresentar um alto índice glicêmico (capacidade do alimento de promover aumento da glicose sanguínea). “Diabéticos, principalmente, devem tomar cuidado com sucos, como de melancia e laranja, que elevam a glicemia”, afirma Cukier.

    Além disso, para fazer um suco é comum utilizar uma grande quantidade de frutas, o que pode gerar um aporte calórico alto na dieta. “Se a pessoa não tiver a ingestão diária de frutas adequada (4 a 5 porções), o suco pode ser uma opção, mas não em excesso”, explica Maysa Guimarães, nutróloga dos Hospitais São Luiz, Leforte e Albert Einstein

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  • Chega a São Paulo terapia que usa sal para combater problemas respiratórios

    Acesse:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/04/1262827-chega-a-sao-paulo-terapia-que-usa-sal-para-combater-problemas-respiratorios.shtml

    A névoa branca e quatro toneladas de sal no chão e nas paredes dão à sala de haloterapia uma cara de ficção científica. “Halo”, do grego, quer dizer sal.

    O tratamento consiste em sessões de 45 minutos em uma sala climatizada, onde se respira um ar salgado.

    Vendida como alívio para quem tem doenças respiratórias, a terapia acabou de chegar a São Paulo com a inauguração do centro VitaSal.

    A haloterapia surgiu em 1843, quando um médico polonês percebeu que a permanência em cavernas de sal melhorava a saúde respiratória. Ele criou o primeiro spa em uma caverna desse tipo na Polônia. Mais tarde, as clínicas se espalharam pelo mundo.

    “As salas climatizadas reproduzem o ambiente de uma caverna”, diz Luiz Pregnaca, um dos sócios. Tirando a televisão e a iluminação colorida, até que parece. A temperatura e a umidade são controladas e partículas de sal são jogadas no ar. As paredes são revestidas com um reboco de sal.

    Adriano Vizoni/Folhapress
    Crianças em sessão no centro VitaSal, aberto na Vila Leopoldina, em São Paulo
    Crianças em sessão no centro VitaSal, aberto na Vila Leopoldina, em São Paulo

    Durante a sessão, partículas se depositam sobre a pele e dá para sentir um gostinho salgado na boca.

    “A função do sal é limpar as vias respiratórias e fazer a pessoa eliminar muco. Na primeira noite ela já sente diferença”, diz Charles Finocchiaro, dono do Spa Natural do Sal, em Porto Alegre, pioneiro no Brasil.

    “Os 45 minutos na sala equivalem a quatro dias na praia”, diz Pregnaca. São indicadas de cinco a dez sessões seguidas, uma por dia, para melhorar sintomas de rinite, sinusite e asma, embora uma só já dê resultado.

    “Não é tratamento médico, não cura. Mas tenho clientes que reduziram o uso da bombinha e pararam de tomar remédio”, diz Finocchiaro. Ele atendeu mais de cem pessoas em sua sala em dois anos.

    Outra promessa é combater o estresse com cromoterapia (as luzes da sala mudam de cor ao gosto do freguês).

    A terapia com sal é contraindicada em casos de câncer, febre ou estado agudo de doença respiratória, e não interfere na pressão arterial.

    “Em uma sessão a pessoa absorve no máximo 9 mg de sal. Isso não vai para a corrente sanguínea”, diz José Ervolino Neto, diretor da Spazziom, em Campinas.

    O otorrinolaringologista Fabrízio Romano, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, diz que o uso do sal em tratamentos de doenças respiratórias é antigo. “Todo otorrino recomenda lavar o nariz em solução salina. Isso desincha a mucosa e ajuda a eliminar a secreção.”

    Ele só não está convencido de que a haloterapia ofereça algum benefício extra em comparação a uma limpeza nasal: “Inalação e lavagem têm efeitos conhecidos e são simples de fazer em casa.”

    Para o pneumologista Emilio Pizzichini, da Sociedade Brasileira de Pneumologia, inalar sal pode aumentar a inflamação nos brônquios. “Quem vai tratar uma rinite ou sinusite pode não saber que tem asma e piorar os sintomas. Não há evidências que justifiquem essa terapia.”

    Finocchiaro rebate: “As críticas são por desconhecimento. Mas é claro que é um tratamento coadjuvante”.

    ONDE FAZER

    VitaSal : R$ 69,90 a sessão (preço promocional). Tel. 0/xx/11/2359-7263

    Spazziom : R$ 68 a sessão. Tel. 0/xx/19/3396-9878

    Spa Natural do Sal : R$ 75 a sessão. Tel. 0/xx/51/3374-4734

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  • Maus hábitos de vida contribuem para o aparecimento da pressão alta em jovens

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    Segundo a SBC, crianças obesas têm oito vezes mais chances de desenvolver hipertensão

    A medição da pressão deve ser feita a cada seis meses, avisa médico Getty Images

    Nesta sexta-feira (26), data em que se comemora o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, a nefrologista pediátrica Vera Koch, da SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão), adverte que a doença não é restrita a idosos. O problema pode aparecer em faixas etárias mais jovens, especialmente por causa dos maus hábitos de vida.

    — Obesidade, sedentarismo e consumo excessivo de sal e gorduras são fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão em crianças, adolescentes e adultos jovens.

    Segundo a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), crianças obesas têm oito vezes mais chances de desenvolver o quadro. Em idades mais avançadas, como adolescentes e adultos jovens, o consumo de bebidas alcoólicas, o uso de cigarro e outras drogas também contribuem para o surgimento da doença cada vez mais cedo.

    Hipertensão atinge mais mulheres do que homens no Brasil

    Apesar de, na maioria das vezes, a doença não apresentar sintomas, o cardiologista Carlos Alberto Machado, diretor da SBC, alerta para alguns sinais que ajudam a identificar o problema.

    — Pessoas que têm tonturas, falta de ar, palpitações, enjoos, náuseas, dor de cabeça frequente e alterações na visão devem procurar ajuda médica.

    Uma vez que a doença não é tratada, ela pode trazer como consequência problemas cardiovasculares mais graves, como infarto, insuficiência cardíaca e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

    Outros fatores de risco

    De acordo com Vera, 3% a 5% das crianças e adolescentes brasileiros já são hipertensos. Geralmente, o quadro está associado à hereditariedade e doenças já existentes.

    — Se a criança tiver algum parente hipertenso ou nascer com má formação nos rins ou com um estreitamento na aorta, é fundamental que ela tenha um monitoramento clínico já nos primeiros dias de vida.

    OMS alerta para importância do controle da hipertensão

    Apesar de os pais não terem costume de medir a pressão nesta faixa etária, a médica recomenda fazê-lo desde a primeira consulta ao pediatra. O valor deve ser de 12 por 8.

    Tratamento e prevenção

    O tratamento da hipertensão vai desde mudanças de hábitos de vida até o uso de medicamentos. Quando iniciado, o acompanhamento é para sempre, avisa o cardiologista.

    — A mudança de hábitos alimentares, a prática regular de atividade física e a medicação, quando necessária, são importantes e devem ser contínuas não devendo ser abandonadas mesmo que os valores da pressão tenham sido normalizados, a não ser por orientação médica.

    Independentemente da idade, o médico orienta medir a pressão a cada seis meses.

    — O valor não deve ultrapassar de 14 por 9.

    No caso de pessoas hipertensas, o procedimento deve ser feito a cada três meses. Em quadros mais graves, a periodicidade pode ser ainda menor.

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  • Temperos substituem o sal e deixam sua comida muito mais saudável

    Acesse:http://r7.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/11762-temperos-substituem-o-sal-e-deixam-sua-comida-muito-mais-saudavel

    Dicas de ervas que, além de saborosas, fazem bem para a saúde do seu corpo

    O sal é um dos vilões mais temidos da atualidade, mas também é o menos combatido. Isso porque desde sempre nós nos acostumamos a comer tudo com uma bela pitada de sal. E se fosse só essa pitada, tudo bem! Mas, o que torna o sal um grande vilão é que ele é a principal fonte de sódio que consumimos, podendo causar aumento da pressão arterial levando a problemas mais sérios de saúde, como a hipertensão e sobrecarregar os rins.

    Porém, manter o sal longe do prato ou pelo menos diminuir as quantidades dele nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. A substituição do mineral por outros temperos naturais dá novo gostinho às preparações e ainda por cima promove uma onda de boa saúde. “Os temperos naturais ou condimentos melhoram o sabor, aroma e aparência dos alimentos preparados”, explica a nutricionista Maíra Malta, da Unesp. Por isso, confira abaixo alguns temperos que te ajudam a se manter longe do sal.

    Alho e Cebola - Foto Getty ImagesSálvia - Foto Getty ImagesManjericão - Foto Getty ImagesAlecrim - Foto Getty ImagesSalsa - Foto Getty ImagesPimenta - Foto Getty ImagesCoentro - Foto Getty ImagesEstragão - Foto Getty ImagesHortelã - Foto Getty ImagesFolhas de louro - Foto Getty ImagesOrégano - Foto Getty ImagesTomilho - Foto Getty ImagesAçafrão - Foto Getty ImagesGengibre - Foto Getty Images

    Alho e Cebola - Foto Getty Images

    Alho e Cebola

    Os acompanhamentos básicos de quase todos os nossos pratos fazem muito bem a nossa saúde. “O alho, por exemplo, contribui para a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol. Já a cebola inibe a ação de algumas bactérias e fungos prejudiciais ao nosso organismo e diminui os riscos de trombose e aterosclerose”, diz a especialista. A duplinha também ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como o de pulmão, estômago, próstata e fígado.

    Sálvia - Foto Getty Images

    Sálvia

    Esta erva é usada como condimento e como planta medicinal por sua ação anti-inflamatória e por ser estimulante da digestão. “A sálvia é indicada nos casos de falta de apetite, edema, afecções da boca, afta, tosse e bronquite. Fica ótima com massas e aves”, diz Maíra Malta. A sálvia pode ser usada tanto em pó como as folhas inteiras.

    Manjericão - Foto Getty Images

    Manjericão

    A erva já é amiga da cozinha há muito tempo. Você provavelmente já a usou diversas vezes e seu gostinho inconfundível é o toque que falta em molhos vermelhos, tortas, saladas ou no clássico molho pesto. “O manjericão, além de muito gostoso, é amigo do sistema cardiovascular e acalma os espasmos da digestão. Quando utilizado em grandes quantidades, é um ótimo fortificante e antigripal.”

    Alecrim - Foto Getty Images

    Alecrim

    A planta confere um gostinho leve e especial quando usada na preparação de carnes vermelhas ou peixes. No arroz e em sopas é uma boa pedida também, perfumando o prato e a cozinha. “O alecrim faz bem porque combate o vírus da gripe e previne doenças dos rins, da retina e da catarata.”

    Salsa - Foto Getty Images

    A salsinha também já é famosa conhecida de quem cozinha. Seja ela desidratada ou em folhas frescas, confere aos pratos um sabor leve e agradável, além é claro, de também ser uma aliada do nosso organismo, pois, como ensina a nutricionista, a salsa combate doenças do coração e dos rins.

    Pimenta - Foto Getty Images

    Pimenta

    Não é só na Bahia que este condimento é popular. Há quem ame e quem não viva sem. Mas, o importante é saber que a pimenta é muito mais do que um sabor afrodisíaco. O sabor ardido é por causa da capsaicina, substância antioxidante de ação curativa. “Além de prevenir alguns tipos de câncer e de reduzir o colesterol ruim (LDL) do sangue, a pimenta também acelera o metabolismo e, por isso, auxilia no emagrecimento.”

    Coentro - Foto Getty Images

    Coentro

    Tantos as folhas como as sementes do coentro são ricas em ferro e vitamina C, alivia indigestão e tem poder calmante.

    Estragão - Foto Getty Images

    Estragão

    Apesar de não ser muito conhecido, pode ser facilmente encontrado nas lojas de temperos ou até em supermercados. Suas folhinhas são parecidas com erva-doce. Experimentar estragão vai garantir um sabor novo, levemente adocicado, à comida, além de aliviar a cólica menstrual e auxiliar na digestão.

    Hortelã - Foto Getty Images

    Hortelã e menta

    Estas duas plantinhas são na verdade parte de um mesmo gênero, a Mentha. Os sabores são muito parecidos e, por isso, ambos caem muito bem como complemento de peixes, carnes e molhos. Além de refrescantes, a nutricionista Maíra Malta nos ensina que essas plantinhas são ótimas para a digestão e proporcionam alívio para crises de bronquite, cólica estomacal e intestinal, dores, gripes e tosses. Com o tempo seco, o temperinho cai muito bem.

    Folhas de louro - Foto Getty Images

    Louro

    Caldinhos de feijão, sopa de legumes e carnes recheadas ficam com um sabor todo especial quando acrescentamos duas ou três folhinhas de louro. “Além de perfumar, os chás das folhas de louro proporcionam alívio contra gases”, ensina a nutricionista.

    Orégano - Foto Getty Images

    Orégano

    Não é só na pizza que o orégano é bem-vindo. Muitas pessoas evitam o tempero por considerá-lo forte demais, por isso, o segredo é colocar apenas uma pitadinha, combinada outros ingredientes. As folhas de orégano fresco dão ainda mais aroma ao prato.

    Tomilho - Foto Getty Images

    Tomilho

    Esta erva é muito versátil porque pode ser usada em praticamente tudo na cozinha. Sem contar que é bom para aliviar distúrbios intestinais e prevenir inflamações. Além de muito saborosa, a plantinha é também muito bonita com suas folhas verdes em formato de coração e pequenas florzinhas. Por isso, além de usá-la como tempero, vale também investir na decoração do prato.

    Açafrão - Foto Getty Images

    Açafrão: Está faltando uma corzinha no seu prato? Invista no açafrão. Além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido, com tom amarelado. Muito usado na culinária Mediterrânea, o condimento tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatória que melhoram a digestão.

    Gengibre - Foto Getty Images

    Gengibre

    Bom e velho conhecido dos japoneses, o gengibre com seu sabor picante e adocicado, pode ser usado tanto em doces como salgados, além de ser bom acompanhamento para sucos e sopas. “O gengibre tem propriedades que combatem a dor de cabeça, o enjoo e as náuseas. Por ser também um alimento termogênico, o gengibre aumenta a temperatura do corpo, obrigando o organismo a gastar mais energia”, ensina a nutricionista da Unesp Maíra Malta.

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  • Siga estes 10 passos para controlar a pressão alta

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    Dê mais atenção ao que você come, as suas emoções e pratique mais esportes

    A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males — e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. “Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro” explica o cardiologista Enéas Rocco.
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    A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.
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    “Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.

    Previna a hipertensão

    1. Manutenção do peso ideal– o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para

    Previna a hipertensão

    1. Manutenção do peso ideal– o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. “Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado” , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

    2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

    3. Redução de sal – o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.

    cigarro

    4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

    5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.

    6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

    7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.

    8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

    9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

    10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

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  • Conheça os benefícios e os riscos do consumo de shoyu

    Acesse:http://www.dicasdemulher.com.br/shoyu/

    Saiba como tirar bom proveito da ingestão desse molho sem correr os riscos do consumo em excesso

     

    shoyu Conheça os benefícios e os riscos do consumo de shoyu

    Foto: Thinkstock

    molho shoyu, preparado com grãos de soja fermentados e salgados por salmoura, tem alto poder de conservação de alimentos e era essa sua finalidade original, quando foi originalmente inventado pelos chineses.

    Atualmente, tem sido utilizado como condimento para o preparo de uma enorme variedade de alimentos, devido, principalmente, ao seu sabor marcante e intenso. Muito popular no Brasil, o shoyu pode trazer benefícios à saúde, mas seu consumo deve ser moderado, principalmente por pessoas hipertensas. Confira os riscos e benefícios do shoyu.

    Segundo os nutricionistas, o molho shoyu, por ser um derivado da soja, possui os mesmos benefícios do grão, cuja ingestão diária recomendada é de 25g. Até o momento, já se sabe que a soja é rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas, principalmente as do complexo B, conhecidas como “vitaminas da disposição”, devido aos seus efeitos benéficos sobre o sistema nervoso e disposição mental.

    Ademais, a soja e seus derivados têm ação antioxidante e previne doenças como osteoporose, câncer de mama e de colo de útero. Logo, nota-se que o consumo do shoyu é benéfico para saúde, porém, sem exageros.

    Além desses benefícios, o molho shoyu também é recomendado para as pessoas que estão em dieta pelo fato de apresentar a capacidade de enriquecer o sabor dos alimentos com baixas calorias e pouquíssimo amido. Dentre os alimentos com os quais se recomenda o uso do shoyu estão os peixes e as carnes, as saladas, o arroz, o macarrão e os legumes cozidos.

    Por outro lado, reitera-se que seu consumo deve ser moderado devido ao alto teor de sódio presente na composição desse produto.

    Os riscos do molho shoyu

    O shoyu é um molho obtido a partir da fermentação dos grãos de soja com trigo ou cevada e sal, logo, a quantidade de sódio presente na composição desse produto é enorme.

    Uma colher de sopa de molho shoyu traz quase toda quantidade de sódio que um adulto deveria ingerir em um almoço, portanto, seu consumo deve ser moderado, principalmente para as pessoas hipertensas já que o consumo excessivo do sódio está relacionado às doenças cardiovasculares, além de outros grandes riscos à saúde.

    Além de utilizar o molho com moderação, sugere-se misturar o shoyo com água para que fique menos concentrado ou ainda optar por versões light, que possuem uma quantidade de sódio 35% menor.

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  • Indústria brasileira vai reduzir o sal de margarinas e temperos

    Acesse:http://revistaepoca.globo.com/Saude-e-bem-estar/noticia/2012/08/industria-brasileira-vai-reduzir-o-sal-de-margarinas-e-temperos.html

    Com o acordo entre Ministério da Saúde e Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), a expectativa é de que 8.788 toneladas de sódio sejam retiradas do mercado até 2020

     

    sal (Foto: SXC)(Foto: SXC)

    O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) assinaram nesta terça-feira (28) um acordo para redução dos teores de sódio de temperos, caldos, cereais matinais e margarinas vegetais. A expectativa é de que, com a mudança nas formulações, 8.788 toneladas de sódio sejam retiradas do mercado até 2020.

    A medida é considerada importante na prevenção de doenças associadas ao consumo excessivo do sal, como hipertensão e problemas cardiovasculares.

    A mudança começa a ser colocada em prática no próximo ano. A redução mais significativa ocorrerá no setor de margarina vegetal. O compromisso é colocar no mercado, já a partir de 2013, o produto com 19% a menos de sódio. Pelo plano, em 2015, o teor máximo de sódio a cada 100 gramas será de 715 miligramas. Atualmente, é de 1.660 mg.

    Os cereais terão uma redução de 7,5% no primeiro ano. O teor de sódio do produto, em 2015, deverá ser 15% menor do que o encontrado atualmente no mercado brasileiro. Os caldos líquidos terão uma redução de 3,5% ao ano. O tempero em pasta, de 3,5% ao ano até chegar a 6,5% em 2015. Para tempero de arroz, a meta é retirar 1,3% do sódio anualmente e os demais temperos, 4,3% ao ano.

    Esta é a terceira fase do acordo firmado entre o Ministério da Saúde e a ABIA. Nas fases anteriores, foi acertada a redução dos teores de sódio de macarrões instantâneos, bisnagas, pão de forma, pão francês, mistura para bolos, salgadinhos de milho, batata frita, biscoitos e maionese.

    A redução de sódio no consumo dos brasileiros, prevista pelos três acordos, chegará a 20 mil toneladas até 2020. “Com este novo acordo pretendemos oferecer um alimento mais saudável. O Brasil se antecipa às ações que a Organização Mundial da Saúde (OMS) pretende recomendar em relação ao sódio”, afirmou Alexandre Padilha, ministro da saúde.

    A OMS recomenda um consumo máximo de 5g de sódio por dia. O consumo diário do brasileiro é calculado em 12g por pessoa atualmente, segundo estudos oficiais. De acordo com o Ministério da Saúde, a redução do consumo de sódio aos níveis recomendados pela OMS pode diminuir em 15% o número de mortes no Brasil por acidentes vasculares cerebrais e em 10% as mortes provocadas por infarto.

    A redução no consumo de sódio também pode diminuir o número de pessoas com hipertensão, que afetou 22,7% dos adultos em 2011, além de elevar em até quatro anos a expectativa de vida do brasileiro.

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  • Conheça os tipos de sal e saiba como usá-los

    Acesse:http://www.vocesabia.net/saude/conheca-os-tipos-de-sal-e-saiba-como-usa-los/

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    Diversos tipos de sal ganham as mesas dos brasileiros. Os produtos vão desde o tradicional marinho, passam pelo light e chegam aos gourmet, que dão um toque especial à comida preparada. Veja quais são os tipos do tempero e aprenda a usá-los:

    Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo.

    Flor de sal: esta é conhecida como uma das mais delicadas versões de sal. O ideal é acrescentá-lo após o preparo, quando o fogo já estiver desligado. Combina perfeitamente com carnes vermelhas, mas pode ser adicionado a qualquer prato, pois é capaz de realçar o sabor, sem fazer com que o alimento perca sua característica original. Esbanja quantidades de magnésio, iodo e potássio. É formado nas superfícies das salinas e, devido à ação do vento, adquire o aspecto de pequenos cristais. Apesar de produzido em diversos locais, o mais famoso é o da região de Guerande, norte da França.

    Sal rosa: as reservas do sal rosa estão localizadas principalmente no Peru, no Vale Sagrado dos Incas, onde existia um oceano, há mais de dois mil anos. A água salobra brota do subsolo em pequenas poças e, com a evaporação, dá origem aos cristais de tom rosado. Seus grãos têm um elevado índice de umidade, com uma aparência grudenta, além de um sabor forte. Está entre as opções com menor teor de sódio e é ideal para temperar peixes crus, frutos do mar e aves.

    Sal defumado: a aparência cinza revela um gosto levemente adocicado. Bastante produzido na França, lá o sal é defumado pela fumaça fria proveniente da queima de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho. Em alguns locais é produzido ao colocar o sal comum em contato com a fumaça da queima de uma madeira aromática, como carvalho ou cerejeira. É bastante versátil e combina com pratos vegetarianos, carnes, aves e peixes. Mas controle-se: tem quase a mesma quantidade de sódio do sal comum.

    Sal marinho: é considerado uma alternativa mais saudável que o sal refinado, que leva aditivos como o iodeto e agentes antiaglomerantes. O sal marinho é obtido pela evaporação da água do mar e seu conteúdo mineral lhe dá um sabor diferente do sal de mesa, que é obtido a partir de rochas. No Brasil, este é o tipo de sal mais comum e barato e é bastante produzido no Rio Grande do Norte.

    Sal negro: este tipo de sal também é conhecido como Kala Namak e é obtido em reservas naturais da região central da Índia. Além da cor ser totalmente diferente do sal tradicional, o sabor também não é nada comum e, para muitos, lembra o de gema de ovo. Sua textura é crocante e muito solúvel e, por isso, é ideal para ser adicionado aos molhos, saladas e massas.

    Sal rosa do Himalaia: este sal vindo da Ásia é um pouco mais caro que os outros sais importados. Este condimento é encontrado nos pés da montanha do Himalaia, uma região que já foi banhada por mar. O tom rosado se deve aos minerais presentes nele, como o ferro e o manganês. Como o sabor não é muito diferente, se mal usado pode se perder em meio aos ingredientes do prato. Carnes grelhadas, saladas com azeite e legumes na manteiga são boas opções para este sal. Porém, deve-se evitar as receitas com caldos, e, em carnes, deve ser aplicado na hora do preparo, já que tende a ressecar os alimentos porque atrai água.

    Sal líquido: este sal é obtido pela dissolução de sal marinho em água mineral. Tem sabor suave e pode ser adicionado a todos os alimentos, principalmente em saladas. Esta versão salga menos, mas tem menos sódio que os convencionais.

    Sal do Havaí: nesta região o sal é rosado. Rico em ferro, preserva o sabor ferroso de forma suave. Vai bem com molhos, saladas, vegetais e grelhados de carne vermelha. Seus grãos são maiores que os do sal comum. Entretanto, a quantidade de sódio é alta e deve ser consumido de forma moderada.

    Sal grosso: os cristais grandes preservam as propriedades dos alimentos e evitam o ressecamento. É usado principalmente em carnes que vão à churrasqueira e naquelas assadas em uma espécie de invólucro.

    Sal de aipo: o sal de aipo é basicamente o sal de mesa misturado com grãos de aipo secos e moídos. É utilizado para dar sabor em caldos e sopas.

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