Mitos e verdades sobre o efeito sanfona

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O “efeito sanfona” é um grande vilão para quem deseja emagrecer. Conheça um pouco mais sobre os mitos e as verdades sobre ele.
407636 O efeito sanfoan é o prinicpal vilão entre aqueles que desejam emagrecer. Mitos e verdades sobre o efeito sanfonaMuitas pessoas sonham com o corpo ideal. Devido a isso, se submetem a dietas ditas ”milagrosas”. Elas, além de trazerem graves consequências à saúde, ainda são as principais responsáveis pelo “efeito sanfona”. Tendo isso em vista, conheça os mitos e verdades sobre esse pesadelo que atormenta tanto homens quanto mulheres.

ENTENDENDO O “EFEITO SANFONA”

O “efeito sanfona” nada mais é que um ciclismo de peso. Ou seja, trata-se de uma perda de peso, seguida de recuperação da gordura perdida, repetidas vezes. Infelizmente é um efeito muito comum em pessoas que estão sempre fazendo dietas.

O CÉREBRO É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO “EFEITO SANFONA”

Durante a infância, as nossas células de gordura são formadas. Com o passar do tempo e ao comermos de forma desequilibrada, essas células incham e se dividem. E é devido a essa divisão que engordamos.

Infelizmente o cérebro interpreta a eliminação de peso como uma ameaça à integridade do organismo e, dessa forma, “queima” menos calorias. O resultado disso é um metabolismo mais lento, por o organismo entender de se tratar de uma forma de preservação, para que o peso perdido possa voltar.

407636 efeito sanfona como combater Mitos e verdades sobre o efeito sanfona

VEJA ALGUMAS DICAS

  • Realizar uma dieta que restrinja a ingestão de calorias colabora com o aparecimento do “efeito sanfona”. Pois o organismo interpreta a perda como uma ameaça a sua manutenção;
  • Para emagrecer e se livrar da retomada de gordura em poucos dias, é preciso associar uma alimentação balanceada com a prática de exercícios físicos;
  • Engordar e emagrecer várias vezes traz graves prejuízos a saúde, incluindo o enfraquecimento do sistema imunológico, aparecimento de doenças cardiovasculares, pressão alta, colesterol elevado entre outras;
  • A prática de dietas milagrosas para emagrecer está diretamente ligada com o aparecimento do “efeito sanfona”. Para se livrar desse problema é preciso ter paciência e perseverança, pois apenas dessa maneira o organismo conseguirá manter seu equilíbrio. Ele precisa de tempo para se adaptar à nova alimentação;
  • Antes de iniciar qualquer dieta, procure um especialista no assunto, pois apenas ele poderá dizer se essa alimentação será adequada e eficaz, de modo a contribuir com uma vida saudável.

407636 A prática de exercícios físicos em associação com uma dieta equilibrada impede que o efeito sanfona apareça. Mitos e verdades sobre o efeito sanfona

Cada vez mais as pessoas estão em busca de dietas “milagrosas” para se livrarem do peso extra. Porém, isso pode causar sérios problemas. Muitas dessas dietas, por terem como base a restrição calórica, colaboram com o aparecimento do “efeito sanfona”, ou seja, toda gordura que é perdida, retorna em poucos dias. Por isso, procure sempre um especialista e acrescente exercícios físicos na sua rotina, para melhores resultados

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Emagrecimento sem exercício é insustentável’, diz o treinador Atalla

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O treinador físico Marcio Atalla, que atualmente tenta converter o ex-jogador de futebol Ronaldo aos exercícios, foi enfático ao responder à questão “o que emagrece mais?”: “É óbvio que o maior problema da obesidade é o sedentarismo. A alimentação tornou-se importante porque hoje o gasto calórico médio da população é ridículo.”

Segundo ele, regimes sem atividade física são insustentáveis e, a longo prazo, acabam em efeito sanfona.

“A dieta, sozinha, vai naufragar sempre. Quando você faz só a restrição alimentar, tem que comer cada vez menos para continuar perdendo peso. Com o emagrecimento, o metabolismo vai caindo [ficando mais lento]”, afirma.

Segundo Atalla, isso ocorre porque fazendo só dieta a pessoa perde, além de gordura, massa magra (músculo), tecido que, em repouso, gasta mais energia do que a gordura.”Quando a pessoa para de emagrecer, o metabolismo está mais baixo e ela volta a engordar com a mesma quantidade de alimento que ingeria antes.”

Esse, porém, é um ponto controverso. O pesquisador americano Timothy Church, por exemplo, argumenta que o maior efeito do exercício não é aumentar o metabolismo, e sim queimar calorias durante a prática.

“Não há erro em dizer que o exercício é determinante para manter o peso depois de emagrecer, mas o mecanismo exato de como isso acontece ainda não é compreendido pela ciência”, diz o médico.

Os especialistas concordam no seguinte ponto: pessoas que emagrecem sem se exercitar perdem músculo. Esse seria um ‘contra’ de aderir apenas à dieta.

Mas não se sabe o quanto de massa magra é perdida, explica o endocrinologista Bruno Geloneze, do laboratório de investigação em metabolismo e diabetes da Universidade Estadual de Campinas.

“Depende da genética, do tipo de exercício. Mesmo assim, a maior parte do peso perdido é gordura”, diz.

MAIS MASSA MAGRA

De acordo com Geloneze, mais importante do que perder peso é mudar a composição corporal. “Emagrecer é diminuir a quantidade de gordura no corpo, não só perder quilos”, explica.

Quem treina pode até ganhar uns quilos porque há um ganho de músculo, que é mais pesado que a gordura.

Para Atalla, os ganhos da atividade física para a saúde são mais certos e mais importantes do que a diminuição de um número no manequim.

“Não existe alimentação que faça você ter os ganhos de saúde cardiovascular que o exercício traz. É mais interessante um gordinho ativo do que um magro sedentário”, compara.

Dois estudos publicados em setembro comprovaram que o condicionamento físico conta mais que o peso para a saúde cardiovascular. Uma das pesquisas analisou dados de 43 mil americanos e descobriu que os obesos ativos tinham um menor risco de morte e indicadores de saúde semelhantes aos de pessoas magras. O trabalho foi publicado no “European Heart Journal”.

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