Samsung lança novo monitor sensível ao toque

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A Samsung anunciou nesta semana o lançamento do seu novo monitor sensível ao toque, o Samsung SC770. Este modelo possui 24 polegadas e suporte para multitoque com até 10 pontos.Samsung_SC770_1

Detalhes do novo monitor sensível ao toque da Samsung

De acordo com a empresa, o novo monitor possui resolução Full HD (1920 x 1080), suporte para a tecnologia Anti-Finger Film (melhora sua superfície sensível ao toque oferecendo maior controle, velocidade  e precisão) e sua base deslizante permite uma inclinação de até 55 graus:

Samsung lança novo monitor sensível ao toque

Além disso, ele possui duas portas HDMI, dois alto-falantes de 3W, taxa de contraste estático de 1000:1, tempo de resposta de 5ms e uma porta USB.

O novo monitor sensível ao toque da Samsung está disponível nos Estados Unidos por US$ 599,99.

Além dele, a empresa também lançou o Samsung SC750. Este modelo não é sensível ao toque, mas pode ter sua tela rotacionada para ser usada tanto no modo paisagem como no modo retrato.

Além disso, ele possui 24 e 27 polegadas, resolução Full HD (1920 x 1080), tempo de resposta de 5ms, duas portas HDMI e taxa de contraste estático de 1000:1.

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O Samsung SC750 com 24 polegadas está disponível nos Estados Unidos por US$ 249 e o modelo com 27 polegadas está disponível por US$ 379.

Ainda não se sabe se os três serão lançados no Brasil.

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Conheça o “laptop” de 35 dólares

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Escrevemos a palavra laptop com aspas, no título, porque não se trata exatamente de um laptop. Mas é quase isso. É um aparelho, criado por uma companhia de engenharia da Índia, que funciona com tela sensível ao toque (touch screen) e tem recursos como navegador de internet, leitor de PDF e suportes para vídeo, entre outras funções.

É claro que, devido ao baixo custo (35 dólares, o que equivale atualmente a cerca de 60 reais), não é tão completo quanto um laptop. Sua principal utilidade, segundo o ministro de Recursos Humanos da Índia, é auxiliar estudantes de baixa renda, em suas tarefas diárias, de forma que eles possam acrescentar o sistema educacional do país à inclusão digital.

Esse novo computador foi desenvolvido por institutos tecnológicos da Índia em parceria com a Linux, e estará disponível para compra pela população a partir de 2011. Os fabricantes dizem que pretendem, futuramente, baixar ainda mais o preço do aparelho, primeiro para 20 dólares (algo como 35 reais) e depois para apenas 10 dólares (cerca de 17 reais na conversão atual).

A Índia está ampliando suas bases de estrutura educacional, que atualmente absorve 3% do PIB do país. O desenvolvimento deste novo computador e de outras medidas para ampliar a qualidade da educação estão primariamente destinadas às pessoas perto ou abaixo da linha da pobreza, que constituem a maioria dos 1,1 bilhão de habitantes.

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Polaroid apresenta câmera de 18 megapixels com Android na Eletrolar

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Polaroid reservou para a Eletrolar Show 2013 o lançamento da câmera iM1836, que traz 18 megapixels de resolução e sistema Android, no Brasil. A máquina fotográfica está em exposição na feira que acontece em São Paulo, mas não atendeu às expectativas de mercado.

Entretanto, com interface ainda em desenvolvimento e o corpo de um protótipo, a iM1836apresentou erros e bugs. Em um deles, a imagem tendia para uma cor – verde, no caso dos testes – e demonstrou baixa qualidade na captura de luz.

Confira as novidades que estarão na feira

polaroid1As lentes intercambiáveis prometem ser o grande diferencial da iM 1836 (Foto: Reprodução/André Fogaça)

O modelo da Polaroid foi apresentado pela primeira vez durante a CES, em janeiro. A câmera combina a resolução de 18 megapixels com o sistema operacional Android, em sua versão 4.2, e um importante diferencial: as lentes intercambiáveis.

O aparelho entra em um mercado que já conta com aparelhos como a Galaxy Camera da Samsung e Nikon Coolpix S800c, todas equipadas com o Android em uma interface modificada para a operação de uma câmera fotográfica.

polaroid3Interface ainda está em desesnvolvimento (Foto: Reprodução/André Fogaça)

No Brasil, o modelo será comercializado com uma lente zoom de 10-30 mm e abertura entre F3.0-5.6. As imagens podem ser gravadas em resolução de até 18 megapixels e os vídeos em Full HD (1920 x 1080 pixels). A tela é de 3,5 polegadas, sensível ao toque e a conexão com os aplicativos do Android (como Instagram e demais apps do Google Play) ocorre por meio de uma conexão Wi-Fi.

polaroid2Protótipo apresentado ainda apresenta problemas com captura de cores (Foto: Reprodução/André Fogaça)

Seu valor sugerido é de R$ 1.799 e o lançamento está marcado para o final de agosto. O pacote, inicialmente, trará a lente de 10-30mm, enquanto outras lentes devem ser comercializadas até o final do ano.

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Joelho novo com o transplante de cartilagem

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Há um prognóstico na medicina ortopédica que nenhum especialista pode contrariar: a cartilagem humana, quando lesada, nunca poderá ser restabelecida exatamente igual ao antigo tecido sadio – não há procedimento ou receita, até hoje, que faça isso ocorrer.

Joelho novo com o transplante de cartilagemA raiz dessa dificuldade está nas próprias características do tecido, que não tem capacidade regenerativa. “A cartilagem não tem vascularização, por isso não consegue formar um novo material”, explica o ortopedista Moisés Cohen, um dos maiores especialistas no assunto.

A cartilagem é um tecido elástico, encontrado nas articulações, que serve de sustentação e dá mobilidade aos membros do corpo. Flexível, ela permite o deslizamento suave dos ossos e absorve o impacto sobre eles, impedindo que se desgastem e provoquem dores. Como se trata de um tecido muito sensível, é facilmente lesado por trauma (devido a queda ou fratura) que afete as articulações ou por desgaste natural.

Conforme explica o dr. Moisés Cohen, 75% do material que compõe a cartilagem é água e, ao longo da vida, a tendência é o tecido ficar desidratado e perder a elasticidade, levando a doenças como a artrose. No caso de traumatismos, os joelhos costumam ser o maior alvo, devido à exposição que sofrem durante atividades físicas. Estima-se que em cerca de 40% das lesões do joelho a cartilagem seja atingida.

Cartilagem cultivada em laboratório

A cartilagem não tem vascularização, por isso não consegue formar um novo material

Diante desse quadro, diversas técnicas e tratamentos voltados para a recuperação da cartilagem vêm sendo desenvolvidos ao longo dos últimos anos. Alguns especialistas alegam que a maioria não tem efeito duradouro. A exceção, hoje, é o transplante de cartilagem realizado, na maior parte dos casos, nos traumas de joelho.

O primeiro transplante desse tipo, no Brasil, foi realizado no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), há quatro anos. Foi coordenado pelo ortopedista Moisés Cohen e sua equipe e, desde então, continua sendo considerado um dos tratamentos mais eficazes para o problema.

A técnica consiste em retirar células de cartilagem de uma região do joelho do paciente que não sofra sobrecarga de peso e multiplicá-las em laboratório. O próprio sangue do paciente é usado como meio de cultura para as células – ou seja, sua fonte de nutrientes para crescer – e também para pesquisa de material genético.

Após aproximadamente um mês, o dr. Moisés Cohen afirma que pode existir quantidade suficiente de células novas para serem enxertadas. Uma nova cirurgia é marcada e essas células são injetadas na região afetada. Em geral, cerca de seis meses após a operação, o novo tecido deverá estar integrado à cartilagem ao redor da lesão. A grande vantagem desse tratamento, segundo o ortopedista, é que a cartilagem a ser formada será praticamente igual à do tecido anterior.

Quando fazer o transplante de cartilagem

Apesar de inovador e eficiente, o transplante de cartilagem ainda não é praticado com frequência no Brasil. Entre as razões está o fato de que o procedimento só é indicado no caso de lesões causadas por traumas, que sejam pequenas e bem delimitadas e para pessoas de até 50 anos.

O transplante não funciona nos casos em que a lesão esteja muito disseminada ou quando o tecido circundante for muito fino, o que ocorre nos pacientes que sofrem de artrose e osteoporose. “Além disso, é um tratamento mais trabalhoso porque envolve duas cirurgias e, consequentemente, demanda maiores custos”, diz o ortopedista.

O procedimento só é indicado no caso de lesões causadas por traumas, que sejam pequenas e bem delimitadas e para pessoas de até 50 anos

O dr. Moisés Cohen estima que, desde o primeiro transplante, ocorrido em 2003, foram realizadas apenas outras 15 operações no Brasil até o momento. “É preciso considerar também que o pós-operatório é mais demorado e requer mais cuidados em relação a outros procedimentos para a recuperação da cartilagem.”

O paciente volta às atividades normais em oito meses, período em que deverá recorrer ao uso de muletas e terá que se dedicar a sessões rigorosas de fisioterapia. O esforço, porém, vale a pena: os resultados indicam que entre 80% e 90% da função da articulação será restabelecida.

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Apple pode lançar aparelho inovador com duas telas touch

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Novidade permitiria usar o dispositivo mesmo com a tela fechada.

A Apple recebeu nesta terça-feira (25), aprovação sobre uma patente de um trackpad inovador. O projeto prevê um equipamento com dois lados constituídos de superfícies sensíveis ao toque.

Ao que tudo indica, a nova tecnologia pode ser usada em dispositivos como o MacBook. O equipamento é descrito como um trackpad transparente dobrável, o qual conta com displays em cada um dos lados que toma toda a parte de baixo de um notebook.

O dispositivo seria capaz de interagir de forma diferente a cada toque nas telas, com diferenciação se ele estiver aberto ou fechado. Ainda não se sabe se a Apple vai de fato colocar o projeto em desenvolvimento.

Trackpad da Apple

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tela sensíve: ultrabook dobrável com Windows 8 é apresentado

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Novidade conta com novo processador Intel Haswell Core i7 e é bastante resistente contra quedas.

A Panasonic lançou o Ultrabook AX3, que conta com tela sensível ao toque em 11,6 polegadas, resolução de 1920 x 1080 pixels e sistema que a permite ser dobrada e rotacionada em 360º.
O aparelho ainda traz o novo processador Intel Haswell Core i7 de 1,8GHz, 4GB de RAM e 128GB SSD. Outro fator importante é que o ultrabook pesa somente 1,14 kg.
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O aparelho conta com o Windows 8 pro 64 bits, e a Panasonic afirma que ele consegue funcionar durante 13 horas em uso. Além de tantos benefícios, a novidade é bastante resistente contra quedas de até 76 centímetros, suportando até 100 Kg de pressão.
Panasonic AX3: ultrabook dobrável com Windows 8 é apresentado
Ainda não foram informados preço e data de chegada ao mercado, mas estima-se que isso deva acontecer em setembro deste ano.
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Qual é a diferença entre tela capacitiva e tela resistiva? Entenda

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Os smartphones e tablets fazem uso do que chamamos de tela sensível ao toque, que pode ser controladas pelo contato dos dedos com o display. Porém, existem dois tipos de telas touch: as chamadas resistivas e as capacitivas. Vamos esclarecer como é composto cada tipo de display e mostrar os prós e contras de cada um, para que você não tenha dúvidas na hora de escolher qual dispositivo comprar.

O iPhone chegou a fazer as canetas Stylus sumirem do mercado por um tempo (Foto: Allan Melo / TechTudo)O iPhone 4S utiliza uma tela capacitiva de alta qualidade (Foto: Allan Melo /TechTudo)

Tela resistiva

As telas resistivas possuem menor precisão no reconhecimento do toque, já que são compostas por várias camadas. A superfície frontal é de plástico, resistente a riscos, com material condutor do lado interno. Abaixo, vem uma segunda camada que geralmente é de vidro, mas por vezes é feita de plástico rígido. Conforme pressionamos a tela, estas camadas fazem contato que informam ao sistema qual sua posição em coordenadas.

Existem alguns tipos de telas resistivas que também suportam medir a intensidade do toque. Esse tipo de tela oferece uma precisão de até 80% e tem a necessidade de ser calibrada sempre que possível, uma vez que o material sofre desgaste que muda a tensão aplicada pelo toque. Grande parte dos telefones mais antigos de touchscreen são de tela resistiva.

Na prática, as telas resistivas precisam que o usuário pressione com força para que o aparelho possa dar uma resposta. Com isso, o desempenho dos dispositivos com a tecnologia são inferiores, já que eles são piores para navegação e principalmente para atividades mais complicadas, como jogos.

resistiva (Foto: resistiva)Funcionamento de uma tela com a tecnologia resistiva (Foto: Reprodução/PC Pro)

Tela capacitiva

Como o próprio nome sugere, é um tipo de tela que usa um capacitor, com duas placas separadas por um isolante (que pode ser o ar). Assim que o dedo toca esse tipo de tela, um capacitor monitorado pelo sistema informa exatamente onde foi acionado, atráves de uma troca de elétrons. E é por causa dessa troca que canetas stylus comuns não funcionam nesse tipo de tela, apenas as especiais e o próprio dedo.

Uma das grandes vantagens do display capacitivo é conseguir trabalhar com as informações de vários toques ao mesmo tempo, o que possibilita ao dispositivo reconhecer movimentos diferenciados, como a pinça. A precisão dessa tela pode chegar a 100% e é de alta durabilidade.

As telas capacitivas estão presentes na maior parte dos dispositivos mais modernos, e costumam ter um tempo de resposta muito pequeno e uma usabilidade bem confortável. Porém, dependendo do modelo do aparelho, a tela pode ter desempenhos melhores ou piores.

capacitiva (Foto: capacitiva)Telas capacitivas são mais sensíveis ao toque dos dedos (Foto: Reprodução/PC Pro)

Qual escolher?

As telas resistivas são mais antigas, já que os primeiros dispositivos com tela touch utilizavam a tipo de tecnologia. Mas não significa que ela seja necessariamente ultrapassada ou desaconselhável, dependendo do seu uso. Se você necessita de precisão utilizando qualquer caneta stylus, por exemplo, o display resistivo pode ser uma escolha sensata. Além disso, aparelhos com este tipo de tela podem custar até metade do preço de modelos capacitivos.

Porém, em questão de conforto, velocidade de resposta e durabilidade, a tela capacitiva leva grande vantagem. Além de serem multi-toque (reconhecendo mais de dois dedos ao mesmo tempo), nos displays capacitivos não há necessidade de fazer força para que o aparelho reconheça seus movimentos, bastando um leve deslize. Além disso, os dispositivos que fazem uso da tecnologia capacitiva costumam ser mais finos.

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