Armaduras hightech podem revolucionar a prática de artes marciais

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Tigelas inteligentes ajudam a balancear a alimentação de animais

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(Foto: Divulgação)
Uma empresa criou produtos para alimentar cães e gatos domésticos de forma inteligente e automatizada, usando para isso recursos da “internet das coisas” – dita como a próxima grande onda da tecnologia.

ReproduçãoPor enquanto a Petnet, de Los Angeles (EUA), tem apenas dois tipos de tigela, ambos a serem lançados no meio do ano. O primeiro deles, chamado SmartFeeder, é equipado com sensores, algoritmos de aprendizado e poder de processamento de dados.

Tudo isso ajuda a entender as necessidades dietéticas do animal e criar agendas de alimentação para que ele não coma muito ou pouco. Ao final de cada refeição o aparelho ainda avisa o dono, via celular, de que o bicho já terminou de comer.

O outro produto, chamado SmartBowl, faz tudo isso até a etapa da alimentação: quando chega a hora agendada ele avisa o dono do animal para que ele mesmo vá alimentá-lo. Em entrevista ao The Next Web, o cofundador e CEO da Petnet, Carlos Herrera, explicou que nem todo mundo está pronto para a automação, por isso criaram a SmartBowl.

O dono de um desses equipamentos pode controlar tudo a distância, deixando comida reservada e liberando-a enquanto estiver fora de casa, se preciso. Há mais de 10 mil pedidos de compra em 88 países só pela SmartFeeder, que custará US$ 249 mas, por enquanto, está em promoção por US$ 200. Se interessou? Clique aqui para conhecer o produto.

A Petnet prepara outros tipos de aparelhos voltados ao universo animal que usarão conceitos da “internet das coisas”, mas nada pronto para ser anunciado.

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Curiosidades na internet

Robô absorve impactos e pode reconhecer terrenos difíceis

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Grupo de cientistas desenvolveu robô voador que, em vez de evitar obstáculos, se choca contra eles, e com isso pode reconhecer locais de difícil acesso

Cientistas americanos desenvolvem robôs insetos, inspirados em moscas

 

Insetos: objetivo dos inventores é que o robô, inspirado em insetos, possa operar em terrenos difíceis onde outras máquinas não conseguem

 

Genebra – Um grupo de cientistas suíços desenvolveu um robô voador inspirado em insetos, que em vez de evitar obstáculos, se choca contra eles, e com isso pode fazer o reconhecimento de locais de difícil acesso.

O robô, desenvolvido na Escola Politécnica de Lausanne (Suíça) e batizado com o nome de Gimball, é um autômato de 370 gramas de peso protegido por uma esfera elástica de um diâmetro de 34 centímetros que amortece os impactos, segundo informações divulgadas pelo centro em comunicado.

O objetivo dos inventores é que o Gimball possa operar em terrenos difíceis onde outros robôs não conseguem, como em um edifício derrubado, onde poderá recolher informações através de uma câmera acoplada. Por não ter que desviar, o protótipo não precisa de sensores.

O Gimball é propulsado por hélices e, enquanto a maioria dos robôs evita os obstáculos mediante sensores, este pode manter o rumo apesar das colisões, o que representa um conceito totalmente novo.

A maioria dos robôs navega mediante uma complexa rede de sensores que lhes permite detectar os obstáculos para evitá-los, o que, de acordo com os criadores, representa um inconveniente, já que os sensores são “pesados e frágeis” e não funcionam sob algumas circunstâncias, como em ambientes com fumaça.

Inspirado em insetos, o Gimball foi criado pelos pesquisadores Adrien Briod e Przemyslaw Mariusz Kornatowski, que desenvolveram um sistema de estabilização giroscópica que permite ao robô manter o equilíbrio.

“Os insetos voadores lidam muito bem com as colisões, para eles não são acidentes porque foram feito para encará-las”, disse Briod.

O robô será apresentado ao público em Tóquio, durante a Exposição Internacional de Robótica, IREX, que acontecerá de 5 a 9 de novembro.

 Curiosidades na internet

Em resposta ao “rato na garrafa”, Coca-Cola abre fábricas para visitação

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Em resposta aos danos de imagem provocados por um consumidor que alega ter encontrado pedaços de rato nas garrafas de Coca-Cola em 2000, a marca de refrigerantes resolveu abrir as fábricas para visita.

Em um vídeo postado em sua página no Facebook, a marca mostra imagens do seu processo de fabricação e diz que o “segredo” para se manter como a marca mais famosa de bebida do mundo é o “rigoroso controle de qualidade” em seu processo de produção.

Segundo a Coca-Cola, cada garrafa é conferida por sensores de alta precisão “eliminando a possibilidade de que uma garrafa saia das fábricas sem estar em perfeita condição”.

Sem citar nominalmente o caso do consumidor Wilson Batista Rezende, o vídeo “Conheça a verdade sobre a Coca-cola” termina convidando os consumidores a fazer uma visita às fábricas.

Rezende afirma ter ingerido o refrigerante com pedaços de rato em dezembro de 2000. Ele já fez greve de fome em frente ao Fórum João Mendes e, na semana passada, teve sua história contada pela TV Record.

A reportagem da TV Record repercutiu nas redes sociais e a marca passou a ser alvo de piadas. Uma delas traz a imagem de uma lata de refrigerante com os dizeres “Quanto mais RATO melhor”.

Na quarta-feira da semana passada (18), após a repercussão da reportagem da Record, a Coca-Cola emitiu um comunicado em que lamenta do estado de saúde do consumidor, mas diz não reconhecer a responsabilidade pelo dano alegado por ele. O processo de Rezende contra a Coca está no Tribunal de Justiça de São Paulo.

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Curiosidades na internet

Luva musical ajuda pacientes com lesões na medula a retomarem a sensibilidade

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Mobile Music Touch Luva

Uma luva sem fio foi desenvolvida no Georgia Tech – Centro de Música e Tecnologia, nos EUA – para ensinar os usuários a tocar piano e, além disso, melhorar a sensibilidade e mobilidade das mãos de pessoas que sofreram danos na medula espinhal, segundo pesquisadores.

O estudante de graduação Kevin Huang, a professora Ellen Yi-Luen Do e o professor Thad Starner fazem parte do projeto “Piano Touch”, que utiliza uma luva equipada com pequenos sensores de vibração para ajudar os usuários a aprender a tocar músicas em um teclado.

O dispositivo chamado “Mobile Music Touch” trabalha ao lado de um computador e um teclado. Graças a ele, pacientes que sofreram traumas na medula há mais de um ano já apresentam bom desenvolvimento. Segundo a líder do projeto, Tanya Markow, os resultados foram além de suas expectativas, já que alguns pacientes conseguiram, inclusive, sentir a textura de suas roupas pela primeira vez após o trauma.

MMT Teclado

Quando uma música está programada em um computador, smartphone ou MP3 Player, o usuário aprende a tocá-la atráves de pistas táteis (que vibram na região dos dedos que devem pressionar as teclas) e visuais (que acendem as notas corretas nas teclas). Com o tempo, os usuários começam a memorizar as músicas e expandem seus repertórios.

Neste estudo, alguns participantes foram instruídos a praticar com a luva por 30 minutos, três vezes por semana, e também utilizar o aparelho por duas horas diárias, durante cinco dias na semana, para sentirem suas vibrações. Outros participantes praticaram as músicas e fizeram suas tarefas do dia-a-dia sem usar a luva.

Os pesquisadores avaliaram os participantes com vários testes de sensibilidade, e também segurando objetos, para mensurar o progresso. O resultado foi satisfatório: aqueles que usaram a luva ao piano apresentaram melhoras estatisticamente significantes.

Tanya Markow diz que as melhorias poderiam ser o resultado de uma atividade renovada no córtex sensorial da mão, que leva ao disparo do estímulo ao córtex motor cerebral. Tudo isso era uma reação de gatilho causada pelas vibrações na luva. Ainda não está claro se utilizar a luva fora do piano melhora os resultados. Para isso, mais pesquisas necessitam ser feitas e Markow pretende utilizar ressonância magnética para incluir resultados funcionais na próxima etapa.

Curiosidades na intermet