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A Nasa (agência espacial americana) revelou nesta terça-feira em Washington que no próximo dia 26 de junho lançará um novo satélite com destino ao Sol, para explorar uma das regiões mais desconhecidas desta estrela, o chamado limbo solar, onde é gerada a maior parte das emissões ultravioleta.
O limbo solar ou região interface está localizado entre a superfície visível do Sol e sua atmosfera superior e a Nasa estima que nele se encontram “estruturas” de entre 160 e 240 quilômetros de largura e até 160 mil de comprimento.
“Imaginem jatos gigantes do tamanho da cidade de Los Angeles que são suficientemente longos e rápido para dar a volta na Terra em 20 segundos. Esta missão nos fornecerá as primeiras imagens em alta resolução destas estruturas, assim como informação sobre sua velocidade, temperatura e densidade”, afirmou o pesquisador da Nasa Alan Title.
A missão que será lançada no final do mês foi batizada como Iris (acrônimo em inglês para Espectógrafo de Imagens da Interface Solar) e está equipada com um telescópio ultravioleta criado para fazer imagens em curtos intervalos de segundos.
O satélite Iris foi projetado e construído no centro tecnológico Lockheed Martin de Palo Alto (Califórnia) e será enviado ao espaço a bordo de um foguete Pegasus XL.
Curiosidades na internet
Acesse:http://www.canaltech.com.br/noticia/geek/Cantor-Justin-Bieber-vai-para-o-espaco-literalmente/
O cantor Justin Bieber e seu empresário Scooter Braun foram anunciados como os próximos astronautas da primeira empresa de turismo espacial que oferece voos ao espaço. O anúncio foi feito por meio de um tweet de Richard Branson, fundador da Virgin Galactic.
“Ótimo saber que @justinbieber e @scooterbraun são os mais recentes futuros astronautas da @virgingalactic. Parabéns, vejo vocês lá em cima!”, twittou Richard Branson esta semana. Não demorou para que o cantor respondesse a mensagem dizendo: “Vamos gravar um clipe no espaço!”.
Embora o programa de inscrição para realizar voos espaciais com a Virgin Galactic exija um depóstio de US$ 250 mil, uma série de celebridades — incluindo Angelina Jolie, Brad Pitt, Ashton Kutcher, Tom Hanks e Leonardo DiCaprio — já teria pagado a taxa para estar entre os primeiros civis a chegar no espaço.
De acordo com o Guardian, durante o Festival de Cannes, que aconteceu no mês passado, um convidado em um leilão de caridade pagou US$ 1,2 milhões para se sentar ao lado de DiCaprio em sua viagem espacial.
A nave SpaceShipTwo, capaz de levar seis passageiros, está sendo testada e ainda este ano Branson e sua família devem usá-la para viajar para o espaço. Já a viagem de Bieber deve acontecer em 2014. A nave vai levá-lo a 100 quilômetros de distância da Terra, onde os passageiros poderão experimentar a gravidade zero.
Recentemente, o físico Stephen Hawking, 71 anos, afirmou durante uma de suas raras aparições públicas que tem planos de realizar uma viagem ao espaço e que sua condição de saúde não será capaz de impedi-lo de conquistar esse objetivo. “Desde que tenho a ventilação, fui a Bruxelas, Ilha de Man, Genebra, Canadá, estive duas vezes na Califórnia e espero ir ao espaço com os voos da Virgin Galactic de Richard Branson”, afirmou durante seu discurso.


Considerada um dos próximos passos e principais desafios no avanço de regiões urbanas do globo, a implantação das chamadas “cidades inteligentes” já é uma realidade cada vez mais frequente em diversos países desenvolvidos. Dentre as cidades, Barcelona é um dos exemplos mais bem sucedidos, e a iniciativa lentamente começa a ganhar atenção aqui Brasil. Tradicionalmente, são consideradas cidades inteligentes aquelas que integram novas tecnologias no dia-a-dia de seus cidadãos, gerando novos serviços, novos negócios e reduções de custos em sua manutenção.
“Na nossa visão, o desafio das cidades está na capacidade de atrair investimentos para que elas possam investir em sua infra-estrutura e em modelos de natureza tecnológica para dar um melhor retorno ao seu cidadão”, explicou ao Canaltech o Diretor Comercial da Schneider Electric, Renato Meirelles, ligado a iniciativas para implantação de soluções para cidades inteligentes da empresa, durante o evento Xperience Efficiency, que teve início nesta terça-feira (5), em São Paulo.
Atualmente, a empresa de gestão de energia está envolvida em experiências de cidades inteligentes em mais de 230 regiões urbanas do mundo, e possui cerca de 30 soluções diferentes na área — todas apresentadas em uma simulação de cidade inteligente que pode ser encontrada no evento. De acordo com Meirelles, as tecnologias se dividem em cinco áreas diferentes, consideradas essenciais para a manutenção e controle de cidades inteligentes: são iniciativas de energia elétrica, como distribuição flexível; de trânsito, como gerencialmento de tráfego em tempo real; de água, como gerenciamento de distribuição e detecção de vazamentos; de serviços públicos, como segurança; e de domicílios e edifícios. “Além de ter essas inteligências, você ter a integração destas informações é um diferencial absolutamente essencial”, explica.
O diretor afirma que as iniciativas apresentadas pela empresa têm encontrado cada vez mais eco em conversas com membros do poder público no Brasil, que já se interessam mais pelo tema. Um dos fatores que tem colaborado no avanço destas iniciativas, além dos eventos que o país deve sediar nos próximos anos, é a própria “pressão” de problemas latentes, que têm forçado atitudes por parte dos governos municipais, estaduais e federal.
“Há uma necessidade que vem muito do problema da mobilidade, por exemplo, e isso está forçando o poder público a tomar algumas decisões”, afirma Meirelles. “É difícil um governante tapar o Sol com a peneira e não enxergar que nós temos um desafio pela frente”, complementa.
As cidades hoje representam cerca de 2% da cobertura da Terra, consomem 75% da energia global e concentram cerca de 50% da população mundial. A expectativa é que, até 2050, 70% da população do mundo more em cidades. Para lidar com esses problemas, assim como aumentar a eficiência de sua infraestrutura e o interesse de pessoas e empresas na cidade, a tecnologia tem ganhado espaço neste cenário.
No Brasil, algumas iniciativas, principalmente do Governo Federal, como o PAC da mobilidade, têm colaborado para ampliar a adoção de novas soluções tecnológicas para ajudar na resolução de problemas urbanos. “A partir do instante que você dá um passo importante na solução do problema da mobilidade, por exemplo, você carrega consigo um começo da solução de outras áreas que formam a Smartcity”, disse o executivo.
Em grandes centros urbanos, a adoção é ainda mais rápida. Em São Paulo, por exemplo, a Schneider está envolvida em dois centros de comando que são responsáveis pelo controle e gerenciamento em tempo real de 382 intersecções de trânsito da cidade. No Rio de Janeiro, Sistemas SCADA já são usados para melhorar a eficiência de distribuição de água, rede elétrica e de gás em toda a área metropolitana. Segundo Meirelles, as regiões Sul e Nordeste (principalmente os estados de Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Ceará) também se mostram cada vez mais interessadas na área.
Mas as iniciativas não ficam restritas a grandes cidades. Apelidada de Villa Smart, uma iniciativa da Schneider em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e com o governo trouxe eletricidade 24 horas para comunidades ribeirinhas do Rio Negro, que antes dispunham de apenas 4 horas por dia de energia. O projeto focou no uso da energia solar e foi ligado a um Smart Grid, que permite o monitoramento remoto do uso da energia nas comunidades antes isoladas.
Ainda assim, empresas esbarram em algumas dificuldades contra o poder público para avançar com implantações das tecnologias. Meirelles cita, por exemplo, a recente mudança de prefeituras no país como resultado das eleições do ano passado, que sempre colabora para uma demora no avanço de projetos.
Além disso, o diretor afirma que ainda vê que diversas prefeituras ainda lidam com problemas de caixa, que, mesmo com incentivos federais, impedem as implantações. “Precisamos, evidentemente, de um ‘alinhamento dos astros’, um modelo politicamente mais sustentável. Os municípios precisam apresentar seus projetos, mas têm que ter suporte dos governos do estado e federal”, afirma.
Xperience Efficiency
Dedicado à discussão de novas tecnologias para enfrentar questões como a redução dos impactos do insumo de energia nos negócios e no meio ambiente, e tratando as iniciativas para cidades inteligentes, a primeira edição do evento Xperience Efficiency segue até esta quinta-feira (6), em São Paulo.
O evento é realizado simultaneamente em outras sete cidades de países que constituem polo no desenvolvimento de TI, como Estados Unidos, China, Rússia e Colômbia.
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Corpo celeste não representa, porém, uma ameaça ao planeta
NASA/JPL-Caltech/UCLA
Asteroide chamado1998 QE2 não deve oferecer risco de colisão com a Terra
Um asteroide com 2,7 quilômetros de comprimento vai sobrevoar a Terra no próximo dia 31 de maio, informou a agência espacial norte-americana Nasa. O corpo celeste, denominado 1998 QE2, não representa uma ameaça para o planeta e passará a uma distância de 5,8 milhões de quilômetros da Terra, cerca de 15 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
Essa será a menor distância que o 1998 QE2 ficará da Terra pelo menos nos últimos dois séculos. Segundo a Nasa, o 1998 QE2 não desperta muito interesse para astrônomos e cientistas que pesquisam asteroides considerados perigosos, mas para os que trabalham com astronomia de radar e têm um telescópio de pelo menos 70 metros à disposição.
A aproximação do asteroide à Terra será examinada por dois grandes telescópios — o Observatório Goldstone, na Califórnia, e o radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico.
O astrônomo Lance Benner, do Observatório Goldstone, explicou que os telescópios de Goldstone e de Arecibo esperam obter imagens de alta resolusão que possam revelar a riqueza característica da superfície do asteroide:
— Sempre que um asteróide se aproxima, ele fornece uma importante oportunidade científica para estudá-lo em detalhe para compreender o seu tamanho, forma, rotação, características da superfície, e o que eles podem nos dizer sobre sua origem. Também vamos utilizar as novas medidas de radar de distância e velocidade do asteróide para melhorar o nosso cálculo de sua órbita e calcular o seu movimento.
O asteroide 1998 QE2 foi descoberto em agosto de 1998 por astrônomos do projeto Linear (Lincoln Near-Earth Asteroid Research), do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). O nome do asteroide vem da organização Centro de Planetas Menores, em Cambridge, que o nomeia de acordo com um sistema alfanumérico que demonstra a data em que o corpo celeste foi descoberto.
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Ir ao espaço deixará definitivamente, nos próximos anos, de ser uma odisseia de ficção científica para se tornar um plano de férias de milionários dispostos a pagar quantias estratosféricas para realizar uma espécie de cruzeiro à Lua com vista para Terra.
Após os astronautas de carreira, serão os turistas os próximos a desfrutar da falta de gravidade, dos menus desidratados e da paisagem terráquea à distância com a única missão de viver uma experiência inesquecível.
O preço da passagem será, por enquanto, acessível para poucos: a tarifa mais barata custa cerca de US$ 95 mil por pessoa.
A exploração comercial através do investimento privado passou a ser a grande alternativa para financiar os programas espaciais, que até agora se alimentavam dos custosos programas públicos pagos pelas grandes economias mundiais.
Com a descoberta da demanda por esse tipo de turismo e após especialistas perceberem que a manutenção de alguns veículos espaciais tinha deixado de ser boa economicamente – o que fez com que as naves Endeavour e Discovery fossem tiradas de circulação e agora estejam expostas em museus dos EUA -, alguns empresários resolveram optar por esse tipo de passeio orbital.
As viagens para fora da Terra poderão ser feitas pela nave SpaceShipTwo (SS2), da Virgin Galactic, empresa do britânico Richard Branson, pela cápsula Dragon Space X, do fundador do Pay Pal, Elon Musk, pelo veículo New Shepard, da companhia Blue Origin, do criador da Amazon, Jeff Bezos, e pelo Lynx, da XCOR Aerospace, fundada por Jeff Greason, ex-Intel.
O SS2 ultrapassou nesta semana a barreira do som em um voo de teste que saiu da Califórnia, nos Estados Unidos. Segundo declarou Branson, sua aeronave, com capacidade para seis passageiros e dois pilotos, estará pronta para realizar uma viagem espacial no fim de 2013.
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| Vista aérea do Spaceport America, aeroporto espacial localizado no Novo México (EUA), que será usado pela empresa Virgin Galactic para levar turistas ao espaço; primeira viagem pode acontecer no final deste ano |
“Este é seu primeiro passo para ser um astronauta”, diz a página de venda de passagens para o SS2, que oferece lugares por US$ 200 mil para participar desta viagem suborbital, incluindo traje espacial e a experiência da falta de gravidade.
Artistas como Ashton Kutcher, Tom Hanks, Angelina Jolie e Katie Perry são alguns que fizeram um depósito de US$ 20 mil para garantir um lugar no SS2, que é o protótipo mais avançado de todos os que concorrem para colocar os turistas em órbita.
A XCOR tenta se diferenciar de seus concorrentes prometendo “algo realmente de astronauta” que consiste em pôr o viajante na cabine do Lynx pelo módico preço de US$ 95 mil para um voo que alcançará 100 quilômetros de altitude durante pouco mais de 4 minutos, apesar de o veículo não estar pronto até o final de 2014.
A XCOR calcula que, nos próximos dez anos, haverá 20 Lynx operacionais. Como o setor é carente de mão de obra, a companhia busca funcionários. Somente a Blue Origin tem quase 30 ofertas de emprego por dia em seu site.
Os pioneiros em transformar o espaço em uma atração turística foram os fundadores da empresa Space Adventures, que entre 2001 e 2009 levaram sete pessoas até a ISS a bordo da nave Soyuz, entre eles Dennis Tito, o primeiro turista espacial, que passou uma semana fora do planeta.
Ao contrário de seus rivais, a Space Adventures não fabrica seus próprios veículos e fechou um acordo com a Tatu Aerospace para utilizar seu protótipo de viagens, ainda em desenvolvimento, e oferecer pacotes turísticos por US$ 102 mil.
A companhia projeta um cruzeiro para dar a volta na Lua, que será realizado com tecnologia russa, mas não foram dados muitos detalhes a respeito. Já a empresa britânica Excalibur Almaz e a americana Golden Spike afirmam que seus turistas poderão pisar a superfície lunar, como Neil Armstrong em 1969.
A SpaceX quer ir mais à frente e mira Marte. Sua cápsula Dragon é a escolhida pelo projeto Mars One para enviar terráqueos ao planeta vermelho em uma viagem sem retorno.
O recrutamento começou em 22 de abril pela internet. Em apenas dois dias, já houve 33 mil solicitações de pessoas dispostas a deixar para trás para sempre a Terra.
A Mars One se propôs a estabelecer o primeiro assentamento no planeta vizinho em 2023 e bancar os custos da missão com publicidade.
O projeto será televisionado, como um “Big Brother”, do princípio ao fim, desde o processo de seleção dos participantes até a viagem e as posteriores crônicas marcianas.
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Acesse:http://canaltech.com.br/noticia/curiosidades/A-chuva-atrapalha-mesmo-o-sinal-da-TV-via-satelite/

Muitos usuários de TV por assinatura via satélite reclamam que basta começar a chover para que o sinal da transmissão seja interrompido. Mas será mesmo que isso é verdade, apenas mito ou até mesmo coincidência? A resposta é que é verdade, a chuva pode sim afetar o sinal de sua TV via satélite.
Conforme ressalta o pessoal do How It Works, a televisão via satélite utiliza frequências na faixa de micro-ondas, que são fortemente absorvidas pela água. A chuva reduz a força do sinal, mas a emissora minimiza a interferência de uplink aumentando a potência do sinal.
O uplink acontece quando o satélite recebe o sinal vindo de uma estação localizada na Terra. O sinal de uplink é enviado em uma frequência específica, a mesma já programada no transponder do satélite. Quando o transponder transmite o sinal de volta para a Terra, por meio de uma frequência diferente do uplink, e ele chega até sua casa, chamamos de downlink.
Para reduzir o impacto negativo na transmissão do usuário, as operadoras aumentam a potência do sinal e usam várias estações de uplink espalhadas por diferentes locais. Atualmente, os usuários só notam que o downlink foi afetado durante chuvas realmente muito fortes.
Imagem: HowStuffWorks
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Fragmentos da Lua e de Marte já foram encontrados na Terra antes, mas essa é primeira vez que um meteorito de Mercúrio foi achado por aqui.
Com base em dados fornecidos pela sonda Messenger da NASA, o meteorito esverdeado apresenta uma composição semelhante ao que é encontrado no planeta mais próximo do Sol, Mercúrio. Pautado nestes dados, os cientistas acreditam que o material encontrado no sul do Marrocos, no ano passado, pode ter vindo de lá.
Segundo o cientista Anthony Irving, a rocha pesa cerca de 325 gramas, e possui grandes quantidades de magnésio, alumínio e silicatos de cálcio. Elementos estes também encontrados na superfície de Mercúrio.
“Pode ser uma amostra de Mercúrio, ou uma amostra de um corpo menor que Mercúrio, mas que é de Mercúrio”, disse Irving, pesquisador da Universidade de Washington, durante a 44 ª Conferência Anual de Ciência Lunar e Planetária realizada no Texas.Embora tenha sido encontrada uma proporção elevada de silicato de cálcio, maior do que há atualmente em Mercúrio, segundo Irving, o NWA 7325 poderia ter vindo de uma parte profunda da crosta de Mercúrio, e foi resultado de um impacto há 4,56 bilhões anos, e lançado ao espaço, viajando por muito tempo até encontrar a Terra.
Se a pesquisa for prorrogada por mais dois anos, como deseja Irving, será possível obter mais informações e uma conclusão definitiva.A NWA 7325 é um grupo de 35 amostras de meteoritos que são diferentes de tudo o que já foi visto ou pesquisado, segundo o cientista. Além disso, o meteorito quase não tem composição de ferro, assim como Mercúrio, o que reforça a ideia de que esse material veio de fato daquele planeta.
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A Nasa divulgou imagens do Sol sendo bloqueado parcialmente pela Terra e pela Lua. As belas imagens foram capturadas pela sonda espacial Solar Dynamics Observatory (SDO)

A Nasa divulgou imagens do Sol sendo bloqueado parcialmente pela Terra e pela Lua. As belas imagens foram capturadas pela sonda espacial Solar Dynamics Observatory (SDO), que desde o ano de 2010 é responsável por estudar os fenômenos que acontecem no Sol.
Esta é a primeira fase de eclipses do ano e a sonda irá capturar todos os eventos. Assim, durante as próximas três semanas, a Terra irá bloquear parcialmente a visão da estrela por alguns momentos do dia. O evento deverá durar até o dia 26 de março. A próxima fase está prevista para iniciar somente nos primeiros dias de setembro.
Na última segunda-feira (11), a sonda captou dois “eclipses” distintos: um que ocorreu entre às 3h15 e às 4h45 (pelo horário de Brasília), em que a Terra cobre parte da esfera solar, e o outro das 8h30 às 9h45, em que a Lua passa na frente do Sol.
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Os astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), acreditam que conseguiram observar a formação de um protoplaneta, ou seja, um planeta gigante

Os astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), acreditam que conseguiram observar a formação de um protoplaneta, ou seja, um planeta gigante. O corpo celeste em questão foi encontrado quando ainda estava se desenvolvendo, isto é, ele ainda estava envolto por um disco de gás e poeira.
A equipe liderada por Sacha Quanz, do Instituto de Tecnologia de Zurique, na Suíça, foi responsável por encontrar o planeta em formação, ao qual ainda estava rodeando a jovem estrela HD100546. A descoberta surgiu quando a equipe estava estudando o disco de gás e poeira ao redor da estrela, que está situada a 335 anos-luz da Terra.
“Até agora, a formação de planetas tem sido um tópico desenvolvido essencialmente por simulações de computador”, diz Sascha Quanz. “Se a nossa descoberta for confirmada como realmente um planeta em formação, então pela primeira vez os cientistas poderão estudar de forma empírica o processo de formação planetária e a interação entre um planeta em formação e o seu meio circundante, desde a fase primordial.”
Caso a descoberta seja mesmo confirmada, tal achado ajudará melhor na compreensão de como surgem os planetas.
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